Conheça os testes rápidos Delboni

Você não precisa mais esperar para fazer seus exames de rotina. Toda a qualidade do Delboni, agora com muito mais praticidade.

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Já pensou em realizar exames mais simples em minutos? Os testes rápidos agilizam o atendimento aos pacientes com a mesma segurança e qualidade dos métodos tradicionais de coleta e análise. Assim, cuidar da saúde fica muito mais cômodo.

Com essa inovadora e pioneira tecnologia mundialmente conhecida, a coleta é mais prática, com a maior parte dos exames feita somente com uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente. Utilizando equipamentos portáteis, o processamento dos exames é mais rápido do que o convencional, e os resultados ficam prontos em poucos minutos. Outro benefício dos testes rápidos é agilizar o diagnóstico do médico, principalmente quando há urgência em receitar remédios, agendar cirurgias ou iniciar tratamentos.

Os testes rápidos disponíveis são: BHCG – Gravidez, Dengue, EAS – Urina, Glicose, Influenza A, Hemograma, HIV, INR – Coagulação, Perfil Lipídico Completo – Colesterol, Rotavírus – Infecção, Strep A – Streptococcus e Vírus Sincicial Respiratório (RSV).

É importante ressaltar que esta tecnologia não tem cobertura pelos convênios, apenas para exames particulares, e está disponível apenas na unidade Delboni Jardim Sul.

Entre em contato com a nosso Atendimento ao Cliente para saber mais: (11) 3049-6999 ou acesse nosso site: http://www.delboniauriemo.com.br/paginas/clientes/testes-rapidos-delboni

 

 

HIV: entenda a importância do diagnóstico precoce

O médico infectologista do Delboni, Dr. Alberto Chebabo, fala sobre o diagnóstico, sintomas e tratamento da AIDS.

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Desde sua descoberta na década de 80, a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma das doenças crônicas mais temidas. Afinal, naquela época, o vírus condenava o paciente à morte. Hoje, porém, a doença já pode ser controlada.

O Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni, explica: “Hoje, só morre de AIDS quem descobre tarde demais ou não acompanha a doença adequadamente. Quem faz o diagnóstico precoce e utiliza as medicações adequadamente tem grande chance de sobrevida, semelhante à das pessoas não infectadas”. Para isso, é necessário desmistificar o HIV e incentivar a realização do exame de sorologia para diagnosticar a doença rapidamente. O Dia Mundial de Luta contra a AIDS, no dia 1 de dezembro, é uma das diversas iniciativas com esse objetivo.

O HIV acomete o sistema imunológico, que é responsável por defender o organismo de doenças. Por conta disso, o portador do vírus fica impossibilitado de se proteger contra infecções. Os sintomas iniciais podem ser confundidos com mal-estar corriqueiro, incluindo febre constante, calafrios, dores de cabeça, dores de garganta, dores musculares e aumento de gânglios no pescoço, cerca de duas a quatro semanas depois do vírus ser contraído. Há casos, ainda, em que nenhum sintoma se manifesta.

“O diagnóstico da doença é realizado por um exame de sangue, chamado de sorologia para HIV. Se ele der positivo, na amostra de sangue é processado um segundo exame por outra técnica diferente da inicial, que é o confirmatório. O ideal é que o paciente seja submetido a este teste de a partir de 30 dias após o contato de risco”, recomenda o Dr. Chebabo. Os casais que planejam casamento ou gravidez também devem ter o procedimento incluso no check-up de rotina.

O vírus é transmitido principalmente através de relações sexuais, configurando a AIDS como uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). A transmissão também pode acontecer a partir do compartilhamento de agulhas contaminadas e de mãe para filho durante a gestação, o parto e a amamentação. A AIDS ainda não tem cura, mas atualmente o portador do vírus HIV pode conviver com a doença por longos anos, tomando medicamentos antirretrovirais combinados, popularmente conhecidos como coquetéis.

Mesmo assim, a melhor forma de combate à AIDS é a prevenção, utilizando sempre preservativos ao manter relações sexuais e não compartilhar agulhas.

Hepatite: sintomas silenciosos podem ter sérias consequências.

Os três tipos mais comuns de Hepatite são causados pelos vírus A, B e C. Conheça melhor a doença que hoje atinge mais de 170 milhões de brasileiros e saiba como se prevenir.

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Os três tipos mais comuns de Hepatite são causados pelos vírus A, B e C. Conheça melhor a doença que hoje atinge mais de 170 milhões de brasileiros e saiba como se prevenir.

A Hepatite é uma inflamação aguda no fígado que pode evoluir e se tornar crônica, causando complicações como cirrose ou câncer de fígado. A doença tem origem viral (hepatite A, B, C, D e E), tóxica, medicamentosa, alcoólica, bacteriana ou parasitária. Neste post, falamos sobre os três tipos mais comuns de Hepatite – A, B e C – e como evitar o contágio.

Hepatite A

Esse tipo de Hepatite é transmissível por alimentos mal lavados e água contaminada, e contraída através de infecções fecais ou orais. Os sintomas típicos são: náusea, vômito, mal-estar, febre, perda de apetite, fezes mais claras e um amarelão no corpo e nos olhos. Existe vacina contra o vírus da Hepatite A, mas também é possível evitá-la é utilizando saneamento básico e água tratada, cozinhando bem os alimentos e lavando sempre as mãos antes das refeições.

Hepatite B

É transmissível pelo sangue através de transfusões de sangue, uso de material cirúrgico não esterilizado, sexualmente ou verticalmente (de mãe para o filho durante a gestação ou parto). Alguns estudos estimam que 15% da população brasileira já foi contaminada pela doença. Os sintomas incluem dor abdominal, urina escura, febre, dor nas articulações, perda de apetite, náusea e vômitos, fadiga e pele amarelada. Eles surgem entre dois a quatro meses após o contato com o vírus, e sua intensidade pode variar. Para se prevenir adequadamente, crianças e adultos precisam se vacinar. No dia-a-dia, usar preservativo e evitar usar objetos pessoais de outros (como lâminas de barbear ou escovas de dente) são as maneiras mais recomendadas para ficar longe da Hepatite B.

Hepatite C

É transmitida através do contato com sangue contaminado. Outras formas de contágio, como sexual e vertical ainda não estão comprovadas, mas não podem ser totalmente descartadas. Os sintomas são bem parecidos com os da Hepatite B: urina escura, dor abdominal, urina escura, fraqueza e febre. Pode ocorrer sangramento no esôfago ou no estômago. O tratamento desse tipo de Hepatite é bem mais difícil, e em alguns casos, pode ser necessário um transplante de fígado. Apesar de não existir vacina para a Hepatite C, há outras formas de prevenção, como garantir adistribuição de material biológico não infectado (em doações de sangue, órgãos ou tecidos), abstinência do uso de álcool e a não exposição a outras substâncias tóxicas ao fígado. Ao fazer piercings e tatuagens, procurar um local limpo e um profissional de confiança também é um bom método preventivo.

É importante lembrar que os sintomas da Hepatite podem demorar meses a se manifestar. Por isso, não se esqueça de manter seus exames e vacinas em dia antes mesmo de qualquer suspeita.

Sífilis: o diagnóstico precoce facilita o tratamento

Saiba mais sobre as três fases da doença e entenda a importância de realizar exames regulares para a detecção da DST.

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A Sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum, contraída por meio de pequenas lesões na pele e mucosas, genitais ou extragenitais. A doença se apresenta em três fases de gravidade, e os sintomas variam conforme ela evolui.

Sintomas

A primeira fase da doença é como uma infecção recente, com feridas indolores no local infeccionado. As feridas são difíceis de perceber, principalmente se estiverem localizadas no reto ou no colo do útero.  A segunda surge após algumas de evolução da doença, depois das feridas se formarem. Dores musculares, febre, dor de garganta e dificuldade para deglutir são os sintomas mais comuns. Sem o devido tratamento, a doença se desenvolve para o terceiro e mais grave estágio. Nele, a infecção se espalha para áreas como cérebro, sistema nervoso, pele, ossos, articulações olhos, artérias, fígado e até mesmo para o coração.

A Sífilis pode, também, ser congênita, e a mãe infectada transmite a doença para o bebê tanto por meio da placenta quanto na hora do parto. Posteriormente, o bebê ainda pode desenvolver sintomas graves como surdez e deformidades nos dentes.

Tratamento

Com um diagnóstico precoce, a Sífilis não causa maiores danos à saúde, e o paciente pode ser curado rapidamente. O tratamento mais comum é feito à base de penicilina. Se aplicada no primeiro ano após a infecção, uma injeção de penicilina pode ser o suficiente para tratar a doença. Em casos mais graves o paciente pode precisar de mais uma injeção e os danos já causados podem ser irreversíveis.

Prevenção

Caracterizada como uma doença silenciosa, os exames para detecção da DST devem ser realizados regularmente. Além disso, o uso de preservativos ao manter relações sexuais com uma ou mais pessoas ainda é a maneira mais eficaz de se prevenir contra a doença.

Programa de Excelência (PEx): Qualidade garantida

Para assegurar que a sua experiência no laboratório seja a melhor possível, o Delboni criou o Programa de Excelência. Entenda como ele funciona e o que muda para você.

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Você nem imagina como cada passo de sua visita ao laboratório Delboni é planejado com muito cuidado. Desde a presteza na distribuição de senhas na recepção até o zelo na entrega dos resultados, todos os detalhes são pensados para cumprir a missão de oferecer sempre o melhor serviço. Por isso, em 2015 foi dada a largada no Programa de Excelência (PEx). O projeto entrou em funcionamento vistoriando cada engrenagem da operação para aperfeiçoar as etapas do atendimento e eliminar qualquer tipo de inconveniente que possa surgir ao paciente. “O PEx tem como objetivo, além de refletir a qualidade para o cliente final, padronizar os processos de todas a unidades, desde a recepção até a infraestrutura. Queremos que cada área esteja impecável”, explica Ricardo Padilha, gerente de atendimento do laboratório. Iniciativas como esta são adotadas ao redor de todo o mundo e o Delboni, sempre inovador, decidiu implementar o sistema de auto avaliação em todas as suas unidades. O programa resulta em melhorias no serviço prestado ao paciente. “O cliente costuma identificar estes atributos – uniformidade nos processos, confiabilidade no serviço prestado e rapidez no atendimento”, explica Ricardo. Em 2016, os laboratórios da rede serão vistoriados em mais três rodadas. Com isso queremos garantir nosso nível de qualidade e fazer com que sua próxima visita ao Delboni seja ainda melhor.

Alfarroba é alternativa light para substituir o chocolate

Rico em vitaminas e minerais, fruto tem sido utilizado em algumas receitas em substituição ao cacau. Saiba quais são as diferenças entre eles

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Dá até para confundir o sabor e a textura da alfarroba com a do chocolate. O fruto, que vem sendo utilizado em receitas para substituir o cacau, é rico em vitaminas A, B2, B3, B6 e D, minerais, possui baixo teor de gordura e é isento de lactose e de glúten. A alfarroba pode ser uma ótima alternativa para os intolerantes à lactose ou pessoas que estão de dieta para emagrecer.

Esse fruto tem sido utilizado como substituto do cacau em várias receitas, pois além da consistência, seu sabor e aspectos lembram muito o chocolate. A diferença é que a alfarroba possui menor teor de gorduras. Como não possui leite na sua composição, também tem sido procurada por intolerantes à lactose e pessoas que seguem dieta vegana. A alfarroba é tão rica em nutrientes quanto o cacau, que também possui várias vitaminas. Por isso, não há necessidade da substituição integral de um pelo outro. Até porque, embora tenha menos gordura, a alfarroba também é calórica e deve ser consumida com moderação. Na verdade, ela é mais uma alternativa na rotina alimentar, que possui bom valor nutricional e sabor agradável.

Para quem se interessou e quer arriscar algumas receitas com a alfarroba, basta procurá-la em supermercados e casas de produtos naturais. Ela já pode ser encontrada em várias versões: em pó, barras, gotas, creme, entre outros. Na hora da compra, a dica é a mesma para a escolha do chocolate. Procure pela versão com menos açúcares e gorduras.

Cinco dúvidas comuns no consultório do cardiologista

Especialista do Delboni Medicina Diagnóstica fala sobre as principais dúvidas que envolvem a saúde do coração

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Em algum momento da vida, todos devem se consultar com um cardiologista. Seja apenas para fazer um check-up, ou para tratar algum problema, a procura pelo médico se faz necessária para manter a saúde do coração. O desafio está em convencer as pessoas a irem ao especialista, já que muitos acreditam que o cardiologista só deve ser procurado em caso de doença.

 

“Não é difícil encontrar no consultório um paciente ansioso, às vezes assustado por ter sido indicada a consulta com um cardiologista”, afirma Dra. Marly Uellendahl, cardiologista que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica. Ela complementa que é importante ter um acompanhamento da saúde cardíaca, principalmente quando há um histórico de doença cardiovascular na família. Abaixo, a especialista lista cinco dúvidas comuns no consultório médico:

 

  1. Qual a periodicidade indicada para consultas no cardiologista?

Pessoas que têm familiares com histórico de problemas cardíacos devem começar a se consultar anualmente a partir dos 30 anos ou até antes, uma vez que a genética influencia significativamente a incidência de doenças no coração. Já quem não tem histórico familiar, pode começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos. Vale lembrar que aqueles que desempenham atividades desportivas intensas devem fazer uma avaliação cardiológica prévia, mesmo sendo mais jovens.

 

  1. Vou começar a fazer exercícios físicos com maior periodicidade. Preciso fazer exames para avaliar meu coração?

Sim. Mesmo aqueles que nunca tiveram problema cardíaco precisam fazer um check-up de prevenção ao incluir na rotina atividades físicas. “Dependendo do tipo e intensidade da atividade física é possível que aqueles que têm alguma doença que ainda não se manifestou em repouso possa a apresentar algum sintoma durante ou após o esforço, alerta a médica.

 

  1. Posso continuar comendo alimentos ricos em gordura e compensar com atividades físicas?

Não. É sabido que as atividades físicas ajudam a diminuir os níveis de gordura no sangue, mas se o consumo é muito grande, isto pode ser prejudicial à saúde cardiovascular. “A gordura deve fazer parte de uma dieta balanceada, mas, deve-se preferir a ingestão de gorduras de origem vegetal como azeite de oliva e de alguns peixes ricos em HDL, a gordura “do bem”, e evitar aqueles que aumentam o LDL, que é a gordura que se deposita nas artérias, podendo levar ao entupimento delas”, afirma Dra. Marly. É importante procurar orientação dietética com uma nutricionista para ter uma alimentação balanceada e saudável.

 

  1. Sinto-me muito cansado quando faço qualquer atividade física, como subir um lance de escada. Posso ter um problema cardíaco?

Nesses casos, o médico precisa pedir uma série de exames para averiguar. Afinal, o cansaço pode ser resultado de vários fatores, não só de problemas cardíacos. O próprio sedentarismo contribui para o aumento do cansaço, e para a diminuição da capacidade cardiorrespiratória. “O cansaço resultante de um dia corrido, ou da prática intensiva de um determinado exercício é normal. O problema é quando essa sensação dura dias, semanas, e impede a prática de atividades simples, como uma caminhada, por exemplo”, alerta a cardiologista.

 

  1. A pílula anticoncepcional pode fazer mal ao coração?

Essa questão também depende de vários fatores. A combinação de progestágeno e estrogênio podem aumentar os riscos de trombose e AVCs em algumas mulheres. Por isso é importante conversar com o seu ginecologista sobre alguns pontos, como seu histórico familiar de problemas cardíacos e seus hábitos de vida, que também podem influenciar no aparecimento de alguma complicação. ‘Mulheres fumantes, hipertensas, com histórico de doenças autoimunes ou história de trombose também podem ter complicações devido a pílula”, finaliza a especialista.

Tenha uma boa noite de sono

Descubra a importância do descanso e veja de que forma você pode melhorar a qualidade de suas horas embaixo do edredom

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Fundamental para a saúde e o bem-estar das pessoas, dormir é um dos mecanismos biológicos mais importantes para o controle do organismo. A cama é um dos lugares em que o ser humano passa mais tempo durante sua vida, ou, pelo menos, onde deveria passar cerca de um terço de sua existência.

Especialistas apontam que o sono tem tanta influência na vida de uma pessoa quanto sua alimentação, podendo gerar problemas em curto, médio e longo prazos. “Durante o sono, o corpo humano realiza funções importantíssimas, com consequências diretas sobre a saúde: o ‘reset’ do sistema imunológico, a secreção e a liberação de diversos hormônios, o cortisol (com funções imunológicas e regulatórias), entre outros. Além disso, há a consolidação da memória e o relaxamento e descanso dos músculos”, explica a Dra. Suemi Marui, médica endocrinologista que integra o corpo clínico do laboratório.

De acordo com a especialista, todos esses hormônios podem ser dosados facilmente por meio de um exame de sangue, embora seja possível aferi-los a partir de testes específicos funcionais ou provas de estímulo, que comprovam o diagnóstico.

 

PARA UMA BOA NOITE DE SONO

A sonolência que acomete muitas pessoas durante o dia é um reflexo de uma noite maldormida ou de algum distúrbio ligado ao tema, como o ronco, insônia, bruxismo, sonambulismo, dentre outros. Mas, afinal de contas, o que é preciso para se ter uma boa noite de sono? “Um local escuro, quieto e sem estímulos externos, como música e televisão, é o ideal. Além disso, uma boa cama, um posicionamento adequado, como na posição lateral, com um travesseiro entre as pernas, e um colchão específico para seu peso ajudam a relaxar ainda mais”, comenta a médica. Seguir o caminho contrário é uma má ideia. “Pessoas que não dormem bem à noite apresentam alguns problemas. Piora da imunidade, cansaço crônico, alterações de humor e depressões costumam ser as primeiras alterações observadas”, afirma.

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Beber com moderação

Entenda o que acontece com seu corpo depois da ingestão do álcool e saiba como aliviar os incômodos do dia seguinte

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Dor de cabeça, enjoo, boca seca, sede, fraqueza. Quem já experimentou uma bebedeira sabe que, no dia seguinte, há um preço a se pagar. O conjunto desses sintomas é popularmente conhecido como ressaca, que nada mais é do que a reação do nosso corpo ao consumo excessivo de álcool.

 

DESIDRATAÇÃO: A GRANDE CAUSA DOS SINTOMAS

Quando o álcool entra na corrente sanguínea, ele inibe a produção de vasopressina, hormônio responsável pela manutenção da umidade dos órgãos. Assim, o líquido ingerido é prontamente filtrado pelos rins e descartado pela bexiga, provocando aquela sensação incontrolável de ir ao banheiro – e a boca seca do dia seguinte.

 

O SONO INCONTROLÁVEL

Depois de uma bebedeira, é difícil resistir a uma noite de sono pesado. Isso também tem uma explicação fisiológica: o álcool suprime a produção de glutamina, um estimulante natural.

Quanto mais você bebe, portanto, menos disposição você tem para ficar em pé. Para piorar, o álcool estimula também o descarte do glicogênio, fonte de energia estocada no fígado, o que gera um quadro de hipoglicemia caracterizado pela fraqueza.

 

O SOFRIMENTO DO FÍGADO

O fígado, um dos mais complexos órgãos do corpo humano, é o que mais sofre com o consumo do álcool. O processo gera uma lesão que faz o órgão liberar uma substância tóxica chamada

acetaldeído. Essa é uma das causas do enjoo do dia seguinte. A sensação de náusea sentida na ressaca é ainda agravada devido à irritação causada pelo álcool nas células do estômago, que passam a produzir mais ácidos, o que provoca as dores de barriga e o vômito típicos da ressaca.

 

A LUTA DO CÉREBRO

O cérebro, órgão extremamente irrigado, acaba perdendo parte de seu líquido para o sangue, e encolhe. Isso comprime as membranas nervosas, provocando a característica dor de cabeça.

 

COMO EVITAR A RESSACA?

Não faltam no mercado remédios que se declaram “antirressaca”. Mas são meros paliativos para um ou outro sintoma. Você pode até tomar um analgésico para aliviar a dor de cabeça, mas, quando se fala em ressaca, o melhor remédio é o tempo. Alguns truques, no entanto, podem ajudar a aliviar seus efeitos:

  • Comer antes de beber.
  • Beber um copo de água para cada copo de bebida alcoólica.
  • Trocar o cafezinho da manhã seguinte pelo suco de frutas e, ao longo do dia, hidratar-se o máximo possível, de preferência com água, água de coco e chá.
  • Preferir frutas, pão, batatas e massas, que são ricos em glicose.
  • Evitar alimentos com alto teor de sódio.
  • Sempre que possível, tirar o dia para descansar em espaços escuros e silenciosos.