Conheça os sintomas e tratamentos das alterações hormonais

A endocrinologista do Delboni, Myrna Campagnoli, fala sobre as principais causas das baixas e altas hormonais

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Desencadeadas por vários fatores, as disfunções hormonais geram dúvidas e preocupações nas mulheres. O que as provocam e como estabiliza-las? A diminuição ou excesso de hormônios podem causar outros problemas de saúde? Estas e outras questões são explicadas pela endocrinologista do Delboni Medicina Diagnóstica, Myrna Campagnoli.

“As insuficiências hormonais podem acontecer por uma série de motivos. Existem as causas fisiológicas, ou seja, aquelas programadas pelo organismo como, por exemplo, na menopausa e na andropausa, em que a baixa de hormônios é esperada e normal. Dentre as causas patológicas, em que há doença, a alteração pode encontra-se na glândula, no seu eixo de controle, nos órgãos-alvo ou podem ser causadas por medicamentos e outras causas externas”, explica a especialista.

A suspeita diagnóstica costuma ser feita durante a consulta médica. O especialista analisa a história da paciente, seus sinais e sintomas e confirma o quadro através das dosagens hormonais nos exames laboratoriais. Por vezes os exames de imagem (ecografia, tomografia, ressonância) também são necessários para o esclarecimento do diagnóstico e de suas possíveis causas.

Quando se trata de carência hormonal, várias podem ser as causas. Segundo Dra. Myrna, “todas as glândulas do organismo podem perder ou reduzir a sua capacidade produtiva em função de um tumor, falta de irrigação sanguínea (isquemia), trauma (acidente), cirurgia com retirada de parte ou de toda a glândula ou por medicamentos que interfiram diretamente na produção hormonal. Doenças sistêmicas, como as doenças autoimunes, podem também acometer as glândulas e diminuir a produção hormonal”.

Além desses fatores, é importante lembrar que a alimentação também influi na produção hormonal, já que a falta de alguns nutrientes podem interferir na produção de vários hormônios.

O tratamento da diminuição hormonal varia de acordo com a causa e o tipo de alteração. Geralmente, consiste na resolução da causa primária, quando for possível, seguido da reposição do hormônio que está sendo produzido de forma inadequada. Atualmente a maioria dos hormônios pode ser reposta de forma artificial, por meio de medicamentos. “Para os casos em que isso não é possível, existem outras opções que atuam diretamente no sítio de ação deste hormônio, tratando os sinais e sintomas”, afirma Dra. Myrna.

No outro extremo, observamos os excessos hormonais. O excesso hormonal pode ocorrer em virtude de causas endógenas, distúrbios de produção glandular em que os hormônios são produzidos em excesso pelo organismo, ou por causas exógenas, relacionadas ao uso indevido de medicamentos ou reposições hormonais em doses inadequadas. “Estas causas, chamadas exógenas, têm se tornado cada vez mais frequentes em virtude dos abusos realizados em nome da estética (academia e antiaging)”, revela a médica.

Dentre das causas endógenas, o excesso hormonal pode estar relacionado a tumores produtores de qualquer hormônio, a doenças sistêmicas como as doenças autoimunes, alterações, dentre outras.

Existem ainda situações em que a elevação hormonal é fisiológica. Durante a gestação, após a prática de exercícios físicos, no curso de infecções ou doenças sistêmicas graves, dentre outros fatores. “Nestes casos, a elevação dos níveis hormonais é normal e importante e não trazem prejuízo para o organismo, muito pelo contrário.”, diz.

Segundo Dra. Myrna, “na presença de níveis elevados de qualquer hormônio, independentemente da origem, há uma amplificação de todas as funções do hormônio em questão, gerando uma série de sinais e de sintomas que podem ocasionar graves prejuízos à saúde”.

Dentre as doenças causadas pelo excesso hormonal, as mais conhecidas são o hipertireoidismo (excesso de hormônios da tireoide), o hiperinsulinismo (excesso de insulina) e o hipercortisolismo (excesso de cortisol). “Entretanto, não existe nenhum hormônio que não possa apresentar esta situação”, pondera.

A médica reforça que toda e qualquer reposição hormonal deve ser sempre criteriosa e prescrita por um médico especialista e deve ser precedida de um diagnóstico confirmado e de seguimento médico regular para controle dos níveis hormonais.

De acordo com a endocrinologista, o diagnóstico também deve ser feito pela avaliação médica criteriosa e confirmado através da realização de exames complementares. O tratamento depende da origem do excesso e vai desde a suspensão da medicação em uso, se a causa for exógena, até a retirada da glândula em virtude de causas endógenas. É imprescindível o tratamento da causa primária e, em grande parte dos casos, o uso de medicamentos que inibem a produção glandular consegue controlar os sinais e sintomas.

 

Dra. Michele Migliavacca explica como funciona a cirurgia de extração dos ovários e trompas realizada pela atriz Angelina Jolie e como é feito o exame genético que detecta possíveis complicações

O exame genético realizado pela atriz pode detectar precocemente algumas doenças genéticas.

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O teste genético para mapeamento dos genes BRCA1 e BRCA2, realizado por Angelina Jolie, já existe no Brasil há quase dez anos. Porém o exame não é recomendado para todos; a indicação varia de acordo com o histórico familiar de cada paciente e com avaliação do médico. Apenas 10% dos cânceres são hereditários e apenas nestes casos se faz necessário o acompanhamento e a realização do teste.

 

A cirurgia para a retirada de ovários e das Trompas de Falópio é relativamente simples, mas há consequências importantes: os ovários são responsáveis pela produção dos hormônios estrogênio e progesterona, e a falta deles pode antecipar a chegada da menopausa.

 

Pensando nas dúvidas que surgiram em torno dessa polêmica, a Dra. Michele Migliavacca esclareceu alguns pontos. Confira:
Esse tipo de cirurgia é recomendado? 

A cirurgia profilática, ou seja, quando é realizada como prevenção e não como tratamento, pode ser indicada nos casos que seja comprovado um maior risco para câncer de ovário, um dos exemplos é uma mutação no gene BRCA2. O médico pode recomendar, mas a tomada de decisão é realizada exclusivamente pela paciente.
Quais os efeitos colaterais da retirada dos ovários e trompas?

A ooferectomia profilática, nome técnico do procedimento para retirada dos ovários, leva à menopausa cirúrgica. Na menopausa natural, os níveis hormonais sofrem um decréscimo gradual em contraste; na cirúrgica, ocorre uma queda abrupta que normalmente resulta em sintomas mais exacerbados da menopausa, como diminuição da libido, instabilidade vasomotora, maior risco para osteoporose e doenças cardiovasculares.
Quem deve realizar esse exame que detectou o gene com risco de desenvolver câncer, realizado pela Angelina Jolie?

O sequenciamento dos genes BRCA1 e BRCA2 só deve ser realizado por pacientes que preencham os critérios clínicos para a Síndrome de Mama e Ovário Hereditário.

 

Pessoas com familiares de primeiro grau que apresentaram câncer de mama ou ovário em idade jovem e homens com câncer de mama são pessoas que podem ter um risco aumentado para mutações neste gene. Estes pacientes devem passar por uma avaliação com o oncogeneticista que fará uma análise da história familiar e do paciente e indicará ou não a realização do teste. Este teste deve ser acompanhado por um aconselhamento pré e pós-teste.

 

É realmente possível evitar esse tipo de câncer?

O câncer de ovário é bem difícil de ser diagnosticado, passando despercebido muitas vezes nos exames de imagem, como ultrassom pélvico. Para a população geral, a regra para prevenção é simples: realizar acompanhamento médico de rotina e manter hábitos de vida saudáveis.

O relato da atriz no artigo “o diário de uma cirurgia” diz que ela está cumprindo a promessa que fez há dois anos, quando retirou os seios em uma dupla mastectomia: deixar as mulheres informadas sobre seus próximos passos na prevenção ao câncer.

 

Para mais informações sobre o exame entre em contato com a nossa central de atendimento através dos telefones São Paulo: (11) 3049-6999 | Santos: (13) 4004-6999

 

Conheça alguns fatores que podem favorecer o aumento de peso

Existem várias condições que podem ser obstáculos para a perda de peso. Uma vez que elas sejam identificadas, é possível emagrecer de forma segura e com efeito duradouro.

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Não é novidade que para emagrecer, é necessário diminuir a ingestão de calorias e aumentar o gasto enérgico. Porém, existem alguns fatores que ajudam a tornar essa equação mais complexa do que parece. Se as doenças do metabolismo são responsáveis por menos de 5% dos casos de obesidade, há outros problemas, não tão óbvios, capazes de fazer os números da balança saltarem ou teimarem em não diminuir.

A obesidade é uma doença crônica. Isso significa que há várias causas envolvidas, como propensão genética, obesidade da mãe durante a gestação, hábitos alimentares inadequados, sedentarismo entre outras causas.

Confira abaixo algumas condições que podem interferir no controle do peso:

Cigarro:

Já não é de hoje que sabemos que é praticamente impossível parar de fumar e não ganhar alguns quilos, ainda que poucos. O fumo não aumenta o metabolismo, mas faz a pessoa lembrar menos de comida. Por isso, é necessário orientar o paciente a enfrentar o novo apetite com opções saudáveis e menos calóricas, explicar a necessidade e os benefícios investir na atividade física e incentivar atividades que deem prazer.

Uso excessivo de medicamentos

Alguns remédios têm como efeito colateral a interferência na balança. Isso ocorre, pois, alguns deles atuam na síntese de gordura ou de glicose, levando o usuário a armazenar mais tecido adiposo, sentir mais fome ou reter mais líquidos.

Fazer substituições e deixar os fármacos com mais efeitos colaterais para ocasiões de emergência são medidas que podem resolver o problema. Entretanto, quando isso não for possível, o paciente deve investir em atividades físicas ou em reeducação alimentar.
Estresse e fatores emocionais

Acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido ou do emprego, muitas vezes desregulam nosso psicológico e favorecem o acúmulo de calorias. Alterações emocionais interferem, e muito, nos níveis de serotonina e dopamina, importantes neurotransmissores associados ao bem-estar.

Recomenda-se que o paciente faça terapia para lidar com as emoções e o estresse. E em casos mais graves, o uso de antidepressivos também é recomendado. Consulte seu médico e siga as indicações deste profissional.

Dormir pouco

Uma das explicações para este fenômeno é a liberação de cortisol que ocorre com a privação do descanso. A falta de sono afeta a leptina e a grelina, hormônios envolvidos no sinal que seu organismo dá quando o corpo precisa se alimentar.  Além de tudo, quanto mais tempo uma pessoa fica acordada, mais cansada estará para os exercícios.

Em caso de suspeita de distúrbios, recomendamos procurar a ajuda de um profissional para que sejam realizados os testes e exames necessários.

Teste da linguinha passa a ser obrigatório para recém-nascidos em todo país

Um procedimento simples que verifica se o bebê terá dificuldades para amamentar, mastigar e até falar

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Uma nova lei federal (Lei 13.002/2014) obriga hospitais e maternidades das redes publica e privada a fazer o chamado teste da linguinha em recém-nascidos. O objetivo do exame é detectar se existe alguma alteração no frênulo da lingua, membrana que liga a língua à parte inferior da boca, também conhecida como freio lingual. A alteração pode gerar a popular língua presa. Através  da avaliação é possível identificar se o frênulo lingual limita os movimentos da língua, que são importantes para sugar, mastigar, deglutir e falar.

A lei pode ser considerada um avanço em alguns aspectos, porém é preciso considerar alguns pontos em relação ao tratamento. Existem graus diferentes de língua presa e, por isso, o tratamento varia de acordo com o problema apresentado pelo bebe. Contudo, o diagnóstico do teste não significa que o bebê terá necessariamente que ser submetido a um procedimento para correção do problema.

A avaliação do frênulo da língua deve ser feita por profissional da saúde experiente e deve seguir um protocolo bem definido que deve consistir da avaliação de informações importantes, desde a historia clinica do bebe, antecedentes familiares, questionamentos sobre a amamentação, além do exame físico constituído por avaliação morfofuncional da língua e avaliação das funções orofaciais. Uma avaliação bem realizada é fundamental para decisões sobre futuras condutas.

O procedimento para tratamento, quando realizado em recém-nascidos é bem simples e indolor. Porém, quanto maior a idade a criança, mais dor e cuidados pós-operatórios ela poderá ter, já que a pele (ou membrana) que constitui o freio da língua vai engrossando e ficando resistente com o tempo.

Um profissional da saúde deve ser responsável pela avaliação inicial do frênulo lingual. Caso exista alguma variação expressiva, uma avaliação fonoaudiologia é indicada durante a internação do recém-nascido. Ela é necessária, pois avalia também os aspectos funcionais da amamentação, fundamental para decisões sobre futuras condutas.

Exames até os dez anos de idade

Conheça os principais exames que devem ser feitos desde o nascimento

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Muitas pessoas, em vez de fazer exames preventivos regularmente, só procuram o médico quando estão muito incomodadas com alguma questão de saúde. A maioria das doenças mais incidentes na população poderia ser evitada, ou ter seus sintomas controlados, com mudanças simples no cotidiano.

Existem três variações de práticas preventivas: A primária é evitar ou remover o fator de risco, como fazer exercícios físicos, dietas adequadas, vacinação e sexo seguro. Na secundária a ênfase está no check-up. A combinação de exames com a avaliação médica aumenta a chance de detecção precoce de doenças. A terceira é quando já existe algum problema e os médicos buscam formas de evitar seu avanço, garantindo mais qualidade de vida ao paciente.

Hoje começamos uma série de posts no blog e no Facebook sobre os exames mais importantes que devemos fazer ao longo da vida. Abaixo, você vai conhecer quais exames são indicados para crianças, desde o nascimento até os dez anos de idade:

- Tipagem sanguínea: Exame de sangue que identifica o tipo sanguíneo e o fator Rh.

- Teste do pezinho: Colhido a partir do 3º dia de nascimento, o teste do pezinho visa a avaliação de risco do recém-nascido para algumas doenças que podem trazer prejuízo para o seu desenvolvimento futuro. Atualmente existem várias subdivisões de exames com as mais variadas denominações, como Plus, Completo, Ampliado, Máster e etc.

- Vacina contra hepatite B: A vacinação contra a hepatite B já pode ser feita durante o período neonatal, após as primeiras 12h de vida. São dadas três doses intramusculares. A segunda dose dada um mês após a primeira e a 3ª dose com seis meses após a 1ª dose, sendo que o intervalo mínimo entre a 2ª e a 3ª dose deve ser de dois meses.

- Teste do ouvido: O teste do ouvido é realizado com o intuito de se descobrir o nascimento de crianças que tenham algum tipo de deficiência auditiva e permitir que se tomem atitudes de forma mais rápida para que o prejuízo no desenvolvimento cognitivo e de linguagem seja o menor possível. É um exame totalmente indolor, realizado durante o sono do recém-nascido, e logo nos primeiros dias de vida.

- Teste do olhinho: O teste do olhinho, ao contrário do teste do pezinho e da orelhinha, ainda não é obrigatório e pouco conhecido. É feito através da avaliação da retina do bebê por oftalmoscópio, para verificar a possibilidade de alguma doença oftalmológica do recém-nascido.

Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral: De acordo com a necessidade ou a indicação médica.

Para mais informações sobre alguns dos exames citados acima acesse nosso site ou entre em contato com a nossa Central de Atendimento ao Cliente pelos números: São Paulo: (11) 3049-6999 | Santos: (13) 4004-6999

 

Teste genético voltado para nutrição e exercícios físicos já está disponível no Delboni Auriemo

Exame detalha o metabolismo dos pacientes, revelando os alimentos mais indicados para a dieta, exercícios físicos com melhor resposta e até a propensão ao desenvolvimento de determinadas doenças.

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Trazendo o que há de mais avançado em medicina personalizada, o Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica disponibiliza o Painel Genômico de Nutrição e Resposta a Exercício. Trata-se um exame que oferece um relatório individual e exclusivo, com informações importantes sobre o organismo de cada individuo e que ajudam a entender como o estilo de vida e a genética podem influenciar a saúde.

Baseado em Biologia Molecular, o painel genético consiste em um mapeamento e avaliação de 145 marcadores genéticos que possibilitam conhecer como cada pessoa metaboliza açucares, gorduras, nutrientes e vitaminas, além de definir os exercícios mais indicados para cada perfil. Por meio do teste, o paciente descobre como seus genes influenciam a sua percepção ou desejo de alguns alimentos, como o doce e o amargo.   “Por meio do Painel Genômico é possível obter informações sobre peso saudável e sua predisposição em mantê-lo”, explica a Dra. Mônica Freire, diretora médica do Delboni.

Com o novo exame, os médicos passam ainda a ter conhecimento não apenas do metabolismo dos pacientes, mas também da propensão ao desenvolvimento de doenças como as cardíacas e diabetes tipo 2. Desta forma, o painel genômico quebra o paradigma da avaliação médica voltada para a detecção de doenças e passa a atuar na chamada Medicina Preventiva.

Segundo a médica, o principal objetivo do teste é ajudar os médicos no tratamento mais assertivo de seus pacientes. “Com ele, podemos descobrir, por exemplo, se uma pessoa tem deficiência de algumas vitaminas ou ainda se seria mais beneficiada com exercícios de força ou de resistência, entre outros exemplos”, explica ela.

O exame vem com um laudo em forma de relatório ilustrado. “Ele fala sobre a genética pessoal e dieta – nutrição e prática de exercícios –, focando nas melhores respostas que a pessoa pode ter para melhorar seu estilo de vida, como os alimentos mais indicados a consumir e a evitar. Da mesma forma, é possível saber qual o tipo de exercício é mais proveitoso ao organismo”, conta Dra. Mônica.

Para garantir os resultados, é fundamental que a solicitação e o acompanhamento sejam feitos por intermédio de um médico especializado. Desta forma, será possível tirar melhor proveito das informações apresentadas, bem como traçar o melhor caminho para uma vida mais saudável.

Algumas perguntas que o Painel Genômico ajuda a responder

Por meio da análise de seus marcadores genéticos, você poderá entender melhor o seu metabolismo e encontrar respostas únicas para as perguntas mais comuns.

  • Qual o melhor tipo de dieta para mim?
  • Por que eu não consigo dizer “não” para certos alimentos?
  • Por que eu sinto a necessidade de comer entre as refeições?
  • Eu tenho deficiência de alguma vitamina?
  • Quais tipos de exercícios são mais eficazes para mim?

Para mais informações acesse: www.delboniauriemo.com.br

Exames ajudam a garantir uma gestação saudável

Eles são fundamentais para assegurar a saúde da futura mamãe e do bebê

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Aos primeiros sinais de gravidez, como enjoo, tontura e apetite exagerado, a mulher já inicia a rotina de exames. O primeiro deles é o famoso teste de gravidez. Mas qual é o ideal? Teste de farmácia ou o Beta HCG? Ambos são confiáveis, contudo, o mais preciso é de fato o exame de sangue (Beta HCG).

“O teste de sangue, ou seja, o Beta HCG, é o mais sensível, detectando com mais rapidez a gestação. Já o de urina leva um tempo maior, cerca de uma semana a mais do que o de sangue, para confirmar a gravidez”, explica Dr. Jurandir Passos, ginecologista e obstetra do Delboni.

Às futuras mamães, esse é só o começo. Durante a gestação são solicitados inúmeros exames de análises clínicas e de imagem. Tudo isso para assegurar a saúde da mãe e do bebê. “Hemograma, tipagem sanguínea, sorologia para Lues (sífilis) e HIV, e exame de urina são exames indispensáveis para gestantes”, enumera Dr. Jurandir.

Já o primeiro exame de imagem é a ultrassonografia, que deve ser realizada entre a 8ª e a 10ª semana de gestação, para avaliar a localização, a quantidade de embriões, o tempo de gravidez e se há riscos de aborto. “Outras avaliações podem ser prescritas. Tudo vai depender se a mãe tem ou não alguma doença associada, como problemas de tireoide, pressão alta, diabetes, entre outras”, ressalta.

Dr. Jurandir reforça que as grávidas devem ter muita atenção à saúde, não deixando de realizar nenhum teste indicado pelo médico. “Os exames são fundamentais para garantir a saúde da mãe e do feto. Com eles, é possível fazer diagnósticos precoces de várias doenças e, muitas vezes, iniciar o tratamento delas ainda na gestação”, destaca.

O médico lembra que as mamães mais ansiosas não precisam esperar até o quarto mês de gestação para saber o sexo do bebê. “O exame de sexagem fetal, feito por meio de uma amostra de sangue da mãe, permite saber se o feto é menina ou menino já na oitava semana de gravidez”, completa.

Contudo, este exame não serve apenas para ajudar os pais na hora de escolher o enxoval e a cor do quarto da criança. “A sexagem fetal é importante, também, na descoberta de algumas doenças e alterações genéticas, que só seriam diagnosticadas na puberdade”, conclui o especialista.
Em caso de dúvidas ou para mais informações sobre os exames oferecidos pelo Delboni, acesse nosso site http://www.delboniauriemo.com.br/  ou entre em contato com o Atendimento ao Cliente pelo telefone São Paulo: (11) 3049-6999 Santos: 913) 4004-6999.

Projeto sustentável no núcleo técnico operacional do Delboni permite utilização da água excedente nos processos de filtragem e gera economia de 14 mil litros diários

Boa parte da água que seria desperdiçada após passar por sistema de purificação retorna para a caixa de abastecimento e inicia novo ciclo de tratamento. Projeto está sendo ampliado para outros estados

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Um sistema de purificação pioneiro implementado na DASA, grupo especializado em serviços auxiliares de apoio diagnóstico, permite que uma boa quantia da água excedente em seus processos de filtragem e purificação retorne para a caixa de abastecimento e inicie um novo ciclo de tratamento. O procedimento, que faz parte das ações de sustentabilidade da companhia, tem garantido a economia de 14 mil litros de água diários extremamente potáveis que seriam descartados na rede de esgoto. “O diferencial do nosso projeto é a utilização total dessa água excedente que é gerada nos processos de filtragem e transformação da água potável, recebida pelas redes de abastecimento, em água reagente (tipo de água tratada especialmente para uso em laboratórios)”, revela Fabiana Barini, diretora da área de Qualidade da DASA.

De acordo com a executiva, apenas 1/3 da água envolvida no processo é aproveitada, enquanto os 2/3 restantes seriam simplesmente descartados. “Em todo o sistema de purificação, que conta com quatro máquinas, passam 3.200 litros por hora, já que em cada máquina passam 800 litros. Deste total, podemos dizer que apenas 200 litros seriam aproveitados durante as filtragens e os outros 600 seriam rejeitados”, alerta.

Toda a água utilizada em laboratórios clínicos deve ser rigorosamente tratada. Esse processo vai desde a visualização de seu aspecto até uma análise completa dos contaminantes. “Com essa cadeia de tratamento implementada na DASA, ao final do processo temos a certeza de que nossa água tem a pureza necessária para ser utilizada nos processos de automação dos nossos equipamentos e o excedente retorna para a cisterna inicial, dando continuidade a esse ciclo virtuoso”, explica Barini.

O sucesso do projeto levou a DASA a implementar os mesmos filtros, que inicialmente faziam parte do Núcleo Técnico Operacional (NTO) de Alphaville, aos demais NTOs da companhia, replicando a experiência para o NTO de Tamboré – SP (que atende a marca CientificaLab), Duque de Caxias – RJ (Sergio Franco) e atualmente o de Cascavel – SC (Laboratório Alvaro). Para atender as demandas das marcas Delboni Auriemo e Lavoisier Medicina Diagnóstica, que continuam crescendo, o NTO de Alphaville está recebendo sua quinta máquina, o que aumenta a circulação de água purificada para 1 mil litros por hora.

Como funciona

O sistema de purificação permite a transformação da água potável, recebida pelas redes de abastecimento, em água reagente (tipo específico para utilização em laboratórios). Em linhas gerais, durante o ciclo de tratamento, a água é submetida à deionização – processo comum utilizado em laboratórios e na indústria para produzir solventes puros, isentos de íons –, osmose reversa, filtros de carvão, sílica e outros processos de filtragem que identificam até microbactérias.

Investimento em infraestrutura

Como os purificadores iniciais ocupavam muito espaço físico e atrapalhavam o fluxo de trabalho nos setores, em 2009 a DASA idealizou a centralização dos equipamentos em uma área específica, utilizando quatro aparelhos com capacidade total de obtenção de água purificada de 800 litros por hora da marca Elga Lab Water.

O projeto foi realizado em parceria com a Empresa Nova Analítica e com a Roche Diagnóstica Brasil. Os quatro equipamentos adquiridos são responsáveis por tornar a água purificada atendendo todas as especificações necessárias para o uso no Núcleo Técnico Operacional (NTO), local de processamento dos exames das marcas DASA, situado em Alphaville.

Para o diretor de Análises Clínicas da companhia, Dr. Cláudio Pereira, o primeiro passo para a instalação desses equipamentos foi designar uma sala com 23 metros quadrados, além de realizar uma avaliação estrutural do local. “Essa medida foi necessária para garantir que não haveria sobrecarga na estrutura, já que cada máquina em operação pesa cerca de 540 kg”, revela o executivo.

O passo seguinte foi realizar obras de infraestrutura, como instalações elétricas, controle de temperatura, instalação de água de alimentação e do sistema de pré-filtração, tubulação para efluentes e revestimento do piso. “Também foi projetado um dique de contenção capaz de suportar possíveis vazamentos de água”, diz ele.

O Dr. Pereira ainda afirma que a grandiosidade do projeto vai além das tecnologias de última geração utilizadas. “Administrar um volume tão grande de água é uma grande responsabilidade, e conseguimos fazê-lo com 100% de aproveitamento deste insumo. Estamos muito satisfeitos e orgulhosos deste resultado”, finaliza.

Atualmente, o NTO de Alphaville, piloto no projeto, está ampliando o projeto e receberá mais uma máquina que contribuirá para uma economia de cerca de 17 mil litros de água por dia.

Compromisso com a Sustentabilidade

Baseada em três pilares (social, econômico e ambiental), a DASA possui como premissa manter a qualidade de seus serviços, por meio de processos integrados que promovam e garantam a sustentabilidade dos negócios e possui uma área dedicada para fazer valer tais princípios.

“A sustentabilidade faz parte do nosso DNA, não só considerando o desenvolvimento dos negócios, como forma de contribuir com a sociedade e com os nossos colaboradores. Por isso um dos nossos compromissos é desenvolver diariamente as melhores práticas sustentáveis, investindo em processos e programas que minimizem os impactos das nossas operações”, diz Fabiana Barini.

No calor, é preciso redobrar os cuidados com a candidíase!

Fique atento aos sintomas. O tratamento é simples, porém, evite a automedicação.

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O verão veio com tudo este ano, estamos acompanhando diariamente cidades batendo recordes de temperatura. Essas características certamente lembram a praia e piscina. Mas lembre-se: existem alguns cuidados essenciais para a saúde nesta época que você não pode esquecer. Durante o verão, é preciso redobrar a atenção e os cuidados para evitar a candidíase. A doença se espalha nas épocas mais quentes do ano, pois muitas pessoas passam a usar biquínis e sungas molhadas ou úmidas por muito tempo.

A doença fica mais comum durante o verão porque, ao usar biquínis, maiôs e sungas molhados durante muito tempo, a umidade e o calor favorecem o aumento do fungo responsável pela candidíase, a candida albicans. Por isso, a primeira e mais importante dica para se prevenir dela é sempre que possível secar bem o corpo.

É comum detectar sintomas da candidíase no corpo, confundir com uma simples alergia e se automedicar erroneamente. Em geral, o publico feminino sofre mais com a doença do que os homens. O motivo é a constituição corporal da mulher. Os fungos que provocam a doença vivem em nossa pele, boca, intestino e diversas áreas do corpo. Nas mulheres, entretanto, os fungos também estão presentes nas partes íntimas, favorecendo o aparecimento da doença.

O que poucos sabem é que o fungo que provoca a doença, na verdade, está presente em nosso corpo desde o nascimento. Mas isso não significa que teremos candidíase em algum momento. A doença só aparece apenas quando ocorre desequilíbrio no sistema imunológico, acarretando em queda das nossas defesas corporais, aumentando o fungo e infecções.

Vale lembrar que o tratamento mais indicado para a candidíase será indicado pelo seu médicos especialista.

Conheça as seis ameaças sorrateiras aos seus ossos

De asma a problemas no intestino. Confira 6 ameaças inusitadas aos seus ossos

Osteo.Blog

A sua estrutura óssea pode sofrer um ataque sorrateiro e transtornos geralmente relacionados a outras partes do corpo, sabia? De asma a doenças intestinais, existe um grupo de condições em comum capaz de enfraquecer seus ossos. Confira abaixo 6 vilões silenciosos:

Asma:

Famosa por ocasionar falta de ar, a doença também abala a estrutura óssea, segundo pesquisas de algumas instituições sul-coreanas. Especula-se que é o tratamento contra crise, feito a base de remédios com corticoides, que ocasionam as consequências. Pois eles aumentam a atividade dos osteoclasto, células que retiram o cálcio dos ossos, podendo deixar o fêmur, tíbia e companhia porosos.
Para quem sofre de asma e deseja minimizar os riscos, vale adotar algumas medidas que diminuam as crises respiratórias, como por exemplo, evitar ambientes empoeirados, fumaça etc.


Ácido Úrico:


Em níveis elevados, ele pode desencadear gota, infarto, cálculos renais e até mesmo fraturas. De acordo com pesquisas realizadas pela Universidade do Colorado, nos EUA, homens com ácido úrico em excesso correr 62% a mais de risco de lesionar o quadril. O ácido por sua vez, remove o cálculo dos ossos. Logo, em excesso pode acarretar a osteoporose.
Para impedir a sobrecarga do ácido no corpo, uma das alternativas é tomar bastante água e maneirar nos frutos do mar. 


Câncer:

Alguns tipos de tumores, como os de próstata, mama pulmão e rins, se não tratados a tempo, tendem a se espalhar para os ossos e arruiná-los. Embora mais raros, há tumores que se originam no próprio tecido ósseo. Contudo, muitas vezes o que mais preocupa é o próprio tratamento contra a doença, pois os quimioterápicos reduzem o trabalho dos osteoblastos, células que depositam cálcio no esqueleto.
Para evitar que a estrutura óssea fique debilitada nessas condições, alguns médicos costumam indiciar medicamentos e suplementos para seus pacientes.

Doença Renal crônica:


Quando nossos rins não funcionam direito, a produção de vitamina D é prejudicada, o que acaba dificultando a absorção de cálcio pelo corpo, inclusive pelos ossos. Nesse cenário o esqueleto abre mão de um pouco de mineral que lhe confere a cor branca para que outras áreas do organismo façam bom proveito.

Para escapar da osteoporose, a população geral precisa fazer de tudo para não se afetar com o diabetes e hipertensão, dupla esta que acaba com os rins.  Exercício e alimentação balanceada são ótimas práticas para prevenir estes problemas.

Doença celíaca:


O glúten e a proteína presentes o trigo, centeio e malte, são elementos que não são tolerados por pessoas nesta condição. Portanto, se ingerido por elas, ocasiona uma irritação no intestino que, em última instância, barra a absorção do cálcio pelo corpo. Foi o que descobriu os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, avaliaram cerca de 7 mil voluntários.
Se não dá para prevenir a doença celíaca, a menos é possível amenizar seus estragos ficando o mais longe possível de comidas e bebidas com glúten.

Doenças inflamatórias intestinais:
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com cerca de 130 portadores da doença de Crhon, sugere que elas afetam a densidade óssea do corpo destes pacientes. Os pesquisadores ainda ressaltam que os voluntários da pesquisa que usavam corticoides constantemente ou que não conseguiam controlar seu quadro apresentavam índices maiores de danos no esqueleto.
Para preservação, nada melhor do que entrar num acordo sobre seu cardápio com especialistas e se tratar.