No calor, é preciso redobrar os cuidados com a candidíase!

Fique atento aos sintomas. O tratamento é simples, porém, evite a automedicação.

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O verão veio com tudo este ano, estamos acompanhando diariamente cidades batendo recordes de temperatura. Essas características certamente lembram a praia e piscina. Mas lembre-se: existem alguns cuidados essenciais para a saúde nesta época que você não pode esquecer. Durante o verão, é preciso redobrar a atenção e os cuidados para evitar a candidíase. A doença se espalha nas épocas mais quentes do ano, pois muitas pessoas passam a usar biquínis e sungas molhadas ou úmidas por muito tempo.

A doença fica mais comum durante o verão porque, ao usar biquínis, maiôs e sungas molhados durante muito tempo, a umidade e o calor favorecem o aumento do fungo responsável pela candidíase, a candida albicans. Por isso, a primeira e mais importante dica para se prevenir dela é sempre que possível secar bem o corpo.

É comum detectar sintomas da candidíase no corpo, confundir com uma simples alergia e se automedicar erroneamente. Em geral, o publico feminino sofre mais com a doença do que os homens. O motivo é a constituição corporal da mulher. Os fungos que provocam a doença vivem em nossa pele, boca, intestino e diversas áreas do corpo. Nas mulheres, entretanto, os fungos também estão presentes nas partes íntimas, favorecendo o aparecimento da doença.

O que poucos sabem é que o fungo que provoca a doença, na verdade, está presente em nosso corpo desde o nascimento. Mas isso não significa que teremos candidíase em algum momento. A doença só aparece apenas quando ocorre desequilíbrio no sistema imunológico, acarretando em queda das nossas defesas corporais, aumentando o fungo e infecções.

Vale lembrar que o tratamento mais indicado para a candidíase será indicado pelo seu médicos especialista.

Conheça as seis ameaças sorrateiras aos seus ossos

De asma a problemas no intestino. Confira 6 ameaças inusitadas aos seus ossos

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A sua estrutura óssea pode sofrer um ataque sorrateiro e transtornos geralmente relacionados a outras partes do corpo, sabia? De asma a doenças intestinais, existe um grupo de condições em comum capaz de enfraquecer seus ossos. Confira abaixo 6 vilões silenciosos:

Asma:

Famosa por ocasionar falta de ar, a doença também abala a estrutura óssea, segundo pesquisas de algumas instituições sul-coreanas. Especula-se que é o tratamento contra crise, feito a base de remédios com corticoides, que ocasionam as consequências. Pois eles aumentam a atividade dos osteoclasto, células que retiram o cálcio dos ossos, podendo deixar o fêmur, tíbia e companhia porosos.
Para quem sofre de asma e deseja minimizar os riscos, vale adotar algumas medidas que diminuam as crises respiratórias, como por exemplo, evitar ambientes empoeirados, fumaça etc.


Ácido Úrico:


Em níveis elevados, ele pode desencadear gota, infarto, cálculos renais e até mesmo fraturas. De acordo com pesquisas realizadas pela Universidade do Colorado, nos EUA, homens com ácido úrico em excesso correr 62% a mais de risco de lesionar o quadril. O ácido por sua vez, remove o cálculo dos ossos. Logo, em excesso pode acarretar a osteoporose.
Para impedir a sobrecarga do ácido no corpo, uma das alternativas é tomar bastante água e maneirar nos frutos do mar. 


Câncer:

Alguns tipos de tumores, como os de próstata, mama pulmão e rins, se não tratados a tempo, tendem a se espalhar para os ossos e arruiná-los. Embora mais raros, há tumores que se originam no próprio tecido ósseo. Contudo, muitas vezes o que mais preocupa é o próprio tratamento contra a doença, pois os quimioterápicos reduzem o trabalho dos osteoblastos, células que depositam cálcio no esqueleto.
Para evitar que a estrutura óssea fique debilitada nessas condições, alguns médicos costumam indiciar medicamentos e suplementos para seus pacientes.

Doença Renal crônica:


Quando nossos rins não funcionam direito, a produção de vitamina D é prejudicada, o que acaba dificultando a absorção de cálcio pelo corpo, inclusive pelos ossos. Nesse cenário o esqueleto abre mão de um pouco de mineral que lhe confere a cor branca para que outras áreas do organismo façam bom proveito.

Para escapar da osteoporose, a população geral precisa fazer de tudo para não se afetar com o diabetes e hipertensão, dupla esta que acaba com os rins.  Exercício e alimentação balanceada são ótimas práticas para prevenir estes problemas.

Doença celíaca:


O glúten e a proteína presentes o trigo, centeio e malte, são elementos que não são tolerados por pessoas nesta condição. Portanto, se ingerido por elas, ocasiona uma irritação no intestino que, em última instância, barra a absorção do cálcio pelo corpo. Foi o que descobriu os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, avaliaram cerca de 7 mil voluntários.
Se não dá para prevenir a doença celíaca, a menos é possível amenizar seus estragos ficando o mais longe possível de comidas e bebidas com glúten.

Doenças inflamatórias intestinais:
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com cerca de 130 portadores da doença de Crhon, sugere que elas afetam a densidade óssea do corpo destes pacientes. Os pesquisadores ainda ressaltam que os voluntários da pesquisa que usavam corticoides constantemente ou que não conseguiam controlar seu quadro apresentavam índices maiores de danos no esqueleto.
Para preservação, nada melhor do que entrar num acordo sobre seu cardápio com especialistas e se tratar.

Pais: crianças também sofrem com colesterol alto!

O colesterol é necessário para algumas funções do organismo, as, em excesso, pode causar problemas.

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O excesso de colesterol não é uma exclusividade dos adultos. É o que revela uma pesquisa sobre a incidência de dislipidemia (colesterol alto) na população infantil realizada pela rede de Laboratórios DASA. O trabalho levantou os 1.098 exames de dosagem de colesterol realizados pelo laboratório em crianças de 0 a 15 anos de janeiro a junho de 2011. As análises foram divididas entre: Amostra 1- meninas de zero a nove anos; Amostra 2 – meninas de dez a 15 anos; Amostra 3 – meninos de zero a nove anos; Amostra 4 – meninos de dez a 15 anos. O resultado é que 38,6% delas apresentavam níveis elevados de colesterol.

 

O colesterol é a gordura da alimentação absorvida no intestino que entra na corrente sanguínea, sendo transportada por proteínas até formar o complexo lipoproteína (lipo = gordura). As principais lipoproteínas são: HDL (conhecido como o bom colesterol), o LDL (denominado como o mau colesterol) e o VLDL. O colesterol é necessário para algumas funções do organismo, como a produção de alguns hormônios e ácidos biliares. Mas, em excesso, pode causar problemas.
Segundo recomendações da Sociedade de Pediatria, o colesterol total é considerado normal na criança quando abaixo de 170 mg/dL e torna-se mais preocupante quando ultrapassa 200mg/dL. Nas crianças com os níveis de colesterol elevado encontradas na pesquisa, um percentual de 17,3% dos meninos e meninas tinha entre zero e nove anos de idade. Já nas amostras entre dez e 15 anos,  22% das meninas e 20,3% dos meninos tinham colesterol alto. Do total pesquisado entre as meninas, 39,33% apresentaram colesterol elevado e, dentre os meninos, 37,64%.

 

“Este resultado confirma a tendência mundial de elevação dos níveis de colesterol nas crianças, provável fruto do aumento contínuo dos níveis de obesidade, piora dos hábitos de vida com consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e gorduras trans, bem como o aumento do sedentarismo observado em todas as faixas etárias”, revelam Mauro Scharf, diretor médico e endocrinologista.
O especialista explica que até os dois anos, é normal que os níveis de colesterol sejam elevados. “Trata-se de uma substância fundamental para a produção de hormônios e desenvolvimento dos neurônios no sistema nervoso central para formar uma espécie de capa que recobre cada um dos neurônios, a mielina, sem a qual os impulsos nervosos não seriam transmitidos de uma célula a outra”, afirma. Scharf reforça que a falta dele, portanto, pode levar a deficiências no desenvolvimento cognitivo e psicomotor.
Como é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas, o diagnóstico é feito por meio de análises do sangue do paciente. Por isso, é muito importante a realização de exames periódicos.

Conheça os benefícios de algumas vitaminas para a pele

Algumas ajudam na coagulação do sangue outras auxiliam na produção do famoso colágeno. Entenda a importância delas para a beleza e juventude da pele

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Apenas os cuidados comuns, como passar protetor solar a cada três horas, pode não ser o suficiente para deixar a pele jovem e saudável, afinal, assim como nosso sistema interno a pele também precisa de nutrição, principalmente quem já teve histórico de problemas dermatológicos, como acne, espinhas e cravos. Dentre todos os nutrientes, as vitaminas são as que mais ganham destaque, já que o consumo de algumas delas deixam a pele mais saudável e protegida da ação do tempo.
Confira algumas das vitaminas que podem ajudar a deixar sua pele jovem e com vida:

Vitamina A ou Retinol: consagrado como um dos mais poderosos anti-envelhecimento do mundo. Existem mais de 700 estudos comprovando que os ácidos retinóicos são eficazes nos tratamentos estéticos.  A vitamina ajuda na saúde da pele, pois tem ação antioxidante e auxilia na restauração de danos sofridos pela pele.

Principais fontes naturais: Pode ser encontrada em alimentos como: abacate, brócolis, cenoura, espinafre e outros legumes verdes.  

Vitamina B2 ou riboflavina: A ausência desta vitamina pode provocar lesões na pele, dermatite entre outras inflamações. Também pode ser responsável pela fraqueza das unhas e do cabelo. Além disso, a vitamina promove uma renovação celular mais acelerada, deixando a pele firme e saudável, o que combate rugas e marcas de expressão no rosto.

Principais fontes naturais: a maior fonte de vitamina B2 que encontramos em elementos naturais é o leite. Derivados do leite como queijo e iogurte, também são boas fontes de B2.

Porém as pessoas quem são intolerantes ou alérgicas a lactose, outras boas fontes da vitamina B2 são: fígado e folhas verdes.

Vitamina C: Famosa na prevenção de gripe e resfriado, a vitamina C também traz benefícios às células da pele. Um estudo divulgado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele de quatro mil mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi verificado que a ingestão de vitamina C estava associada a uma menor probabilidade do aparecimento de rugas e ressecamento da pele. Isso acontece porque a vitamina é um antioxidante natural que ajuda na formação do colágeno, principal responsável pela elasticidade e firmeza da pele.

Principais fontes naturais: A vitamina C pode ser encontrada em frutas cítricas, como laranja, limão, abacaxi e morango, além de vegetais, como repolho, cebola e pimentão. Já em verduras podemos encontrar em alfaces, agrião, espinafre e couve.

Vitamina E: tem o poder de proteger as células do organismo, pois é uma vitamina antioxidante que facilita no processo da absorção cutânea e reforça a defesa contra os raios. Além de prevenir o envelhecimento celular, participar na formação dos glóbulos vermelhos e ajuda na prevenção de doenças como o câncer.

Principais fontes naturais: são, na sua maioria, alimentos de origem vegetal, como cereais integrais, óleos vegetais e sementes. Porém, a gema do ovo, o fígado e a gordura que envolve a carne também são ricos nesta vitamina.

Vitamina K (aka fitonadiona): a vitamina auxilia no clareamento de manchas amarronzadas nas pálpebras, as famosas olheiras. Vasos capilares frágeis que permitem que o sangue vaze para dentro da pele são considerados uma das causas de olheiras, e a vitamina K pode ajudar no controle desta infiltração por conta da coagulação do sangue.

Principais fontes naturais: podemos encontrar a vitaminas nas folhas do nabo, brócolis, couve, alfaces e espinafres. Também encontramos em outras fontes como sementes de soja, fígado de vaca de chá verde.

Cuidados com a saúde podem garantir a alegria do Carnaval

Prefira alimentos leves e naturais e deixe de lado condimentos e excesso de sal, além de embutidos.

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Ingerir muita água é a primeira orientação para garantir um Carnaval saudável e sem transtornos. Para a hidratação devem ser usados os isotônicos, suco de frutas, a própria fruta, a água de coco e, principalmente, água pura. Esta é a orientação inicial da Endocrinologista do laboratório Delboni, Dr Mauro Scharf.

Em relação à alimentação, o Dr. recomenda ingerir alimentos leves e naturais e deixar de lado condimentos e excesso de sal, além de embutidos, camarão e maionese, já que são os que mais provocam intoxicação alimentar.

“O ideal é priorizar frutas ricas em água, como melancia e melão, além de alimentos integrais, pois promovem a absorção lenta de carboidratos e evitam a queda de glicose devido ao excesso de exercícios.”

A especialista também indica o consumo de carboidratos complexos como arroz, batatas, mandioca e macarrão e sugere que se evite a absorção de carboidratos simples como açúcar, doces e chocolates, que associam grande quantidade de gordura. “Também prefira refeições menores e mais vezes ao dia”, afirma.

Mauro alerta para o abuso de álcool, que pode desidratar o corpo, além do hábito de misturar bebidas energéticas com álcool. “Esta combinação pode levar a pessoa ao hospital, já que nem todos os organismos reagem bem ao excesso de estímulos”, explica. Um dos perigos do consumo abusivo de bebidas alcoólicas está relacionado à hipoglicemia, baixa na taxa de glicose sanguínea, que pode levar uma pessoa a desmaios ou ao coma alcoólico.

Segundo o endocrinologista, não há nada que possa diminuir os efeitos que o excesso de consumo de bebidas alcoólicas acarreta. Costumes como o de beber muita água antes do álcool, ingerir azeite, leite ou refrigerantes não ajudam a diminuir os efeitos do consumo excessivo de álcool. “A ingestão dessas substâncias podem ajudar a combater os sintomas como desidratação e hipoglicemia, mas não corta a embriaguez”, afirma.

A endocrinologista lembra também do perigo de dirigir depois de ingerir bebida alcoólica.  “Tomar uma xícara de café forte, por exemplo, até ajuda a deixar o corpo mais alerta. Mas, de forma alguma, uma pessoa que tenha bebido pode contar com essa alternativa para dirigir depois da festa”, finaliza.

Confira as dicas da Dra. Yolanda Schrank para os diabéticos que pretendem viajar

Antes de viajar, faça uma lista de tudo que é indispensável para o seu cuidado pessoal

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É possível viver bem com diabetes e ter dias de descanso ou férias muito tranquilos.  Pensando no bem estar deles, a Dra. Yolanda Schrank elaborou algumas dicas para os diabéticos passarem dias agradáveis sem nenhum contratempo ou stress durante a viagem.
Para os diabéticos que vão dirigir:
- É muito importante fazer um teste de glicemia antes de pegar estrada para saber como está sua dose de glicose no sangue e corrigi-lo caso necessário;

- Não se esqueça de levar seu glicosimetro, as tiras reagentes, o lancetador e alguns saches de álcool para realizar os testes durante a viagem;

- O ideal seria, para cada três ou quatro horas de viagem, parar e fazer o teste de glicemia. Aproveite esta parada para esticar as pernas e fazer uma curta caminhada;

- Mantenha por perto um suprimento de lanches para não atrasar sua rotina alimentar. Dê preferência aos carboidratos e proteínas;

- Caso você sinta algum sintoma de hipoglicemia, saia imediatamente da estrada e espere até que os níveis de açúcar em seu sangue voltem ao normal e você esteja seguro de voltar à estrada.
Já para os que vão de avião:

- O ideal é fazer um plano de viagem para o tempo da sua insulina, lanches, exercícios e refeições não sair do controle;

- Converse com o seu médico sobre o fuso horário a ser enfrentado, o tempo de viagem e algumas peculiaridades da região escolhida para a viagem;

- Leve com você um relatório do seu médico explicando que você tem diabetes e que estará com medicamentos e insumos como: insulina, seringas, canetas de aplicações de insulina contigo para controle da doença. Por fim, peça ao seu médico para destacar o CID (Código Internacional de Doenças);

- Tenha na bolsa de mãos a receita dos seus medicamentos e cópias duplicadas da receita e do relatório do seu médico. Além de glicosimetro, tiras reagentes, lancetador, lancetas, álcool sache, pilhas extras para o glicosimetro, bolachas, barras de cereal, saches de glicose;

- Sua lista de medicações deve estar com você junto com o seu passaporte, isso pode ajudar na hora de passar pela alfândega;

- Leve os medicamentos e material reserva, de preferência o dobro do que estima usar;

- Lembre-se de beber muita água;

- Se possível, evite ficar sentado por longos períodos. Dê preferência a um assento no corredor para você poder esticar as pernas e sempre que possível, caminhe pelo corredor.

E por fim, lembre-se: respeitar os sinais e limites do seu corpo é a melhor maneira de evitar indisposições e problemas de saúde.
Boa viagem a todos!

Dia mundial do câncer

Saiba mais sobre uma das doenças que matam no mundo

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Hoje, dia 4 de fevereiro, é o Dia Mundial do Câncer. A data visa combater a estigmas e mitos sobre o câncer, divulgar o conhecimento e derrubar falsas ideias sobre a doença.

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Estas células podem ser muito agressivas e se dividir rapidamente, determinando a formação de tumores malignos, que podem se espalhar para outras regiões do corpo. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), de 80% a 90% dos casos da doença estão associados a fatores externos e não hereditários.

No Brasil, é a segunda causa de morte por doença. Segundo o INCA, em 2014, foram mais 570 mil novos casos e segundo a Organização Mundial da Saúde, a expectativa para 2030, em todo o mundo, é de 27 milhões de novos casos e 17 milhões de óbitos.

Para muitos tipos de câncer, existem sintomas e é fundamental a detecção precoce para o tratamento. Por isso, realizar exames de rotina é essencial para o diagnóstico da doença em fase inicial. É importante também que os profissionais de saúde estejam capacitados para reconhecer os sinais e sintomas da doença.

A adoção de um estilo de vida saudável também pode ajudar a prevenir o câncer. Não fumar, beber com moderação, evitar alimentos processados e industrializados e fazer exercícios físicos regulamente são boas medidas.

 

Conheça a vacina contra o Herpes Zoster, doença que acomete pessoas com mais de 50 anos

Vírus afeta um quarto dos indivíduos com mais de 50 anos que já tiveram catapora na infância

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Conhecida popularmente como “cobreiro”, o herpes zoster é uma doença que acomete principalmente os idosos, causada pela reativação do vírus da varicela, também conhecida como catapora.

“Quando o indivíduo contrai catapora, mesmo depois da doença ser curada, ele permanece com o vírus latente dentro de seus gânglios, bloqueado por seu sistema imune. Quando este indivíduo envelhece ou contrai doenças que causam queda severa de imunidade, o vírus passa a atingir a região próxima a estes gânglios que armazenaram o vírus”, explica Dr. Ricardo Cunha, responsável pelo setor de vacinas do Delboni Medicina Diagnóstica.

Segundo o especialista, a doença é conhecida como cobreiro porque o vírus toma o trajeto do nervo, formando um caminho de feridas pelo corpo do paciente. “Por se localizar próximo ao nervo, o herpes zoster é extremamente doloroso e causa muito sofrimento a milhões de pessoas em todo mundo”.

A vacina contra o herpes zoster está disponível em nossas unidades e é recomendada para pessoas com mais de 50 anos. Denominada Zostavax®, a vacina é ministrada em dose única e pode ser aplicada juntamente com a vacina contra a gripe, “A Zostavax aumenta a imunidade celular, reduzindo a incidência, a gravidade e as complicações da doença, que causa dor extrema aos pacientes”, afirma Dr. Cunha.

O médico lembra que 95% dos adultos atualmente já contraíram o vírus da varicela, e cerca de um quarto das pessoas com mais de 50 anos em todo o mundo desenvolverão o herpes zoster.

Para mais informações sobre a vacina e sobre a doença consulte seu médico.

A hanseníase ainda afeta 30 mil brasileiros por ano

24/01 foi o Dia Mundial do Hanseniano. Infectologista do Delboni fala sobre prevenção e tratamento

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A hanseníase (também conhecida como Lepra e Mal de Hansen) é uma doença infecciosa, de evolução crônica (lenta), que afeta nervos e pele, provocando danos severos. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento de pacientes, devido às deformidades que causava. Felizmente hoje isso já não existe mais, pois ela pode ser tratada e curada. É o que revela o Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni. A data tem como objetivo sensibilizar e conscientizar a população para a hanseníase, doença que ainda acomete cerca de 30 mil brasileiros por ano.

De acordo com o especialista, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium Leprae. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germens eliminados pelo portador e que são inalados por outras pessoas, penetrando no organismo através da mucosa do nariz. Outra forma é o contato direto da pele com a ferida de doentes. “É necessário, entretanto, que este contato seja íntimo e prolongado para que haja contaminação, daí a necessidade de examinar sempre os familiares de pacientes com hanseníase. Felizmente, a maioria dos pacientes que têm contato com a bactéria não manifesta a doença, pois são capazes de eliminá-la por meio de suas defesas imunológicas”, explica.

Chebabo descreve que o tempo de incubação varia de dois a cinco anos. Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a perda da sensação térmica, definida como a incapacidade de diferenciação entre o quente e o frio no local afetado.

O infectologista prescreve que o diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. Onde a lepra é endêmica e não se dispõe de recursos laboratoriais, o diagnóstico é feito somente pelos sintomas. Um raspado realizado para identificar o bacilo pode ser feito nos lóbulos das orelhas e dos cotovelos. Também é útil para o diagnóstico a pesquisa direta dos bacilos nas linfas.

O doutor alerta que procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso. “A hanseníase tem cura. A terapêutica no Brasil é feita nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento”, afirma.

O infectologista lembra que uma das formas de prevenção da hanseníase consiste no diagnóstico e tratamento precoces, para que os pacientes não transmitam a doença. “Indivíduos que convivem com pacientes contaminados devem ter uma proteção mais específica e receber a vacina contra tuberculose (BCG). Ambientes lotados, condições ruins de higiene e desnutrição também favorecem a disseminação do bacilo”, finaliza.

Cuidar dos rins é mais necessário do que você imagina

Os rins são os filtros do corpo, eles são responsáveis pela limpeza do sangue e das impurezas do nosso corpo

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A Sociedade Brasileira de Nefrologia indicou que a taxa de mortes dos doentes renais crônicos aumentou 38% de 2000 para cá. Segundo a Dra. Audrey Krüse Zeinad Valim, hematologista do Delboni, aponta que o principal motivo deste crescimento é o diagnóstico tardio de pessoas com disfunções nos rins.

São considerados fatores de risco problemas como o diabetes, pressão alta, doença renal na família, idade avançada e doenças cardiovasculares. Os testes de detecção, que podem ser de urina ou de sangue, devem ser realizados sistematicamente em pacientes que já apresentam as doenças relacionadas acima.

Os exames de sangue e de urina citados acima permitem minimizar as lesões. Eles mostram a eficiência da remoção de água e de resíduos pelos rins. Podem ser medidas no sangue a creatinina (e a taxa de filtração glomerular estimada) e a ureia. Resultados anormais são, com frequência, os primeiros sinais de uma doença renal. Ao mesmo tempo, é examinada uma amostra de urina (urinálise) como parte da rotina, para verificar se há presença de hemácias, leucócitos ou proteínas.

Visando à prevenção da disfunção nos rins, cuidados como manter a pressão alta sob controle, fazer exame de urina para detectar proteína e exame de sangue para dosar a creatinina podem ser tomados. “Mais do que ações para diagnóstico e tratamento, é necessária a prevenção da doença”, avalia.

Após o diagnóstico do problema, vem o tratamento, que acompanha o progresso da doença. “Na fase inicial, o paciente precisa fazer uma mudança na dieta. Se tiver pressão alta e diabetes, deve tomar medicamentos para controlar, além de remédios para reduzir a eliminação de proteínas pelos rins. Já na fase mais avançada, vem a diálise, mais medicamentos e o transplante renal”, revela.