5 dicas para você aproveitar a data e parar de fumar já!

Parar de fumar pode ser uma tarefa bem difícil. Pensando nisso, separamos 5 dicas que irão te ajudar nesse processo.

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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), um fumante apresenta 10 vezes mais chances de desenvolver doenças pulmonares, risco 5 vezes maior de enfartar e o dobro de probabilidade de sofrer um derrame.

Apesar de todos esses dados e da unanimidade que são os riscos que o cigarro oferece à saúde, parar de fumar pode ser uma tarefa muito complicada. Pensando nisso, destacamos algumas dicas do próprio Inca para te ajudar nesse processo.

Parada imediata ou gradual

A primeira opção deve ser sempre a parada imediata, aquela em que você deixa de fumar de uma só vez. Se, por qualquer motivo, isso não for possível, uma alternativa é a parada gradual, em que você reduz progressivamente o número de cigarros fumados em um dia, ou adia cada vez mais o horário do primeiro cigarro.

Caso o fumante opte pela parada gradual, é importante ressaltar que ele não deve demorar mais de duas semanas nesse processo.

Repense sua rotina

Muitos fumantes tendem a associar o cigarro a determinados momentos do dia. Se este for o seu caso, é fundamental quebrar essa relação. Busque novas atividades e planeje-as para os horários em que você costumava fumar. Se você tinha o hábito de fumar depois do almoço, por exemplo, experimente dar uma volta no quarteirão ou conversar com um colega de trabalho nesse mesmo horário.

Cuidado com a alimentação

Ganhar um pouco de peso quando se está parando de fumar é normal – até porque o paladar vai melhorando gradualmente, o que estimula o apetite – porém, é necessário tomar cuidado para que isso não saia do controle. Evite alimentos gordurosos, invista em legumes e verduras e fique longe do açúcar. Também é recomendável evitar bebidas alcóolicas e café, que costumam ser um convite a fumar.

Atividades físicas

Procure fazer caminhadas ou qualquer outro exercício que te agrade. Além de ocupar seu tempo livre com algo saudável, você estará ajudando seu corpo a liberar endorfina, um hormônio que aumenta a sensação de bem-estar e ajuda no controle da ansiedade.

Estresse e vontade de fumar

Os primeiros dias sem cigarro serão, provavelmente, os mais difíceis. Quando você estiver estressado e a vontade de fumar bater, feche os olhos, respire fundo e procure se acalmar. Não é o cigarro que vai resolver seus problemas, muito pelo contrário, ele só trará mais alguns.

Evite o primeiro cigarro

Evitando o primeiro cigarro você evitará todos os outros, portanto, seja forte e procure não ficar parado: converse com um amigo, beba um copo d’água ou escove os dentes. Tire o foco da vontade de fumar e saiba que ela dura apenas alguns minutos.

Existe idade certa para engravidar?

A resposta para essa dúvida e algumas dicas para tornar a gravidez mais tranquila em qualquer idade.

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Mulheres nascem com aproximadamente dois milhões de óvulos. Ao se aproximar dos trinta anos, essa reserva já é bem menor e diminui ainda mais até chegar à menopausa.

A médica geneticista, professora-adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, responsável pelo Setor de Genética Médica do Hospital Universitário Pedro Ernesto e diretora científica da Policlínica Piquet Carneiro, Dra. Raquel Tavares Boy, explica que “não somente o número de óvulos vai caindo progressivamente, mas sua qualidade também”.
“Estudos mostram que a integridade dos óvulos entre os 20 e 24 anos é muito diferente de uma mulher aos 40 anos. Em termos estatísticos, observa-se que, a partir dos 35 anos, o risco para a geração de bebes com alterações cromossômicas, como, por exemplo, a síndrome de Down, já aumenta significativamente”, explica a médica.

Questões sociais e econômicas têm incentivado mulheres a deixar a maternidade para depois. Os cuidados para manter o corpo saudável e ter uma gestação mais tranquila são os mesmos em qualquer idade. “As orientações são as habituais contra os processos gerais de envelhecimento celular: vida saudável e dizer não ao tabagismo, manter uma alimentação natural e praticar exercícios regularmente”, lembra Dra. Raquel.

 

Gravidez saudável em qualquer idade

A pergunta que vem após a felicidade de um resultado positivo no exame de gravidez é: “Como está a saúde do meu bebê?”. O teste Pré-natal Não Invasivo Panorama é o meio mais seguro e moderno para responder a esta dúvida.

O exame é um teste de triagem pré-natal não invasivo que analisa o DNA do bebê e procura indícios de alterações que possam afetar seu desenvolvimento e a saúde. Nosso Diretor Técnico da área de Diagnostico Molecular, Dr. Nelson Gaburo, explica: “O Natera é um teste molecular não invasivo realizado no sangue materno, que utiliza tecnologia avançada em biomologia molecular para avaliar alterações genéticas nos cromossomos 13, 18, 21, e sexuais X e Y”.

Essas alterações cromossômicas são referentes a quadros de síndrome de Down, de Edwards, de Patau e de Turner. Ele pode ser realizado a partir de nove semanas de gestação e os resultados ficam prontos em cerca de dez dias úteis.
Converse com seu médico e agende o Natera na unidade Delboni mais perto de você: www.delboniauriemo.com.br

Diabetes: sintomas e detecção

Nossa médica Dra. Rosita Fontes fala sobre diabetes, uma doença mais comum do que se imagina.

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O diabetes é uma doença que vem aumentando no mundo inteiro, chegando a níveis epidêmicos. Um estudo realizado no Brasil demonstrou que, de cada cem pessoas, mais de sete eram diabéticas. Mais grave ainda é o fato de que, desse total de diabéticos, mais de 45% não sabiam que tinham a doença.

Existem dois tipos de diabetes: o tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens com menos de 35 anos; é uma doença autoimune, que ocorre porque as células de defesa do organismo passam a identificar as células produtoras de insulina do pâncreas como se fossem estranhas ao organismo e agridem este órgão, tornando a produção de insulina ausente ou muito baixa. Desse modo, a glicose não é aproveitada pelo organismo.

Já́ o tipo 2 ocorre principalmente em indivíduos com mais de 35 anos; o pâncreas continua a produzir insulina, mas esta não consegue agir adequadamente nas células; é a chamada resistência insulínica, que, do mesmo modo, impede que a glicose seja metabolizada adequadamente.

Os principais sintomas relacionados ao aumento de açúcar no sangue são: perda de peso, apesar da fome frequente e da maior ingestão de alimentos, sede intensa e aumento da vontade de urinar, fraqueza e fadiga.

O diagnóstico do diabetes deve sempre ser feito por um médico, que poderá indicar um ou mais exames, como a glicose em jejum dosada no sangue retirado da veia, a hemoglobina clicada ou uma curva glicêmica.

As pessoas que têm familiares de primeiro grau diabéticos são mais propensas a desenvolverem a doença e devem sempre fornecer esse dado ao seu médico. Para o diabetes tipo 1 há exames de anticorpos específicos – anti GAD, anti IA2 e anti-insulina – que podem complementar o diagnóstico. Quando devidamente diagnosticado, o diabetes pode ser controlado com alimentação apropriada, atividade física e, quando necessário, com medicamentos indicados pelo médico.
Matéria adaptada da edição #4 da Revista do Delboni.

Automedicação estimula a hiperdosagem

Além dos perigos já constatados, a prática comum entre 76,4% dos brasileiros pode levar à intoxicação.

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A automedicação, além de extremamente perigosa, estimula a hiperdosagem. É o que concluiu uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), publicada neste mês.

Segundo o estudo, dos 76,4% dos brasileiros que se automedicam, 32% tendem a exagerar a dose em busca de resultados mais rápidos, o que pode desencadear uma série de problemas que vão do desenvolvimento de resistência aos remédios até casos graves de intoxicação medicamentosa.

Em 2011, foram registrados pelo Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas (Sintox) mais de 29 mil casos de intoxicação por medicamentos. Segundo os dados, o uso indiscriminado de remédios é o fator que mais leva a internação por intoxicação, passando na frente até dos agrotóxicos que ocasionaram pouco mais de 4 mil casos.

De acordo com nosso médico, Dr. Rafael Munerato, a automedicação apresenta três problemas principais. O primeiro deles é que, ao comprarmos um remédio na farmácia, muitas vezes nos deixamos levar pelo nome comercial da medicação e acabamos ingerindo, por tabela, substâncias que podem nos fazer mal.

Um segundo aspecto problemático é a interação medicamentosa. Para pessoas que já estão fazendo algum tipo de tratamento, a automedicação é especialmente perigosa na medida em que os remédios podem interagir entre si e gerar reações extremamente prejudiciais à saúde.

Por fim, o médico alerta para o fato de que, sempre que nos automedicamos, estamos interpretando nossos sintomas sozinhos a partir das nossas próprias experiências, o que é algo extremamente limitado e perigoso. Apenas um profissional é capaz de analisar tudo o que sentimos, realizar um diagnóstico preciso e indicar o melhor tratamento para o caso.

Consultar um médico antes de tomar qualquer medicação é, portanto, essencial. Mesmo quando o problema for só aquela dorzinha de cabeça chata ou uma gripe insistente, remédios são substâncias fortes que devem ser tomadas com cautela e acompanhamento profissional.

Série Especial: Entender para Prevenir

Post #02 – Implante, injeção e espermicida.

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Desde que a pílula anticoncepcional foi inventada, as mulheres passaram a ter o direito de escolher quando e como engravidar, algo revolucionário tanto para elas, como para seus parceiros.

Atualmente, os métodos contraceptivos se multiplicaram e hoje, além de optar pela prevenção da gravidez, podemos escolher entre as mais diversas formas de fazer isso o que, às vezes, pode ser um pouco confuso. Pensando nisso, o Delboni criou a série Entender para Prevenir.

Toda terça-feira abordaremos aqui no Blog três métodos contraceptivos distintos para que você tenha acesso a todas as informações das quais precisa para conversar com seu médico e escolher o que melhor se adapta ao seu estilo de vida!

Se surgir alguma dúvida, basta encaminhá-la pela nossa página no Facebook que, ao final da série, uma de nossas médicas irá responder as principais perguntas enviadas.

Dando continuidade a essa série especial, hoje iremos abordar o implante, a injeção e o creme espermicida.

 

Implante

 

Trata-se de um método no qual um pequeno bastonete é implantado no braço da mulher, onde permanece por um período de três anos liberando doses constantes de progestagênio, hormônio que impede a ovulação.

O implante só pode ser realizado por ginecologista ou profissional de saúde qualificado e é ideal para as mulheres que não querem ter que se preocupar com a contracepção todo dia ou mês.

Sua eficácia é altíssima, podendo chegar a até 99,9% quando usado corretamente.

 

Espermicida

 

O espermicida é uma espécie de gel que deve ser aplicado no fundo da vagina aproximadamente 10 minutos antes de todas as relações sexuais.

Sua composição tem como objetivo paralisar os espermatozoides e impedir que eles fecundem os óvulos, entretanto, sua eficácia é de apenas 82%, número que pode ser considerado baixo em comparação com outros métodos.

 

Injeção

Consiste na aplicação de um anticoncepcional injetável que, aos poucos, vai liberando uma combinação hormonal muito parecida com a da pílula que impede a concepção.

Dependendo de sua composição, pode ser aplicado mensalmente ou trimestralmente. Possui uma eficácia de até 99,7% e é uma boa opção para quem tende a esquecer de tomar remédios todos os dias ou fazer trocas e reaplicações toda semana.

Confira o primeiro post da série: http://bit.ly/1kPDnXz

Do fundo do mar para o mundo

Comuns na culinária japonesa, as algas marinhas oferecem muitos benefícios para a saúde.

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Foi na culinária japonesa que se desenvolveu o conceito de umami, considerado o quinto gosto básico além dos já tradicionais doce, salgado, amargo e azedo. Mistura das palavras “delicioso” e “gosto” em japonês, o sabor incomparável pode ser encontrado nas algas marinhas, populares na gastronomia oriental e na dieta dos vegetarianos e macrobióticos, já que o alto conteúdo proteico pode substituir a carne e outros alimentos de origem animal.

A maioria das espécies de alga ajuda no combate à anemia, já que mantém e restabelece as reservas de ferro no organismo, retarda o envelhecimento da pele, tem baixo teor calórico, promove a sensação de saciedade e ainda ajuda na prevenção da depressão.

Talvez pareça um alimento milagroso, mas a lista de benefícios é realmente extensa. “Além de oferecerem grandes quantidades de minerais e fibras solúveis, as algas fortalecem unhas, pele, cabelo e ossos. O iodo, também presente em peixes e frutos do mar é fundamental para o funcionamento correto da tireóide”, conta a nutricionista Dra. Isabelle Zanoni, coordenadora dos cursos de saúde do Centro de Educação, Saúde e Pesquisa de São Paulo.

Vale lembrar que, devido à alta concentração de sódio, os hipertensos devem ficar atentos ao uso das algas. No mais, só resta aproveitar!

Para saber mais sobre as algas e suas propriedades, confira a matéria completa na edição digital da Revista do Delboni: http://bit.ly/1hjPzOA

Teste do pezinho: mais de 50 doenças em uma gota de sangue

Conheça as novidades que tornaram o teste do pezinho ainda mais importante.

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O teste do pezinho é um exame que busca identificar em recém-nascidos aparentemente saudáveis a possibilidade de serem portadores de alguma doença congênita grave.

A partir de algumas gotas de sangue colhidas do pé do bebê nas primeiras semanas de vida, é possível checar a existência de diversas doenças e já identificar as crianças em risco e quais os tratamentos que devem ser iniciados.

No teste básico, oferecido pela rede pública, são rastreadas a fenilcetonúria e o hipertireoidismo congênito, doenças que, se não tratadas desde as primeiras semanas de vida, podem causar retardo mental grave. No serviço privado, os melhores exames disponíveis já checam cerca de 50 doenças. Entre elas a MCAD (deficiência de acil-CoA desidrogenase da cadeia média) que pode levar à morte caso a criança seja mantida em jejum, mesmo que por poucas horas.

O avanço de maior importância nos últimos anos foi a adoção da tecnologia de espectrometria de massa em tandem. Ela permitiu que o número de doenças diagnosticadas aumentassem significativamente, com mais de 20 novas doenças triadas. Antes, para os mesmos resultados, seria necessária uma amostra de sangue muito maior, com resultados bem mais lentos e a possibilidade de mais falhas.

Tudo isso só reforça ainda mais a importância desse exame para as gerações que estão nascendo. Por isso, não deixe compartilhar essas informações e garanta um futuro mais saudável!

Matéria adaptada da edição #2 da Revista do Delboni. Confira a versão digital da publicação: http://bit.ly/1l7AfHh

Série especial: Entender para Prevenir

Post #01 – Adesivo, Anel e Camisinha Feminina.

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Prevenir uma gravidez não se resume ao uso da pílula anticoncepcional e da camisinha. Hoje inauguramos uma série muito especial no Blog do Delboni, “Entender para Prevevir”. Nela, vamos abordar o funcionamento de métodos contraceptivos que existem no mercado, para que você possa conversar com seu médico e descobrir qual deles se adequa melhor ao seu estilo de vida.

Toda terça-feira, você vai encontrar aqui um post falando sobre 3 métodos diferentes. Se alguma dúvida surgir, é só enviá-la através da nossa página no Facebook que, ao final da série, uma de nossas médicas irá responder as principais questões encaminhadas.

 

Adesivo Contraceptivo

Trata-se de um adesivo de formato quadrado e dimensões médias que deve ser colado na pele. A mulher permanece com ele ao longo de 7 dias e, no oitavo, deve retirá-lo e imediatamente substituí-lo por outro até o 21o dia, quando deve iniciar a pausa de uma semana.

Enquanto está sobre o corpo, o adesivo contraceptivo libera uma combinação hormonal que evita a ovulação e dificulta a penetração dos espermatozoides no óvulo e, quando usado corretamente, possui uma eficácia de até 92%.

Por não exigir uma manutenção diária, o adesivo pode ser uma opção interessante para quem não quer ter que se preocupar em tomar remédios todos os dias, por exemplo. Entretanto, banhos muito quentes ou suor excessivo podem fazer com que ele descole, por isso, é necessário tomar cuidado.

Os hormônios liberados pelo adesivo são absorvidos primeiro pela pele e, posteriormente, processados pelo fígado. Dessa forma, seu uso costuma ser indicado para mulheres com problemas hepáticos.

 

Anel Contraceptivo

Aplicado como se fosse um absorvente íntimo, o anel contraceptivo é pequeno e libera, diariamente, uma combinação hormonal diretamente na parede vaginal que impede a ovulação. Ele deve ser colocado uma vez por mês, no primeiro dia da menstruação, e retirado após 3 semanas.

Quando usado de maneira totalmente correta, o anel possui uma eficácia de até 99,7%. Da mesma forma como o adesivo, não exige uma manutenção diária o que o torna uma boa opção para quem costuma ser um pouco esquecida.

 

Camisinha Feminina

Feita de látex, a camisinha feminina deve ser colocada no canal vaginal antes da penetração para impedir o contato entre o pênis e a vagina.

Por ser uma barreira física entre eles, a camisinha não só bloqueia a entrada do sêmen impedindo a concepção, como também ajuda na prevenção da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Obesidade infantil: um problema de adulto

Dra. Rosa Célia e Dra. Isabel Rangel, médicas especializadas na saúde da criança.

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A obesidade infantil tem crescido de maneira assustadora nos últimos anos. No Brasil, 15% das crianças sofrem com essa condição que resulta da ingestão de mais calorias do que o necessário.

Muitas vezes, esse consumo excessivo se inicia em fases bem precoces. Os hábitos familiares têm um papel importante e há também os fatores genéticos, psicossociais, culturais, metabólicos e endócrinos que influenciam no aumento do peso.

Segundo estudos, a obesidade já está relacionada com o desmame materno precoce e a utilização de açúcar e farinha nas mamadeiras. A participação familiar e a adoção de hábitos saudáveis são indispensáveis, assim como a disponibilidade de alimentos adequados.

O ideal não é brigar pelo que a criança não deve comer, mas sim estimular o que deve ser ingerido. Estabeleça a quantidade da porção, faça uma merenda nutritiva para a escola, reduza o número de horas gastas com a televisão e estimule atividades físicas.

É dos adultos a responsabilidade de orientar as crianças para que elas adquiram hábitos saudáveis.

Matéria adaptada da edição #3 da Revista do Delboni. Confira a publicação na íntegra: http://bit.ly/1hjPzOA

Problemas de concentração podem ser falta de sono

Confira algumas dicas para dormir melhor e evitar que isso aconteça.

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Está com dificuldade de se concentrar? Tem esquecido coisas simples reiteradamente? Anda mais emotivo do que o normal? Se a sua resposta para qualquer uma dessas perguntas foi sim, o problema pode ser a falta de sono, algo cada vez mais comum na atualidade.

Pressionadas pelas exigências do trabalho ou até mesmo dos amigos e familiares, muitas pessoas tem sacrificado o tempo de descanso em nome de um ritmo de vida estressante que, além de diminuir as horas de sono, tem prejudicado a sua qualidade.

Dormir é um dos fatores que contribui para a reparação do córtex cerebral, um dos responsáveis pela memória e concentração. Dessa forma, quando dormimos pouco ou dormimos mal, ficamos mais dispersos e esquecidos.

Confira abaixo algumas dicas para aumentar a qualidade do seu sono e não deixar isso acontecer.

Cuide da alimentação
Durante pelo menos 4 horas antes de dormir, evite consumir bebidas alcóolicas e cafeína. Por funcionar como um estimulante, a cafeína pode dificultar o sono, já as bebidas alcóolicas, por serem diuréticas, podem te obrigar a acordar no meio da noite para urinar o que atrapalha muito o descanso.

Crie uma rotina
Nosso metabolismo demora alguns dias para se adaptar a mudanças no horário de sono, por isso, procure ir para a cama sempre na mesma hora, inclusive aos finais de semana.
Não fique rolando na cama
Se você demorar mais de meia hora para pegar no sono, levante da cama e vá fazer alguma coisa relaxante como ler um livro ou ouvir uma música tranquila. Ficar rolando na cama só aumenta a ansiedade e dificulta o sono.

Eletrônicos desligados
Nada de dormir com a televisão ligada ou mexer no celular até adormecer. Aparelhos eletrônicos, em geral, estimulam muito nosso cérebro e prejudicam o relaxamento.

Descanso na medida
A maioria dos adultos precisa de 7 a 8 horas de sono diárias para recuperar as suas energias. Dormir muito menos ou mais do que isso pode trazer uma série de problemas para a saúde.