Conheça a vacina contra o Herpes Zoster, doença que acomete pessoas com mais de 50 anos

Vírus afeta um quarto dos indivíduos com mais de 50 anos que já tiveram catapora na infância

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Conhecida popularmente como “cobreiro”, o herpes zoster é uma doença que acomete principalmente os idosos, causada pela reativação do vírus da varicela, também conhecida como catapora.

“Quando o indivíduo contrai catapora, mesmo depois da doença ser curada, ele permanece com o vírus latente dentro de seus gânglios, bloqueado por seu sistema imune. Quando este indivíduo envelhece ou contrai doenças que causam queda severa de imunidade, o vírus passa a atingir a região próxima a estes gânglios que armazenaram o vírus”, explica Dr. Ricardo Cunha, responsável pelo setor de vacinas do Delboni Medicina Diagnóstica.

Segundo o especialista, a doença é conhecida como cobreiro porque o vírus toma o trajeto do nervo, formando um caminho de feridas pelo corpo do paciente. “Por se localizar próximo ao nervo, o herpes zoster é extremamente doloroso e causa muito sofrimento a milhões de pessoas em todo mundo”.

A vacina contra o herpes zoster está disponível em nossas unidades e é recomendada para pessoas com mais de 50 anos. Denominada Zostavax®, a vacina é ministrada em dose única e pode ser aplicada juntamente com a vacina contra a gripe, “A Zostavax aumenta a imunidade celular, reduzindo a incidência, a gravidade e as complicações da doença, que causa dor extrema aos pacientes”, afirma Dr. Cunha.

O médico lembra que 95% dos adultos atualmente já contraíram o vírus da varicela, e cerca de um quarto das pessoas com mais de 50 anos em todo o mundo desenvolverão o herpes zoster.

Para mais informações sobre a vacina e sobre a doença consulte seu médico.

A hanseníase ainda afeta 30 mil brasileiros por ano

24/01 foi o Dia Mundial do Hanseniano. Infectologista do Delboni fala sobre prevenção e tratamento

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A hanseníase (também conhecida como Lepra e Mal de Hansen) é uma doença infecciosa, de evolução crônica (lenta), que afeta nervos e pele, provocando danos severos. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento de pacientes, devido às deformidades que causava. Felizmente hoje isso já não existe mais, pois ela pode ser tratada e curada. É o que revela o Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni. A data tem como objetivo sensibilizar e conscientizar a população para a hanseníase, doença que ainda acomete cerca de 30 mil brasileiros por ano.

De acordo com o especialista, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium Leprae. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germens eliminados pelo portador e que são inalados por outras pessoas, penetrando no organismo através da mucosa do nariz. Outra forma é o contato direto da pele com a ferida de doentes. “É necessário, entretanto, que este contato seja íntimo e prolongado para que haja contaminação, daí a necessidade de examinar sempre os familiares de pacientes com hanseníase. Felizmente, a maioria dos pacientes que têm contato com a bactéria não manifesta a doença, pois são capazes de eliminá-la por meio de suas defesas imunológicas”, explica.

Chebabo descreve que o tempo de incubação varia de dois a cinco anos. Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a perda da sensação térmica, definida como a incapacidade de diferenciação entre o quente e o frio no local afetado.

O infectologista prescreve que o diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. Onde a lepra é endêmica e não se dispõe de recursos laboratoriais, o diagnóstico é feito somente pelos sintomas. Um raspado realizado para identificar o bacilo pode ser feito nos lóbulos das orelhas e dos cotovelos. Também é útil para o diagnóstico a pesquisa direta dos bacilos nas linfas.

O doutor alerta que procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso. “A hanseníase tem cura. A terapêutica no Brasil é feita nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento”, afirma.

O infectologista lembra que uma das formas de prevenção da hanseníase consiste no diagnóstico e tratamento precoces, para que os pacientes não transmitam a doença. “Indivíduos que convivem com pacientes contaminados devem ter uma proteção mais específica e receber a vacina contra tuberculose (BCG). Ambientes lotados, condições ruins de higiene e desnutrição também favorecem a disseminação do bacilo”, finaliza.

Cuidar dos rins é mais necessário do que você imagina

Os rins são os filtros do corpo, eles são responsáveis pela limpeza do sangue e das impurezas do nosso corpo

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A Sociedade Brasileira de Nefrologia indicou que a taxa de mortes dos doentes renais crônicos aumentou 38% de 2000 para cá. O principal motivo deste crescimento é o diagnóstico tardio de pessoas com disfunções nos rins.

São considerados fatores de risco problemas como o diabetes, pressão alta, doença renal na família, idade avançada e doenças cardiovasculares. Os testes de detecção, que podem ser de urina ou de sangue, devem ser realizados sistematicamente em pacientes que já apresentam as doenças relacionadas acima.

Os exames de sangue e de urina citados acima permitem minimizar as lesões. Eles mostram a eficiência da remoção de água e de resíduos pelos rins. Podem ser medidas no sangue a creatinina (e a taxa de filtração glomerular estimada) e a ureia. Resultados anormais são, com frequência, os primeiros sinais de uma doença renal. Ao mesmo tempo, é examinada uma amostra de urina (urinálise) como parte da rotina, para verificar se há presença de hemácias, leucócitos ou proteínas.

Visando à prevenção da disfunção nos rins, cuidados como manter a pressão alta sob controle, fazer exame de urina para detectar proteína e exame de sangue para dosar a creatinina podem ser tomados. Mais do que ações para diagnóstico e tratamento, é necessária a prevenção da doença.

Após o diagnóstico do problema, vem o tratamento, que acompanha o progresso da doença. Na fase inicial, o paciente precisa fazer uma mudança na dieta. Se tiver pressão alta e diabetes, deve tomar medicamentos para controlar, além de remédios para reduzir a eliminação de proteínas pelos rins. Já na fase mais avançada, vem a diálise, mais medicamentos e o transplante renal.

Especialista do Delboni dá dicas para evitar a desidratação no verão

A desidratação se caracteriza pela perda excessiva de água, sais minerais e líquidos orgânicos no corpo

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No verão aumentam as preocupações com a desidratação. A maioria dos médicos recomenda a ingestão de 1 a 2 litros de água por dia, indiferentemente da estação do ano. Mas a quantidade pode variar de acordo com a atividade de cada indivíduo.

Uma dica para saber a quantidade mínima de água que você precisa consumir diariamente, basta se pesar no começo do dia e após duas horas de trabalho. A diferença representa o quanto de líquido foi gasto durante as atividades. Se você perdeu 40 gramas, terá que repor 40 ml de água. Para se ter uma ideia, um copo representa, em média, 200 ml. É o que revela Dr. Mauro Scharf, endocrinologista do Delboni.

O médico explica que a quantidade de líquido pode variar, também, se o indivíduo tiver uma alimentação balanceada. “Algumas frutas possuem alto teor de água, como a melancia, por exemplo. Se você come uma fatia, que é composta por 90% de água, a quantidade a ser consumida em líquido diminui”, revela.

Outra dica são as bebidas esportivas, que são compostas por água, eletrólitos e carboidratos, que ajudam a repor o líquido perdido durante atividades físicas. “Essa bebidas servem para evitar a desidratação e preservar o bom funcionamento metabólico”, define.

Mas Scharf lembra que os isotônicos devem ser ingeridos na quantidade certa. Para os exercícios com duração superior a 1 hora, indica-se o consumo de 150 ml a 300 ml de uma bebida esportiva com concentração de 4% a 8% de carboidrato a cada 20 minutos. “O consumo desnecessário pode trazer problemas como a ingestão de quantidade excessiva de sódio e, por conter uma pequena quantidade de carboidratos, pode estimular o ganho de peso”, destaca.

Principalmente em dias de calor, o endocrinologista indica também evitar esforços físicos excessivos e manter hábitos de higiene. “É importante fazer uso de roupas leves e evitar tanto a exposição ao sol em dias quentes quanto  prática de exercícios debaixo do sol forte. E lembrar de lavar sempre as mãos antes de cada refeição, bem como os alimentos, que devem ser preparados corretamente”, conclui.

Scharf explica que a desidratação se caracteriza pela perda excessiva de água, sais minerais e líquidos orgânicos no corpo, que podem impedir que o organismo realize suas funções normais. Ela ocorre se a água eliminada pelo organismo não for reposta. “Isso acontece quando a ingestão de líquidos é insuficiente e pode trazer sérias consequências à saúde”, diz.

A desidratação pode ser classificada de acordo com a gravidade, podendo ser leve, moderada ou grave. “No caso de leve ou moderada, a desidratação pode causar sede exagerada, olheiras, boca e pele secas, dor de cabeça, sonolência e tonturas, além da diminuição da sudorese. No caso mais grave, esses sintomas se intensificam, podendo surgir outros como queda da pressão arterial, convulsões, falência dos órgãos, podendo levar até à morte”, revela.

O diagnóstico pode ser feito através de avaliações clínicas e exames. “Geralmente a desidratação é diagnosticada por meio das avaliações médicas, mas, caso necessário, são realizados exames de sangue, fezes e urina”, conta.

A desidratação pode ocorrer em todas as idades, desde recém-nascidos até idosos. “Nos primeiros seis meses de vida de uma criança, o ideal para o tratamento é o leite materno. Após essa idade, no caso de desidratação leve ou moderada, indica-se a ingestão de água filtrada em intervalos curtos. Já no caso de desidratação grave, a reidratação deve ser feita com o soro oral”, explica.

Saiba como evitar alguns problemas de saúde durante sua viagem de férias

Confira algumas dicas para evitar problemas na sua viagem de férias

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Os turistas estão sempre atrás dos melhores destinos, e alguns deles podem apresentar algum problema de saúde durante a viagem, necessitando por vezes de internação, gastos adicionais, perda da viagem ou situações de risco de vida.

Elaboramos para você que está prestes a viajar uma lista com as doenças mais comuns encontradas no Brasil e no exterior:

Diarreia:
Também conhecida no meio médico com “diarreia do viajante”, ela é a doença infecciosa mais frequente entre as pessoas que viajam pelo Brasil ou ao exterior. O incomodo costuma ser causado pelo consumo de alimentos, água ou bebidas contaminados por bactérias, vírus ou protozoárias.

Dengue:

Vale lembrar que o número de casos de dengue continua a aumentar. Como não há vacina, o turista deve aprender tudo sobre os cuidados contra picada de mosquito, não somente em áreas rurais, mas também em grandes centros.

Malária:

O risco real existe em diversos paraísos para os amantes do meio ambiente, como o Pantanal Norte e a Região Amazônica. A prevenção começa com os cuidados contra a picada do mosquito transmissor da doença até, em casos de maior risco, uso de medicações profiláticas.

Hepatite A:

Uma doença transmitida por água e por alimentos contaminados, com mortalidade de 3% para pessoas acima dos 50 anos. Como parte da prevenção está indicada a vacinação para quem ainda não for imune.

Tétano:

A bactéria do tétano pode ser adquirida através de acidentes, não somente prego enferrujado, mas qualquer trauma com cortes ou contusões em que ocorra contaminação com terra ou material fecal.

Outras doenças transmitidas por picadas de mosquitos e que vale a atenção para os viajantes são: febre amarela e leishmaniose. A principal medida preventiva dessas doenças é evitar a picada de mosquitos, podendo ser feita das seguintes formas:

– Evite os períodos de circulação dos mosquitos da malária – início da manhã e final de tarde;

– Sempre que possível utilize roupas claras de mangas longas, calças compridas, camisetas/camisas dentro das calças;

– Use repelentes à base de pemetrina em roupas, sapatos, redes, material de camping, repetindo a cada três lavagens;

– Use repelente na pele à base de DEET com concentração acima de 35%, repetindo sua aplicação a cada quatro horas, evitando contato com olhos e mucosas.
Saiba quais vacinas são indicadas para você e confira qual Unidade de Atendimento do Laboratório Delboni está mais próxima de você: http://www.delbonivacinas.com.br/

A vitamina D está em alta

Além de regular o metabolismo do cálcio e estimular o sistema imune, a vitamina tem ação anticancerígena entre outros benefícios.

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Ela está envolvida em muitos processos importantes para a manutenção da saúde em todas as idades. E, a cada dia, novas funções são descobertas. Além de ser essencial para a saúde óssea e muscular, ela pode ajudar no fortalecimento do sistema imune, contribui para a manutenção do metabolismo da glicose e atua na prevenção de doenças.

Além de regular o metabolismo do cálcio e estimular o sistema imune, a vitamina D tem ação anticancerígena, ajuda a normalizar os hormônios da tireoide, interfere na fertilidade e aumenta a força muscular e tem também influência na tolerância à glicose. Agindo por meio das ações no intestino, rim, osso e glândulas paratireoides.

A substância é formada na pele pela ação dos raios solares ou obtida através da dieta e de suplementos vitamínicos. São poucos os alimentos que contêm vitamina. Dentre eles a maior concentração é no óleo de fígado de bacalhau e, em quantidades menores em peixes oleosos como salmão, atum e sardinha e outros alimentos como cogumelos, gema de ovo, sucos e cereais enriquecidos artificialmente.

O diagnóstico da deficiência da vitamina D está muito mais frequente em toda a população mundial, e acomete especialmente os idosos, que produzem menos vitamina D ativa quando expostos ao sol.  A deficiência tem sido relacionada ao aumento da incidência de quedas, à diminuição da força muscular e à deterioração do equilíbrio, segundo a Endocrinologista do laboratório Delboni, Dra. Suemi Marui.

A endocrinologista também lembra que a deficiência de vitamina D é um dos principais determinantes da osteoporose senil. “Estudos também têm demonstrado uma relação entre o diabetes e a falta de vitamina D” complementa.

Para evitar a deficiente da vitamina no corpo, a Dra. Indica a inclusão de 5 a 30 minutos de banho de sol na rotina diária, ou no mínimo 3 vezes por semana, prioritariamente até as 10h da manhã e depois das 16h. “Caso haja falta de vitamina D, é necessário, além de banhos de sol, um tratamento com reposição da vitamina por meio de remédios, dieta e atividades físicas”, finaliza.

Em 2015, que tal inserir a bicicleta em sua vida?

Pedalar faz bem ao coração, emagrece, pode ajudar a combater o diabetes e alivia o estresse.

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O Projeto da prefeitura de São Paulo que promete a construção de ciclo faixas na cidade traz aspectos positivos não apenas para o trânsito, mas também para a saúde e o entretenimento dos paulistas. Divididas em ciclovias e ciclo faixas as bicicletas terão mais de 400km de espaço exclusivo para os adeptos e futuros adeptos da pedalada até o fim de 2015.
Além de contribuir no estimulo do sistema imunológico para a redução da depressão, da ansiedade e do estresse, pedalar ajuda na função cardiovascular e regula os níveis de pressão arterial, colesterol e triglicérides. Uma das maiores vantagens do exercício é ele não causar impacto sobre os joelhos, ao contrário de outras modalidades, sendo bastante indicado para pessoas acima do peso.
Andar de bicicleta ajuda também a trabalhar os grandes grupos musculares da perna e ainda estimula a contração do abdômen, pois o exercício exige postura ereta do praticante, além de ser um excelente exercício aeróbico e ótimo para melhorar a resistência física.
Seja por diversão ou em prol da saúde, aproveitar as oportunidades baratas e simples que a cidade de São Paulo nos oferece pode ser uma ótima alternativa para suas mudanças de hábito em 2015.