A obesidade infantil deve ser levada a sério

A obesidade infantil já atinge 300 milhões de crianças, segundo dados da International Obesity Taskforce (IOTF), entidade que estuda meios para combater a obesidade mundial

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A obesidade infantil passou de um problema estético para um problema de saúde que merece atenção e cuidados. O que antes era “apenas” motivo de zoação entre as crianças do colégio, hoje não devemos mais ignorar. A obesidade infantil já é considerada uma epidemia global pela OMS.

Um estudo publicado na revista científica New England Medical Journal, da Inglaterra, aponta que crianças com Índice de Massa Corporal (IMC) considerado acima do normal têm maiores chances de contrair doenças coronarianas na idade adulta. “Como cada vez mais crianças estão se tornando obesas no mundo inteiro, espera-se que em pouco tempo o número de pessoas com problemas cardíacos aumente significativamente”, comenta o Dr. Frederico G. Marchisotti, endocrinologista do Delboni.

A associação entre obesidade e doenças cardíacas se mostrou mais forte entre os meninos do que em relação às meninas e ainda aumenta de acordo com a idade. “Assim, meninos obesos no final da infância apresentam o maior risco”, diz o endocrinologista. Além de doenças coronarianas e infarto, existem outros problemas futuros relacionados à obesidade como: diabetes, hipertensão, colesterol alto, AVC, artrose, cálculo biliar (pedra na vesícula), apnéia do sono, câncer de mama e câncer de intestino.

Uma criança pode ser identificada como obesa quando o seu IMC (Índice de Massa Corpórea) está entre o percentual de 85 a 95 em relação ao gráfico do CDC 2000 (Center for Disease and Control and Prevention, dos EUA) e obesa quando o percentil for maior que 95.

Para evitar a obesidade na fase infantil, recomenda-se a amamentação até seis meses de idade, seguida do fornecimento de alimentos adequados e estímulo à prática de atividade física prazerosa, como brincadeiras ao ar livre e esportes. “Os pais devem evitar o acesso das crianças às guloseimas, para preservar o apetite nas refeições. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo uma lata de óleo para preparo das refeições ao mês”, sugere Dr. Frederico.

Introduzir desde cedo verduras e legumes à alimentação da criança para acostumar seu paladar e sua aceitação futura também pode ser uma boa solução. Para isso, indica-se diversificar a forma de preparo dos vegetais e leguminosas, oferecer os mesmos em pequena quantidade e misturados com outros alimentos de mais fácil aceitação.

Novembro azul: Vamos barrar o preconceito

Se detectado no início, o câncer de próstata tem chances altas de cura

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Depois de o mês de outubro ser marcado pela campanha para prevenção do câncer de mama, o Outubro Rosa, agora é a vez dos homens. Novembro é considerado o mês de prevenção e conscientização sobre o câncer de próstata, movimento conhecido como Novembro Azul.

A próstata é uma glândula que só o homem tem, localizada logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo por onde a urina armazenada na bexiga é eliminada. Ela representa um papel fundamental na fertilidade masculina, podendo produz até 70% do sêmen. Embora a próstata seja formada por vários tipos de células, a maioria dos cânceres de próstata se origina nas glândulas que produzem líquido seminal, chamadas de adenocarcinomas.

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens brasileiros e o sexto tipo mais prevalente entre os homens ao redor do mundo, representando quase 10% do total de cânceres. Menos de 10% destes cânceres apresentam componente hereditário.

O diagnóstico pode ser feito principalmente por três exames: o PSA, chamada de antígeno prostático específico, que é o aumento de uma proteína no sangue. Através do exame de toque retal ou pela ultrassonografia da próstata, possibilitando a identificação de nódulos. Porém, a confirmação do diagnóstico se dá, sempre, através da biópsias transretais da próstata.

Os principais fatores de risco são a idade e o histórico familiar sobre a doença. A incidência começa a aparecer a partir dos 45 anos de idade. Estudos em autópsia mostram que um em cada quatro homens que morreram após os 80 anos já tinha câncer de próstata (que não foi a causa da morte).

Faça seus exames preventivos regularmente!

Delboni inicia campanha de vacinação contra HPV voltada para jovens de 9 a 26 anos

Faixa etária é a mais indicada para receber a vacina, já que nos primeiros anos de vida sexual grande parte das pessoas já se contaminam com o HPV. Homens também são alvo da campanha

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O Delboni Medicina Diagnóstica iniciou na semana passada sua campanha de vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), considerada a mais difundida doença sexualmente transmissível e a principal causa do câncer de colo de útero. A campanha tem como foco os jovens de 9 a 26 anos, uma vez que a doença é transmitida desde o início da vida sexual. “A maioria das pessoas adquire o HPV nos primeiros três anos em que passam a ter relações sexuais”, afirma o médico sanitarista Dr. Ricardo Cunha, responsável pelo setor de vacinas do Delboni.

As vacinas contra o HPV são administradas em três doses, a primeira dose é administrada na data escolhida, a segunda dose com intervalo de 30 a 60 dias (dependendo da vacina utilizada) e a terceira doses com 6 meses de intervalo da primeira dose. Apenas a vacina quadrivalente (HPV 6, 11, 16 e 18) é recomendada e aprovada para uso em homens. Resultados dos estudos clínicos demonstraram eficácia de 99% para câncer de colo de útero, 100% de proteção para lesões de alto grau de vagina e vulva e 99% para lesões genitais externas.

O médico explica que a vacina é mais eficaz quando realizada entre 9 e 14 anos de idade, mas que também tem uma excelente eficácia em pessoa com mais idade. Estima-se que mais 70% dos homens e mulheres sexualmente ativos entrem em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas, sendo 46% das mulheres nos primeiros dois anos de atividade sexual e 60% dos homens nos primeiros três anos de atividade sexual. “Por conta disso, o recomendável é vacinar os adolescentes antes mesmo do início da atividade sexual”, diz o especialista, lembrando que isso vale tanto para as meninas quanto para os meninos.

“Importante salientar também que o HPV, além de ter comprovada associação com o câncer do colo uterino, de vagina e de vulva, também está relacionado às verrugas genitais, câncer de ânus, câncer de laringe e câncer de pênis nos homens. Portanto é uma infecção que acomete tanto homens como mulheres”, diz o Dr. Cunha.

 

Segundo o médico, o contato sexual é a maneira mais comum de contágio, incluindo o sexo oral e as chamadas “preliminares”. Isso porque somente o simples atrito da mão, boca ou genitais com a mucosa infectada já são suficientes para contaminação pelo vírus.

 

Embora não substitua outros métodos de prevenção nem permita o abandono do uso de preservativos, a vacina é mais uma arma contra a doença, já que se trata de um vírus altamente contagioso.

 

Além disso, por ser uma doença silenciosa, que na maioria das vezes não apresenta sintomas, é muito importante se precaver de todas as formas e consultar regularmente um especialista para realizar exames periodicamente.

 

A vacina contra o HPV pode ser adquirida nas seguintes unidades do Delboni:

 

  • Alto de Pinheiros
  • Alto de Santana
  • Augusta
  • Brasil 721
  • Chácara Flora
  • Granja Viana
  • Guarulhos
  • Lapa
  • Líbero Badaró
  • MegaUnidade 23 de Maio
  • MegaUnidade Brooklin
  • MegaUnidade Itaim Bibi
  • MegaUnidade Jardim Sul
  • MegaUnidade Luiz Dumont Villares
  • MegaUnidade Mooca
  • MegaUnidade Ricardo Jafet
  • MegaUnidade Santo André
  • MegaUnidade São Bernardo do Campo
  • MegaUnidade Sumaré
  • MegaUnidade Tatuapé
  • Osasco
  • Santo André
  • Santos

 

Para mais informações acesse: http://www.delbonivacinas.com.br/#campanhahpv

Se todo mundo colaborar, conseguimos acabar com a dengue!

A melhor forma de se proteger do mosquito é evitar que ele se desenvolva.

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Dia 05 de novembro é o dia Nacional de Controle à Dengue. A data faz parte de um projeto desenvolvido pelo governo federal com o objetivo de mobilizar e informar a população sobre os riscos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença.

O que faz o Aedes Aegypti diferente de outros mosquitos é que seu corpo apresenta várias pintinhas brancas. Este inseto apresenta hábitos diurnos, ou seja, faz suas vítimas durante o dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima–se que cerca de 80 milhões de pessoas são infectadas anualmente em todo o mundo.

Qualquer local limpo e com água parada serve de “berço” para os ovos do Aedes Aegypti. A melhor forma de se proteger do mosquito é eliminar os criadouros. Medidas simples como não deixar acumular água em garrafas, pneus, vasos de plantas e etc. ajudam no combate a doença.

Para conseguirmos erradicar a doença, é preciso que toda população adote medidas preventivas. Pensando nisso, o Ministério da Saúde criou um número para receber queixas sobre locais que possam abrigar as larvas do mosquito.

Você tem algum lugar que possa ser criadouro de dengue? Denuncie pelo número: 0800 770 5870

 

 

 

 

 

 

 

 

Delboni traz renomados especialistas para o 3º Simpósio Internacional

Evento contará com seis salas simultâneas, divididas pelos temas Câncer de Próstata, Cabeça e Pescoço, Cardiologia, Imagem da Mulher, Musculoesquelético e Neuroimagem

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A terceira edição do Simpósio Internacional do Delboni traz a São Paulo renomados conferencistas considerados referências em suas especialidades. O evento será realizado no dia 1º de novembro, a partir das 8 horas, no WTC Convention Center, com o objetivo de levar informação e conhecimento à comunidade científica. O Simpósio contará com seis salas simultâneas, divididas por assuntos relacionados a Câncer de Próstata, Cabeça e Pescoço, Cardiologia, Imagem da Mulher, Musculoesquelético e Neuroimagem.

Inscrições e RSVP pelo telefone (11) 3791-9111 ou pelo e-mail: simposiointernacional@dasa.com.br

 

Você sabe o que é Lúpus?

Uma doença autoimune de causa ainda desconhecida que pode afetar a pele, articulações, rins, pulmões

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O lúpus eritematoso sistêmico (LES), ou apenas Lúpus, é uma doença inflamatória crônica , ou seja, ataca o próprio o sistema responsável pela produção das defesas dos mecanismos de inflamação. São diagnosticados dois tipos diferentes da doença: o discoide ou cutâneo: que se manifesta através de manchas avermelhadas na pele, principalmente em áreas onde a exposição à luz do sol é frequente (rosto, braços, orelhas e afins) e o sistêmico: na qual alguns órgãos internos são comprometidos.

Sintomas como lesões cutâneas, dor nas juntas, queda de cabelo, aftas e fraqueza, podem aparecer ao longo dos anos ou evoluir de forma rápida. O diagnóstico depende muito da eficácia do médico em reconhecer os sinais, pois ainda não existe um exame 100% específico para a detecção do Lúpus. Alguns testes laboratoriais como sangue/urina e imagem podem auxiliar não no diagnostico da doença, mas na identificação da existência ou não de sinais de atividade da doença.

No Brasil, ainda não existem dados exatos sobre a doença, mas a Sociedade Brasileira de Reumatologia estima que 65 mil pacientes, a maioria mulheres entre 16 e 55 anos, são afetados pela doença. Sua causa ainda é desconhecida e graças a isso seu tratamento deve ser personalizado, variando a intensidade e seu tempo de duração conforme o tipo de manifestação apresentada no enfermo. Por ser uma doença crônica, é essencial o acompanhamento regular com o seu médico para o acompanhamento do Lúpus.

Mulheres de Coragem – Outubro Rosa: Cristina Jatobá

Conheça a história da Cristina Jatobá, que participou da campanha Mulheres de Coragem, um depoimento emocionante para mostrar a necessidade e importância do diagnóstico precoce.

Mulheres de Coragem: agora é a vez da Cristina Jatobá, 51 anos, nos mostrar como o vencer a batalha contra câncer de mama pode nos tornar uma pessoa melhor. 

Tudo que você precisa saber sobre o vírus Ebola

Estamos presenciando a pior epidemia de Ebola da história. Muito se fala sobre a doença mais pouco se sabe sobre ela.

 

Estamos enfrentando a pior epidemia de Ebola da história, como classificou a Organização Mundial da Saúde (OMS).  Ainda sem a existência de cura ou vacina, a doença é conhecida por ser altamente transmissível e letal. O vírus foi detectado pela primeira vez em 1976, deixando cerca de 430 mortos. Desde então, os principais surtos aconteceram em 1995 com 254 óbitos, 2000 com 224 e em 2007 com 224, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), todos no continente africano.

Considerado por muitos o vírus mais perigoso que a humanidade já conheceu, seu contágio se dá pelo contato com as secreções de um doente, por exemplo: saliva, urina, fezes, vômito, sangue e até mesmo lágrimas. Manipular ou ingerir carne de animais que estejam infectados também pode ser uma forma de transmissão do Ebola. O vírus interfere na capacidade do sistema imunológico de montar sua defesa, debilitando e atingindo órgãos vitais, razão essa pela qual o vírus é tão mortal.

Os principais sintomas são: febredor de cabeça, fraqueza muscular e dor nas articulações. O período entre a infecção e o início dos sintomas varia, podendo ir de 2 a 21 dias. Conforme o agravamento do quadro, outros sintomas como náuseas, vômitos, erupção cutânea, olhos vermelhos,  dor no estômago, insuficiência renal e hepática começam a surgir.

Ainda não existe tratamento específico para a doença e nem cura, porém, existem duas vacinas em desenvolvimento que poderão estar no mercado até o ano que vem segundo informativos da .

As pessoas que são diagnosticadas com Ebola são isoladas imediatamente do público essa ainda é a medida mais assertiva para se evitar um possível surto. Apenas profissionais da saúde com equipamento de proteção completo podem manter contato com o paciente.

Mulheres de Coragem – Outubro Rosa: Silvia Tissi

Conheça a história de Silvia Tissi, que participou da campanha Mulheres de Coragem, um depoimento emocionante para mostrar a necessidade e importância do diagnóstico precoce.

No Outubro Rosa, o Delboni lançou a campanha Mulheres de Coragem, inspirada nas histórias de três mulheres que passaram pela mamografia anual, obtiveram diagnóstico positivo, realizaram o tratamento e venceram a batalha contra o câncer de mama.
Essa é a história da Silvia Tissi, 45 anos, que encontrou forças para superar a doença graças ao apoio da família.

Terceira idade deve controlar consumo de açúcar e sal

Veja dicas para desestimular o consumo excessivo desses temperos

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Os cuidados com a alimentação são crescentes quando o assunto é a terceira idade. Uma das medidas mais importantes é desestimular o uso de sal e açúcar à mesa, para controlar o consumo destes alimentos. Com o passar dos anos, ocorrem mudanças naturais na intensidade de percepção do sabor. Logo, a pessoa idosa passa a adicionar mais açúcar, sal e outros condimentos para temperar os alimentos até alcançar um sabor que agrade ao paladar, o que pode acabar representando um abuso na quantidade.

Uma das recomendações para melhorar este aspecto é prestar atenção no ato de mastigar e na higiene bucal. Uma mastigação adequada dos alimentos associada aos cuidados frequentes com a higiene da boca, incluindo a escovação da língua, ajudam a perceber melhor o sabor dos alimentos, evitando o exagero no uso dos temperos. Outra dica é a adição de outros temperos à comida, como cheiro verde, alho, cebola e ervas. Isto pode ajudar a diminuir a utilização de sal no preparo dos alimentos, contribuindo para a redução do seu consumo.

Água é importante

Também é preciso estimular o consumo da água entre as refeições. A ingestão de líquidos pelas pessoas idosas precisa ser incentivada, pois são frequentes os casos de desidratação.

A primeira estratégia é despertar o idoso para os benefícios que a água traz para a saúde (o intestino funciona melhor, mantém a boca mais úmida, mantém a hidratação do corpo, entre outras vantagens). Para incentivar a ingestão de água, é essencial que o ambiente facilite o acesso da pessoa idosa aos utensílios (caneca, copo ou xícara) e ao filtro, estando tudo a uma altura adequada à da pessoa.

É importante incentivar o consumo da água em pequenas quantidades, várias vezes ao dia, entre as refeições. Entretanto, em casos cuja recomendação médica restringe a ingestão de líquidos, a quantidade diária de água para a pessoa idosa deve ser calculada e sua ingestão monitorada.