Beleza (quase) natural

Você sabia que, no Brasil, foram feitas 905 mil cirurgias plásticas em 2011?

plastica-corte

Você sabia que, no Brasil, foram feitas 905 mil cirurgias plásticas em 2011? E que o país ganhou dos americanos no número de algumas dessas “pequenas correções”? Veja como tem sido a transformação dos homens e mulheres brasileiros:

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Monte o prato certo

Na hora de comer você precisa ficar de olho em como divide o espaço do seu prato

delboni-pratocerto-corte

Na hora de comer você precisa ficar de olho em como divide o espaço do seu prato para ter uma refeição saudável e balanceada. Misturar os três principais grupos alimentares na proporção correta é uma arte que você deve levar para a vida se quiser uma saúde em dia.
Leia Mais

Ao pé do ouvido

Em tempos de mp3, saiba como
 se prevenir dos excessos de barulhos e do mau uso de fones de ouvido

delboni-ouvido-corte

Impossível viver em qualquer cidade, grande, média ou pequena, sem ser bombardeado diariamente por estímulos sonoros dos mais variados: buzinas, carros de som, promoções em lojas populares anunciadas por megafones, sirenes, bate-estacas, entre outros. Mas esses barulhos são externos e apenas parte do problema. O risco maior é criado por nós mesmos, com o uso de aparelhos de entretenimento portáteis colados nos ouvidos.

Médicos otorrinolaringologistas vêm alertando que a diversão em altos brados proporcionada hoje por iPhones, iPods, smartphones, tablets, mp3 players e iPads pode facilmente criar sérios problemas auditivos em seus usuários no futuro. Até mesmo perda de audição permanente. “A maneira como esses aparelhos têm sido usados, sem controle e informação, pode realmente criar uma geração de futuros deficientes auditivos”, afirma o Dr. Ricardo Ferreira Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP.

Entre tantos cuidados com a saúde necessários nos dias de hoje, o auditivo parece de menos importância. Porém, segundo relatório divulgado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 360 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda de audição, sendo que aproximadamente 15 milhões apenas no Brasil (uma das três deficiências mais comuns no país). É uma importante questão de Saúde Pública, certamente, mas os especialistas também concordam que é muito fácil se prevenir. “Os fones de ouvido podem ser usados desde que se escute em um nível sonoro médio de aproximadamente 85 decibéis. Até esse volume é possível usar pelo tempo que quiser. Acima disso o tempo vai decrescendo conforme o nível de exposição. A 100 db, por exemplo, tem que ser no máximo 30 minutos por dia.”

Esse limite de decibéis mencionado pelo Dr. Ricardo equivale a ouvir músicas (ou filmes, programas de TV, etc.) com o volume até a metade. Também é importante nunca ouvir o som tão alto a ponto de não saber o que está acontecendo ao seu redor e jamais dormir com o fone no ouvido. Outra recomendação é que se dê preferência aos modelos supra-aurais (que cobrem os ouvidos) por serem menos nocivos que os fones de inserção (aqueles que entram no canal auditivo). E, claro, fazer um exame de audiometria pelo menos uma vez por ano.

A regularidade do exame é importante porque a perda auditiva é um problema progressivo e que só é percebido a médio ou longo prazos. “Existem sintomas básicos associados a patologias do ouvido. A perda auditiva é um deles, sendo que no início a pessoa passa a ter certa dificuldade de entender as palavras em ambientes com ruído. Mas também é preciso estar atento a zumbidos, tonturas, dores ou sensação de ‘ouvido cheio’.”

Todo esse cuidado preventivo poderia ser facilitado se houvesse uma lei no Brasil que regulamentasse o limite máximo de decibéis transmitidos pelos fones (existem aparelhos que chegam a 130 db). O limite europeu é de 100 db, considerado razoável pelos especialistas daqui. “No entanto, um problema adicional é que nem todos os aparelhos têm ajustes iguais, portanto o usuário deve consultar o manual para ver qual o nível de volume. Muitos equivalem ao som de uma turbina de avião em decolagem ou de uma britadeira e, consequentemente, são extremamente prejudiciais ao ouvido.”

Ainda no quesito que mistura entretenimento e volume alto, outro acontecimento preocupa os otorrinos: as festas em casas noturnas. Tanto os usuários quanto os funcionários desses lugares estão sujeitos, sem perceber, a uma longa e constante agressão sonora. A solução pode parecer frustrante, mas segundo o Dr. Ricardo Ferreira, “não há como se preservar nesses casos. Com o tempo a pessoa que frequenta muito essas baladas terá problema de audição e/ou zumbido. A única medida preventiva é usar protetor auricular nos ouvidos”.

Enquanto regulamentações e controles de gerações de ruídos em equipamentos e ambientes não são colocados em prática, o jeito é se cuidar por conta própria para deixar tudo soando bem aos ouvidos.

Por Dafne Sampaio

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Alimentação saudável

Você conhece o projeto Segunda Sem Carne?

delboni-segundasemcarne-corte

O projeto Segunda Sem Carne é uma iniciativa para que as pessoas deixem, pelo menos uma vez por semana, a proteína animal de lado e experimentem um pouquinho do mundo vegetariano. A carne vermelha, principalmente, é uma das responsáveis pelo envelhecimento precoce e diversos problemas de saúde, por exemplo.

Para acabar com a indecisão sobre o que comer deixando os filés de lado, o web-aplicativo Naveg indica os restaurantes veggies mais próximos e ajuda na sua escolha com dicas dos usuários. Ele funciona em iOS, Android e Windows Phone, basta você entrar no site por meio do navegador, criar um atalho para ele em sua página inicial e pronto.

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

O teste do pezinho faz aniversário

O médico geneticista Dr. Gustavo Guida explica a importância desse exame revolucionário que, atualmente, já consegue checar cerca de 50 doenças diferentes

delboni-pezinho-corte

Como funciona o teste?
O teste do pezinho é um exame de triagem que busca identificar nos recém-nascidos assintomáticos (aparentemente saudáveis) a possibilidade de serem portadores de doenças congênitas graves. Algumas poucas gotas de sangue em um papel-filtro próprio, colhidas na primeira semana de vida, bastam para esse exame tão importante. Após secar, o papel é enviado para o laboratório,
que irá dosar nessa amostra
as substâncias que permitem identificar os recém-nascidos em risco e quais são as doenças que deve ser tratadas.

Quais são as principais doenças que esse exame
pode detectar?

No teste básico, oferecido pela rede pública, são rastreadas a fenilcetonúria e o hipertireoidismo congênito, doenças que causam retardo mental grave, se não tratadas desde as primeiras semanas de vida. No serviço privado, os melhores exames disponíveis já checam cerca de 50 doenças. Entre elas, está a MCAD (Deficiência de acil-CoA desidrogenase da cadeia média), que pode levar à morte caso a criança seja mantida em jejum por poucas horas, mesmo no tempo de um breve cochilo, e a doença de Pompe (um raro transtorno neuromuscular), para a qual já existe terapia de reposição enzimática, mas que, na sua forma infantil, leva à morte por falência cardiorrespiratória.

Quais os avanços da nova versão do teste do pezinho?

O avanço de maior importância nos últimos anos foi a adoção da tecnologia de espectrometria de massa em tandem. Ela permitiu que o número de doenças diagnosticadas aumentasse grandemente, com mais de 20 novas doenças triadas. Antes, para os mesmos resultados, seria necessária uma amostra de sangue muito maior, com resultados bem mais lentos e com possibilidade de mais falhas.

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Evolução da espécie

Novos exames, análises genômicas e avanços da medicina prometem uma vida mais longa e com mais qualidade

delboni-capa-corte

Símbolo de beleza e causas humanitárias, a atriz Angelina Jolie, 37 anos, anunciou recentemente que se submeteu a uma mastectomia bilateral, a retirada dos dois seios. O anúncio foi feito em um artigo no jornal americano The New York Times entitulado My Medical Choice (Minha Escolha Médica, em tradução livre). Com histórico familiar (sua mãe morreu aos 56 anos, vítima de câncer), a atriz descobriu, por meio de um exame genético, que tem uma alteração genética que aumenta consideravelmente as chances de desenvolver câncer de mama e de ovário. Então, optou pela cirurgia preventiva que reduziu de 87% para 5% as chances de ser vítima de câncer de mama.

A escolha de Angelina é emblemática. Mostra como os avanços da medicina estão oferecendo cada vez mais recursos para que as pessoas cuidem da saúde e se previnam contra doenças. Essas conquistas estão diretamente relacionadas ao aumento da expectativa de vida do ser humano. Segundo o neurocientista Steven Rehen, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no último século a expectativa de vida aumentou 30 anos.

A descoberta da penicilina, feita em 1928, por Alexander Fleming, e, consequentemente, dos antimicrobianos eficientes para combater as infecções, contribuiu para esse progresso. “Esses medicamentos e a revolução sanitária são marcos que garantiram o aumento da expectativa de vida”, afirma a Dra. Mônica Freire, nossa Diretora Médica.

O poder das vacinas
Outro passo decisivo foi o advento das vacinas. A vacinação é a maneira mais eficiente de evitar diversas doenças infecciosas passíveis de prevenção, como sarampo, varicela, hepatites e até mesmo o HPV. Por isso, trouxe ganhos inestimáveis ao aumento da longevidade. A imunização foi descoberta em 1796, por Edward Jenner. Ao longo das décadas, a técnica foi sendo aperfeiçoada e ganhou abrangência.

O mecanismo é simples e certeiro. Elas preparam o organismo para se defender do agente infeccioso. Assim, quando entramos em contato com o vírus que causa o sarampo, por exemplo, não adquirimos a doença ou a contraímos de forma mais branda.

Hoje, dependendo do perfil epidemiológico das doenças que atingem uma população, cada país tem seu calendário das vacinas mais importantes. No Brasil, as principais foram definidas pelo PNI (Programa Nacional de Imunização), do Ministério da Saúde.

“O grande benefício das vacinas é o impacto que causa em toda a população, até mesmo de forma indireta. As campanhas de vacinação e os programas de imunização promovem a melhoria da saúde de milhões de pessoas”, afirma Dr. Ricardo Cunha, nosso médico especialista em Saúde Pública e responsável pelo setor de Vacinas.

A cultura do check-up
Nos anos 1950, começou a ganhar força outro procedimento médico importantíssimo: os chamados check-ups, em que a pessoa passa por consulta médica e exames mesmo não estando doente. Trata-se de um procedimento preventivo. “Essa abordagem surgiu a partir da observação de que pessoas aparentemente saudáveis eram vítimas de doenças que se desenvolviam de modo silencioso”, afirma nosso Diretor Médico e Cardiologista Dr. Rafael Munerato. Segundo estudos epidemiológicos, 50% dos homens e até 65% das mulheres que sofrem infarto ou angina grave são previamente assintomáticos.

Com base nessas observações, sociedades médicas passaram a indicar a realização de exames preventivos regulares a partir de determinada idade, de acordo com a prevalência de doenças crônico-degenerativas, como as cardiovasculares e acidentes vasculares encefálicos.

O futuro chegou
Agora, são os exames de análise de perfis genéticos, como o que foi feito pela atriz Angelina Jolie, que ampliam as possibilidades de prevenção de doenças. Algumas alterações genéticas, como mutações e polimorfismos, podem determinar o aparecimento de condições clínicas ou somente determinar perfis de risco para o seu aparecimento, não sendo definitivas. Mesmo quando estas alterações genéticas somente aumentam o risco, elas são úteis para guiar a prevenção. Isso já é uma realidade para a evolução de doenças cardíacas, neurológicas degenerativas, diabetes e para os níveis de colesterol.

O exame de comprimento de telômero, por exemplo, é a análise de um segmento do cromossomo associado à longevidade da célula. Ao longo da vida do indivíduo, os telômeros se tornam mais curtos em função da replicação celular. Esse encurtamento pode estar associado com uma maior suscetibilidade para doenças metabólicas, câncer, doenças vasculares e degenerativas. Os resultados servem para orientar mudanças no estilo de vida, de hábitos e dietas balanceadas e uso de medicamentos que podem prevenir o encurtamento precoce do segmento.

“A grande maioria das doenças é multifatorial. Por isso, a determinação de uma alteração genética que predisponha a um tipo de doença não significa necessariamente que o indivíduo a desenvolverá”, comenta Dr. Rafael. “Esses exames devem ser vistos como uma ferramenta que aponta um fator de risco a mais para certas doenças, que podem ser evitadas ou retardadas com a adoção de medidas específicas”, conclui ele. Mesmo com essa cautela, trata-se de um aliado valioso que a medicina vem aperfeiçoando a cada dia.

Quem pode fazer mapeamento genético?

  • Pessoas em processo de investigação de uma doença com componente genético em sua causa: a pesquisa de mudanças genéticas ajuda a concluir o diagnóstico
  • Pessoas com determinada doença já diagnosticada: a detecção de certos genes podem auxiliar na escolha do melhor medicamento ou conduta médica a ser tomada
  • Pessoas que querem informações sobre o metabolismo individual:
o exame aponta as chances de desenvolvimento de doenças no futuro e os hábitos que podem ser alterados para evitá-las

Informação genética e bem-estar
Com uma simples amostra da saliva é possível mapear
e analisar mais de 140 marcadores genéticos, produzir um relatório personalizado com informações que ajudam a entender como a genética de um indivíduo afeta sua resposta à dieta, nutrição e à prática de exercícios. É o que oferece o Painel Genômico de Nutrição e Resposta ao Exercício. Ele pode ser realizado por pessoas que desejam ter uma melhor orientação nutricional
e avaliação da resposta individual aos diversos exercícios físicos, e para auxiliar na adoção de medidas preventivas para manter uma boa qualidade de vida.

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Cores no prato: alimentos vermelhos

Entenda por que é importante ter um prato colorido e conheça o papel dos alimentos vermelhos

Blog_MaisCor

 

Um prato com várias cores traz vários benefícios ao organismo, mas você sabe quais são os benefícios de cada cor? Vamos descobrir o que a cor vermelha representa na sua dieta.

Leia Mais

Efeitos do cheirinho de bebê

Perfume natural do recém-nascido causa reações de prazer e recompensa no cérebro

Blog_Bebe

 

É muito difícil encontrar alguém que não fique encantado ao pegar um bebê no colo: os dedos pequeninos, os pezinhos gordinhos, a expressão inocente… e aquele cheirinho que só os bebês têm. Não é cheiro de talco, não é cheiro de sabonete. É um cheirinho único e inexplicável que faz qualquer mãe se apaixonar perdidamente.

Leia Mais

Por dentro da tomografia computadorizada

Com os equipamentos mais modernos, disponíveis agora no Delboni, exames que duravam cerca de dez minutos passaram a ser realizados em menos de um

Blog_EVolucao

 

Criada em 1971, a tomografia computadorizada vem passando por aprimoramentos tecnológicos sucessivos. Na década de 1990, a introdução da tomografia computadorizada helicoidal alterou a forma de aquisição das imagens, permitindo o giro unidirecional contínuo do sistema tubo-detectores. Por conta disso, exames que duravam cerca de dez minutos passaram a ser realizados em menos de um, sendo medidos pela duração do fôlego do paciente.

Leia Mais

Cuidado: é época de catapora!

Doença que causa bolinhas vermelhas atinge mais crianças, mas adultos não estão imunes

Blog_Cuidado

 

“Catapora é doença de criança”, “quem já pegou uma vez não pega nunca mais”, “catapora é tão inocente quanto um resfriado”. É comum ouvirmos frases parecidas com estas por aí, mas é importante esclarecer que não é bem assim.

Leia Mais