Proteja-se da Pneumonia. Vacine-se

Com o tempo frio se aproximando, a Pneumonia se torna mais comum e pode trazer complicações. Saiba mais sobre a vacina e suas indicações.

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Embora esteja entre as três principais causas de morte em todas as idades no mundo, perdendo apenas para doenças cardíacas e cerebrovasculares, a pneumonia nem sempre é diagnosticada precocemente, principalmente nos idosos. Segundo Dr. Ricardo Cunha, médico sanitarista e responsável pelo setor de vacinas do Delboni Medicina Diagnóstica, a doença é mais facilmente transmissível durante as estações com menores temperaturas.

A queda nos termômetros também favorece a baixa da imunidade, que contribui para o contágio da pneumonia, que nada mais é do que um processo inflamatório do tecido pulmonar. “O quadro pode ficar ainda mais grave nos idosos, que são mais sensíveis aos agentes externos devido a falhas no sistema respiratório”, afirma o médico.

Para evitar que a doença leve a quadros mais graves nos idosos, a família deve se atentar a alguns sintomas, como apatia, perda de apetite, confusão mental e cansaço. Muitas vezes a pneumonia acaba passando despercebida, pois nos mais jovens os sintomas mais comuns são tosse, febre e dor no peito.

“A prevenção é com certeza a melhor medida. Os idosos não podem deixar de se vacinar contra pneumonia, pois ela ainda está entre uma das causas frequentes de morte na terceira idade. A imunização não só protege contra a pneumonia, como também de outras doenças causadas pelo pneumococo, como a meningite, otite, septicemia e infecções bacterianas do sangue”, afirma o especialista.

No Brasil, a vacina pneumocócica conjugada 13 valente, que previne as infecções causadas pelo pneumococo (nome popular da bactéria Streptococcus pneumonia), é indicada para os idosos, mas também para a proteção de lactentes e crianças de seis semanas até seis anos de idade, previne infecções contra um dos tipos mais agressivos da bactéria pneumococo, o sorotipo 19A. Ela é a única que oferece proteção a quase 100% dos sorotipos atualmente associados à resistência à penicilina no País.

A vacina já está disponível em nossas unidades, para mais informações entre em contato com nosso Atendimento ao Cliente: São Paulo: (11) 3049-6999 | Santos: (13) 4004-6999.

Dengue vs Chicungunya

Conheça as principais diferenças entre as doenças e saiba como se proteger

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As notificações de casos de dengue aumentaram no ano de 2015. Os números divulgados pelo Ministério da Saúde, que referem à situação da doença até 28 de março, demonstram que, em relação ao mesmo período do último ano, houve um aumento de 114% nos casos registrados, chegando a 460.502 casos confirmados. E uma nova ameaça surgiu nesse cenário: a Chicungunya.

Transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, o Aedes aegypti, a doença teve 1.513 casos confirmados até o mês de março, em diversas capitais brasileiras, segundo dados do Ministério da Saúde. A diferença entre as doenças está no vírus que é transmitido, o que leva a sintomas diferenciados.

"O quadro clínico inicial, com febre e dores de cabeça, é idêntico. O que diferencia é basicamente o tipo de dor no corpo. Na dengue, o paciente tem mais dores musculares, e na Chicungunya, dores articulares, que podem se prolongar por semanas nos casos mais complicados", explica nosso infectologista, Dr. Alberto Chebabo.

Com características tão próximas, é importante que, além do exame clínico, sejam feitos exames laboratoriais para o diagnóstico correto. “O resultado do exame indica a presença do vírus CHIKV. Já as sorologias indicam a presença de anticorpos contra o vírus Chicungunya ou CHIKV, diagnosticando que o paciente já foi ou está infectado pelo vírus”, explica.

VACINA EM PRODUÇÃO

A medida mais aguardada como promessa de um combate mais efetivo às doenças são as vacinas. No entanto, mesmo que os resultados das pesquisas tenham sido animadores, as amostras ainda não atingiram o que se considera a proteção ideal, acima de 80%. A dificuldade em relação a um resultado mais eficaz para a vacina contra a dengue está na necessidade de se obter uma proteção para quatro diferentes tipos de vírus que causam a doença.

Contudo, a divisão farmacêutica Sanofi Pasteur já declarou sua pretensão de entrar com o pedido para o registro da vacina, neste ano, em vários países endêmicos. A empresa acredita que até o segundo semestre de 2015, a vacina já esteja disponível no Brasil.

O dado mais encorajador dos estudos apresentados é que o número de internações por casos graves teve uma diminuição significativa entre as pessoas vacinadas, contribuindo para uma menor taxa de mortalidade da doença e dos custos sociais gerados.

COMO EVITAR?

Enquanto a vacina não está disponível, o mais importante é o combate aos criadouros, que se encontram em águas limpas e paradas. Esse cuidado deve evitar desde as águas que se alojam em pneus, em caixas-d’água ou piscinas que permanecem sem a devida limpeza.

Outra medida importante é diagnosticar de forma correta os casos de dengue, assim como os de Chicungunya. Com qualquer sintoma, procure seu médico.

 

Conheça as principais diferenças entre a dengue e a febre Chicungunya

 

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