Mais importante do que a lancheira nova é um lanche saudável

Dicas para deixar a alimentação do seu filho mais saudável na volta às aulas

Mais importante do que a lancheira nova é um lanche saudável

A volta às aulas está chegando e, para muitos pais, preparar uma lancheira saudável pode parecer um desafio e tanto. Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem te ajudar a superar isso com criatividade e praticidade:

1. Evite embutidos e industrializados além das grandes quantidades de sódio que esses alimentos costumam ter, os conservantes e aromatizantes também não são uma boa pedida para crianças.

2. Dê preferencia a sucos naturais e crie uma rotina que facilite isso. Se você fizer um suco no café na manhã, já faça um pouco a mais e separe uma parte para o lanche. Na hora de armazenar, o ideal é optar por garrafas térmicas escuras que conservam melhor as vitaminas.

3. Carboidratos são importantes para dar energia, mas prefira o formato integral, tanto para biscoitos como para pães. Biscoitos assados de polvilho ou pipoca sem manteiga também são boas opções.

4. Variedade de frutas. Além de fazerem muito bem para a saúde, as frutas são importantes para ajudar a criança a desenvolver o paladar, por isso, é importante diversificar. Evite ficar só na banana ou na maçã e, se possível, conte um pouco para o seu filho sobre os benefícios da fruta que ele irá comer.

5. Cuidado com a conservação. Embrulhar o sanduíche em papel alumínio ajuda a mantê-lo fresco por mais tempo. Além disso, dê preferencia às lancheiras térmicas.

6. Envolva a criança no processo. Convide ela para te ajudar a montar o lanche ou escolher a fruta do dia. Assim, ela começa a se familiarizar melhor com os alimentos e seus formatos.

São Paulo: uma cidade ansiosa

Como aproveitar a cidade sem deixar que as dificuldades atinjam o seu emocional

São Paulo: uma cidade ansiosa

A Faculdade de Medicina da USP acabou de constatar em um estudo que São Paulo tem mais pessoas com distúrbios de ansiedade e depressão do que países em guerra. De acordo com a pesquisa, só na região metropolitana da cidade são mais de 20 milhões de habitantes diagnosticados como depressivos.

Apesar de um dos prováveis responsáveis por estes números ser a violência – 54% dos entrevistados relataram já ter passado por pelo menos um evento traumatizante na cidade – chama a atenção o fato das regiões periféricas e mais violentas serem justamente as que apresentam menos casos desse tipo, o que indica um problema relacionado, entre outras coisas, ao estilo de vida adotado em uma grande metrópole como São Paulo.

Para Renan Barbosa que se mudou de Bauru há 6 anos, um dos maiores desafios foi se adaptar a frequência acelerada de São Paulo. “Parece que a cidade tem um ritmo próprio que contamina as pessoas”, conta. “Aqui tenho mais amigos do que em Bauru, mas parece que as relações têm que se moldar à cidade, o que não é ruim. É só diferente”, conclui.

Seja pela correria do dia a dia ou pelo foco que todos ao seu redor parecem ter no trabalho, muitas vezes quem mora em São Paulo tem dificuldade de inserir momentos de leveza e lazer no cotidiano. Além disso, as grandes distâncias da cidade podem representar uma barreira difícil de transpor para encontros casuais entre amigos ou um cinema no meio da semana, por exemplo.

São Paulo é de fato uma cidade difícil, entretanto, muitos conseguem criar rotinas equilibradas e aproveitar o que a cidade tem de melhor. “O importante é respeitar os seus horários de lazer como você respeita o seu tempo de trabalho”, afirma Marcela Nogueira, que há três anos pratica dança flamenca de duas a três vezes por semana.

“O flamenco é algo que eu preciso para relaxar. É um momento meu, onde eu esqueço por algumas horas dos meus problemas para depois voltar pra rotina com muito mais forças de enfrentá-los. É esse equilíbrio que me faz trabalhar melhor”, afirma.

Nesse sentido, uma pesquisa publicada em 2012 pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo constatou que mais da metade da população do estado era sedentária, o que também contribui para o aumento dos casos de transtorno de ansiedade.

Diante de tudo isso, é possível concluir que, em uma cidade como São Paulo, é fundamental saber colocar limites na rotina para que haja espaço para atividades como cursos livres e exercícios físicos que permitem a socialização e o relaxamento. Tais atividades representam uma pausa dentro do ritmo acelerado da cidade e promovem uma vida mais saudável, equilibrada e menos suscetível a transtornos de ansiedade.

Pés no chão na hora de correr

Metas exageradas e postura errada podem causar lesões

Pés no chão na hora de correr

Uma hora de corrida moderada pode te ajudar a eliminar até 600 calorias, entretanto, é importante tomar alguns cuidados na hora de optar por essa prática esportiva.

Apesar de oferecer resultados rápidos e muito bons, correr é um exercício que provoca grande impacto nos joelhos e costas. Dessa forma, é fundamental ir com calma e buscar a orientação de um especialista antes de aderir à prática.

Fazer alguns exames antes de iniciar os treinos também é importante. Exames cardiorrespiratórios vão ajudar seu médico a determinar se você está apto para a atividade e avaliar qual a intensidade ideal para o seu treino.

Para evitar lesões, é importante manter uma postura correta durante toda a duração da corrida. As costas devem estar alinhadas e o abdômen levemente contraído. Os braços devem ser mantidos ao lado do corpo, dobrados a 90 graus e com os ombros e punhos relaxados. Por fim, é importante que a cabeça esteja reta e o olhar fixo no horizonte para que o pescoço fique descansado e livre de tensões.

Além disso, o corredor deverá ficar atento à passada, que deve ter amplitude compatível com a sua altura. O pé deve começar a encostar o chão pelo calcanhar e o peso deve ser distribuído por toda a sua extensão até chegar aos dedos para dar o impulso para o passo seguinte. A cada passada, é necessário erguer os joelhos para reforçar o movimento de pêndulo feito pela perna e diminuir o impacto sobre o solo.

Outro cuidado que pode ajudar os praticantes de corrida a evitarem lesões é combinar a rotina aeróbica com exercícios de musculação, principalmente para as pernas e abdômen. O fortalecimento dos músculos dessas áreas ajuda a manter a postura correta e a evitar lesões por conta do excesso de impacto.

Por fim, o corredor deverá estar atento a escolha de roupas e acessórios para o treino. É importante dar preferência a tecidos leves e investir em um bom tênis de corrida que amenizará o impacto nas articulações. Além disso, se o treino for de dia, não se esqueça de caprichar na proteção solar!

O abecedário do melanoma

Como fazer o autoexame e se prevenir

O abecedário do melanoma

O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer. De acordo com dados do Inca, eles representam 25% dos tumores malignos registrados no país, sendo normalmente causados pela exposição descuidada aos raios solares. Existem vários tipos de câncer de pele, e dentre os mais conhecidos, o melanoma é um dos mais graves, pois possui maiores possibilidades de metástase.

Diante disso, o autoexame exerce um papel fundamental, pois contribui pra o diagnóstico precoce e, consequentemente, aumenta as chances de cura da doença. Confira o nosso abecedário do melanoma e entenda melhor quais as pintas e manchas podem oferecer riscos a sua saúde. Na dúvida, vale sempre lembrar, o melhor é procurar um médico especialista.

Assimetria: quando uma metade da pinta é diferente da outra.

Bordas: de contornos irregulares ou mal definidos.

Cor: que varie de uma área para outra, com tons de preto ou marrom e algumas vezes branco, vermelho ou azulado.

Diâmetro: lesões de mais de seis milímetros são mais suspeitas já que melanomas costumam ter esse tamanho.

Evolução: uma pinta ou sinal que pareça diferente dos demais, ou que esteja apresentando mudanças no seu tamanho, forma ou cor.

Quando o dermatologista suspeitar de câncer de pele, ele irá realizar uma biopsia e, depois de retirada, essa lesão será enviada para análise por meio do exame de anatomia patológica, em que um médico patologista irá observá-la por um microscópio para avaliar se suas células possuem características compatíveis com um câncer de pele.

Série Especial: Entender para Prevenir

Post #6 – O que você gostaria de saber?

Entender para Prevenir

Quando o assunto é contracepção, as dúvidas não são poucas. Compilamos aqui algumas das perguntas mais frequentes entre o nosso público e respondemos para vocês.

Lembramos que antes de optar por um método ou outro é sempre fundamental conversar com o seu médico. Só ele conhece seu histórico e será capaz de, junto a você, escolher a opção que mais se adequa ao seu estilo de vida!

Tomar pílula por muito tempo causa infertilidade?

Não. O que acontece é que, após um longo período tomando pílula anticoncepcional, o corpo precisa de um tempo para reorganizar o ciclo menstrual e a ovulação. Dessa forma, é comum que durante alguns meses após o tratamento, a mulher não engravide. Entretanto, passando esse período, a fertilidade volta ao normal.

Existem remédios que cortam o efeito da pílula?

Sim. Alguns antibióticos, por exemplo, podem interagir com o anticoncepcional e gerar uma diminuição da sua eficácia, por isso, é sempre importante que um médico acompanhe o tratamento e analise a situação caso a caso.

Dor de cabeça e retenção de líquido são efeitos colaterais de métodos contraceptivos?

Depende. Atualmente, as pílulas possuem baixas doses hormonais justamente para evitar esse tipo de efeito colateral, entretanto, retenção de líquido, dor de cabeça e náusea podem ocorrer. Converse com o seu médico para que ele te ajude a encontrar a combinação hormonal e o método que melhor se ajuste ao seu corpo.

Pode guardar a camisinha na carteira?

É melhor não. A camisinha deve ser mantida em local fresco e sem atrito de maneira a preservar a integridade do látex e evitar rompimentos inesperados. Logo, a carteira, por normalmente ficar no bolso da calça, não é um bom lugar para guardar o preservativo.

O que acontece se a camisinha sair dentro da vagina?

Primeiramente, para evitar que isso aconteça é importante que se retire o pênis da vagina logo após a ejaculação, enquanto ele ainda estiver ereto. Caso a camisinha acabe saindo, é necessário tomar imediatamente uma medida de emergência. Consulte um médico e debata com ele, caso seja necessário, a possibilidade de uso da pílula do dia seguinte.

Você acorda pensando em ir dormir outra vez?

Excesso de cansaço pode ser sinal de problema de saúde

Você acorda pensando em ir dormir outra vez?

Uma onda de cansaço parece ter atingido a população brasileira. A notícia, por si só preocupante, é corroborada por uma pesquisa realizada a pedido do Grupo Sanofi, pelo Conectai, empresa do Ibope Inteligência. De acordo com o estudo, 98% dos brasileiros se sentem um pouco ou muito cansados mental e fisicamente.

As mulheres sentem o problema com um pouco mais de intensidade: 98% se declaram cansadas, contra 97% dos homens. E, por incrível que pareça, os jovens entre 20 e 29 anos são os que mais se queixam: 99% deles sentem algum grau de fadiga. O que era para ser uma reação natural do organismo tornou-se um pesadelo para os brasileiros.

“O cansaço é um sinal normal. Ele nos mostra que devemos parar para descansar antes que nosso corpo chegue à exaustão. É um sinal que nos leva a economizar energia. Essa sensação, que reúne lentidão de pensamentos, apatia e dores musculares acompanha os quadros infecciosos, por exemplo, para que possamos poupar energia e nos recuperar”, explica Dra. Dalva Margareth, nossa endocrinologista.

 

Problemas compartilhados

O estresse e a correria aparecem como os principais motivos do cansaço elencados pelos participantes da pesquisa. “Há uma combinação de aspectos negativos que podem levar ao cansaço. Hoje em dia, existe um excesso de atividades e obrigações diárias que, combinados com um sono de baixa qualidade e alimentação inadequada, prejudicam nosso organismo”, destaca nossa especialista.

Segundo a pesquisa, a falta de condicionamento físico, questões pessoais, alimentação desregrada, acomodação, preguiça sem motivo, dificuldades no trabalho e problemas de saúde aparecem como motivos do problema. Em contrapartida, os 2% que se dizem mais dispostos elencam o bom sono, o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional e a alimentação balanceada como as principais causas do vigor.

 

Indisposição traiçoeira

Se, diariamente, sua cama parece ser mais interessante que qualquer outra atividade, a atenção deve ser redobrada. O cansaço que leva a problemas de saúde e que aparece sem um motivo visível, pode ser reflexo de doenças ainda não diagnosticadas. “Um paciente diabético, com glicose elevada no sangue, é acometido de um cansaço extremo. Neste caso, a glicose não é utilizada como fonte de energia para as células e, assim, o cérebro recebe a informação de falta de energia nas células, levando a diversos sinais de cansaço, atrofia muscular e perda de peso”, explica Dra. Dalva.

O cansaço pode ocorrer também devido à falta dos hormônios tireoidianos – o hipotireoidismo. “Esses hormônios são responsáveis por aumentar a atividade muscular em geral, incluindo o músculo do coração. Toda essa massa muscular sem energia leva à fadiga. Ainda podemos citar anemias, falta de vitaminas do Complexo B, desinteresse pelo trabalho, tristeza, depressão e pensamentos desconexos como consequências. Há também problemas físicos, a exemplo de dor de cabeça, diarreia ou até mesmo constipação.” Para dar inicio à resolução do problema, consulte um especialista e faça os exames necessários.

Alimentação e emoção

Por que o que comemos está tão relacionado ao que sentimos?

Alimento e Emoção

Nossa memória afetiva está repleta de sabores e pratos especiais: o bolo quentinho da avó, aquela receita única que a mãe fazia no Natal, a sobremesa incrível que experimentamos naquela viagem e por aí vai. Ao longo das nossas vidas, vamos colecionando recordações que transformam as refeições em muito mais do que uma simples resposta a uma necessidade vital.

De acordo com um artigo “Alimento e Emoção” do Professor Doutor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Arthur Kaufman, o alimento está poderosamente ligado às emoções. A amamentação é uma das primeiras conexões de prazer que temos com o mundo e, para muitas pessoas, a simples memória de um prato favorito evoca imagens, emoções e sentidos.

É muito comum, portanto, que o alimento seja usado além da sua função nutritiva servindo, muitas vezes, como paliativo para sentimentos considerados negativos, como angústia, tristeza, ansiedade e medo. O problema, nesses casos, é que comer pode acabar virando uma forma de substituir confrontos e rejeições, afirma o artigo.

Uma das consequências mais comuns desse desequilíbrio é a obesidade, um distúrbio que, para a Psicologia, resulta de uma tentativa em camuflar com comida alguns problemas como a necessidade de controlar ou reprimir alguma coisa.

Nesse sentido, é quase impossível embarcar em uma jornada de controle ou reeducação alimentar sem pensar na relação que a comida tem com os seus sentimentos.

Um bom jeito de começar a desvendar como essa conexão afeta a sua vida é fazer um diário onde, ao longo do dia, você consiga anotar tudo que comeu e qual era o sentimento que predominava em cada refeição. Assim, além de controlar a quantidade de alimento ingerida, você será capaz de entender melhor o que te levou a comer: fome ou emoção.

Sono: o que importa é a qualidade

Dicas para quem quer dormir melhor e ter uma vida mais saudável

12_Sono

Apesar da quantidade certa de sono ser fundamental para a saúde do nosso organismo, um aspecto importante muitas vezes negligenciado é a qualidade das horas que passamos dormindo.

Para muitos, acordar de manhã cansado, mesmo depois de 8 ou mais horas de sono, não é algo tão incomum assim. Normalmente, essa sensação é fruto da incapacidade de nos desligarmos do nosso cotidiano e realmente descansarmos enquanto dormirmos.

Diante disso, separamos algumas dicas simples pra quem deseja dormir melhor!

1. Fique longe de eletrônicos
Dar aquela olhadinha nas redes sociais antes de dormir pode ser uma péssima ideia. Da mesma forma como a televisão, a luz emitida por celulares e tablets prejudica a produção de melatonina, hormônio que ajuda a regular o sono. Além disso, se o aparelho for usado para trocar mensagens, o resultado pode ser ainda pior. Uma pesquisa realizada pela Washington and Lee University, nos EUA, constatou que após enviarmos uma mensagem, nosso cérebro fica em alerta aguardando uma resposta, mesmo que estejamos dormindo, o que pode prejudicar muito a qualidade do sono.

2. Cuidado com a alimentação
Antes de dormir, evite bebidas com cafeína e de preferência a alimentos leves e de fácil digestão. Também é importante evitar o consumo de álcool que, apesar de dar uma sensação de sonolência, tende a provocar um sono fragmentado e pouco profundo.

3. Não fique rolando na cama
Se a insônia bater, levante da cama e vá fazer alguma coisa relaxante como ler um livro ou tomar um banho morno. Ficar rolando na cama aumenta a sensação de ansiedade e prejudica a sonolência.

4. Evite levar problemas para o travesseiro
Se você não conseguiu resolver todas as suas pendências antes de ir para a cama, uma boa dica é escrever o que você ainda precisa fazer em um pedaço de papel. Isso ajuda a tirar os problemas da cabeça antes de dormir e proporciona um sono mais tranquilo.

5. Ambientes escuros e silenciosos
Nosso corpo associa luz e barulho ao dia e a necessidade de despertar, enquanto escuro e silêncio são naturalmente vinculados à noite e ao momento de descanso. Por conta disso, a boa qualidade do sono depende do bom preparo do quarto que deve estar escuro e silencioso.

Tosse insistente pode ser sintoma de refluxo

Saiba mais sobre o diagnóstico e o tratamento dessa doença

06_Tosse

Sintomas e Diagnóstico

O refluxo gastroesofágico é uma doença caracterizada pelo relaxamento da válvula que separa o estômago do esôfago e impede o retorno do conteúdo gástrico para a parte superior do aparelho digestório. Quando, por algum motivo, esse mecanismo falha, temos a ocorrência do refluxo.

Os sintomas mais comuns desta doença são a sensação de queimação da região do esôfago, o mau hálito e a aquela conversa “insistente” e incômoda com a última refeição. Quando atinge a parte mais alta do esôfago (região da garganta), alguns outros sinais de alerta podem aparecer.

Dentre os sintomas menos comuns destacam-se a tosse crônica, rouquidão, pigarro e até mesmo pequenos nódulos nas pregas vocais.

Apesar dos sintomas ajudarem muito no diagnóstico, a realização de alguns exames é fundamental para a confirmação da doença e tratamento adequado.

Confira aqui os exames oferecidos pelo Delboni e, caso você se identifique com esses sintomas, converse com o seu médico.

 

Tratamento

Na correria do dia a dia, existem muitos hábitos comuns que acabam agravando o refluxo gastroesofágico. Dentre eles, destacam-se o consumo exagerado de bebidas alcóolicas, ingerir muita gordura e especialmente ficar muitas horas sem comer.

Sendo assim, o tratamento é feito com remédios (protetores gástricos). Mudanças na rotina do paciente influenciam muito na melhora: cuidar da alimentação, evitando alimentos ácidos e gordurosos, não pular refeições, não comer muito tarde à noite e evitar o consumo excessivo de bebidas alcóolicas são indicados.

Exames genéticos são grandes aliados no combate ao câncer de mama

Descubra a evolução das formas de diagnóstico e como a tecnologia tem ajudado a salvar a vida de muitas mulheres

09_Exames

A maioria das mulheres sabe que o seu maior aliado para a detecção precoce do câncer de mama é a mamografia, exame que pode descobrir um tumor antes mesmo de ele se tornar palpável, aumentando as chances de cura da doença.

No entanto, antes do desenvolvimento desta técnica, que surgiu no final dos anos 50, os tumores só podiam ser diagnosticados quando palpáveis, com dimensões relativamente grandes e, muitas vezes, já sem chances de cura. A importância desse exame se dá porque, quando um tumor é diagnosticado em fase precoce, seu tratamento é conservador, conforme explica nossa médica radiologista e Coordenadora dos Serviços de Diagnóstico em Mama, Dra. Flora Finguerman: “Nesses casos, não é necessário retirar toda a mama, apenas um quadrante dela, e por vezes nem mesmo a quimioterapia é necessária”.

DNA do Câncer

Pacientes com história de câncer de mama em membros da família estreitamente relacionados são considerados portadores de câncer de mama familiar (CMF) e representam 5 a 7% de todos os casos de câncer de mama. Dentro desse grupo, 25% dos casos podem ser atribuídos à presença de mutações germinativas em dois genes de alta suscetibilidade. “A presença dessas mutações confere um risco cumulativo, até os 70 anos, de 65% para BRCA1, no câncer de mama, enquanto para o BRCA2 é de 39%”, explica a nossa medica e pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer Dra. Ilana Zalcberg Renault.

Essa predisposição para o câncer de mama familiar é detectada pela análise de mutações por sequenciamento direto dos genes BRCA1 e BRCA2, exame indicado para aquelas que têm risco elevado por histórico familiar. As mamografias periódicas, nestas pacientes, devem ser realizadas mais cedo. O rastreamento mamográfico começa, normalmente, dez anos antes da idade em que a parente de primeiro grau teve o câncer, e também é indicada a realização de ressonância magnética anual.

Na população em geral, a mamografia deve ser realizada anualmente a partir de 40 ou 50 anos, conforme a decisão do médico solicitante. Em mulheres jovens com queixas de nódulos palpáveis, muitas vezes o médico opta por iniciar a investigação pelo ultrassom.

Matéria adaptada da edição #4 da Revista do Delboni. Para ver a publicação na íntegra clique aqui!