Comece o ano cuidando de você! Realize seus exames de rotina

A chamada Medicina Preventiva é fundamental para o rastreamento precoce de doenças

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O começo do ano é uma boa época para cuidar da saúde. Ano novo para muita gente é sinônimo de vida nova. Pensando nisso muitos pacientes procuram seus médicos para fazer seus exames de rotina nessa época, com o objetivo de começar o ano com metas de saúde a serem atingidas. É a chamada Medicina Preventiva, fundamental para o rastreamento precoce de doenças, conforme comenta Rafael Munerato, diretor médico do Laboratório Delboni. Os exames de rotina mais comumente solicitados são:

 Unisex:

Colesterol, triglicerídeos, glicose, creatinina (avalia a função renal), hemograma completo, TGO e TGP (enzimas do fígado), exame de urina, eletrocardiograma e ecocardiograma.

A partir dos 50 anos: colonoscopia é indicado para a prevenção do câncer de intestino.

Densitometria óssea:  mede a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea, além de prevenir ou detectar a osteoporose. Em mulheres, o exame deve ser feito anualmente após a menopausa e, nos homens, a partir dos 60 anos.

Para as mulheres:

 

Papanicolau – deve ser feito pelo menos uma vez por ano.

A partir dos 40 anos: Exames de mamografia. Ultrassom transvaginal: para detectar doenças ginecológicas como cistos no ovário, miomas e tumores, além de prevenir ou detectar câncer de endométrio e ovário.

Para grávidas: Hemograma para detectar anemia; Glicemia: detecta a presença de diabetes; Urina tipo 1: detecta infecções urinárias e doenças renais ocultas; VDRL: para detectar a presença de sífilis (doença sexualmente transmissível que, se não tratada, pode ocasionar problemas para a saúde do bebê); Tipo sanguíneo: detecta o tipo de sangue da futura mãe. Em caso de RH negativo, é necessário acompanhamento médico diferenciado.
HIV: detecta a presença do vírus da Aids. Caso seja constatado, o tratamento é direcionado para não passar a doença para o bebê; Sorológicos: exames para detectar rubéola, toxoplasmose e hepatites B e C.

Para os homens (a partir dos 45 anos):

 

Exame de próstata, mesmo sem histórico familiar e com hábitos normais de vida.

Provas de sangue, tais como de ureia e creatinina, que permitem avaliar o comprometimento da função renal, além da dosagem do PSA (uma proteína chamada Antígeno Prostático Específico), importante para a exclusão de possíveis tumores malignos da próstata.

Toque retal, que fornece informações sobre o volume, consistência, presença de irregularidades, limites, sensibilidade e mobilidade da próstata.
Para os adolescentes:

 

DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) – o exame vai indicar a presença de vírus da herpes, Aids, HPV e sífilis. É indicado para adolescentes que iniciaram a atividade sexual.

Você pode realizar todos os exames citados acima em uma das nossas unidades, saiba mais em: http://www.delboniauriemo.com.br/

Conheça os benefícios do exercício físico na terceira idade

Se praticado com cautela, o exercício físico pode contribui para retardar o aparecimento destas consequências.

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Quando atingimos certa idade, nosso corpo já não reage mais da mesma forma aos estímulos. É natural perder massa muscular, flexibilidade, força e principalmente o equilíbrio. Se praticado com cautela, o exercício físico pode contribui para retardar o aparecimento destas consequências.

A avaliação física feita com um profissional que aponte quais as melhores atividades para as condições que o paciente apresenta é fundamental e imprescindível. A preferência quanto aos exercícios e os objetivos pessoais devem ser levados em conta também.

Entre as vantagens físicas alcançadas por quem pratica exercícios regularmente estão: melhora da força muscular, pois colocamos os músculos em movimento, manutenção do equilíbrio, melhora da flexibilidade, pois trabalhamos e estimulamos as articulações e aumento ou estabilidade da resistência aeróbica.

Além disso, podemos somar aos benefícios a participação da terceira idade em grupos de atividade física, que contribui para a permanência do idoso nas redes sociais, podendo inclusive, evitar o isolamento e consequentemente a depressão. A relação entre a imunologia e o exercício físico também é importante.

Incentive sempre que possível os idosos da sua família, explique as vantagens e mostre como uma vida mais “agitada” pode ser incluída na sua rotina.

Delboni traz testes laboratoriais capazes de diagnosticar a Febre Chikungunya

A doença tem sintomas semelhantes aos da dengue e também é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti

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O Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica disponibiliza dois tipos de testes laboratoriais capazes de diagnosticar a Febre Chikungunya, doença com sintomas semelhantes aos da dengue e também transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti. O primeiro é um teste molecular e o segundo, sorológico. Ambos são realizados por meio de uma amostra de sangue. Fica a critério do médico indicar qual dos dois exames disponíveis devem ser realizados pelo paciente.

A versão molecular é realizada após a extração do material genético do vírus, por meio de uma reação em tempo real (PCR – Reação em Cadeia da Polimerase) que contém sequências de nucleotídeos específicas (primers) para o vírus da Chikugunya. “Em caso de presença do vírus, os primers se ligam às sequências, amplificando o material genético viral e gerando uma curva de amplificação positiva”, afirma Dr. Cláudio Pereira, diretor de Análises Clínicas do Delboni.

Já a versão sorológica é feita a partir de um método de Imunofluorescência Indireta. “As células infectadas com o vírus Chikungunya são incubadas com o soro do paciente, e caso a reação seja positiva, anticorpos específicos de classe IgG ou IgM atacam estas células e uma fluorescência citoplasmática é visualizada em microscópio de imunofluorescência”, explica Dr. Pereira.

Com sintomas semelhantes e mesmo transmissor que o vírus da dengue, a febre Chikungunya já afetou 1.106 brasileiros. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde registram 115 casos confirmados por critério laboratorial e 991 por critério clínico-epidemiológico.

De acordo com Alberto Chebabo, infectologista do Delboni, ambas as doenças são semelhantes: a diferença está no vírus que é transmitido, o que leva a alguns sintomas diferenciados. “O quadro clínico inicial, com febre e dores de cabeça, é idêntico. O que diferencia uma da outra é basicamente o tipo de dores no corpo. Na dengue, o paciente tem mais dores musculares, e na Chikungunya, dores articulares, que inclusive pode se prolongar por semanas nos casos mais complicados”, revela o médico. Segundo ele, são estas diferenças muito tênues que levam o médico a exigir, além do exame clínico, exames laboratoriais para um diagnóstico correto.

Ambos os exames são realizados por meio de uma coleta de sangue sem necessidade de qualquer preparo prévio ou jejum. Recomenda-se, entretanto, que, como na Dengue, se espere pelo menos até o quinto dia do início dos sintomas para realizar a sorologia, já que ela depende da presença de anticorpos contra o vírus. Já no caso do PCR, a recomendação é que seja coletado nos primeiros dias após início dos sintomas, pois a positividade deste exame cai após a primeira semana de doença.

Previna-se

As semelhanças entre as duas doenças vão além dos sintomas e do mosquito transmissor. As principais formas de prevenir a Chikungunya são as mesmas do combate à dengue, segundo Dr. Alberto Chebabo. “Já que o vetor é o mesmo, temos que reforçar os cuidados de sempre para combater o mosquito. Evite o acúmulo de água parada. Para isso, encha os pratinhos de plantas com areia, mantenha lixeiras, vasos sanitários e caixas d’água fechadas, recolha os entulhos do quintal e mantenha as piscinas cobertas”, conclui.

Por fim, o médico ressalta que, ao sinal dos sintomas, o paciente deve procurar um médico. “É muito importante que o paciente faça uma consulta com um especialista se aparecer algum dos sintomas. Dessa forma, será encaminhado aos exames e o diagnóstico será feito. Quanto antes a doença for descoberta, menores as complicações e maiores são as chances de o tratamento ser bem sucedido”, afirma o especialista.

Baixa estatura infantil pode ser sinal de problemas

A preocupação com a estatura das crianças nem sempre está ligada à vaidade

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O Hormônio do Crescimento (GH) é uma substância produzida por uma glândula no cérebro chamada hipófise. Este hormônio promove o desenvolvimento durante a infância e continua exercendo papel importante no metabolismo durante a vida adulta. A deficiência de hormônio do crescimento é uma condição em que o organismo da criança falha na produção da quantidade adequada de GH, causando atraso no crescimento.

Podemos definir como “baixa estatura” quando a altura da criança encontra-se abaixo do que é considerado normal perante a população ou quando sua altura está abaixo do que se considera “normal” tomando como base a altura dos pais.

Existem diversas causas para o surgimento da baixa estatura, alguns deles são: desnutrição, doenças do estômago e intestino, doenças renais, do coração e pulmão, doenças genéticas e algumas doenças endócrinas. Desse modo, os pais que suspeitam ou crianças que já apresentem sinais ou sofram com alguma das doença citadas acima, devem procurar um especialista para confirmar ou não o caso.

Existem dois tipos diferentes de deficiência: a isolada e a múltipla. O diagnóstico dependerá se o paciente tem deficiência também em outros hormônios hipofisários, além da DGH. Pois o hormônio do crescimento é produzido pela glândula hipófise, a mesma secreta vários hormônios diferentes, que também são essenciais para manter as funções normais do organismo.

Em geral os especialistas utilizam alguns critérios para classificar a Deficiência de Hormônio do Crescimento (GHD). São elas:

– Idade por ocasião do diagnóstico;

– Tipo de deficiência;

– Grau de deficiência;

– Local da deficiência;

Para a realização desse tipo de investigação, procure um especialista.

Endometriose: conheça a doença que atinge 15% das mulheres

Ao contrário do que se pensa, a endometriose não é uma doença causada graças ao excesso de menstruação

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Além de ser uma das principais causas de infertilidade nas mulheres brasileiras, a endometriose também provoca cólicas, dor no fundo da vagina e desconforto durante a relação sexual. Predisposição genética, estilo de vida, queda do sistema imunológico e alterações no fluxo menstrual são fatores que podem ajudar no aparecimento da doença.

Ao contrário do que se pensa, a endometriose não é uma doença causada graças ao excesso de menstruação, ela é gerada em condições na qual o endométrio (mucosa que reveste a parede interna do útero), cresce em outras regiões do corpo. Diferente das células encontradas dentro do útero que são liberadas durante a menstruação, as células fora do útero permanecem no lugar.

Um dos primeiros sintomas da endometriose é a dor pélvica, geralmente associada ao ciclo menstrual. No entanto, mulheres que apresentam quadros da doença dizem que esta dor, durante o período de menstruação, é muito pior do que o normal. Porém a intensidade da dor não está relacionada à extensão do problema.

Quando a endometriose é detectada em estágios iniciais, o tratamento mais comum é o medicamentoso, sendo aliado à base de anticoncepcionais e baixas doses de hormônio. Esses medicamentos podem diminuir a ação do estrógeno e ajudam a controlar o progresso da doença. Ao contrário do que se pensa, a infertilidade causada pela endometriose pode sim ser revertida com outros tratamentos específicos.

Mesmo sendo um processo natural da vida feminina, a cólica pode ser um sinal de que algo não vai bem. Procure um ginecologista e descreva quais são os níveis de dores e outros possíveis sintomas, faça os exames necessários para o diagnóstico da doença, o tratamento precoce pode evitar possíveis complicações na fertilidade feminina.

Entenda o que são e para que servem os Telômeros

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos fatores que mais influenciam na saúde da mente e do corpo

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Ontem, dia 03/12, o Jornal Nacional, da Rede Globo, fez uma reportagem sobre um estudo publicado no British Medical Journal a respeito da importância da dieta mediterrânea como receita de longevidade. Isto porque a mistura de vegetais, azeite, peixe fresco e frutas podem manter as pessoas geneticamente mais jovens, uma vez que o consumo destes alimentos está relacionado ao encurtamento dos Telômeros.

Os Telômeros são sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades de todos os cromossomos humanos. O encurtamento destas células está relacionado aos hábitos de cada indivíduo, e faz parte do ciclo natural da vida.

Com a função de proteger e separar os cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica de cadarços de sapato, que impedem que o cadarço desfie, estrague e perca sua função. Em cada célula humana existem 23 pares de cromossomos, portanto, 92 telômeros (um em cada extremidade de 46 cromossomos no total).

O Teste para Medição dos Telômeros é realizado por meio de uma coleta simples de sangue. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de geriatria, nutrologia, endocrinologia, dermatologia, entre outras. “A partir do sangue, se extrai a célula (glóbulos brancos nucleados – Linfócitos T) para estudo do cromossomo e é possível analisar a extensão dos telômeros por uma metodologia de alta sensibilidade e última geração”, revela o Dr. Rafael Munerato, diretor clínico do Delboni.

 

Ideal para quem busca uma vida plena e longa, a alimentação aliada ao estilo de vida saudável é um dos fatores que mais influenciam na saúde da mente e do corpo. O teste também pode ser utilizado em função da estética, pois reflete indiretamente na melhoria da qualidade de vida. Após a realização do exame, com o auxílio do resultado, os especialistas podem sugerir medidas para ajudar as pessoas a lidarem com os “pneuzinhos” indesejados, por exemplo, influenciando o paciente a prezar cada vez mais pela sua qualidade de vida e bem estar.
Confira abaixo tudo que o exame pode revelar:

 

·         Bom índice de telômeros, bom estilo de vida: é a confirmação de que as ações escolhidas e hábitos de vida adotados estão funcionando;

 

·         Índice de telômeros insatisfatório, estilo de vida insatisfatório: indica a necessidade de mudanças nos hábitos de vida e evidencia o envelhecimento interno antes do surgimento de doenças externas;

 

·         Índice de telômeros insatisfatório, bom estilo de vida: neste caso, é necessário verificar com atenção o estilo de vida adotado (qualidade dos alimentos ingeridos, excesso de exercícios, estresse, entre outros) e fazer um diagnóstico mais profundo (há deficiências nutricionais subclínicas? Existe sensibilidade alimentar? É necessário iniciar algum tipo de terapia de reposição hormonal?).
O teste está disponível há mais de um ano no Delboni Medicina Diagnóstica. Vale lembrar que para realização da medição dos telômeros é preciso o pedido de um médico, já que o laudo necessita da interpretação e acompanhamento de um especialista.
Saiba mais sobre os nossos serviços em: http://www.delboniauriemo.com.br/

Tudo que você precisa saber sobre AIDS: do contágio ao estilo de vida de um soropositivo

A prevenção é a única maneira de se manter seguro

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Segundo dados do relatório da ONU, enquanto no mundo todo as mortes relacionadas ao vírus da Aids registraram queda de 1/3 na última década, vemos o Brasil indo na contramão desta tendência mundial. O número de infecções pelo HIV aumentaram 11% entre 2005 e 2013. Sendo responsável por 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.

Acredita-se que boa parte das causas do aumento estejam relacionadas à desinformação entre os jovens, que muitas vezes lidam erroneamente como se a doença fosse uma epidemia do passado.

Para comentar o assunto e sanar as dúvidas mais frequentes sobre AIDS, conversamos com o Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni.

 Como acontece a transmissão do vírus HIV?

A transmissão do vírus se dá principalmente através dos atos sexuais sem uso do preservativo Seja via sexo anal (ativo ou passivo), oral e vaginal. O compartilhamento de agulhas e objetos cortantes que estejam contaminadas também pode ser uma forma de contaminação.

Há também a “transmissão vertical”, que se dá quando a mãe está contaminada pelo vírus e o transmite para o bebê (dentro da barriga ou por meio do leite materno). Este tipo de contaminação acontece principalmente nos casos em que a mãe não faz o tratamento ou acompanhamento adequado durante o pré-natal.

Como sei se sou portador do vírus HIV?

É possível saber se você está contaminado por meio da pesquisa direta do vírus no sangue (exame de carga viral no sangue) ou pesquisando a presença de anticorpos que são produzidos quando o vírus infecta uma pessoa. Ambos feitos através de coleta de sangue. Vale lembrar que o tempo de incubação do vírus varia de pessoa para pessoa, mas, em média, ele leva de cinco a sete anos para apresentar sintomas.

 Quais os sintomas do HIV?

Um portador de HIV pode ficar anos sem apresentar sintomas. Isso acontece por que o vírus fica “adormecido”. A partir do momento que o vírus resolve atacar o sistema imunológico, começam a surgir os primeiros sintomas. Variando muito de um indivíduo para outro, afinal a imunidade cai e o infectado fica sujeito ao ataque de diversas doenças. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, estando entre eles: febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos acaba passando despercebido. Estão também entre os sintomas, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Se estas doenças não forem tratadas de forma rápida e correta, o soropositivo pode vir a óbito.

 É possível viver bem sendo soropositivo?

Hoje em dia os medicamentos antirretrovirais ou coquiteis antiaids, aumentam a qualidade e a expectativa de vida do soropositivo. Para que isso aconteça é fundamental seguir todas as recomendações médicas e tomar os medicamentos conforme a prescrição do especialista. Além disso, aderir a um estilo de vida saudável alinhando boa alimentação com prática de exercícios físicos também é fundamental.

Como funciona o tratamento de um soropositivo?

O acesso ao tratamento para um soropositivo no Brasil é gratuito e realizado pelo SUS desde 1996. Feito a base de coquetel composto de uma série de comprimidos que evitam o enfraquecimento do sistema imunológico causado pelo vírus HIV. A ação destes medicamentos diminui as chances do aparecimento de doenças oportunistas e possíveis infecções, que se aproveitam do sistema imunológico deficiente do paciente. Além dos medicamentos, o infectado deve realizar exames e consultas periodicamente. Para que haja uma melhora ainda maior, o paciente pode e deve levar uma vida normal junto à sociedade. Trabalhar, namorar, passear e se divertir devem ser atividades corriqueiras na vida de um soropositivo.

 Qual a melhor maneira de se proteger da AIDS?

Usar camisinha em toda e qualquer relação sexual e evitar o compartilhamento de objetivos cortantes ou seringas. A prevenção é a única forma de se proteger contra o vírus. O sexo é uma das formas mais comuns de contágio, porém, não é a única.