Quem disse que Déficit de Atenção é coisa de criança?

Saiba mais sobre o transtorno que atinge mais de 2 milhões de adultos brasileiros.

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Segundo dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 2 milhões de adultos sofrem com essa condição, mas muitos ainda não foram diagnosticados.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma síndrome que provoca desatenção, hiperatividade e impulsividade e pode prejudicar muito a vida de quem a tem, principalmente nos ambientes sociais, acadêmicos e de trabalho. De maneira geral, o TDAH faz com que o indivíduo não consiga se organizar e administrar seu tempo, cometendo erros por falta de atenção e esquecendo com frequência de datas e compromissos importantes.

Normalmente, o TDAH é diagnosticado ainda na infância, quando a criança começa a apresentar as primeiras dificuldades na escola. Entretanto, sem o tratamento adequado, é possível que ele se estenda para a vida adulta, quando costuma se agravar, já que o indivíduo passa a ter muito mais compromissos e sofrer cobranças mais intensas.

De acordo com uma carta aberta publicada sobre o tema pela Faculdade de Medicina da Universidade de Campinas, não existe nenhum exame clínico capaz de diagnosticar com precisão o TDAH. Somado a isto o fato de que muitos dos sintomas do transtorno podem ser interpretados como sinais de stress ou resultados de uma vida muito corrida, é muito comum nos depararmos com diagnósticos errados.

Desesperadas para obterem um rendimento alinhado com os padrões cada vez mais exigentes do mercado de trabalho, muitas pessoas acabam confundindo sintomas de ansiedade e cansaço com o TDAH e buscando a solução em remédios cada vez mais difundidos, como a ritalina. Alguns chegam até a fazer uso dessa substância, mesmo sabendo que não possuem nenhum transtorno, apenas para “turbinar” o cérebro. Enquanto isso, diversas pessoas que precisariam do tratamento negligenciam seus sintomas e acabam por prolongar um sofrimento desnecessário.

O consumo inadequado de ritalina envolve diversos riscos, como a dependência e o aumento de problemas relacionados ao coração, e pode, inclusive, desencadear arritmias cardíacas. Como em qualquer outro tratamento, o acompanhamento médico aqui é fundamental.

Mesmo quando diagnosticados e medicados, muitos adultos ainda sentem dificuldades de lidar com seus próprios limites. Diante disso, algumas condutas simples, como fazer uma lista de tarefas, fixar metas e prazos pessoais e sistematizar a própria rotina, criando protocolos e métodos para os compromisso diários, podem fazer toda a diferença no tratamento.

Feliz dia mundial da bebida que só faz bem

Hoje é o Dia mundial da água, a bebida que, além de tudo, pode te ajudar a emagrecer.

Agua

Pouca gente sabe que, além dos benefícios mais famosos como hidratação e desintoxicação, beber água também pode te ajudar a perder peso.

Exatamente: tomar água contribui para o emagrecimento!

Estudos da Universidade de Friburgo, na Suíça, comprovam que consumir água da maneira correta reduz a fome e faz seu corpo queimar calorias.

Por conta desses fatores, a água é a bebida ideal para ser consumida antes das refeições, pois aumenta a sua sensação de saciedade e te ajuda a comer menos. Além disso, a água gelada faz com que o corpo tenha que gastar mais energia para manter sua temperatura, o que acaba eliminando boas calorias.

Para mais dicas de saúde como esta, confira a edição #3 da Revista do Delboni:

Comer muito X Comer sempre

Uma diferença sutil que muda tudo na hora de perder peso.

Comer

Para emagrecer é preciso comer com regularidade. Apesar de parecer contraditória, esta afirmação já está mais do que confirmada por cientistas e nutricionistas do mundo inteiro.

De acordo com estudo publicado no New England Journal of Medicine, quando ficamos muitas horas sem nos alimentar, nosso corpo entende que estamos passando por alguma situação de stress, e começa a produzir uma quantidade maior de cortisol – hormônio associado ao estoque de gordura abdominal.

Além de prevenir esse tipo de reação, alimentar-se de três em três horas acelera o metabolismo e garante que você não chegue faminto às refeições principais, evitando exageros.

Fazer lanches leves ao longo do dia, evitando espaços muito grandes entre as refeições, também ajuda a evitar males cada vez mais comuns, como o excesso de acidez estomacal e a má digestão.

Dessa forma, em vez de concentrar sua alimentação em três ou quatro grandes refeições ao dia, diminua as porções e faça pequenos lanches ao longo da manhã e da tarde. Em pouco tempo você perceberá a diferença que isso provocará no seu metabolismo.

Depressão: muito mais do que só um dia ruim

Sintomas, diagnósticos e tratamentos para a doença que até 2030 será a mais comum do mundo.

Depressão

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com a depressão. Em 2011, a organização publicou um panorama global da doença que concluiu que, entre os países de baixa e média renda, o Brasil é o que mais sofre com o distúrbio e, segundo pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas, 25% dos paulistanos portadores de algum problema psicológico foram diagnosticados com depressão.

Diante de dados como estes, a comunidade médica internacional tem feito esforços significativos para que a saúde mental faça parte da agenda global de discussões e ações voltadas para a promoção da saúde. Nas palavras da antiga diretora médica da OMS, Dra. Gro Harlem Brundtland: “falar de saúde sem falar de saúde mental é como afinar um instrumento e deixar algumas notas dissonantes”.

Mesmo assim, muitos mitos e preconceitos ainda gravitam em torno da doença, dificultando seu diagnóstico e contribuindo para que boa parte da população sofra em silêncio ou ignore os problemas que tem.

Os Sintomas
Uma tristeza que não é só uma tristeza

Quando se fala em depressão, o primeiro sintoma que vem à mente é a tristeza. De fato, pessimismo, crises de choro e uma falta de interesse generalizada podem indicar um quadro depressivo, entretanto, existem muito mais variáveis na sintomática dessa doença do que se costuma imaginar.

“No meu caso, o que desencadeou o diagnóstico foi uma insônia muito forte” conta M.G.*, 23 anos, que foi diagnosticada depressiva aos 15 anos de idade. “Não conseguia dormir por nada e, depois de algumas semanas assim, pedi ajuda aos meus pais, que me levaram a uma psiquiatra”.

Muito mais do que uma sensação de desânimo, a depressão costuma ser descrita como algo que, em sua pior forma, priva quem a tem da própria vontade de sentir. Ela normalmente vem acompanha de alterações no apetite, sono e capacidade de concentração, mas isso pode variar muito de acordo com a dinâmica e intensidade das crises.

Sobre esse tema, a OMS lançou um vídeo que descreve muito bem as características da doença. Nele, é possível acompanhar a trajetória de uma pessoa desde antes do diagnóstico até o desenrolar do tratamento. A iniciativa se deu por conta do Dia Mundial da Saúde Mental, comemorado em 10 de outubro, que teve a Depressão e suas estatísticas alarmantes como tema central.

“O engraçado é que, durante o tratamento, você vai percebendo que coisas que você achava que eram suas, na verdade eram sintomas da depressão e vice e versa. Eu sempre achei que eu era uma pessoa melancólica, mas aos poucos fui percebendo que eu era muito mais otimista e alegre do que eu imaginava”. A insônia que motivou o diagnóstico, por outro lado, é algo que acompanha M.G. até os dias de hoje. “Eu simplesmente durmo pouco”, constata.

O Diagnóstico
Tabu que impede a recuperação

Devido aos estigmas relacionados a distúrbios psicológicos, é muito comum que as pessoas simplesmente optem por ignorar seus sintomas. De acordo com dados da OMS, aproximadamente 70% dos depressivos não recebem tratamento adequado.

Por conta disso, uma prática ruim, porém cada vez mais difundida é a da automedicação. Inibidos, pelo medo e pelo preconceito, de procurarem ajuda profissional, muitos depressivos acabam embarcando numa jornada solitária em busca de paliativos para seus sintomas, que podem ir desde o uso inadequado de remédios até o consumo compulsivo de drogas, álcool ou até mesmo comida.

Apesar de sempre ter tido a sorte de contar com o apoio de familiares e amigos, M.G. ainda se resguarda das reações alheias: “Tomo muito cuidado pra quem falo sobre a minha depressão, porque não quero ser julgada como depressiva, quero ser julgada como qualquer outra pessoa. Tem muita gente que não entende isso e acha que qualquer reação negativa que eu tenho é uma crise”, conta a mulher que lida com a doença há quase 10 anos.

O Tratamento
Assumir, persistir e tratar

Após o diagnóstico da doença, é preciso iniciar o tratamento que, em sua forma mais comum, é composto por uma combinação de remédios (antidepressivos e ansiolíticos) e psicoterapia.

Independente da linha que se opte por seguir, o primeiro passo é assumir a existência de um problema e procurar a ajuda de um profissional. Isso é importante pela necessidade de acompanhamento da medicação e, principalmente, porque cada indivíduo reage de uma forma distinta ao tratamento. Enquanto uma abordagem pode ser extremamente eficiente para uns, para outros pode ser completamente ineficaz, o que tende a gerar muita frustração. Nessas horas, o acompanhamento de um profissional faz toda a diferença na evolução do tratamento.

Sobre isso, M.G. conta que, após todos esses anos lidando com a depressão, tem certeza de que a medicação é apenas 30% do conjunto. “Quando você começa o tratamento, rola um efeito meio placebo. Você acha que vai melhorar logo porque está tomando remédio, mas não é bem assim. Demora até você encontrar as dosagens e as substâncias corretas; além disso, os efeitos colaterais são vários. Isso pode ser muito angustiante, mas tem que persistir e a terapia é fundamental nesse processo”.

Mesmo com o tratamento adequado, nem sempre é possível falar em cura quando o assunto é depressão. No caso de M.G., por exemplo, é possível que a doença seja uma realidade que a acompanhe por toda a vida, mas isso não precisa ser um problema. Segundo ela, com o passar dos anos você começa a entender melhor a sua condição e, aos poucos, vai criando formas de conviver em paz com ela.

“Tem momentos em que parece que a doença te domina, mas você tem que lembrar que é uma pessoa. Quanto mais você avança no tratamento, mais você entende quem é essa pessoa e o que é essa doença. Vocês só habitam o mesmo corpo, mas a depressão fica no dedinho do seu pé. Ela é 5% de você e isso não pode te definir”, conclui.

*O nome da entrevistada foi protegido a seu pedido.

Para saber mais sobre a Depressão:

 

 

Internet: vilã ou aliada da saúde?

Tudo depende de como você encara o conteúdo encontrado on-line

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Em 2012, a agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa) divulgou uma pesquisa sobre os fatores que mais levam as pessoas a serem internadas por intoxicação nos hospitais públicos. A ingestão indiscriminada de medicamentos ficou em primeiro lugar.

Isso demonstra o quanto o brasileiro insiste em se automedicar, hábito que tem se agravado com o fortalecimento da internet e a consequente utilização de buscadores para a realização do autodiagnostico.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário de Volta Redonda, o grande problema da internet é a qualidade da informação. De 1152 vídeos sobre assuntos médicos disponíveis no Youtube que foram analisados pelos pesquisadores, 95% continham ao menos uma informação errada ou imprecisa.

Apesar de serem dados alarmantes, não podemos olhar para a internet como uma vilã quando o assunto é saúde, principalmente porque ela já é uma realidade inexorável na vida das pessoas.

“Acho positivo o paciente estar melhor informado, em especial após o diagnóstico médico real, assim a busca na internet será para buscar alívio de sofrimento e não para trazer mais possibilidades diagnósticas”, avalia a coordenadora do serviço de imagem por ressonância magnética mamária e radiologista do Delboni Dra. Maria Helena Mendonça, que notou uma diferença grande no nível de informação dos pacientes nos últimos anos.

A internet, portanto, desde que usada da maneira correta, pode ser uma grande aliada da saúde e, em especial, do processo de cura.

“Existem sites muito interessantes que agrupam as pessoas de acordo com suas enfermidades; nestes sites é possível ouvir a experiência de cada pessoa, ou de seus parentes, pais e mães que muitas vezes dão dicas preciosas sobre interação de medicamentos, e eventuais erros que podem e devem ser evitados”, conta Maria Helena. É o lado bom – e humano – da internet na capacitação e orientação ao paciente.

Para ler mais a respeito do tema, confira a matéria Dr. Internet na edição #3 da Revista do Delboni.

Bom Humor: um assunto sério

Como o jornalista Norman Cousins encontrou a cura no riso e inaugurou uma nova era de descobertas sobre os efeitos das emoções positivas na saúde

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Em agosto de 1964, após uma viagem muito estressante para a antiga União Soviética, o jornalista Norman Cousins desenvolveu uma doença degenerativa que, aos poucos, deteriorava sua coluna e o privava de diversos movimentos.

Apesar de nenhum especialista ter sido capaz de afirmar qual seria exatamente a causa da doença, tudo indicava que ela era fruto de alguma intoxicação por metal pesado, ou infecção mal resolvida. O quadro evoluía rapidamente e Cousins tinha apenas uma chance em quinhentas de se recuperar.

Diante dessa estatística, o jornalista percebeu que, se quisesse melhorar, ele deveria assumir o papel de protagonista do seu próprio processo de cura e, após muito refletir e estudar,  Norman desenvolveu um raciocínio bem simples que teria grande impacto em sua vida e, posteriormente, na de milhares de pessoas.

Se já estava mais do que comprovado que emoções negativas desencadeavam uma química ruim para o corpo, emoções positivas poderiam ter o efeito inverso, desintoxicando o seu organismo e permitindo que ele melhorasse.

A partir daí, o paciente decidiu assumir as rédeas do próprio tratamento. Com o apoio do seu médico, saiu do hospital e começou a criar maneiras de sistematizar a sua exposição a sentimentos positivos, como assistir a comédias televisivas que o fizessem rir e passar tempo com seus amigos.

Ao fazer essas coisas, Cousins foi percebendo que duas horas dando risada o faziam dormir sem dor e que, nos dias em que ele passava bons momentos, seu apetite melhorava. Em pouco tempo, Norman estava recuperando o movimento das pernas e reestabelecendo sua saúde como se nada tivesse acontecido.

Em 1979, já completamente curado,  o jornalista lançou o livro “Anatomia de uma Doença”, no qual conta com detalhes todas as etapas do seu processo de cura por meio das emoções positivas.

Desde então, diversos estudos científicos passaram a ser realizados sobre o tema e, hoje, os efeitos positivos do bom humor na saúde são quase uma unanimidade.

Enquanto a tristeza afeta negativamente o sistema imunológico, rir libera endorfina, que melhora a circulação e as defesas do organismo. Além disso, boas risadas ajudam a aliviar a dor e, segundo artigo publicado pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), podem ter os mesmos efeitos cardiovasculares de até 10 minutos de exercícios de remo.

Norman Cousins morreu em 1990, com 75 anos, muito mais velho do que qualquer médico teria estimado, e transformou-se em um exemplo concreto do quanto o bom humor e o riso podem salvar vidas.

Atleta de final de semana: fique esperto!

Confira os cuidados que você precisa tomar antes de aderir a esta rotina.

Que exercício físico faz bem todo mundo sabe, mas o que costumamos esquecer é que nosso corpo tem limites e um ritmo próprio que devem ser respeitados sob pena de graves consequências à saúde.

Nesse sentido, um dos erros mais cometidos pelas pessoas é a prática de atividades físicas apenas aos sábados e domingos, sendo que a frequência mais recomendada é de ao menos três vezes por semana. O perigo nessas horas é perder a consciência de que seu organismo não está acostumado com exercícios intensos e cometer excessos que podem levar até a paradas cardíacas.

Atenção: isso não significa que você precise abraçar de vez o sedentarismo e abrir mão de qualquer atividade física aos finais de semana! Significa apenas que é melhor optar por exercícios mais leves, como uma caminhada no parque, por exemplo, e estar sempre com os seus exames em dia.

Abaixo, algumas dicas importantes pra quem quer ter uma vida mais ativa:

  1. Consulte seu médico e faça, ao menos, um eletrocardiograma antes de iniciar seus exercícios.
  2. Use roupas leves, tênis confortáveis e nunca faça exercícios em jejum.
  3. Sempre inicie e termine com alongamentos para aquecer os músculos e articulações. No caso de praticar exercícios com pouca frequência, respeite os limites do seu corpo e não force nenhum movimento.
  4. Hidrate-se antes, durante e depois dos exercícios.
  5. Vá com calma!  Fazer exercícios aos finais de semana é, antes de tudo, entender que você não é um atleta, mas apenas uma pessoa querendo se movimentar um pouco mais!

Para mais informações sobre como começar uma rotina de exercícios, confira a  matéria “Mexa-se” da edição #01 da Revista do Delboni.

Gravidez: 9 meses de transformação

O Delboni tem um programa feito para tornar cada minuto da gestação ainda mais especial

Hoje é Dia Internacional da Mulher e é difícil imaginar algo mais feminino do que a gestação: nove meses em que o corpo não para de mudar para acolher e formar uma nova vida.

Enjoos, dores nas costas e uma vontade constante de fazer xixi são alguns dos sintomas mais frequentes, mas o fenômeno da gravidez pode ser ainda mais impressionante: intensificação do olfato, crescimento do pé e um aumento significativo da flexibilidade são alguns exemplos curiosos que demonstram o quanto essa fase pode ser desafiadora (e até um pouco assustadora) para muitas mulheres.

Pensando em uma forma de ajudar as gestantes a passarem por todas essas transformações de um jeito leve e prazeroso, o Delboni criou o Clube 9 Meses, um programa que permite que todos os exames do pré-natal sejam feitos com a mesma equipe médica.

Além de ser muito mais cômodo para a mulher, isso permite um monitoramento mais cuidadoso da gravidez, já que quem realiza o exame vai conhecer bem o histórico da gestação, o que pode fazer toda a diferença na hora de um diagnóstico.

O Clube 9 Meses ainda conta um portal incrível na internet que disponibiliza informações sobre a saúde da gestante e do bebê, um panorama semana a semana da gestação, uma relação bem explicada de todos os exames que devem ser feitos ao longo do pré-natal e até uma ferramenta que te ajuda a organizar um chá de bebê.

Acesse e confira todos os detalhes sobre o programa: http://www.clubenovemeses.com.br

Chegou a hora de colocar a saúde em dia

Descubra os exames que você pode fazer, agora que o ano finalmente começou

Agora que o ano começou de verdade, não dá mais pra deixar aquele check-up anual de lado, né?

A maioria das pessoas só procura um médico quando sente alguma dor ou está profundamente incomodada com algo relacionado à saúde, entretanto, a prevenção é o melhor caminho para uma vida mais saudável, e alguns exames têm um papel fundamental nisso.

Acompanhe abaixo os testes mais importantes, divididos por faixas etárias, pra você ter um 2014 cheio de saúde!

 

Se você tem entre 15 e 20 anos

Mulheres: Papanicolau (dois anos após a primeira relação), análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral.

Homens: Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral.

 

Se você tem entre 20 e 30 anos

Mulheres: Papanicolau e outros exames ginecológicos, como vulvoscopia e colposcopia.

Homens: Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral.

 

Se você tem entre 30 e 50 anos

Mulheres: Exames ginecológicos e avaliação de útero e de ovário (tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia) e mamografia.

Homens: Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral e, a partir dos 40 anos, avaliação da próstata (ultrassonografia prostática transretal), avaliação de lesões penianas e de testículos (peniscopia e pesquisa de HPV).

 

Se você tem entre 50 e 70 anos

Mulheres: Análises clínicas e diagnóstico por imagem em geral, papanicolau, mamografia, dosagem hormonal (acompanhamento da menopausa).

Homens: PSA (avaliação de próstata), anglotomografia coronária, colonoscopia, exames cardiológicos, exames e procedimentos oftalmológicos.

 

Se você tem 70 anos ou mais

Mulheres: Check-up (avaliação clínica de memória e de aptidão física), exames cardiológicos, oftalmológicos, avaliação de doenças neurológicas e reumatológicas, exames para rastreamento de tumores e testes de avaliação do equilíbrio.

Homens: Check-up (avaliação clínica de memória e de aptidão física), exames para detecção de doenças neurológicas como mal de Parkinson ou de Alzheimer, exames para doenças reumatológicas, rastreamento de tumores, exames urológicos e testes de avaliação do equilíbrio.

Para saber mais sobre o papel da prevenção na manutenção da saúde, confira a matéria publicada na edição #1 da Revista do Delboni.