O sol não tira férias

7 dicas para você se proteger dos raios solares em qualquer época do ano

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A exposição solar é o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele, incluindo o mais letal deles, o melanoma. Assim, sempre que você se expõe ao sol, não importa a estação do ano, é necessário tomar alguns cuidados:

1. Procure a sombra no período de 10h às 16h, que é quando os raios solares são mais fortes.

2. Evite cabines de bronzeamento. Os raios ultravioleta das máquinas de bronzeamento, assim como os do sol, podem causar câncer e rugas.

3. Use roupas protetoras, como blusas de manga longa, chapéus e óculos de sol sempre que possível.

4. Proteja as crianças adequadamente. Para crianças menores de seis meses, a melhor maneira
de se proteger é usar roupas protetoras e ficar na sombra.

5. Aplique protetor solar de largo espectro, aquele que protege contra raios ultravioleta A (UVA) e B (UVB), e é resistente à água. O fator de proteção solar (SPF) deve ser de no mínimo 30. Reaplique o protetor solar a cada duas horas, mesmo em dias nublados e após nadar ou suar excessivamente.

6. Tenha cuidado quando estiver próximo à água ou na areia, pois elas refletem os raios de sol aumentando a chance de queimaduras.

7. Faça o autoexame: procure pintas e sinais e, a qualquer suspeita marque um dermatologista. Lembre- se de fazer um exame completo do corpo, pelo menos uma vez ao ano, não esquecendo de checar a sola dos pés, a parte posterior do pescoço e do escalpo e a região das costas e nádegas, com a ajuda de um espelho.

Saiba como preservar a sua voz na hora de gritar gol!

5 dicas que vão te ajudar a cuidar da voz quando for torcer

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É quase impossível não se contagiar pelo clima de festa da Copa do Mundo! Nessas horas, seja pelo tempo frio e seco dessa época do ano, ou pela vontade de gritar e torcer, uma parte do nosso corpo fica particularmente exposta: a voz.

No meio de grandes eventos, normalmente esquecemos de tomar alguns cuidados simples para preservarmos esse importante instrumento – o que, além de gerar riscos para a nossa saúde, pode fazer com que fiquemos sem voz bem na hora de comemorar aquele gol de placa.

Para evitar que isso aconteça, confira algumas dicas:

1. Beba bastante água. Quanto mais as pregas vocais estiverem hidratadas, maior será a flexibilidade e mobilidade desse músculo responsável pela nossa voz e, portanto, menor será a ocorrência de rouquidão ou afonia.

2. Evite bebidas alcoólicas. Além de desidratar o corpo, elas tendem a anestesiar as pregas vocais, mascarando qualquer sensação de incômodo ou dor, o que pode te levar a forçar a sua voz muito além do que seria possível ou necessário.

3. Aposte em alimentos leves. Comidas pesadas e gordurosas como frituras e chocolates aumentam a produção de muco, o que induz à produção de pigarro, prejudicando o desempenho vocal.

4. Coma uma maçã antes do jogo, o que ajuda a limpar o trato vocal e a preparar a garganta para a torcida.

5. Preste atenção na sua respiração. Na hora de falar ou torcer, a força tem que estar no seu abdome e não na garganta.

Viva, São João!

Aproveite a festa sem sair da dieta

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Festa junina é sempre uma delícia e, em São Paulo, não faltam opções de um bom arraiá nessa época do ano!

No próximo final de semana, ainda é possível conferir a festa da Igreja de São Rafael, na Mooca. E até o dia 6 de julho, a Igreja do Calvário, em Pinheiros, e a Igreja Nossa Senhora da Consolação, no centro, promovem festas todos os finais de semana com direito a músicas e comidas típicas de tirar o fôlego.

E sabe qual é a melhor parte? Algumas atitudes simples podem te ajudar a aproveitar todos esses eventos, sem a culpa de abandonar a dieta!

1. Troque o quentão pelo vinho quente. Além de menos calórico, o vinho possui antioxidantes que, quando consumidos com moderação, podem contribuir para a saúde do coração.

2. Fique longe da maçã do amor. Apesar de ser uma delícia, ela é um dos alimentos mais calóricos da festa. Se quiser um doce, tente optar pela canjica, menos calórica e ótima fonte de cálcio, ou pelo bolo de milho.

3. Não mergulhe o espetinho na farinha. Isso pode chegar a dobrar o valor calórico do churrasco! Aproveite a carne sem nenhum acompanhamento.

4. Se você for fazer a sua festa em casa mesmo, experimente trocar os ingredientes das receitas tradicionais pelas versões light ou sem açúcar. Uma canjica feita com leite desnatado e adoçante tem suas calorias reduzidas de 226 Kcal por porção para 165Kcal.

5. Tente não chegar na festa com fome. Jantar, almoçar ou fazer um pequeno lanche antes de sair de casa pode te ajudar a evitar exageros.

Agora é só escolher a festa mais perto de você e pular muita fogueira!

Igreja de São Rafael
28 e 29 de junho
Largo São Rafael, Mooca
Mais informações: http://www.paroquiasaorafael.org.br/

Igreja do Calvário
28 e 29 de junho – 05 e 06 de julho
Rua Cardeal Arcoverde, 950
Mais informações: http://paroquiadocalvario.org.br/

Igreja Nossa Senhora da Consolação
28 e 29 de junho – 05 e 06 de julho
Rua da Consolação, 585
Mais informações: 3256-5356

Atenção dentro e fora de campo

Tudo que você precisa saber para ficar de olho na sua saúde durante a Copa

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Nem todo brasileiro é fanático por futebol, mas é difícil encontrar alguém indiferente a um jogo disputado nos pênaltis, ainda mais na Copa do Mundo, onde toda partida é decisiva.

A importância que damos ao jogo tem uma série de consequências sobre o nosso corpo e a nossa mente. Ficamos animados e esperançosos, suamos frio e o coração bate mais rápido por conta dos hormônios que circulam em nossa corrente sanguínea quando vivemos fortes emoções. Em excesso, podem ser prejudiciais ao organismo.

A consciência de que grandes eventos esportivos podem desencadear problemas de saúde é recente. Um estudo feito na Copa do Mundo de 2006 pela Universidade de Munique, na Alemanha, mostrou que a incidência de emergências cardíacas, como infartos, nos dias em que o time alemão entrava em campo era mais que duas vezes maior do que antes das partidas! Mas se o jogo é para divertir, por que isso acontece?

 

Descarga de Adrenalina

A principal responsável por desencadear infartos nos jogos é a adrenalina. Quem explica é o nosso cardiologista e Diretor Medico Dr. Rafael Munerato. “Quando estamos diante de fortes emoções, temos uma descarga de adrenalina em nosso corpo. Esse hormônio aumenta a frequência dos batimentos cardíacos e a pressão arterial”, diz. Em uma pessoa saudável, isso significa apenas que o coração vai bater mais rápido. Mas em um cardiopata, as consequências podem ser mais graves. “Se o sangue passa com mais velocidade e pressão por vasos com placas de colesterol, pode haver erosão desse canal. Aí se inicia um processo de coagulação que fecha o vaso, o que causa o infarto”, explica.

As mulheres também precisam ficar de olhos bem abertos quando o assunto é a saúde cardíaca. Um estudo dinamarquês publicado na revista científica Occupational and Environmental Medicine, aponta que o estresse no trabalho tem um efeito mais grave sobre a saúde de mulheres jovens, o que aumenta os riscos de danos cardíacos em 35%. Imagina na Copa!

 

O professor associado da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto Dr. Antonio Pazim, que participou de um estudo sobre o tema no Brasil em 2013, alerta que “50% das pessoas que sofrem um infarto não chegam ao hospital. Quem chega ao hospital, é um sobrevivente”, diz. E, para cada minuto que uma pessoa que sofreu uma parada cardíaca fica sem atendimento, ela perde 10% de chance de sobrevida”, conclui.

Porém não há motivo para se desesperar com esses dados, apenas se prevenir. Não há necessidade de evitar os jogos, basta que quem tenha predisposição a problemas cardíacos procure um médico antes da Copa e inicie tratamento.

Nosso médico cardiologista, Dr. Alexandre Murad Neto, aponta que, depois dos 40 anos, é muito importante manter uma avaliação física periódica, juntamente com exames complementares como o eletrocardiograma e o teste ergométrico. “Em casos mais duvidosos, até mesmo a cintilografia miocárdica, além de exames de sangue específicos, são necessários com o objetivo de determinar se um indivíduo apresenta ou não, risco de sofrer angina ou um infarto”, esclarece.

Haja coração!

Como ficam as metas de Ano Novo no meio do ano?

Dicas para manter a produtividade em alta no segundo semestre

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Quando o ano começa, normalmente estabelecemos vários objetivos: perder aqueles quilinhos a mais, mudar de emprego e fazer exercícios são os mais comuns.

As famosas resoluções de Ano Novo nos acompanham por um tempo, mas basta o segundo semestre chegar para desanimarmos e acabarmos deixando todas essas metas para o ano que vem.

Uma explicação para esse fenômeno é a quantidade de objetivos que estabelecemos ao mesmo tempo. Ninguém consegue se comprometer seriamente com diversas metas sem perder o foco. Outra justificativa plausível é a criação de objetivos completamente fora da nossa zona de interferência. Mudar de emprego, por exemplo, é algo que não depende só de você e da sua vontade.

Ao que tudo indica, um dos grandes inimigos das resoluções de Ano Novo é a falta de planejamento. Pensando nisso, norte-americanos chegaram a criar o Stickk, um site que promete te auxiliar a cumprir suas promessas através de um esquema de etapas e recompensas. O serviço já está disponível em outros países, mas, se você quiser uma alternativa menos tecnológica (e mais barata), algumas medidas simples podem te ajudar.

A primeira coisa a se fazer é revisitar as suas resoluções de Ano Novo e ver quais ainda se aplicam a sua vida. Em seguida, é importante limitar o número de objetivos. Seja realista e lembre-se que você só tem 6 meses pela frente e que, apesar disso ser um tempo razoável, dependendo do tamanho da meta, você vai precisar de mais.

Em seguida, divida essa meta maior em pequenos objetivos que, a curto prazo, podem te ajudar a concretizar o que você deseja. Dê uma data para cada um deles. Por exemplo: se sua meta é perder 5 quilos até o final do ano, estipule que, até o final do mês, você não vai mais tomar refrigerante ou comer doces. Quando esse mês passar e você tiver conseguido dar conta desse pequeno objetivo, além de estar mais perto da sua meta final, a sensação de realização vai te motivar a não desistir.

Por fim, não se esqueça de comemorar suas vitórias. Cada pequeno passo rumo à concretização da sua meta é uma conquista importante e, portanto, merece ser celebrado.

Série Especial: Entender para Prevenir

Post #5 – Muco cervical, tabelinha, coito interrompido e pílula masculina

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Hoje, no penúltimo post da série Entender para Prevenir, iremos abordar alguns métodos de eficácia mais baixa e um que ainda está em fase de testes, mas pretende revolucionar a contracepção!

Caso você tenha alguma dúvida, basta enviá-la pelas nossas redes sociais. Uma de nossas médicas irá responder as perguntas mais frequentes relacionadas aos métodos contraceptivos, que serão publicadas no texto de fechamento da nossa série!

 

Métodos menos eficazes – Muco cervical, tabelinha e coito interrompido

Apesar de quase nenhum desses métodos possuir uma eficácia comprovada, todos são bastante conhecidos e utilizados.

O muco cervical consiste na análise da secreção que é naturalmente expelida pelo colo do útero. Durante o período fértil da mulher, ela costuma ficar mais grossa, quase como a clara de um ovo, indicando que as relações sexuais sem qualquer tipo de proteção devem ser evitadas.

Já a tabelinha é o método onde a mulher, a partir da duração do seu ciclo menstrual, calcula seu período fértil. Por exemplo: quem tem um ciclo de 28 dias, tem como pico de fertilidade o 14o dia após a menstruação, logo, deve evitar relações sexuais ou usar outros métodos no período que se estende do 10o ao 18o dia do ciclo, quando já está ocorrendo a ovulação.

Por fim, o coito interrompido é quando o homem retira o pênis de dentro da vagina antes de ejacular. Muito se fala sobre a ineficácia desse método, pois há chances de saírem espermatozoides no fluido pré-ejaculatório. Por outro lado, estudos indicam que, quando feito da maneira correta, a eficácia do coito interrompido pode chegar a 73%.

Vale ressaltar que nenhum desses métodos possui a eficácia dos já apresentados na nossa série: a pílula, o DIU hormonal e de cobre, a camisinha feminina e masculina, o diafragma, a vasectomia, a laqueadura, o implante ou a injeção, que apresentam percentual de proteção acima de 90%.

 

Pílula anticoncepcional masculina

Está sendo desenvolvida na Austrália uma pílula anticoncepcional capaz de bloquear a saída de espermatozoides, sem afetar o desempenho sexual masculino.

O medicamento foi testado em camundongos e, a partir da inibição de duas proteínas, conseguiu impedir a liberação dos espermatozoides. Quando pararam de tomar a pílula, os animais conseguiram retomar suas funções reprodutivas normalmente.

Ainda em fase de testes e desenvolvimento, a pílula anticoncepcional masculina não está disponível no mercado, porém, é uma grande promessa dentro do mundo da contracepção. Sempre lembrando que para evitar DST’s, nada substitui a camisinha!

Série Especial: Entender para Prevenir

Post #04 – Laqueadura, Vasectomia e Pílula

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Hoje a nossa série “Entender para Prevenir” vai falar sobre a pílula anticoncepcional, um dos contraceptivos mais utilizados pelas mulheres, e dois outros métodos definitivos: a laqueadura e a vasectomia.

Se surgir alguma dúvida, basta encaminhá-la por meio da nossa página no Facebook. Ao final da série, uma de nossas médicas irá responder as principais questões enviadas.

 

Laqueadura

É uma cirurgia por meio da qual o médico corta e “amarra” a extremidade das trompas, impedindo que o óvulo circule e encontre o espermatozoide.

É um processo irreversível e possui eficácia comprovada de 99,5%.

 

Vasectomia

Por meio de uma cirurgia simples, o médico fecha os canais por onde os espermatozoides passam, impedindo que eles saiam dos testículos para se integrar ao líquido seminal.

Apesar de ser pouco complexa, a cirurgia é praticamente irreversível e não protege contra doenças sexualmente transmissíveis. Quando realizada corretamente, sua eficácia é de 99,9%.

 

Pílula

Trata-se de um dos métodos anticoncepcionais mais difundido entre as mulheres e pode apresentar algumas variações quanto a composição e modo de uso. Porém, de maneira geral, a pílula é um comprimido que deve ser ingerido diariamente e que libera uma combinação hormonal que impede a ovulação.

Dependendo do tipo escolhido, o ciclo do medicamento será de 21 dias com pausa de 7; 24 com pausa de 4 ou até mesmo de uso contínuo. Dessa forma, é sempre importante consultar um médico para saber exatamente a forma correta de proceder.

Quando utilizada da maneira correta, a pílula apresenta uma taxa de falha de apenas 0,3%, entretanto, é importante ressaltar que ela não protege quem a usa de doenças sexualmente transmissíveis.
Confira os outros posts da série AQUI.

Já está reclamando da segunda-feira?

Descubra a origem desse hábito tão comum

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Para grande parte das pessoas, a segunda-feira leva a fama de chata sem muita discussão. Segundo uma pesquisa encomendada pela Westin Hotels and Resorts, o primeiro dia de trabalho da semana realmente aborrece a maioria das pessoas. No total, foram entrevistados seis mil adultos e um terço deles diz se sentir muito cansado na segunda-feira. Metade já́ começa a semana com níveis elevados de estresse.

Pelo fato de ainda carregar as lembranças positivas do fim de semana e estar longe da próxima pausa, a segunda-feira continua sendo a menos queridinha do calendário. A correlação, no entanto, é de longa data. “Os países de tradição católica, ao longo da história, sempre criaram uma associação negativa entre o trabalho e a felicidade, ao ponto de a palavra ‘trabalho’ significar, em latim, ‘tripalium’, um instrumento de tortura da Idade Média”, esclarece João Ascenso, psicólogo social.

Por conta dessa herança, muitas pessoas ainda encaram o trabalho como sendo necessário, mas desagradável. E como as rotinas e obrigações profissionais sempre voltam à tona na segunda-feira, a associação não poderia ser muito diferente.

No fim das contas, quem sai perdendo são os mal-humorados. “Embora não se saiba muito ainda sobre as influências do mau humor no organismo, existem muitos estudos que mostram que emoções positivas aumentam a flexibilidade cognitiva, a criatividade, a capacidade de negociar, o repertório de novos comportamentos, a prevenir os estados de reincidência da depressão, além de tornar as pessoas mais colaborativas e menos preconceituosas”, reforça o psicólogo.

Mudar hábitos como o de reclamar da segunda-feira, nem sempre é fácil, mas especialistas garantem que isso traz resultados positivos. No livro O Poder do Hábito – Por Que Fazemos o que Fazemos na Vida e nos Negócios (Editora Objetiva), Charles Duhigg apresenta pesquisas que comprovam que mudanças de hábito interferem em aspectos pessoais e profissionais. Há duas décadas pesquisando ao lado de psicólogos, sociólogos e publicitários, cientistas começaram, finalmente, a entender como os hábitos funcionam – e, mais importante, como podem ser transformados. A conclusão que chegaram é que o exercício é um hábito-mestre, que propaga mudanças em todos os aspectos da vida. Trata-se de uma leitura obrigatória para quem gosta de reclamar!
Texto adaptado da edição #4 da Revista do Delboni. Confira a matéria na íntegra: http://bit.ly/SctRVC

Não há ligação entre virilidade e fertilidade

Nosso médico, Dr. Rogério Leão, desmistifica o tema e fala sobre o que realmente pode causar a infertilidade

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Um casal é considerado infértil quando não consegue engravidar após um ano de relações sexuais regulares sem uso de métodos contraceptivos. Cerca de 15% dos casais apresentam algum problema de infertilidade. No Brasil, estima-se que acometa mais de dois milhões de casais.

O homem está envolvido diretamente na causa da infertilidade em até 50% das vezes. Entretanto, grande parte dos homens tem resistência em fazer a investigação, principalmente porque associam erroneamente fertilidade com virilidade e, por medo ou vergonha, evitam fazer os testes.

O principal exame na investigação da fertilidade masculina é o espermograma, onde são avaliados diversos parâmetros, incluindo concentração, mobilidade, forma e vitalidade dos espermatozoides. É um exame fundamental, embora, em alguns casos, sejam necessárias investigações mais específicas.

Existem varias causas para infertilidade masculina, incluindo alterações hormonais, genéticas e anatômicas. Uma das mais comuns é a varicocele, uma dilatação dos vasos que drenam os testículos, com consequente aumento da temperatura local, o que é prejudicial para os espermatozoides.

Alguns hábitos também podem atrapalhar a qualidade seminal, como cigarro e bebida alcoólica. Por outro lado, atividade física regular, manter peso adequado, evitar gordura trans e aumentar ingestão de ômega 3 – encontrado em peixes e oleaginosas – está relacionada à melhora. Alimentos ricos em vitamina C (como frutas cítricas) e vitamina E (sementes de abobora, abacate, salmão) também podem ser benéficos por suas propriedades antioxidantes.

Vale destacar que a maioria dos casos, os problemas masculinos têm tratamento e a gravidez pode ser atingida. Considerando que a idade da mulher é o principal determinante das chances de sucesso, adiar a investigação pode ter um impacto negativo na conquista do sonho de ter um filho.
O espermograma está disponível no Delboni. Converse com o seu médico e agende já o seu: www.delboniauriemo.com.br

Matéria adaptada da edição #4 da Revista do Delboni. Confira a edição completa: http://bit.ly/SctRVC

Vacina contra o HPV

Como funciona e pra quem é indicada a vacina que evita o câncer de colo de útero

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Recentemente integrada ao calendário de vacinações nacional, a vacina contra o HPV foi uma das grandes descobertas na batalha contra o câncer de colo de útero.

O HPV é um vírus com mais de 100 tipos diferentes dos quais 40 podem infectar a região genital e pelo menos 13 tendem a provocar lesões capazes de evoluir para um quadro de câncer. Estima-se que, após o início da vida sexual, as mulheres possuam, em média, 80% de chances de entrar em contato com algum dos tipos do vírus, o que classifica o HPV como uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns da atualidade.

A prevenção é, portanto, extremamente importante para combater a contaminação e seus desdobramentos. E, no caso do HPV, usar camisinha pode não bastar, já que, muitas vezes, o vírus está em locais não cobertos pelo preservativo.

Diante disso, desenvolveu-se a vacina contra o HPV que protege quem a toma de até 4 tipos diferentes do vírus (6, 11, 16 e 18). Os tipo 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer de colo de útero, já os tipos 6 e 11 são encontrados em 90% das verrugas genitais.

Existem dois tipos de vacina contra o HPV: a bivalente, que protege contra os tipos 6 e 11; e a quadrivalente que abrange os tipos 6, 11, 16 e 18. Nenhuma delas envolve a aplicação do vírus vivo, o que descarta qualquer possibilidade de contágio pela vacinação.

Enquanto a bivalente é liberada para homens e mulheres de todas as idades, a quadrivalente só pode ser tomada por mulheres entre os 9 e 26 anos de idade. Ambas devem ser aplicadas, preferencialmente, antes do início da vida sexual, para garantir a prevenção previamente a exposição ao vírus. Por ainda não haver estudos sobre o tema, a vacina é contraindicada para gestantes.

Para mais informações sobre a vacina contra o HPV, acesse o portal Delboni Vacinas. Lá você encontra resposta para as perguntas mais frequentes relacionadas a esse tema e a lista de unidades onde a vacina está disponível: ACESSE AQUI!