Não carregue o mundo nas costas

Estresse e sedentarismo são algumas das principais causas de dores na coluna

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Dores nas costas são uma queixa muito comum que pode ter origens que vão de noites mal dormidas e má postura a problemas mais graves como, por exemplo, doenças que atingem os rins e ovários. Em geral, dores deste tipo costumam ser passageiras. Caso persistam, consultar um especialista é fundamental.

Dentre as causas mais comuns de dores nas costas estão o estresse, o sedentarismo e a postura inadequada. O estresse causa tensão muscular que reduz a circulação sanguínea para os tecidos e acaba provocando dor, especialmente na região da lombar e do pescoço. Já a falta de exercícios físicos dificulta o fortalecimento muscular, prejudica a flexibilidade e acaba fazendo mal à coluna.

Existem muitos tipos de tratamentos voltados para dores nas costas, o que tem feito da automedicação um hábito cada vez mais comum. Antiinflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares podem até diminuir a dor, entretanto, se não forem consumidos da maneira correta, podem mascarar a origem do problema e até agravá-lo com o passar do tempo, representando um grande risco para a saúde.

Confira algumas dicas para evitar dores nas costas:

1. Sente corretamente. O ideal é manter a coluna encostada na cadeira, os pés apoiados no chão e os joelhos acima do nível do quadril. Caso seja necessário, utilize um apoio para os pés.

2. Dobre os joelhos e fique de cócoras sempre que tiver que pegar algo no chão. Assim, o impacto na sua coluna será bem melhor.

3. Durma de lado – é a posição em que a coluna fica mais alinhada. E invista em um bom travesseiro que seja exatamente da altura do sem ombro, assim, não haverá nenhum desvio.

4. Divida bolsas e sacolas entre os dois lados do seu corpo. Assim, nenhum deles é sobrecarregado pelo peso.

5. Pratique exercícios físicos regularmente e procure dar preferência a atividades que fortaleçam a região abdominal. Pilates, Yoga e danças em geral são ótimos para isso! Para quem sofre com dores, o acompanhamento de um especialista é fundamental para evitar complicações.

6. Respire mais. Sempre que estiver estressado e notar que os músculos do seu pescoço estão mais contraídos, tente fechar os olhos e relaxar por alguns instantes. Pode parecer pouco, mas fará uma grande diferença no final do dia.

Desacelere!

Conheça os sinais do seu corpo que indicam que está na hora de diminuir o ritmo

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Para quem vive em uma cidade como São Paulo, estresse é uma palavra que não só faz parte do vocabulário, como pertence ao cotidiano.

O estresse já é considerado um dos principais gatilhos emocionais responsáveis por doenças físicas e, em 2008, chegou a ser considerado uma epidemia global pela Organização Mundial da Saúde.

Até certo ponto ele faz bem, pois nos deixa mais alertas e com mais energia para completar a rotina. O difícil é notar quando você passa do ponto e precisa desacelerar para não causar prejuízos à saúde.

Nessa hora, alguns sinais do corpo podem te ajudar entender que é hora de desacelerar e se acalmar um pouco. Confira abaixo os principais deles:

- Tremores leves nas mãos e nos lábios
- Dores de estômago
- Ataques súbitos de pânico
- Desejo sexual diminuído
- Mudanças de humor radicais
- Insônia ou sono inquieto
- Suor frequente
- Gripes e resfriados
- Crises recorrentes de alergia

Se você notar algum desses sintomas, significa que chegou a hora de parar, respirar e repensar a sua rotina. Às vezes, mudanças simples como ser mais rigoroso com o tempo de sono, ou inserir atividades que deem prazer no seu dia a dia podem fazer uma grande diferença.

Dificuldades na hora de amamentar são mais comuns do que se pensa

70% das mães dizem enfrentar dificuldades. Solucioná-las é possível!

Dificuldades na hora de amamentar são mais comuns do que se pensa

O momento da amamentação é sempre descrito com um instante mágico de encontro entre mãe e filho, entretanto, para muitas mulheres isso não é bem assim. Estima-se que para 70% delas, amamentar é um ato que envolve dificuldades como dores, falta de leite e até mesmo fissuras no bico dos seios.

O assunto, porém, nem sempre é encarado com a naturalidade que deveria: por conta da imagem que foi criada em torno da maternidade e da amamentação, muitas mulheres têm medo de pedir ajuda e serem classificadas como mães piores por conta disso. Contudo, com a orientação adequada, é possível solucionar essas questões.

O primeiro passo para a resolução destes problemas é desmistificar a mamada como algo que vai dar sempre certo. É natural encontrar dificuldades. Uma das mais frequentes é a dor na hora de amamentar. Se houver dor durante a mamada, provavelmente o bebê está pegando o seio de maneira errada. Ao contrário do que muitos pensam, o correto é a boca da criança envolver toda a aureola e não apenas o bico, assim, o movimento de sucção ocorre sem provocar dores ou machucados nos seios.

Outra questão muito comum é a falta de leite. Nesses casos, é importante lembrar que muitas vezes a causa pode ser psicológica, e não fisiológica. Os primeiros dias depois do nascimento do bebê podem ser estressantes e cansativos. A mãe acorda diversas vezes no meio da noite para dar de mamar e provavelmente ainda tem que dar conta de outras funções, como receber visitas e cuidar da casa. Tudo isso contribui para o aumento da produção de adrenalina, que prejudica a geração de leite.

Para solucionar essa questão, é importante que a mãe possa contar com a ajuda do pai e de familiares e amigos para criar espaços de descanso e relaxamento, mesmo na rotina atribulada que um recém-nascido impõe. Além disso, é fundamental que ela não se deixe levar pelas cobranças e palpites alheios.

Aos poucos, a mulher vai entendendo melhor o comportamento do seu filho e descobrindo as melhores maneiras de fazer a mamada ser um momento prazeroso tanto para ela, como para o bebê.

É importante ressaltar, ainda, que as dificuldades na hora de amamentar são extremamente pessoais e que, muitas vezes, o melhor é procurar a ajuda de um especialista.

Atualmente, existem diversos grupos de apoio especializado em ajudar mães de primeira viagem a superarem os obstáculos que amamentar pode envolver. Portanto, converse com seu médico e, se for necessário, não deixe de procurar ajuda especializada.

Aquecer e alongar

Tudo o que você precisa saber sobre essas atividades que parecem ser mais simples do que realmente são

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Alongamento e aquecimento são atividades que fazem parte da rotina de quem pratica exercícios físicos regularmente. Mas você sabe bem o que é cada coisa, para que servem e que cuidados devemos ter na execução dessas atividades?

De maneira geral, o alongamento é um tipo de atividade de contração muscular, que gera um estímulo para alongar as fibras musculares. Já o aquecimento é uma forma de aumentar o metabolismo da musculatura a ser utilizada durante a prática esportiva. Ele tende a ser executado de forma progressiva, dentro do mesmo gesto motor da atividade a ser realizada.

Para acabar com as dúvidas, conversamos com o médico do exercício e do esporte, Dr. Gustavo Magliocca, médico da seleção brasileira de natação e do Botafogo Futebol e Regatas.

Quais riscos corremos quando não fazemos alongamento de forma adequada?

O grande risco do alongamento é gerar uma lesão patológica ao músculo, isto é, o estímulo tensional ir além do que o tecido pode suportar, gerando estiramento ou ruptura de fibra muscular.

E para o aquecimento?

No aquecimento, o risco é não fazê-lo de forma progressiva, representando já uma carga excessiva aos músculos sem que haja adaptação suficiente. Essa carga também oferece risco de lesões musculares e das articulações.

Como evitar esses problemas?

O primeiro segredo para evitar tais riscos é fazer os movimentos com atenção e sem pressa de passar para a próxima fase. O aquecimento é obrigatório antes das atividades e faz parte do treino, já o alongamento pode ser feito depois ou até mesmo em um momento separado da atividade.

Sucos para o frio

Receitas que aumentam a imunidade e combinam com o inverno

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Por serem bebidas leves e refrescantes, muitas vezes associamos os sucos às altas temperaturas do verão, entretanto, por facilitarem a hidratação e possuírem diversas vitaminas, os sucos são uma ótima pedida também para o inverno, basta escolher as receitas certas!

Suco de Cenoura

Por ser rico em betacaroteno, o suco de cenoura ajuda a fortalecer as defesas do organismo, deixando-o mais preparado para combater infecções e vírus oportunistas. Além disso, é simples de fazer e extremamente saboroso!

2 cenouras
½ maçã
½ xícara média de melão em cubos
100 g de salsa
1 colher de sobremesa de gengibre
400 ml de água.

Não se esqueça de tirar as sementes e talos. Bata todos os ingredientes no liquidificador. Em seguida, coe, adoce a gosto e delicie-se!

Suco de Manga com Mel

A manga, além de rica em vitaminas que fazem bem para a pele, é repleta de antioxidantes que combatem os radicais livres. Por conter mel, a receita também possui propriedades antiiinflamatórias e antivirais.

1 cenoura em rodelas
½ xícara média de manga picada
½ maço de hortelã
Suco de 1 limão médio

Bata todos os ingredientes no liquidificador e adoce com mel. Tome na hora, pelo menos 1 vez ao dia, para garantir as propriedades.

Suco de Pepino

Uma das melhores maneiras de combater doenças nessa época do ano é mantendo o corpo sempre hidratado. Por ser composto quase que inteiramente por água, o pepino pode ser um grande aliado nesta missão!

1 pepino japonês com casca
Suco de 1 laranja
1 copo de água

Bata tudo no liquidificador e consuma imediatamente para que o suco não perca as suas propriedades.

Suco de Maçã com Limão

Tanto a maçã como o limão são ricos em vitamina C e, portanto, deixam o organismo mais resistente e pronto para combater doenças comuns nessa época do ano, como a gripe.

½ maçã
Suco de 1 limão
½ cenoura
1 copo de água

Bata tudo no liquidificador ou na centrífuga, adoce com mel a gosto e tome logo em seguida.

Você sabe quais vacinas as crianças devem tomar nos primeiros anos de vida?

Confira nossa tabela cronograma e fique por dentro de tudo que você deve fazer para garantir a saúde do seu filho

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Os primeiros dois anos de vida das crianças são fundamentais para a sua imunização. No decorrer deles, elas deverão tomar algo em torno de 14 vacinas, todas fundamentais para a manutenção de uma vida saudável.

Na tabela abaixo, você encontra um cronograma de vacinação e, em seguida, uma explicação mais detalhada sobre as principais vacinas.

Para mais informações a respeito de vacinação em todas as idades, acesse o portal Delboni Vacinas: www.delbonivacinas.com.br

BCG – Dose Única – Primeiras 72 horas de vida

Vacina indicada para proteção de formas graves de Tuberculose (Meningite Tuberculosa e Tuberculose Miliar). Ela contém bactérias vivas enfraquecidas e deve ser aplicada no braço direito da criança. Após a aplicação há uma reação no local que cicatriza entre 6 a 10 semanas.

Hepatite B – 3 Doses – Primeiros 6 meses de vida

Vacina indicada para a prevenção da infecção do vírus B da Hepatite. É produzida a partir de técnicas de engenharia genética com a utilização do próprio vírus causador da doença. A vacina é administrada em 3 doses, recebidas da seguinte forma: 1ª dose – primeiras horas após o nascimento; 2ª dose – entre 1 e 2 meses de idade; 3ª dose – aos 6 meses de idade.

Tríplice Bacteriana – 3 Doses – Primeiros 6 meses de vida

A vacina Tríplice Bacteriana (DTP) é indicada para a prevenção da Difteria, do Tétano e da Coqueluche. Existem dois tipos de vacinas: uma chamada de células inteiras, de utilização mais frequente na rede publica de saúde, e outra chamada de acelular (mais purificada), utilizada na rede privada de saúde. A principal diferença entre ambas é que a vacina acelular tem menor probabilidade de causar reações adversas graves quando comparada com a vacina de células inteiras.

Esta vacina está indicada para crianças aos 2, 4 e 6 meses de idade com reforços entre 15 e 18 meses e entre 4 a 6 anos de idade. A partir deste último reforço, estão indicadas novas doses a cada 10 anos, durante toda a vida.

Hemófilos Tipo B – 3 Doses – Primeiros 6 meses de vida

A principal indicação desta vacina é a prevenção da meningite causada pelo Hib. É produzida a partir de bactérias inativadas (mortas) e é indicada para crianças aos 2, 4 e 6 meses de idade. Recomenda-se tomar o reforço quando o bebê estiver entre 15 e 18 meses – a rede pública não oferece esta dose de reforço, apenas as clínicas particulares.

Poliomelite – 3 Doses – Primeiros 6 meses de vida

A vacina indicada para a prevenção da Poliomielite (paralisia infantil) é aplicada de duas formas diferentes: por via oral e injetável. Ambas são indicadas para administração aos 2, 4 e 6 meses de vida, com reforços dos 15 aos 18 meses e entre 4 a 6 anos de idade.

Pneumocócica Conjudada – 3 Doses – Primeiros 6 meses de vida

As vacinas pneumocócicas são indicadas para a prevenção das infecções como pneumonia e meningite. Elas são produzidas a partir de bactérias mortas e diferem quanto ao modo de produção. Na rede privada, costuma-se aplicar a vacina conjugada “13 valente” que possui em sua composição 13 tipos de pneumococos e tem como característica produzir uma proteção de longa duração.

Meningocócicas – 2 Doses – Primeiros 5 meses de vida

As vacinas meningocócicas são indicadas para a prevenção das infecções causadas pelos meningococos (bactérias) – particularmente a meningite meningocócica. No Brasil, existem dois tipos de vacina disponíveis a Meningogócica do Grupo C Conjugada e a Tetravalente Conjugada. Cada uma possui características específicas de composição e aplicação.

Febre Amarela – Dose Única – 9 meses

A vacina que previne a Febre Amarela é produzida a partir dos vírus causadores da doença, mas que são atenuados (enfraquecidos) para que não causem a doença. Ela é indicada a partir dos 9 meses de idade para moradores ou pessoas que visitam áreas de risco. Um reforço deve ser tomado a cada 10 anos.

Não existe nada como almoçar a comida da nossa casa

Levar comida é um hábito saudável, mas exige alguns cuidados especiais

Não existe nada como almoçar a comida da nossa casa

Levar o alimento de casa para o trabalho, além de econômico, é um hábito extremamente saudável, na medida em que permite que você tenha total controle sobre a sua alimentação, fazendo sempre refeições saudáveis e equilibradas.

Entretanto, os adeptos da comida feita em casa precisam tomar alguns cuidados para evitar intoxicações alimentares ou a perda de nutrientes durante o transporte e armazenamento de suas refeições.

1. Antes de de por os alimentos em um recipiente, coloque-os em um prato. Isso ajuda a calcular melhor a quantidade e as proporções entre vegetais, carboidratos e proteínas.

2. Evite alimentos fritos ou com molho. Eles possuem uma tendência maior de estragar e podem acabar contaminando os outros alimentos da sua refeição.

3. Prefira recipientes de vidro. Os tradicionais de metal podem alterar o sabor e a composição dos alimentos e os de plástico, ao serem colocados no microondas, tendem a liberar substâncias nocivas para a sua saúde. Os de vidro podem ir ao microondas sem problemas e são bem mais fáceis de higienizar.

4. Não coloque alimentos quentes no recipiente em que irá trasportá-los. Eles liberam vapor que umedece o recipiente e pode fazer com que os alimentos azedem.

5. Separe a salada dos outros alimentos. Isso evita que ela fique murcha e ajuda a conservar as suas propriedades nutricionais.

6. Invista em uma bolsa térmica, principalmente se a distância entre a sua casa e o trabalho for grande. Ela ajuda a conservar a qualidade e o frescor dos alimentos!

Tensão, enxaqueca, fome: o que tem feito a sua cabeça doer?

Saiba o que diferencia uma dor da outra e veja como reagir a cada uma delas

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As dores de cabeça atingem, diariamente, cerca de 13 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia e podem ter diversas formas, intensidades e origens.

As dores mais comuns são a Tensional, que é como um aperto constante em toda a cabeça e comumente causada pelo estresse; a Enxaqueca, que chega a causar náuseas e intolerância à luz e ao barulho e pode ser causada pela alimentação; a Dor de fome, que é insistente e causada por pular refeições; e a Dor no olho e na cabeça, que pode ser causada por problemas de visão, cansaço ou exposição frequente aos tablets e celulares.

Para saber mais sobre enxaqueca, clique aqui.

Cada tipo de dor de cabeça é diagnosticada e tratada de uma forma, portanto, em qualquer um desses casos, o importante é não negligenciar.

A dor de cabeça pode ser algo simples e passageiro, mas também pode ser um sinal de que algo está errado com o seu organismo. Por isso, caso sua cabeça esteja doendo com frequência, procure um médico. Apenas assim será possível diagnosticá-la e tratá-la corretamente.
Matéria adaptada de 4a edição da Revista do Delboni. Confira na íntegra!

Colesterol na mira

Novas diretrizes diminuem ainda mais as taxas consideradas ideais

Colesterol na mira

Que colesterol alto é algo ruim, todo mundo já sabe. A novidade é que, a partir de agora, o índice considerado aceitável ficou 30% menor para os pacientes de alto risco (tabagistas, sedentários e aqueles com histórico familiar de problemas cardíacos). Uma nova diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia baixou de 100 mg/dl para 70 mg/dl o nível ideal de colesterol LDL para os grupos de risco.

Para as mulheres, o cerco contra o risco cardíaco aumentou ainda mais: se antes elas eram classificadas como pacientes de alto risco quando tinham mais de 20% de chances de ter um infarto, derrame ou insuficiência cardíaca nos seguintes 10 anos, a nova diretriz já classifica como de alto risco as mulheres com 10% de probabilidade de evento cardiovascular nos seguintes 10 anos.

Tal mudança se justifica diante do aumento dos índices de morte por causa cardiovascular nas mulheres. Nossa médica endocrinologista, Dra. Cleide de Oliveira Weingrill Sabino, explica que isso vem sendo atribuído à epidemia de obesidade nessa população.

Também se observa que após os 65 anos é maior a porcentagem de mulheres hipertensas. Na menopausa, a diminuição dos estrogênios contribui para diversas alterações no metabolismo dos lipídeos, que diminuem o HDL, conhecido como colesterol bom. Para não correr riscos, as indicações são alimentação balanceada, exercícios físicos e exames periódicos.
Matéria adaptada da 4a edição da Revista do Delboni. Confira na íntegra AQUI.

Melhores amigos do homem na saúde e na doença

A terapia assistida por animais potencializa os efeitos dos tratamentos médicos

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A relação positiva entre o homem e o animal é extremamente antiga. O seu aproveitamento terapêutico surgiu logo no final do século 18, em uma clínica psiquiátrica na Inglaterra.

Ao espalhar animais de pequeno porte pelos jardins do hospital e permitir que os pacientes interagissem com eles, os médicos perceberam uma grande melhora no humor e na autoestima dos doentes que, ao darem e receberem carinho dos bichos, resgatavam a capacidade de criar vínculos afetivos e aliviavam o estresse gerado pelo tratamento.

Em 1956, Francis Miller, fotógrafo da revista norte-americana LIFE, fez um ensaio no University Hospital, em Michigan, dedicado a retratar a relação entre os pacientes da ala infantil e os animais usados pela equipe médica em terapias assistidas. O resultado foram fotos impressionantes que evidenciavam o quanto os bichos alegravam as crianças e contribuíam para a melhora dos seus sintomas.

Com o passar do tempo, essa prática foi se popularizando e, atualmente, os benefícios do uso terapêuticos de animais são praticamente uma unanimidade. Nesse sentido, diversos hospitais passaram a adotar programas de terapia ou atividades assistidas por animais.

A Terapia Assistida por Animais (TAA) é quando o animal é utilizado como parte integrante do tratamento. Nela, as visitas são dirigidas por profissionais da saúde que têm objetivos específicos naquele tratamento. Já a Atividade Assistida por Animais (AAA) visa principalmente a distração e recreação dos pacientes, melhorando a qualidade de vida dentro do hospital.

Por possuírem uma maior capacidade de socialização, os animais mais utilizados nessas atividades são os cães. Se você possui um cachorro e deseja contribuir com esse tipo de tratamento, é possível se voluntariar no Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) que também aceita voluntários que não possuem animais. Para mais informações, clique aqui!