Dores nas costas durante a gravidez tem solução!

Boa parte da culpa por estas dores é o peso do útero e das mudanças hormonais.

Delboni_2005

Estima-se que 50% a 75% das as grávidas sentem dores nas costas em algum momento do período. Porém, é possível suavizar e algumas vezes evitar esse desconforto, principalmente se a futura mamãe começar a preparar o corpo antes de engravidar. Na maioria das vezes, essas dores musculares na região lombar, ou também conhecidas como lombalgia.

Boa parte da culpa por estas dores é o peso do útero e das mudanças hormonais. Com o crescimento do útero, os músculos abdominais são enfraquecidos e seu centro de gravidade muda de lugar. Entretanto, recorrer a remédios para acabar com essa dor pode causar problemas ao bebê. Até mesmo pequenas doses de analgésicos podem gerar bebês do sexo masculino com problemas de fertilidade na idade adulta, como aponta um estudo feito pelo Rigshospitalet Copenhagen, na Dinamarca, e publicado no jornal especializado em reprodução Human Reproduction.

Existem alguns truques e cuidados que podem acabar com este incomodo. Corrigir alguns maus hábitos e preparar seus músculos para proteger a coluna são alguns deles.

Abaixar de modo incorreto para apanhar algo no chão, dormir em uma posição inadequada e não ficar muito tempo na mesma posição são cuidados que deve ser tomado durante todo período.

Seu médico é a pessoa mais indicada para examinar e diagnosticar as causas deste incomodo. Faça seus exames de rotina e mantenha em dia seu acompanhamento gestacional.

 

A vacina da gripe já está disponível no Delboni!

A dose pode ser tomada por todas as faixas etárias e deve ser aplicada antes do início do inverno

Delboni_abril_2-24

As temperaturas mais baixas em algumas regiões de São Paulo favorecem a atividade dos vírus respiratórios, como o da gripe (doença causada pelo vírus Influenza ou H1N1). Por conta desse cenário, o Delboni Medicina Diagnóstica começa sua campanha de vacinação contra a gripe.

Este ano serão oferecidos ao público dois tipos de vacinas: a tradicional trivalente, que protege contra três tipos de vírus em combinação (A/California/7/2009 (H1N1), A/Switzerland/9715293/2013 (H3N2) e B/Phuket/3073/2013), e a quadrivalente, que adiciona aos demais o vírus B/Brisbane/60/2008.

“Embora possa ser tomada em qualquer época do ano, recomendamos que a imunização seja feita antes do inverno, evitando que a maior exposição ao vírus possa se tornar um risco”, afirma Dr. Ricardo Cunha, médico sanitarista e responsável pelo setor de vacinas do Delboni Medicina Diagnóstica.

O doutor explica que a vacina contra a gripe pode ser tomada em qualquer idade e não costuma provocar efeitos colaterais, como muitos sugerem. Só há contraindicação para crianças menores de seis meses de idade, pessoas que já sofreram hipersensibilidade por conta da vacina ou que têm alergia à proteína do ovo.

“Muita gente acredita que a dose deve ser tomada apenas pelos grupos de risco – crianças, idosos e gestantes – mas isso é um equívoco. Afinal, a gripe pode atingir de forma severa indivíduos jovens e saudáveis. Além do mais, as aglomerações das grandes cidades facilitam ainda mais o contágio. Um só espirro dentro de uma sala fechada de escritório ou do vagão do metrô pode contaminar várias pessoas”, afirma o especialista.

Segundo Dr. Ricardo, todos os anos a vacina sofre alterações para proteger dos tipos virais que terão maior possibilidade de circular durante a temporada de gripe. “A organização Mundial da Saúde (OMS) se baseia em estudos mundiais para definir as composições das vacinas para os hemisférios norte e sul, que podem ou não serem iguais. Por isso é comum que a cada ano ela seja alterada”, conclui o médico.

Para tomar a vacina, não é preciso pré-agendamento. Basta ir à unidade mais próxima do Delboni Medicina Diagnóstica. Você pode encontrar a lista de unidades com serviço de vacina disponível pelo site: http://www.delboniauriemo.com.br/

Você dorme, mas sente que não descansa? Confira algumas causas que podem estar por trás deste problema

A dificuldade pode estar diretamente ligada a dores crônicas, estresse e estilo de vida

Blog_int

Quem são os maiores prejudicados pela insônia?

Em geral quem sofre mais com a doença são as mulheres, em especial na menopausa e idosos. Para diagnosticá-la, faz-se uma análise da história do paciente e usa-se o actígrafo, aparelho que capta movimentos e registra os períodos de sono por 24 horas.

Veja abaixo possíveis causas para a insônia:

Cuidado com bebidas alcoólicas, cigarros e café:

Álcool, cafeína e nicotina são estimulantes que também estão diretamente ligados à má qualidade do sono, mas isso varia de acordo com a sensibilidade de cada indivíduo. Eles podem ter efeitos relaxantes no momento que são consumidos, mas o problema é que, ao despertar, as pessoas podem sofrer com dores de cabeça e mal-estar. Para quem tem insônia a recomendação não ingerir café, refrigerantes do tipo cola, chocolates ou chá verde nas horas que antecedem seu repouso.

Medicamentos:

Alguns remédios podem agravar os casos de insônia por conta de alguns estimulantes presentes em sua fórmula. Descongestionantes, remédios para emagrecer, antidepressivos são alguns deles. O uso crônico de hipnóticos, para indutores do sono, pode torná-los sem efeito e causar insônia.

Fatores ambientais:

Ter horários desregulados, praticar atividades estimulantes antes de ir dormir, trabalhar na cama ou ver televisão, são hábitos que atrapalham muito o sono.

Ambientes ruidosos, úmidos, com temperaturas inadequadas também são fatores que desregulam nosso relógio biológico e podem provocar insônia.

 

Sedentarismo!

Atividade física regular, desde que feita em horários apropriados, está associada à boa qualidade do sono. A falta desta prática atrapalha a identificação do organismo entre dia e noite e pode levar à obesidade, uma das causas da apneia.

 

Andropausa não é a menopausa no homem

Distúrbio androgênico do envelhecimento masculino tem particularidades bem diferentes.

Delboni_0705-Ajus

Uma das alterações que ocorre no organismo do homem com mais de 40 anos é a diminuição da testosterona, que afeta 9% dos homens acima dos 40 e 33% daqueles com mais de 60 anos. O Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, conhecido como Andropausa, pode causar diversos sinais e sintomas e aumentar a predisposição a algumas doenças.

De acordo com Dr. Clovis Cechinel, geriatra do laboratório Exame, a andropausa não pode ser considerada uma menopausa masculina, pois existem diversas particularidades entre os dois distúrbios. “Na mulher a menopausa acontece de forma muito rápida e tem um marco com a modificação do ciclo menstrual e leva a sinais mais fortes, como a onda de calor. Já no homem a manifestação dos sintomas é lenta e pouco evidente”, explica o médico.

Os sintomas no homem causados pela baixa da testosterona são relacionados em sua grande maioria com a diminuição de desempenho sexual e cansaço. “Os homens se queixam de uma diminuição de libido, e a capacidade de ereção diminui. Fora isso, observamos uma queda no desempenho físico e mental, podendo levar o paciente a ficar com uma dificuldade de concentração e até ansioso”, lista.

A queda hormonal no homem pode também levar a sinais mais fortes e estar relacionada a várias doenças. “Dependendo do nível da redução da taxa do hormônio masculino, pode haver até uma queda de pelos e uma perda de massa muscular e massa óssea. Até a infertilidade é um sintoma possível já que diminui também a produção de espermatozoides”, exemplifica o geriatra.

Medindo a testosterona

O especialista analisa que devido à falta de sintomas característicos, a andropausa é mais dificilmente detectada do que a menopausa, e por isso, menos conhecida. “A maioria das queixas do homem durante a andropausa, como o cansaço e libido reduzido, se confunde com outros quadros associados. A verdade é que as coisas vão mudando aos poucos no corpo do homem e ele percebe menos as limitações”, explica Dr. Clóvis.

De acordo com o geriatra, os homens se preocupam menos com o corpo e a saúde e isso dificulta ainda mais o acompanhamento do médico. Por isso é importante considerar o apoio de exames que confirma os sintomas e da dosagem da testosterona no sangue. “Quando as mulheres começam a perceber qualquer diferença elas vão direto ao médico e sabem dizer exatamente o que está incomodando, os homens não. Por isso é importante acompanhar o homem com o auxilio de exames complementares”, conclui o médico.

LER – Lesão por Esforço Repetitivo

A LER é causada por atividades que requerem movimentos repetitivos, como fazer crochê, jogar tênis, tocar piano, dirigir, digitar etc.

blog_interno

 

As Lesões por Esforço Repetitivo, ou LER, não é propriamente uma doença. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças, entre elas a tendinite, síndrome do pronador redondo, mialgias entre muitas outras. A lesão é causada principalmente pelo desempenho de atividades repetitivas e contínuas, como tocar piano, dirigir, digitar etc.

A LER é uma lesão relacionada diretamente com a atividade da pessoa e, em alguns casos, pode até ser entendida como uma doença ocupacional, ocorrendo sempre que houver incompatibilidade entre o seu físico e a atividade ou tarefa realizada. Alguns fatores contribuem para a instalação da lesão, dentre eles: movimentos repetitivos, postura incorreta, carregar constantemente excesso de pesos etc.

A digitação é uma das causas mais comuns da incidência da LER e é a que mais tem contribuído para o aumento do número de casos de doenças ocupacionais.

A LER instala-se gradativamente no organismo humano e, muitas vezes, passa despercebida ao longo de toda uma vida de trabalho e quando é percebida já existe um severo comprometimento da área afetada.

Os principais sintomas são: dor nos membros que são constantemente colocados em movimentos repetitivos, dificuldade para movimentá-los, formigamento, fadiga muscular, alteração da temperatura e da sensibilidade, redução na amplitude do movimento, inflamação.

Caso você sinta algum deste desconforto procure um médico de sua confiança.

Algumas gorduras, minerais e vitaminas são ótimos ingredientes para a memória

A capacidade de armazenar dado precisa receber manutenção constante para não entrar em “pane”. Essa manutenção pode ser a junção de hábitos saudáveis, como momentos de lazer, boas noites de sono e o que nós optamos por comer em no dia-a-dia. Abaixo, fizemos uma lista dos alimentos e ingredientes muito úteis para deixar sua memória em […]

Delboni_memoria_blog-Ajus

A capacidade de armazenar dado precisa receber manutenção constante para não entrar em “pane”. Essa manutenção pode ser a junção de hábitos saudáveis, como momentos de lazer, boas noites de sono e o que nós optamos por comer em no dia-a-dia.

Abaixo, fizemos uma lista dos alimentos e ingredientes muito úteis para deixar sua memória em dia:

Glicose

A glicose é um dos principais combustíveis para o funcionamento dos neurônios. As melhores e mais saudáveis fontes de glicose são os cereais integrais, legumes e frutas.

Ômega-3

Esta gordura é benéfica e essencial para o organismo. Além de fazer bem ao coração, ela é ótima para a memória pois protege a membrana que recobre o cérebro. As melhores e mais saudáveis fontes de ômega-3 são os peixes, especialmente os de águas frias, como a sardinha, atum e salmão e a linhaça.

Zinco

O mineral detém a função de regular o organismo. Ele atua na atividade neuronal, na concentração e na memória e além de possuir ação anti-inflamatória. Pode-se encontrar zinco em carnes vermelhas, ovos, ostras, caranguejo, laticínios e fígado.

Fisetina

A substância estimula os mecanismos cerebrais que melhoram a memória de longo prazo. Estes flavonoides induzem o amadurecimento das células do sistema nervoso. E processo de maturação desencadeado pela fisetina também é muito importante na formação da memória.

Os principais alimentos ricos em fisetina são as frutas como o morango, maçã, laranja, kiwi, uva, pêssego, tomate, além de cebola e espinafre.

Ferro

A principal função do ferro em nosso organismo é ajudar a carregar o oxigênio para os tecidos, inclusive para o cérebro. Quando os níveis de ferro diminuem, o organismo fica com pouco oxigênio disponível levando a perda de memória, apatia e perda de atenção.

 

Podemos separar as fontes de ferro em: animais e vegetais. As fontes animais  são melhores absorvidas pelo organismo. Dentre elas estão as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras, como rim e coração.

Já os alimentos de origem vegetal, destacam-se principalmente  as folhas na cor verde-escura, como o agrião, couve e cheiro-verde; as leguminosas, como feijões, fava, grão-de-bico, ervilha e lentilha e grãos integrais.

 

Não há ligação entre virilidade e infertilidade

Existem várias causas para a infertilidade masculina, incluindo alterações hormonais, genéticas e anatômicas

Delboni_mar2-ajus

Um casal é considerado infértil quando não consegue engravidar após um ano de relações sexuais regulares sem uso de métodos contraceptivos. Cerca de 15% dos casais apresentam algum problema de infertilidade. No Brasil, estima-se que acometa mais de dois milhões de pessoas. O homem está envolvido diretamente na causa da infertilidade em até 50% das vezes. Entretanto, grande parte dos homens tem resistência em fazer investigação, principalmente porque associam erroneamente fertilidade com virilidade e, por medo ou vergonha, evitam fazer os testes.
O principal exame na investigação da fertilidade masculina é o espermograma, onde são avaliados diversos parâmetros, incluindo concentração, mobilidade, forma e vitalidade dos espermatozoides. É um exame fundamental, embora, em alguns casos, sejam necessárias investigações mais especificas.
Existem várias causas para a infertilidade masculina, incluindo alterações hormonais, genéticas e anatômicas. Uma das mais comuns é a varicocele, uma dilatação dos vasos que drenam os testículos, com consequente aumento de temperatura local, o que é prejudicial para os espermatozoides.
Alguns hábitos também podem atrapalhar a qualidade seminal, como cigarro e bebida alcoólica. Por outro lado, atividade física regular, manter o peso adequado, evitar gordura trans e aumentar a ingestão de ômega-3 – encontrado principalmente em peixes e oleaginosas – está relacionada à melhora. Alimentos ricos em vitamina C (como furtas cítricas) e vitamina E (sementes de abóbora, abacate, salmão) também podem ser benéficos por suas propriedades antioxidantes.
Vale destacar que a maioria dos problemas masculinos tem tratamento e a gravidez pode ser atingida. Considerando que a idade da mulher é o principal determinante das chances de sucesso, adiar a investigação pode ter um impacto negativo na conquista do sonho de ter um filho.

Conheça os sintomas e tratamentos das alterações hormonais

A endocrinologista do Delboni, Myrna Campagnoli, fala sobre as principais causas das baixas e altas hormonais

Delboni_3003-Ajus

Desencadeadas por vários fatores, as disfunções hormonais geram dúvidas e preocupações nas mulheres. O que as provocam e como estabiliza-las? A diminuição ou excesso de hormônios podem causar outros problemas de saúde? Estas e outras questões são explicadas pela endocrinologista do Delboni Medicina Diagnóstica, Myrna Campagnoli.

“As insuficiências hormonais podem acontecer por uma série de motivos. Existem as causas fisiológicas, ou seja, aquelas programadas pelo organismo como, por exemplo, na menopausa e na andropausa, em que a baixa de hormônios é esperada e normal. Dentre as causas patológicas, em que há doença, a alteração pode encontra-se na glândula, no seu eixo de controle, nos órgãos-alvo ou podem ser causadas por medicamentos e outras causas externas”, explica a especialista.

A suspeita diagnóstica costuma ser feita durante a consulta médica. O especialista analisa a história da paciente, seus sinais e sintomas e confirma o quadro através das dosagens hormonais nos exames laboratoriais. Por vezes os exames de imagem (ecografia, tomografia, ressonância) também são necessários para o esclarecimento do diagnóstico e de suas possíveis causas.

Quando se trata de carência hormonal, várias podem ser as causas. Segundo Dra. Myrna, “todas as glândulas do organismo podem perder ou reduzir a sua capacidade produtiva em função de um tumor, falta de irrigação sanguínea (isquemia), trauma (acidente), cirurgia com retirada de parte ou de toda a glândula ou por medicamentos que interfiram diretamente na produção hormonal. Doenças sistêmicas, como as doenças autoimunes, podem também acometer as glândulas e diminuir a produção hormonal”.

Além desses fatores, é importante lembrar que a alimentação também influi na produção hormonal, já que a falta de alguns nutrientes podem interferir na produção de vários hormônios.

O tratamento da diminuição hormonal varia de acordo com a causa e o tipo de alteração. Geralmente, consiste na resolução da causa primária, quando for possível, seguido da reposição do hormônio que está sendo produzido de forma inadequada. Atualmente a maioria dos hormônios pode ser reposta de forma artificial, por meio de medicamentos. “Para os casos em que isso não é possível, existem outras opções que atuam diretamente no sítio de ação deste hormônio, tratando os sinais e sintomas”, afirma Dra. Myrna.

No outro extremo, observamos os excessos hormonais. O excesso hormonal pode ocorrer em virtude de causas endógenas, distúrbios de produção glandular em que os hormônios são produzidos em excesso pelo organismo, ou por causas exógenas, relacionadas ao uso indevido de medicamentos ou reposições hormonais em doses inadequadas. “Estas causas, chamadas exógenas, têm se tornado cada vez mais frequentes em virtude dos abusos realizados em nome da estética (academia e antiaging)”, revela a médica.

Dentre das causas endógenas, o excesso hormonal pode estar relacionado a tumores produtores de qualquer hormônio, a doenças sistêmicas como as doenças autoimunes, alterações, dentre outras.

Existem ainda situações em que a elevação hormonal é fisiológica. Durante a gestação, após a prática de exercícios físicos, no curso de infecções ou doenças sistêmicas graves, dentre outros fatores. “Nestes casos, a elevação dos níveis hormonais é normal e importante e não trazem prejuízo para o organismo, muito pelo contrário.”, diz.

Segundo Dra. Myrna, “na presença de níveis elevados de qualquer hormônio, independentemente da origem, há uma amplificação de todas as funções do hormônio em questão, gerando uma série de sinais e de sintomas que podem ocasionar graves prejuízos à saúde”.

Dentre as doenças causadas pelo excesso hormonal, as mais conhecidas são o hipertireoidismo (excesso de hormônios da tireoide), o hiperinsulinismo (excesso de insulina) e o hipercortisolismo (excesso de cortisol). “Entretanto, não existe nenhum hormônio que não possa apresentar esta situação”, pondera.

A médica reforça que toda e qualquer reposição hormonal deve ser sempre criteriosa e prescrita por um médico especialista e deve ser precedida de um diagnóstico confirmado e de seguimento médico regular para controle dos níveis hormonais.

De acordo com a endocrinologista, o diagnóstico também deve ser feito pela avaliação médica criteriosa e confirmado através da realização de exames complementares. O tratamento depende da origem do excesso e vai desde a suspensão da medicação em uso, se a causa for exógena, até a retirada da glândula em virtude de causas endógenas. É imprescindível o tratamento da causa primária e, em grande parte dos casos, o uso de medicamentos que inibem a produção glandular consegue controlar os sinais e sintomas.

 

Dra. Michele Migliavacca explica como funciona a cirurgia de extração dos ovários e trompas realizada pela atriz Angelina Jolie e como é feito o exame genético que detecta possíveis complicações

O exame genético realizado pela atriz pode detectar precocemente algumas doenças genéticas.

shutterstock_180321404

O teste genético para mapeamento dos genes BRCA1 e BRCA2, realizado por Angelina Jolie, já existe no Brasil há quase dez anos. Porém o exame não é recomendado para todos; a indicação varia de acordo com o histórico familiar de cada paciente e com avaliação do médico. Apenas 10% dos cânceres são hereditários e apenas nestes casos se faz necessário o acompanhamento e a realização do teste.

 

A cirurgia para a retirada de ovários e das Trompas de Falópio é relativamente simples, mas há consequências importantes: os ovários são responsáveis pela produção dos hormônios estrogênio e progesterona, e a falta deles pode antecipar a chegada da menopausa.

 

Pensando nas dúvidas que surgiram em torno dessa polêmica, a Dra. Michele Migliavacca esclareceu alguns pontos. Confira:
Esse tipo de cirurgia é recomendado? 

A cirurgia profilática, ou seja, quando é realizada como prevenção e não como tratamento, pode ser indicada nos casos que seja comprovado um maior risco para câncer de ovário, um dos exemplos é uma mutação no gene BRCA2. O médico pode recomendar, mas a tomada de decisão é realizada exclusivamente pela paciente.
Quais os efeitos colaterais da retirada dos ovários e trompas?

A ooferectomia profilática, nome técnico do procedimento para retirada dos ovários, leva à menopausa cirúrgica. Na menopausa natural, os níveis hormonais sofrem um decréscimo gradual em contraste; na cirúrgica, ocorre uma queda abrupta que normalmente resulta em sintomas mais exacerbados da menopausa, como diminuição da libido, instabilidade vasomotora, maior risco para osteoporose e doenças cardiovasculares.
Quem deve realizar esse exame que detectou o gene com risco de desenvolver câncer, realizado pela Angelina Jolie?

O sequenciamento dos genes BRCA1 e BRCA2 só deve ser realizado por pacientes que preencham os critérios clínicos para a Síndrome de Mama e Ovário Hereditário.

 

Pessoas com familiares de primeiro grau que apresentaram câncer de mama ou ovário em idade jovem e homens com câncer de mama são pessoas que podem ter um risco aumentado para mutações neste gene. Estes pacientes devem passar por uma avaliação com o oncogeneticista que fará uma análise da história familiar e do paciente e indicará ou não a realização do teste. Este teste deve ser acompanhado por um aconselhamento pré e pós-teste.

 

É realmente possível evitar esse tipo de câncer?

O câncer de ovário é bem difícil de ser diagnosticado, passando despercebido muitas vezes nos exames de imagem, como ultrassom pélvico. Para a população geral, a regra para prevenção é simples: realizar acompanhamento médico de rotina e manter hábitos de vida saudáveis.

O relato da atriz no artigo “o diário de uma cirurgia” diz que ela está cumprindo a promessa que fez há dois anos, quando retirou os seios em uma dupla mastectomia: deixar as mulheres informadas sobre seus próximos passos na prevenção ao câncer.

 

Para mais informações sobre o exame entre em contato com a nossa central de atendimento através dos telefones São Paulo: (11) 3049-6999 | Santos: (13) 4004-6999

 

Conheça alguns fatores que podem favorecer o aumento de peso

Existem várias condições que podem ser obstáculos para a perda de peso. Uma vez que elas sejam identificadas, é possível emagrecer de forma segura e com efeito duradouro.

Delboni_0704_blog.ajust

Não é novidade que para emagrecer, é necessário diminuir a ingestão de calorias e aumentar o gasto enérgico. Porém, existem alguns fatores que ajudam a tornar essa equação mais complexa do que parece. Se as doenças do metabolismo são responsáveis por menos de 5% dos casos de obesidade, há outros problemas, não tão óbvios, capazes de fazer os números da balança saltarem ou teimarem em não diminuir.

A obesidade é uma doença crônica. Isso significa que há várias causas envolvidas, como propensão genética, obesidade da mãe durante a gestação, hábitos alimentares inadequados, sedentarismo entre outras causas.

Confira abaixo algumas condições que podem interferir no controle do peso:

Cigarro:

Já não é de hoje que sabemos que é praticamente impossível parar de fumar e não ganhar alguns quilos, ainda que poucos. O fumo não aumenta o metabolismo, mas faz a pessoa lembrar menos de comida. Por isso, é necessário orientar o paciente a enfrentar o novo apetite com opções saudáveis e menos calóricas, explicar a necessidade e os benefícios investir na atividade física e incentivar atividades que deem prazer.

Uso excessivo de medicamentos

Alguns remédios têm como efeito colateral a interferência na balança. Isso ocorre, pois, alguns deles atuam na síntese de gordura ou de glicose, levando o usuário a armazenar mais tecido adiposo, sentir mais fome ou reter mais líquidos.

Fazer substituições e deixar os fármacos com mais efeitos colaterais para ocasiões de emergência são medidas que podem resolver o problema. Entretanto, quando isso não for possível, o paciente deve investir em atividades físicas ou em reeducação alimentar.
Estresse e fatores emocionais

Acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido ou do emprego, muitas vezes desregulam nosso psicológico e favorecem o acúmulo de calorias. Alterações emocionais interferem, e muito, nos níveis de serotonina e dopamina, importantes neurotransmissores associados ao bem-estar.

Recomenda-se que o paciente faça terapia para lidar com as emoções e o estresse. E em casos mais graves, o uso de antidepressivos também é recomendado. Consulte seu médico e siga as indicações deste profissional.

Dormir pouco

Uma das explicações para este fenômeno é a liberação de cortisol que ocorre com a privação do descanso. A falta de sono afeta a leptina e a grelina, hormônios envolvidos no sinal que seu organismo dá quando o corpo precisa se alimentar.  Além de tudo, quanto mais tempo uma pessoa fica acordada, mais cansada estará para os exercícios.

Em caso de suspeita de distúrbios, recomendamos procurar a ajuda de um profissional para que sejam realizados os testes e exames necessários.