Conheça os benefícios do exercício físico na terceira idade

Se praticado com cautela, o exercício físico pode contribui para retardar o aparecimento destas consequências.

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Quando atingimos certa idade, nosso corpo já não reage mais da mesma forma aos estímulos. É natural perder massa muscular, flexibilidade, força e principalmente o equilíbrio. Se praticado com cautela, o exercício físico pode contribui para retardar o aparecimento destas consequências.

A avaliação física feita com um profissional que aponte quais as melhores atividades para as condições que o paciente apresenta é fundamental e imprescindível. A preferência quanto aos exercícios e os objetivos pessoais devem ser levados em conta também.

Entre as vantagens físicas alcançadas por quem pratica exercícios regularmente estão: melhora da força muscular, pois colocamos os músculos em movimento, manutenção do equilíbrio, melhora da flexibilidade, pois trabalhamos e estimulamos as articulações e aumento ou estabilidade da resistência aeróbica.

Além disso, podemos somar aos benefícios a participação da terceira idade em grupos de atividade física, que contribui para a permanência do idoso nas redes sociais, podendo inclusive, evitar o isolamento e consequentemente a depressão. A relação entre a imunologia e o exercício físico também é importante.

Incentive sempre que possível os idosos da sua família, explique as vantagens e mostre como uma vida mais “agitada” pode ser incluída na sua rotina.

Delboni traz testes laboratoriais capazes de diagnosticar a Febre Chikungunya

A doença tem sintomas semelhantes aos da dengue e também é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti

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O Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica disponibiliza dois tipos de testes laboratoriais capazes de diagnosticar a Febre Chikungunya, doença com sintomas semelhantes aos da dengue e também transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti. O primeiro é um teste molecular e o segundo, sorológico. Ambos são realizados por meio de uma amostra de sangue. Fica a critério do médico indicar qual dos dois exames disponíveis devem ser realizados pelo paciente.

A versão molecular é realizada após a extração do material genético do vírus, por meio de uma reação em tempo real (PCR – Reação em Cadeia da Polimerase) que contém sequências de nucleotídeos específicas (primers) para o vírus da Chikugunya. “Em caso de presença do vírus, os primers se ligam às sequências, amplificando o material genético viral e gerando uma curva de amplificação positiva”, afirma Dr. Cláudio Pereira, diretor de Análises Clínicas do Delboni.

Já a versão sorológica é feita a partir de um método de Imunofluorescência Indireta. “As células infectadas com o vírus Chikungunya são incubadas com o soro do paciente, e caso a reação seja positiva, anticorpos específicos de classe IgG ou IgM atacam estas células e uma fluorescência citoplasmática é visualizada em microscópio de imunofluorescência”, explica Dr. Pereira.

Com sintomas semelhantes e mesmo transmissor que o vírus da dengue, a febre Chikungunya já afetou 1.106 brasileiros. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde registram 115 casos confirmados por critério laboratorial e 991 por critério clínico-epidemiológico.

De acordo com Alberto Chebabo, infectologista do Delboni, ambas as doenças são semelhantes: a diferença está no vírus que é transmitido, o que leva a alguns sintomas diferenciados. “O quadro clínico inicial, com febre e dores de cabeça, é idêntico. O que diferencia uma da outra é basicamente o tipo de dores no corpo. Na dengue, o paciente tem mais dores musculares, e na Chikungunya, dores articulares, que inclusive pode se prolongar por semanas nos casos mais complicados”, revela o médico. Segundo ele, são estas diferenças muito tênues que levam o médico a exigir, além do exame clínico, exames laboratoriais para um diagnóstico correto.

Ambos os exames são realizados por meio de uma coleta de sangue sem necessidade de qualquer preparo prévio ou jejum. Recomenda-se, entretanto, que, como na Dengue, se espere pelo menos até o quinto dia do início dos sintomas para realizar a sorologia, já que ela depende da presença de anticorpos contra o vírus. Já no caso do PCR, a recomendação é que seja coletado nos primeiros dias após início dos sintomas, pois a positividade deste exame cai após a primeira semana de doença.

Previna-se

As semelhanças entre as duas doenças vão além dos sintomas e do mosquito transmissor. As principais formas de prevenir a Chikungunya são as mesmas do combate à dengue, segundo Dr. Alberto Chebabo. “Já que o vetor é o mesmo, temos que reforçar os cuidados de sempre para combater o mosquito. Evite o acúmulo de água parada. Para isso, encha os pratinhos de plantas com areia, mantenha lixeiras, vasos sanitários e caixas d’água fechadas, recolha os entulhos do quintal e mantenha as piscinas cobertas”, conclui.

Por fim, o médico ressalta que, ao sinal dos sintomas, o paciente deve procurar um médico. “É muito importante que o paciente faça uma consulta com um especialista se aparecer algum dos sintomas. Dessa forma, será encaminhado aos exames e o diagnóstico será feito. Quanto antes a doença for descoberta, menores as complicações e maiores são as chances de o tratamento ser bem sucedido”, afirma o especialista.

Baixa estatura infantil pode ser sinal de problemas

A preocupação com a estatura das crianças nem sempre está ligada à vaidade

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O Hormônio do Crescimento (GH) é uma substância produzida por uma glândula no cérebro chamada hipófise. Este hormônio promove o desenvolvimento durante a infância e continua exercendo papel importante no metabolismo durante a vida adulta. A deficiência de hormônio do crescimento é uma condição em que o organismo da criança falha na produção da quantidade adequada de GH, causando atraso no crescimento.

Podemos definir como “baixa estatura” quando a altura da criança encontra-se abaixo do que é considerado normal perante a população ou quando sua altura está abaixo do que se considera “normal” tomando como base a altura dos pais.

Existem diversas causas para o surgimento da baixa estatura, alguns deles são: desnutrição, doenças do estômago e intestino, doenças renais, do coração e pulmão, doenças genéticas e algumas doenças endócrinas. Desse modo, os pais que suspeitam ou crianças que já apresentem sinais ou sofram com alguma das doença citadas acima, devem procurar um especialista para confirmar ou não o caso.

Existem dois tipos diferentes de deficiência: a isolada e a múltipla. O diagnóstico dependerá se o paciente tem deficiência também em outros hormônios hipofisários, além da DGH. Pois o hormônio do crescimento é produzido pela glândula hipófise, a mesma secreta vários hormônios diferentes, que também são essenciais para manter as funções normais do organismo.

Em geral os especialistas utilizam alguns critérios para classificar a Deficiência de Hormônio do Crescimento (GHD). São elas:

- Idade por ocasião do diagnóstico;

- Tipo de deficiência;

- Grau de deficiência;

- Local da deficiência;

Para a realização desse tipo de investigação, procure um especialista.

Endometriose: conheça a doença que atinge 15% das mulheres

Ao contrário do que se pensa, a endometriose não é uma doença causada graças ao excesso de menstruação

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Além de ser uma das principais causas de infertilidade nas mulheres brasileiras, a endometriose também provoca cólicas, dor no fundo da vagina e desconforto durante a relação sexual. Predisposição genética, estilo de vida, queda do sistema imunológico e alterações no fluxo menstrual são fatores que podem ajudar no aparecimento da doença.

Ao contrário do que se pensa, a endometriose não é uma doença causada graças ao excesso de menstruação, ela é gerada em condições na qual o endométrio (mucosa que reveste a parede interna do útero), cresce em outras regiões do corpo. Diferente das células encontradas dentro do útero que são liberadas durante a menstruação, as células fora do útero permanecem no lugar.

Um dos primeiros sintomas da endometriose é a dor pélvica, geralmente associada ao ciclo menstrual. No entanto, mulheres que apresentam quadros da doença dizem que esta dor, durante o período de menstruação, é muito pior do que o normal. Porém a intensidade da dor não está relacionada à extensão do problema.

Quando a endometriose é detectada em estágios iniciais, o tratamento mais comum é o medicamentoso, sendo aliado à base de anticoncepcionais e baixas doses de hormônio. Esses medicamentos podem diminuir a ação do estrógeno e ajudam a controlar o progresso da doença. Ao contrário do que se pensa, a infertilidade causada pela endometriose pode sim ser revertida com outros tratamentos específicos.

Mesmo sendo um processo natural da vida feminina, a cólica pode ser um sinal de que algo não vai bem. Procure um ginecologista e descreva quais são os níveis de dores e outros possíveis sintomas, faça os exames necessários para o diagnóstico da doença, o tratamento precoce pode evitar possíveis complicações na fertilidade feminina.

Entenda o que são e para que servem os Telômeros

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos fatores que mais influenciam na saúde da mente e do corpo

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Ontem, dia 03/12, o Jornal Nacional, da Rede Globo, fez uma reportagem sobre um estudo publicado no British Medical Journal a respeito da importância da dieta mediterrânea como receita de longevidade. Isto porque a mistura de vegetais, azeite, peixe fresco e frutas podem manter as pessoas geneticamente mais jovens, uma vez que o consumo destes alimentos está relacionado ao encurtamento dos Telômeros.

Os Telômeros são sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades de todos os cromossomos humanos. O encurtamento destas células está relacionado aos hábitos de cada indivíduo, e faz parte do ciclo natural da vida.

Com a função de proteger e separar os cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica de cadarços de sapato, que impedem que o cadarço desfie, estrague e perca sua função. Em cada célula humana existem 23 pares de cromossomos, portanto, 92 telômeros (um em cada extremidade de 46 cromossomos no total).

O Teste para Medição dos Telômeros é realizado por meio de uma coleta simples de sangue. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de geriatria, nutrologia, endocrinologia, dermatologia, entre outras. “A partir do sangue, se extrai a célula (glóbulos brancos nucleados – Linfócitos T) para estudo do cromossomo e é possível analisar a extensão dos telômeros por uma metodologia de alta sensibilidade e última geração”, revela o Dr. Rafael Munerato, diretor clínico do Delboni.

 

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos fatores que mais influenciam na saúde da mente e do corpo. O teste também pode ser utilizado em função da estética, pois reflete indiretamente na melhoria da qualidade de vida. Após a realização do exame, com o auxílio do resultado, os especialistas podem sugerir medidas para ajudar as pessoas a lidarem com os “pneuzinhos” indesejados, por exemplo, influenciando o paciente a prezar cada vez mais pela sua qualidade de vida e bem estar.
Confira abaixo tudo que o exame pode revelar:

 

·         Bom índice de telômeros, bom estilo de vida: é a confirmação de que as ações escolhidas e hábitos de vida adotados estão funcionando;

 

·         Índice de telômeros insatisfatório, estilo de vida insatisfatório: indica a necessidade de mudanças nos hábitos de vida e evidencia o envelhecimento interno antes do surgimento de doenças externas;

 

·         Índice de telômeros insatisfatório, bom estilo de vida: neste caso, é necessário verificar com atenção o estilo de vida adotado (qualidade dos alimentos ingeridos, excesso de exercícios, estresse, entre outros) e fazer um diagnóstico mais profundo (há deficiências nutricionais subclínicas? Existe sensibilidade alimentar? É necessário iniciar algum tipo de terapia de reposição hormonal?).
O teste está disponível há mais de um ano no Delboni Medicina Diagnóstica. Vale lembrar que para realização da medição dos telômeros é preciso o pedido de um médico, já que o laudo necessita da interpretação e acompanhamento de um especialista.
Saiba mais sobre os nossos serviços em: http://www.delboniauriemo.com.br/

Tudo que você precisa saber sobre AIDS: do contágio ao estilo de vida de um soropositivo

A prevenção é a única maneira de se manter seguro

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Segundo dados do relatório da ONU, enquanto no mundo todo as mortes relacionadas ao vírus da Aids registraram queda de 1/3 na última década, vemos o Brasil indo na contramão desta tendência mundial. O número de infecções pelo HIV aumentaram 11% entre 2005 e 2013. Sendo responsável por 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.

Acredita-se que boa parte das causas do aumento estejam relacionadas à desinformação entre os jovens, que muitas vezes lidam erroneamente como se a doença fosse uma epidemia do passado.

Para comentar o assunto e sanar as dúvidas mais frequentes sobre AIDS, conversamos com o Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni.

 Como acontece a transmissão do vírus HIV?

A transmissão do vírus se dá principalmente através dos atos sexuais sem uso do preservativo Seja via sexo anal (ativo ou passivo), oral e vaginal. O compartilhamento de agulhas e objetos cortantes que estejam contaminadas também pode ser uma forma de contaminação.

Há também a “transmissão vertical”, que se dá quando a mãe está contaminada pelo vírus e o transmite para o bebê (dentro da barriga ou por meio do leite materno). Este tipo de contaminação acontece principalmente nos casos em que a mãe não faz o tratamento ou acompanhamento adequado durante o pré-natal.

Como sei se sou portador do vírus HIV?

É possível saber se você está contaminado por meio da pesquisa direta do vírus no sangue (exame de carga viral no sangue) ou pesquisando a presença de anticorpos que são produzidos quando o vírus infecta uma pessoa. Ambos feitos através de coleta de sangue. Vale lembrar que o tempo de incubação do vírus varia de pessoa para pessoa, mas, em média, ele leva de cinco a sete anos para apresentar sintomas.

 Quais os sintomas do HIV?

Um portador de HIV pode ficar anos sem apresentar sintomas. Isso acontece por que o vírus fica “adormecido”. A partir do momento que o vírus resolve atacar o sistema imunológico, começam a surgir os primeiros sintomas. Variando muito de um indivíduo para outro, afinal a imunidade cai e o infectado fica sujeito ao ataque de diversas doenças. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, estando entre eles: febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos acaba passando despercebido. Estão também entre os sintomas, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Se estas doenças não forem tratadas de forma rápida e correta, o soropositivo pode vir a óbito.

 É possível viver bem sendo soropositivo?

Hoje em dia os medicamentos antirretrovirais ou coquiteis antiaids, aumentam a qualidade e a expectativa de vida do soropositivo. Para que isso aconteça é fundamental seguir todas as recomendações médicas e tomar os medicamentos conforme a prescrição do especialista. Além disso, aderir a um estilo de vida saudável alinhando boa alimentação com prática de exercícios físicos também é fundamental.

Como funciona o tratamento de um soropositivo?

O acesso ao tratamento para um soropositivo no Brasil é gratuito e realizado pelo SUS desde 1996. Feito a base de coquetel composto de uma série de comprimidos que evitam o enfraquecimento do sistema imunológico causado pelo vírus HIV. A ação destes medicamentos diminui as chances do aparecimento de doenças oportunistas e possíveis infecções, que se aproveitam do sistema imunológico deficiente do paciente. Além dos medicamentos, o infectado deve realizar exames e consultas periodicamente. Para que haja uma melhora ainda maior, o paciente pode e deve levar uma vida normal junto à sociedade. Trabalhar, namorar, passear e se divertir devem ser atividades corriqueiras na vida de um soropositivo.

 Qual a melhor maneira de se proteger da AIDS?

Usar camisinha em toda e qualquer relação sexual e evitar o compartilhamento de objetivos cortantes ou seringas. A prevenção é a única forma de se proteger contra o vírus. O sexo é uma das formas mais comuns de contágio, porém, não é a única.

Dia 25 de novembro: Dia Nacional do Doador de Sangue

Salve vidas. Doe Sangue

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Dia 25 de Novembro é comemorado o Dia Nacional do Doador de Sangue. Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 1,9% dos brasileiros doam sangue regularmente. De acordo com Selmo Minucelli, hematologista do Laboratório Delboni, o procedimento é seguro e quem doa uma vez não é obrigado a doar sempre. “Mas é importante que pessoas saudáveis façam este gesto solidário regularmente”, recomenda.

O especialista explica que o material usado na coleta é descartável e não oferece qualquer risco de contaminação. A doação é rápida e a quantidade de sangue coletado é pequena, apenas 450 ml. Qualquer pessoa saudável, que tenha entre 18 e 65 anos de idade e, no mínimo, 50 kg pode doar.

Infelizmente ainda existem alguns mitos levantados por falta de instrução. Este fator tem colaborado para que os hemocentros recebam menos doadores.

Estão entre eles:

Doar sangue não engorda e nem emagrece;

Doar sangue não engrossa e nem afina o sangue;

Doar sangue não vicia;

Doar sangue não altera a pressão arterial;

O organismo repõe o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação;

Quando falamos sobre o uso de medicamento, devemos analisar caso a caso. Portanto, antes de doar consulte o Serviço de Hemoterapia;

Pessoas que fazem tratamento homeopático podem sim doar sangue;

Grávidas não podem doar sangue. Mas, se o parto for normal, a mulher pode doar depois de três meses. Em caso de cesariana, após seis meses. E no caso de ainda estar amamentando, aguardar 12 meses após o parto.

 

Ninguém está livre de precisar de uma transfusão de sangue. Seja por conta de um acidente, um procedimento médico ou uma cirurgia.  Doar sangue é um ato de amor ao próximo. Dessa forma, é fundamental a conscientização da população brasileira sobre a importância deste ato humanitário.

Muita gente sabe que doar sangue é importante e salva vidas, mas são poucos são os que aderem a esta prática. Abrace esta ideia você também.

A obesidade infantil deve ser levada a sério

A obesidade infantil já atinge 300 milhões de crianças, segundo dados da International Obesity Taskforce (IOTF), entidade que estuda meios para combater a obesidade mundial

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A obesidade infantil passou de um problema estético para um problema de saúde que merece atenção e cuidados. O que antes era “apenas” motivo de zoação entre as crianças do colégio, hoje não devemos mais ignorar. A obesidade infantil já é considerada uma epidemia global pela OMS.

Um estudo publicado na revista científica New England Medical Journal, da Inglaterra, aponta que crianças com Índice de Massa Corporal (IMC) considerado acima do normal têm maiores chances de contrair doenças coronarianas na idade adulta. “Como cada vez mais crianças estão se tornando obesas no mundo inteiro, espera-se que em pouco tempo o número de pessoas com problemas cardíacos aumente significativamente”, comenta o Dr. Frederico G. Marchisotti, endocrinologista do Delboni.

A associação entre obesidade e doenças cardíacas se mostrou mais forte entre os meninos do que em relação às meninas e ainda aumenta de acordo com a idade. “Assim, meninos obesos no final da infância apresentam o maior risco”, diz o endocrinologista. Além de doenças coronarianas e infarto, existem outros problemas futuros relacionados à obesidade como: diabetes, hipertensão, colesterol alto, AVC, artrose, cálculo biliar (pedra na vesícula), apnéia do sono, câncer de mama e câncer de intestino.

Uma criança pode ser identificada como obesa quando o seu IMC (Índice de Massa Corpórea) está entre o percentual de 85 a 95 em relação ao gráfico do CDC 2000 (Center for Disease and Control and Prevention, dos EUA) e obesa quando o percentil for maior que 95.

Para evitar a obesidade na fase infantil, recomenda-se a amamentação até seis meses de idade, seguida do fornecimento de alimentos adequados e estímulo à prática de atividade física prazerosa, como brincadeiras ao ar livre e esportes. “Os pais devem evitar o acesso das crianças às guloseimas, para preservar o apetite nas refeições. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo uma lata de óleo para preparo das refeições ao mês”, sugere Dr. Frederico.

Introduzir desde cedo verduras e legumes à alimentação da criança para acostumar seu paladar e sua aceitação futura também pode ser uma boa solução. Para isso, indica-se diversificar a forma de preparo dos vegetais e leguminosas, oferecer os mesmos em pequena quantidade e misturados com outros alimentos de mais fácil aceitação.

Novembro azul: Vamos barrar o preconceito

Se detectado no início, o câncer de próstata tem chances altas de cura

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Depois de o mês de outubro ser marcado pela campanha para prevenção do câncer de mama, o Outubro Rosa, agora é a vez dos homens. Novembro é considerado o mês de prevenção e conscientização sobre o câncer de próstata, movimento conhecido como Novembro Azul.

A próstata é uma glândula que só o homem tem, localizada logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo por onde a urina armazenada na bexiga é eliminada. Ela representa um papel fundamental na fertilidade masculina, podendo produz até 70% do sêmen. Embora a próstata seja formada por vários tipos de células, a maioria dos cânceres de próstata se origina nas glândulas que produzem líquido seminal, chamadas de adenocarcinomas.

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens brasileiros e o sexto tipo mais prevalente entre os homens ao redor do mundo, representando quase 10% do total de cânceres. Menos de 10% destes cânceres apresentam componente hereditário.

O diagnóstico pode ser feito principalmente por três exames: o PSA, chamada de antígeno prostático específico, que é o aumento de uma proteína no sangue. Através do exame de toque retal ou pela ultrassonografia da próstata, possibilitando a identificação de nódulos. Porém, a confirmação do diagnóstico se dá, sempre, através da biópsias transretais da próstata.

Os principais fatores de risco são a idade e o histórico familiar sobre a doença. A incidência começa a aparecer a partir dos 45 anos de idade. Estudos em autópsia mostram que um em cada quatro homens que morreram após os 80 anos já tinha câncer de próstata (que não foi a causa da morte).

Faça seus exames preventivos regularmente!

Delboni inicia campanha de vacinação contra HPV voltada para jovens de 9 a 26 anos

Faixa etária é a mais indicada para receber a vacina, já que nos primeiros anos de vida sexual grande parte das pessoas já se contaminam com o HPV. Homens também são alvo da campanha

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O Delboni Medicina Diagnóstica iniciou na semana passada sua campanha de vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), considerada a mais difundida doença sexualmente transmissível e a principal causa do câncer de colo de útero. A campanha tem como foco os jovens de 9 a 26 anos, uma vez que a doença é transmitida desde o início da vida sexual. “A maioria das pessoas adquire o HPV nos primeiros três anos em que passam a ter relações sexuais”, afirma o médico sanitarista Dr. Ricardo Cunha, responsável pelo setor de vacinas do Delboni.

As vacinas contra o HPV são administradas em três doses, a primeira dose é administrada na data escolhida, a segunda dose com intervalo de 30 a 60 dias (dependendo da vacina utilizada) e a terceira doses com 6 meses de intervalo da primeira dose. Apenas a vacina quadrivalente (HPV 6, 11, 16 e 18) é recomendada e aprovada para uso em homens. Resultados dos estudos clínicos demonstraram eficácia de 99% para câncer de colo de útero, 100% de proteção para lesões de alto grau de vagina e vulva e 99% para lesões genitais externas.

O médico explica que a vacina é mais eficaz quando realizada entre 9 e 14 anos de idade, mas que também tem uma excelente eficácia em pessoa com mais idade. Estima-se que mais 70% dos homens e mulheres sexualmente ativos entrem em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas, sendo 46% das mulheres nos primeiros dois anos de atividade sexual e 60% dos homens nos primeiros três anos de atividade sexual. “Por conta disso, o recomendável é vacinar os adolescentes antes mesmo do início da atividade sexual”, diz o especialista, lembrando que isso vale tanto para as meninas quanto para os meninos.

“Importante salientar também que o HPV, além de ter comprovada associação com o câncer do colo uterino, de vagina e de vulva, também está relacionado às verrugas genitais, câncer de ânus, câncer de laringe e câncer de pênis nos homens. Portanto é uma infecção que acomete tanto homens como mulheres”, diz o Dr. Cunha.

 

Segundo o médico, o contato sexual é a maneira mais comum de contágio, incluindo o sexo oral e as chamadas “preliminares”. Isso porque somente o simples atrito da mão, boca ou genitais com a mucosa infectada já são suficientes para contaminação pelo vírus.

 

Embora não substitua outros métodos de prevenção nem permita o abandono do uso de preservativos, a vacina é mais uma arma contra a doença, já que se trata de um vírus altamente contagioso.

 

Além disso, por ser uma doença silenciosa, que na maioria das vezes não apresenta sintomas, é muito importante se precaver de todas as formas e consultar regularmente um especialista para realizar exames periodicamente.

 

A vacina contra o HPV pode ser adquirida nas seguintes unidades do Delboni:

 

  • Alto de Pinheiros
  • Alto de Santana
  • Augusta
  • Brasil 721
  • Chácara Flora
  • Granja Viana
  • Guarulhos
  • Lapa
  • Líbero Badaró
  • MegaUnidade 23 de Maio
  • MegaUnidade Brooklin
  • MegaUnidade Itaim Bibi
  • MegaUnidade Jardim Sul
  • MegaUnidade Luiz Dumont Villares
  • MegaUnidade Mooca
  • MegaUnidade Ricardo Jafet
  • MegaUnidade Santo André
  • MegaUnidade São Bernardo do Campo
  • MegaUnidade Sumaré
  • MegaUnidade Tatuapé
  • Osasco
  • Santo André
  • Santos

 

Para mais informações acesse: http://www.delbonivacinas.com.br/#campanhahpv