Você dorme, mas sente que não descansa? Confira algumas causas que podem estar por trás deste problema

A dificuldade pode estar diretamente ligada a dores crônicas, estresse e estilo de vida

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Quem são os maiores prejudicados pela insônia?

Em geral quem sofre mais com a doença são as mulheres, em especial na menopausa e idosos. Para diagnosticá-la, faz-se uma análise da história do paciente e usa-se o actígrafo, aparelho que capta movimentos e registra os períodos de sono por 24 horas.

Veja abaixo possíveis causas para a insônia:

Cuidado com bebidas alcoólicas, cigarros e café:

Álcool, cafeína e nicotina são estimulantes que também estão diretamente ligados à má qualidade do sono, mas isso varia de acordo com a sensibilidade de cada indivíduo. Eles podem ter efeitos relaxantes no momento que são consumidos, mas o problema é que, ao despertar, as pessoas podem sofrer com dores de cabeça e mal-estar. Para quem tem insônia a recomendação não ingerir café, refrigerantes do tipo cola, chocolates ou chá verde nas horas que antecedem seu repouso.

Medicamentos:

Alguns remédios podem agravar os casos de insônia por conta de alguns estimulantes presentes em sua fórmula. Descongestionantes, remédios para emagrecer, antidepressivos são alguns deles. O uso crônico de hipnóticos, para indutores do sono, pode torná-los sem efeito e causar insônia.

Fatores ambientais:

Ter horários desregulados, praticar atividades estimulantes antes de ir dormir, trabalhar na cama ou ver televisão, são hábitos que atrapalham muito o sono.

Ambientes ruidosos, úmidos, com temperaturas inadequadas também são fatores que desregulam nosso relógio biológico e podem provocar insônia.

 

Sedentarismo!

Atividade física regular, desde que feita em horários apropriados, está associada à boa qualidade do sono. A falta desta prática atrapalha a identificação do organismo entre dia e noite e pode levar à obesidade, uma das causas da apneia.

 

Andropausa não é a menopausa no homem

Distúrbio androgênico do envelhecimento masculino tem particularidades bem diferentes.

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Uma das alterações que ocorre no organismo do homem com mais de 40 anos é a diminuição da testosterona, que afeta 9% dos homens acima dos 40 e 33% daqueles com mais de 60 anos. O Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, conhecido como Andropausa, pode causar diversos sinais e sintomas e aumentar a predisposição a algumas doenças.

De acordo com Dr. Clovis Cechinel, geriatra do laboratório Exame, a andropausa não pode ser considerada uma menopausa masculina, pois existem diversas particularidades entre os dois distúrbios. “Na mulher a menopausa acontece de forma muito rápida e tem um marco com a modificação do ciclo menstrual e leva a sinais mais fortes, como a onda de calor. Já no homem a manifestação dos sintomas é lenta e pouco evidente”, explica o médico.

Os sintomas no homem causados pela baixa da testosterona são relacionados em sua grande maioria com a diminuição de desempenho sexual e cansaço. “Os homens se queixam de uma diminuição de libido, e a capacidade de ereção diminui. Fora isso, observamos uma queda no desempenho físico e mental, podendo levar o paciente a ficar com uma dificuldade de concentração e até ansioso”, lista.

A queda hormonal no homem pode também levar a sinais mais fortes e estar relacionada a várias doenças. “Dependendo do nível da redução da taxa do hormônio masculino, pode haver até uma queda de pelos e uma perda de massa muscular e massa óssea. Até a infertilidade é um sintoma possível já que diminui também a produção de espermatozoides”, exemplifica o geriatra.

Medindo a testosterona

O especialista analisa que devido à falta de sintomas característicos, a andropausa é mais dificilmente detectada do que a menopausa, e por isso, menos conhecida. “A maioria das queixas do homem durante a andropausa, como o cansaço e libido reduzido, se confunde com outros quadros associados. A verdade é que as coisas vão mudando aos poucos no corpo do homem e ele percebe menos as limitações”, explica Dr. Clóvis.

De acordo com o geriatra, os homens se preocupam menos com o corpo e a saúde e isso dificulta ainda mais o acompanhamento do médico. Por isso é importante considerar o apoio de exames que confirma os sintomas e da dosagem da testosterona no sangue. “Quando as mulheres começam a perceber qualquer diferença elas vão direto ao médico e sabem dizer exatamente o que está incomodando, os homens não. Por isso é importante acompanhar o homem com o auxilio de exames complementares”, conclui o médico.

LER – Lesão por Esforço Repetitivo

A LER é causada por atividades que requerem movimentos repetitivos, como fazer crochê, jogar tênis, tocar piano, dirigir, digitar etc.

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As Lesões por Esforço Repetitivo, ou LER, não é propriamente uma doença. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças, entre elas a tendinite, síndrome do pronador redondo, mialgias entre muitas outras. A lesão é causada principalmente pelo desempenho de atividades repetitivas e contínuas, como tocar piano, dirigir, digitar etc.

A LER é uma lesão relacionada diretamente com a atividade da pessoa e, em alguns casos, pode até ser entendida como uma doença ocupacional, ocorrendo sempre que houver incompatibilidade entre o seu físico e a atividade ou tarefa realizada. Alguns fatores contribuem para a instalação da lesão, dentre eles: movimentos repetitivos, postura incorreta, carregar constantemente excesso de pesos etc.

A digitação é uma das causas mais comuns da incidência da LER e é a que mais tem contribuído para o aumento do número de casos de doenças ocupacionais.

A LER instala-se gradativamente no organismo humano e, muitas vezes, passa despercebida ao longo de toda uma vida de trabalho e quando é percebida já existe um severo comprometimento da área afetada.

Os principais sintomas são: dor nos membros que são constantemente colocados em movimentos repetitivos, dificuldade para movimentá-los, formigamento, fadiga muscular, alteração da temperatura e da sensibilidade, redução na amplitude do movimento, inflamação.

Caso você sinta algum deste desconforto procure um médico de sua confiança.

Algumas gorduras, minerais e vitaminas são ótimos ingredientes para a memória

A capacidade de armazenar dado precisa receber manutenção constante para não entrar em “pane”. Essa manutenção pode ser a junção de hábitos saudáveis, como momentos de lazer, boas noites de sono e o que nós optamos por comer em no dia-a-dia. Abaixo, fizemos uma lista dos alimentos e ingredientes muito úteis para deixar sua memória em […]

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A capacidade de armazenar dado precisa receber manutenção constante para não entrar em “pane”. Essa manutenção pode ser a junção de hábitos saudáveis, como momentos de lazer, boas noites de sono e o que nós optamos por comer em no dia-a-dia.

Abaixo, fizemos uma lista dos alimentos e ingredientes muito úteis para deixar sua memória em dia:

Glicose

A glicose é um dos principais combustíveis para o funcionamento dos neurônios. As melhores e mais saudáveis fontes de glicose são os cereais integrais, legumes e frutas.

Ômega-3

Esta gordura é benéfica e essencial para o organismo. Além de fazer bem ao coração, ela é ótima para a memória pois protege a membrana que recobre o cérebro. As melhores e mais saudáveis fontes de ômega-3 são os peixes, especialmente os de águas frias, como a sardinha, atum e salmão e a linhaça.

Zinco

O mineral detém a função de regular o organismo. Ele atua na atividade neuronal, na concentração e na memória e além de possuir ação anti-inflamatória. Pode-se encontrar zinco em carnes vermelhas, ovos, ostras, caranguejo, laticínios e fígado.

Fisetina

A substância estimula os mecanismos cerebrais que melhoram a memória de longo prazo. Estes flavonoides induzem o amadurecimento das células do sistema nervoso. E processo de maturação desencadeado pela fisetina também é muito importante na formação da memória.

Os principais alimentos ricos em fisetina são as frutas como o morango, maçã, laranja, kiwi, uva, pêssego, tomate, além de cebola e espinafre.

Ferro

A principal função do ferro em nosso organismo é ajudar a carregar o oxigênio para os tecidos, inclusive para o cérebro. Quando os níveis de ferro diminuem, o organismo fica com pouco oxigênio disponível levando a perda de memória, apatia e perda de atenção.

 

Podemos separar as fontes de ferro em: animais e vegetais. As fontes animais  são melhores absorvidas pelo organismo. Dentre elas estão as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras, como rim e coração.

Já os alimentos de origem vegetal, destacam-se principalmente  as folhas na cor verde-escura, como o agrião, couve e cheiro-verde; as leguminosas, como feijões, fava, grão-de-bico, ervilha e lentilha e grãos integrais.

 

Não há ligação entre virilidade e infertilidade

Existem várias causas para a infertilidade masculina, incluindo alterações hormonais, genéticas e anatômicas

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Um casal é considerado infértil quando não consegue engravidar após um ano de relações sexuais regulares sem uso de métodos contraceptivos. Cerca de 15% dos casais apresentam algum problema de infertilidade. No Brasil, estima-se que acometa mais de dois milhões de pessoas. O homem está envolvido diretamente na causa da infertilidade em até 50% das vezes. Entretanto, grande parte dos homens tem resistência em fazer investigação, principalmente porque associam erroneamente fertilidade com virilidade e, por medo ou vergonha, evitam fazer os testes.
O principal exame na investigação da fertilidade masculina é o espermograma, onde são avaliados diversos parâmetros, incluindo concentração, mobilidade, forma e vitalidade dos espermatozoides. É um exame fundamental, embora, em alguns casos, sejam necessárias investigações mais especificas.
Existem várias causas para a infertilidade masculina, incluindo alterações hormonais, genéticas e anatômicas. Uma das mais comuns é a varicocele, uma dilatação dos vasos que drenam os testículos, com consequente aumento de temperatura local, o que é prejudicial para os espermatozoides.
Alguns hábitos também podem atrapalhar a qualidade seminal, como cigarro e bebida alcoólica. Por outro lado, atividade física regular, manter o peso adequado, evitar gordura trans e aumentar a ingestão de ômega-3 – encontrado principalmente em peixes e oleaginosas – está relacionada à melhora. Alimentos ricos em vitamina C (como furtas cítricas) e vitamina E (sementes de abóbora, abacate, salmão) também podem ser benéficos por suas propriedades antioxidantes.
Vale destacar que a maioria dos problemas masculinos tem tratamento e a gravidez pode ser atingida. Considerando que a idade da mulher é o principal determinante das chances de sucesso, adiar a investigação pode ter um impacto negativo na conquista do sonho de ter um filho.