Hepatite: sintomas silenciosos podem ter sérias consequências.

Os três tipos mais comuns de Hepatite são causados pelos vírus A, B e C. Conheça melhor a doença que hoje atinge mais de 170 milhões de brasileiros e saiba como se prevenir.

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Os três tipos mais comuns de Hepatite são causados pelos vírus A, B e C. Conheça melhor a doença que hoje atinge mais de 170 milhões de brasileiros e saiba como se prevenir.

A Hepatite é uma inflamação aguda no fígado que pode evoluir e se tornar crônica, causando complicações como cirrose ou câncer de fígado. A doença tem origem viral (hepatite A, B, C, D e E), tóxica, medicamentosa, alcoólica, bacteriana ou parasitária. Neste post, falamos sobre os três tipos mais comuns de Hepatite – A, B e C – e como evitar o contágio.

Hepatite A

Esse tipo de Hepatite é transmissível por alimentos mal lavados e água contaminada, e contraída através de infecções fecais ou orais. Os sintomas típicos são: náusea, vômito, mal-estar, febre, perda de apetite, fezes mais claras e um amarelão no corpo e nos olhos. Existe vacina contra o vírus da Hepatite A, mas também é possível evitá-la é utilizando saneamento básico e água tratada, cozinhando bem os alimentos e lavando sempre as mãos antes das refeições.

Hepatite B

É transmissível pelo sangue através de transfusões de sangue, uso de material cirúrgico não esterilizado, sexualmente ou verticalmente (de mãe para o filho durante a gestação ou parto). Alguns estudos estimam que 15% da população brasileira já foi contaminada pela doença. Os sintomas incluem dor abdominal, urina escura, febre, dor nas articulações, perda de apetite, náusea e vômitos, fadiga e pele amarelada. Eles surgem entre dois a quatro meses após o contato com o vírus, e sua intensidade pode variar. Para se prevenir adequadamente, crianças e adultos precisam se vacinar. No dia-a-dia, usar preservativo e evitar usar objetos pessoais de outros (como lâminas de barbear ou escovas de dente) são as maneiras mais recomendadas para ficar longe da Hepatite B.

Hepatite C

É transmitida através do contato com sangue contaminado. Outras formas de contágio, como sexual e vertical ainda não estão comprovadas, mas não podem ser totalmente descartadas. Os sintomas são bem parecidos com os da Hepatite B: urina escura, dor abdominal, urina escura, fraqueza e febre. Pode ocorrer sangramento no esôfago ou no estômago. O tratamento desse tipo de Hepatite é bem mais difícil, e em alguns casos, pode ser necessário um transplante de fígado. Apesar de não existir vacina para a Hepatite C, há outras formas de prevenção, como garantir adistribuição de material biológico não infectado (em doações de sangue, órgãos ou tecidos), abstinência do uso de álcool e a não exposição a outras substâncias tóxicas ao fígado. Ao fazer piercings e tatuagens, procurar um local limpo e um profissional de confiança também é um bom método preventivo.

É importante lembrar que os sintomas da Hepatite podem demorar meses a se manifestar. Por isso, não se esqueça de manter seus exames e vacinas em dia antes mesmo de qualquer suspeita.

Sífilis: o diagnóstico precoce facilita o tratamento

Saiba mais sobre as três fases da doença e entenda a importância de realizar exames regulares para a detecção da DST.

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A Sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum, contraída por meio de pequenas lesões na pele e mucosas, genitais ou extragenitais. A doença se apresenta em três fases de gravidade, e os sintomas variam conforme ela evolui.

Sintomas

A primeira fase da doença é como uma infecção recente, com feridas indolores no local infeccionado. As feridas são difíceis de perceber, principalmente se estiverem localizadas no reto ou no colo do útero.  A segunda surge após algumas de evolução da doença, depois das feridas se formarem. Dores musculares, febre, dor de garganta e dificuldade para deglutir são os sintomas mais comuns. Sem o devido tratamento, a doença se desenvolve para o terceiro e mais grave estágio. Nele, a infecção se espalha para áreas como cérebro, sistema nervoso, pele, ossos, articulações olhos, artérias, fígado e até mesmo para o coração.

A Sífilis pode, também, ser congênita, e a mãe infectada transmite a doença para o bebê tanto por meio da placenta quanto na hora do parto. Posteriormente, o bebê ainda pode desenvolver sintomas graves como surdez e deformidades nos dentes.

Tratamento

Com um diagnóstico precoce, a Sífilis não causa maiores danos à saúde, e o paciente pode ser curado rapidamente. O tratamento mais comum é feito à base de penicilina. Se aplicada no primeiro ano após a infecção, uma injeção de penicilina pode ser o suficiente para tratar a doença. Em casos mais graves o paciente pode precisar de mais uma injeção e os danos já causados podem ser irreversíveis.

Prevenção

Caracterizada como uma doença silenciosa, os exames para detecção da DST devem ser realizados regularmente. Além disso, o uso de preservativos ao manter relações sexuais com uma ou mais pessoas ainda é a maneira mais eficaz de se prevenir contra a doença.

Programa de Excelência (PEx): Qualidade garantida

Para assegurar que a sua experiência no laboratório seja a melhor possível, o Delboni criou o Programa de Excelência. Entenda como ele funciona e o que muda para você.

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Você nem imagina como cada passo de sua visita ao laboratório Delboni é planejado com muito cuidado. Desde a presteza na distribuição de senhas na recepção até o zelo na entrega dos resultados, todos os detalhes são pensados para cumprir a missão de oferecer sempre o melhor serviço. Por isso, em 2015 foi dada a largada no Programa de Excelência (PEx). O projeto entrou em funcionamento vistoriando cada engrenagem da operação para aperfeiçoar as etapas do atendimento e eliminar qualquer tipo de inconveniente que possa surgir ao paciente. “O PEx tem como objetivo, além de refletir a qualidade para o cliente final, padronizar os processos de todas a unidades, desde a recepção até a infraestrutura. Queremos que cada área esteja impecável”, explica Ricardo Padilha, gerente de atendimento do laboratório. Iniciativas como esta são adotadas ao redor de todo o mundo e o Delboni, sempre inovador, decidiu implementar o sistema de auto avaliação em todas as suas unidades. O programa resulta em melhorias no serviço prestado ao paciente. “O cliente costuma identificar estes atributos – uniformidade nos processos, confiabilidade no serviço prestado e rapidez no atendimento”, explica Ricardo. Em 2016, os laboratórios da rede serão vistoriados em mais três rodadas. Com isso queremos garantir nosso nível de qualidade e fazer com que sua próxima visita ao Delboni seja ainda melhor.

Alfarroba é alternativa light para substituir o chocolate

Rico em vitaminas e minerais, fruto tem sido utilizado em algumas receitas em substituição ao cacau. Saiba quais são as diferenças entre eles

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Dá até para confundir o sabor e a textura da alfarroba com a do chocolate. O fruto, que vem sendo utilizado em receitas para substituir o cacau, é rico em vitaminas A, B2, B3, B6 e D, minerais, possui baixo teor de gordura e é isento de lactose e de glúten. A alfarroba pode ser uma ótima alternativa para os intolerantes à lactose ou pessoas que estão de dieta para emagrecer.

Esse fruto tem sido utilizado como substituto do cacau em várias receitas, pois além da consistência, seu sabor e aspectos lembram muito o chocolate. A diferença é que a alfarroba possui menor teor de gorduras. Como não possui leite na sua composição, também tem sido procurada por intolerantes à lactose e pessoas que seguem dieta vegana. A alfarroba é tão rica em nutrientes quanto o cacau, que também possui várias vitaminas. Por isso, não há necessidade da substituição integral de um pelo outro. Até porque, embora tenha menos gordura, a alfarroba também é calórica e deve ser consumida com moderação. Na verdade, ela é mais uma alternativa na rotina alimentar, que possui bom valor nutricional e sabor agradável.

Para quem se interessou e quer arriscar algumas receitas com a alfarroba, basta procurá-la em supermercados e casas de produtos naturais. Ela já pode ser encontrada em várias versões: em pó, barras, gotas, creme, entre outros. Na hora da compra, a dica é a mesma para a escolha do chocolate. Procure pela versão com menos açúcares e gorduras.

Cinco dúvidas comuns no consultório do cardiologista

Especialista do Delboni Medicina Diagnóstica fala sobre as principais dúvidas que envolvem a saúde do coração

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Em algum momento da vida, todos devem se consultar com um cardiologista. Seja apenas para fazer um check-up, ou para tratar algum problema, a procura pelo médico se faz necessária para manter a saúde do coração. O desafio está em convencer as pessoas a irem ao especialista, já que muitos acreditam que o cardiologista só deve ser procurado em caso de doença.

 

“Não é difícil encontrar no consultório um paciente ansioso, às vezes assustado por ter sido indicada a consulta com um cardiologista”, afirma Dra. Marly Uellendahl, cardiologista que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica. Ela complementa que é importante ter um acompanhamento da saúde cardíaca, principalmente quando há um histórico de doença cardiovascular na família. Abaixo, a especialista lista cinco dúvidas comuns no consultório médico:

 

  1. Qual a periodicidade indicada para consultas no cardiologista?

Pessoas que têm familiares com histórico de problemas cardíacos devem começar a se consultar anualmente a partir dos 30 anos ou até antes, uma vez que a genética influencia significativamente a incidência de doenças no coração. Já quem não tem histórico familiar, pode começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos. Vale lembrar que aqueles que desempenham atividades desportivas intensas devem fazer uma avaliação cardiológica prévia, mesmo sendo mais jovens.

 

  1. Vou começar a fazer exercícios físicos com maior periodicidade. Preciso fazer exames para avaliar meu coração?

Sim. Mesmo aqueles que nunca tiveram problema cardíaco precisam fazer um check-up de prevenção ao incluir na rotina atividades físicas. “Dependendo do tipo e intensidade da atividade física é possível que aqueles que têm alguma doença que ainda não se manifestou em repouso possa a apresentar algum sintoma durante ou após o esforço, alerta a médica.

 

  1. Posso continuar comendo alimentos ricos em gordura e compensar com atividades físicas?

Não. É sabido que as atividades físicas ajudam a diminuir os níveis de gordura no sangue, mas se o consumo é muito grande, isto pode ser prejudicial à saúde cardiovascular. “A gordura deve fazer parte de uma dieta balanceada, mas, deve-se preferir a ingestão de gorduras de origem vegetal como azeite de oliva e de alguns peixes ricos em HDL, a gordura “do bem”, e evitar aqueles que aumentam o LDL, que é a gordura que se deposita nas artérias, podendo levar ao entupimento delas”, afirma Dra. Marly. É importante procurar orientação dietética com uma nutricionista para ter uma alimentação balanceada e saudável.

 

  1. Sinto-me muito cansado quando faço qualquer atividade física, como subir um lance de escada. Posso ter um problema cardíaco?

Nesses casos, o médico precisa pedir uma série de exames para averiguar. Afinal, o cansaço pode ser resultado de vários fatores, não só de problemas cardíacos. O próprio sedentarismo contribui para o aumento do cansaço, e para a diminuição da capacidade cardiorrespiratória. “O cansaço resultante de um dia corrido, ou da prática intensiva de um determinado exercício é normal. O problema é quando essa sensação dura dias, semanas, e impede a prática de atividades simples, como uma caminhada, por exemplo”, alerta a cardiologista.

 

  1. A pílula anticoncepcional pode fazer mal ao coração?

Essa questão também depende de vários fatores. A combinação de progestágeno e estrogênio podem aumentar os riscos de trombose e AVCs em algumas mulheres. Por isso é importante conversar com o seu ginecologista sobre alguns pontos, como seu histórico familiar de problemas cardíacos e seus hábitos de vida, que também podem influenciar no aparecimento de alguma complicação. ‘Mulheres fumantes, hipertensas, com histórico de doenças autoimunes ou história de trombose também podem ter complicações devido a pílula”, finaliza a especialista.

Tenha uma boa noite de sono

Descubra a importância do descanso e veja de que forma você pode melhorar a qualidade de suas horas embaixo do edredom

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Fundamental para a saúde e o bem-estar das pessoas, dormir é um dos mecanismos biológicos mais importantes para o controle do organismo. A cama é um dos lugares em que o ser humano passa mais tempo durante sua vida, ou, pelo menos, onde deveria passar cerca de um terço de sua existência.

Especialistas apontam que o sono tem tanta influência na vida de uma pessoa quanto sua alimentação, podendo gerar problemas em curto, médio e longo prazos. “Durante o sono, o corpo humano realiza funções importantíssimas, com consequências diretas sobre a saúde: o ‘reset’ do sistema imunológico, a secreção e a liberação de diversos hormônios, o cortisol (com funções imunológicas e regulatórias), entre outros. Além disso, há a consolidação da memória e o relaxamento e descanso dos músculos”, explica a Dra. Suemi Marui, médica endocrinologista que integra o corpo clínico do laboratório.

De acordo com a especialista, todos esses hormônios podem ser dosados facilmente por meio de um exame de sangue, embora seja possível aferi-los a partir de testes específicos funcionais ou provas de estímulo, que comprovam o diagnóstico.

 

PARA UMA BOA NOITE DE SONO

A sonolência que acomete muitas pessoas durante o dia é um reflexo de uma noite maldormida ou de algum distúrbio ligado ao tema, como o ronco, insônia, bruxismo, sonambulismo, dentre outros. Mas, afinal de contas, o que é preciso para se ter uma boa noite de sono? “Um local escuro, quieto e sem estímulos externos, como música e televisão, é o ideal. Além disso, uma boa cama, um posicionamento adequado, como na posição lateral, com um travesseiro entre as pernas, e um colchão específico para seu peso ajudam a relaxar ainda mais”, comenta a médica. Seguir o caminho contrário é uma má ideia. “Pessoas que não dormem bem à noite apresentam alguns problemas. Piora da imunidade, cansaço crônico, alterações de humor e depressões costumam ser as primeiras alterações observadas”, afirma.

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Beber com moderação

Entenda o que acontece com seu corpo depois da ingestão do álcool e saiba como aliviar os incômodos do dia seguinte

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Dor de cabeça, enjoo, boca seca, sede, fraqueza. Quem já experimentou uma bebedeira sabe que, no dia seguinte, há um preço a se pagar. O conjunto desses sintomas é popularmente conhecido como ressaca, que nada mais é do que a reação do nosso corpo ao consumo excessivo de álcool.

 

DESIDRATAÇÃO: A GRANDE CAUSA DOS SINTOMAS

Quando o álcool entra na corrente sanguínea, ele inibe a produção de vasopressina, hormônio responsável pela manutenção da umidade dos órgãos. Assim, o líquido ingerido é prontamente filtrado pelos rins e descartado pela bexiga, provocando aquela sensação incontrolável de ir ao banheiro – e a boca seca do dia seguinte.

 

O SONO INCONTROLÁVEL

Depois de uma bebedeira, é difícil resistir a uma noite de sono pesado. Isso também tem uma explicação fisiológica: o álcool suprime a produção de glutamina, um estimulante natural.

Quanto mais você bebe, portanto, menos disposição você tem para ficar em pé. Para piorar, o álcool estimula também o descarte do glicogênio, fonte de energia estocada no fígado, o que gera um quadro de hipoglicemia caracterizado pela fraqueza.

 

O SOFRIMENTO DO FÍGADO

O fígado, um dos mais complexos órgãos do corpo humano, é o que mais sofre com o consumo do álcool. O processo gera uma lesão que faz o órgão liberar uma substância tóxica chamada

acetaldeído. Essa é uma das causas do enjoo do dia seguinte. A sensação de náusea sentida na ressaca é ainda agravada devido à irritação causada pelo álcool nas células do estômago, que passam a produzir mais ácidos, o que provoca as dores de barriga e o vômito típicos da ressaca.

 

A LUTA DO CÉREBRO

O cérebro, órgão extremamente irrigado, acaba perdendo parte de seu líquido para o sangue, e encolhe. Isso comprime as membranas nervosas, provocando a característica dor de cabeça.

 

COMO EVITAR A RESSACA?

Não faltam no mercado remédios que se declaram “antirressaca”. Mas são meros paliativos para um ou outro sintoma. Você pode até tomar um analgésico para aliviar a dor de cabeça, mas, quando se fala em ressaca, o melhor remédio é o tempo. Alguns truques, no entanto, podem ajudar a aliviar seus efeitos:

  • Comer antes de beber.
  • Beber um copo de água para cada copo de bebida alcoólica.
  • Trocar o cafezinho da manhã seguinte pelo suco de frutas e, ao longo do dia, hidratar-se o máximo possível, de preferência com água, água de coco e chá.
  • Preferir frutas, pão, batatas e massas, que são ricos em glicose.
  • Evitar alimentos com alto teor de sódio.
  • Sempre que possível, tirar o dia para descansar em espaços escuros e silenciosos.

Conjuntivite é mais comum no verão; entenda porquê e saiba como se prevenir

Aumento das temperaturas facilita a transmissão da forma viral da doença.

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Vermelhidão, ardência e coceira intensa nos olhos podem ser sinais de conjuntivite. A doença, que se caracteriza por uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o globo ocular, pode ser causada por bactérias, vírus e fungos. O aumento das temperaturas e umidade do ar característicos do verão favorecem a disseminação da sua forma viral, principalmente em locais fechados, com grandes aglomerações.

Para prevenir o contágio da conjuntivite por bactérias, é importante tomar cuidado com o contato das mãos com os olhos, sempre se atentando a higiene. Já as conjuntivites virais são transmitidas tanto pelo contato pelas mãos, como também por transmissão aérea.

A conjuntivite também pode se apresentar na forma alérgica, desencadeada pelo contato da conjuntiva com substâncias alérgenas, que acabam levando a sua inflamação. A melhor forma de prevenção dessa forma é evitar contato com poeira, livros e roupas guardadas por muito tempo, que podem conter grande quantidade de microrganismos como fungos e ácaros.

 

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite são vermelhidão do olho e ardência, com sensação de “olho arranhado”, além de inchaço na pálpebra. No caso das conjuntivites alérgicas é também comum a coceira no olho. Nas conjuntivites infecciosas, o indivíduo apresenta secreção purulenta no olho, enquanto que na conjuntivite alérgica a secreção é clara e pode ou não estar presente.

 

Tratamento

Os colírios são os principais medicamentos para tratamento das conjuntivites. Os colírios lubrificantes podem ser utilizados para lavar a conjuntiva. Porém, frequentemente é necessária a utilização de colírios que contenham substâncias antialérgicas ou antibióticos nas conjuntivites infecciosas.

Obesidade e trombose

Entenda a relação entre o excesso de peso e o transtorno cardiovascular que mais mata no mundo

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Há um ano, 13 de outubro se tornou o Dia Mundial da Trombose. A doença, que é o terceiro transtorno cardiovascular que mais mata no mundo, pode levar à embolia pulmonar – muitas vezes fatal. E, entre seus fatores de risco, está a obesidade. “Estudos observacionais fornecem evidência forte e consistente para uma relação entre obesidade e o primeiro evento de trombose venosa. Como o número de pessoas obesas na população continua a aumentar, é provável que o fardo desse tipo de doença seja cada vez maior”, alerta a Dra. Audrey Krüse Zeinad Valim, especialista em hematologia que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo.

De fato, só no Brasil, são 60 milhões de pessoas acima do peso (das quais 25 milhões estão obesas), o que nos coloca no quinto lugar no ranking mundial da obesidade.

A TVP – Trombose Venosa Profunda (formação de um coágulo de sangue em uma veia profunda) e sua complicação mais grave, a embolia pulmonar (TEP ou tromboembolismo pulmonar) – quando o coágulo se solta e acomete a circulação pulmonar –, compõem a causa mais comum e evitável de morte hospitalar. O risco de trombose venosa aumenta proporcionalmente, de maneira crescente, com o índice de massa corpórea e também está associado com a maioria das outras medidas de sobrepeso e obesidade, como a circunferência abdominal e o peso corporal”, explica a médica.

Somente nas duas últimas décadas que o link entre obesidade e as duas doenças foi observado. “A maioria dos estudos observacionais tem demonstrado um risco aumentado de

2 a 3 vezes para TVP em indivíduos obesos, quando comparado a indivíduos de peso normal (IMC < 25 kg/cm²), sendo o risco de trombose venosa em obesos mórbidos (IMC > 40 kg/cm²) ainda maior. A incidência média de trombose venosa profunda na população é de 1/1.000 habitantes, e pode variar de acordo com a idade, sexo e outras condições associadas”, diz a Dra. Audrey.

Além disso, pessoas obesas são mais propensas do que pessoas magras para desenvolver doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares arteriais (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico) e vários tipos de cânceres – todas condições que também podem predispor o paciente ao risco de trombose venosa.

Proteja-se das viroses comuns no verão

Calor excessivo e pior condição de armazenamento dos alimentos favorecem o aparecimento dessas doenças

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A estação mais quente do ano é também conhecida pela grande incidência de viroses, que provocam principalmente vômitos, diarreias, febre e dores no corpo. “Os tipos mais comuns são as gastroenterites causadas por vírus, como o Norovírus, Rotavírus, Enterovírus, e Adenovírus Entéricos”, afirma a Dra. Ligia Pierrotti, infectologista que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo completando que essas doenças costumam ter duração de três a cinco dias.

Segundo a médica, o aparecimento das gastroenterites se dá com mais frequência no verão por conta do calor excessivo e da pior condição de armazenamento dos alimentos. “Essa atenção inclui também a água ingerida e os líquidos em geral. Todas as frutas e legumes devem ser bem lavados antes de serem consumidos”, diz Dra. Ligia.

Outro cuidado fundamental é a lavagem das mãos antes de preparar alimentos, assim como na hora de se alimentar e após ir ao banheiro. “É importante também não esquecer de lavar as mãos após trocar fraldas das crianças”. Ela ressalta que embora todas as pessoas possam desenvolver gastroenterite, crianças, idosos e pessoas com imunidade mais baixa podem apresentar um quadro de gastroenterite mais importante, com maior risco de desidratação.

“Em geral, as gastroenterites não têm diagnóstico etiológico, ou seja, da sua causa específica. Embora existam exames de fezes específicos que permitem o diagnóstico preciso do agente causador, esses testes são pouco solicitados porque, geralmente, o tratamento é realizado com medidas gerais como orientação alimentar, hidratação, uso de antitérmico, antieméticos (para náuseas e vômitos) e repouso”, finaliza a infectologista.