Mitos e verdades sobre a mamografia

Procedimento deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos, e é capaz de identificar nódulos ainda não palpáveis.

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Embora a mamografia seja importante para a detecção de nódulos e tumores nas mamas, ela ainda não faz parte da agenda anual de exames de muitas mulheres brasileiras com mais de 40 anos. De acordo com a radiologista e especialista em exames por imagem das mamas do Delboni Auriemo, Dra. Flora Finguerman, o diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento de nódulos e tumores nas mamas.

Para ajudar a quebrar alguns mitos sobre o exame, abaixo a especialista esclarece algumas dúvidas:

 

1. A radiação do exame é perigosa, por isso é melhor não fazê-lo.

Mito. Embora o aparelho de Raios-X utilizado na mamografia emita radiação, ela não é perigosa se realizada conforme as orientações médicas e com controle de qualidade adequado. A radiação dificilmente implicará em prejuízos à saúde, mesmo nos casos em que a mulher precisa realizar o exame antes dessa idade.

 

2. O ultrassom da mama pode também ser usado para detectar nódulos e tumores?

Verdade. Embora não seja um exame obrigatório no rastreamento, o ultrassom também pode ser usado para o diagnóstico em casos de suspeita médica. “O exame costuma ser indicado principalmente para mulheres que têm as mamas densas. Nestes casos, nem sempre a mamografia consegue fazer uma boa avaliação”, afirma a médica.

 

3. É preciso começar a fazer a mamografia antes dos 40 quando alguém próximo da família, como minha mãe ou avó, teve câncer de mama ainda jovem?

Verdade. Quando há um histórico de câncer na família, principalmente em pessoas com parentesco de primeiro grau, como mãe e irmã, é recomendado antecipar a realização anual do procedimento.

 

4. A mamografia detecta nódulos com poucos milímetros?

Verdade. O exame é capaz de detectar nódulos a partir de 2 a 3 mm. De acordo com a médica, isso decorre do grande avanço na melhoria da qualidade do exame, afinal, antes da mamografia, os nódulos eram percebidos apenas quando se tornavam palpáveis, com cerca de 1 cm.

 

5. Embora seja importante realizar o autoexame com frequência, ele não substitui o procedimento.

Verdade. O autoexame deve fazer parte da rotina das mulheres, independentemente da sua faixa etária. Entretanto, ele não substitui o exame de mamografia. “Normalmente, o autoexame detecta nódulos quando eles já estão em tamanhos maiores, o que pode dificultar ou atrasar o tratamento.

Açúcar vicia e pode causar dependência

Pesquisadores de universidade norte-americana comprovaram problemas do açúcar e alertam à dependência dos brasileiros

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A glicose é um açúcar imprescindível para o bom funcionamento do organismo. O consumo desse nutriente, no entanto, deve ser moderado – não só por riscos relacionados à saúde, mas porque a ingestão desenfreada de alimentos ricos em açúcar pode passar da vontade à compulsão e síndrome de abstinência.

Estudos realizados na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, já demonstraram que o açúcar vicia pelos mesmos mecanismos de drogas ilícitas pesadas. E, se depender disso, o Brasil terá, em breve, um quadro ainda mais alarmante de “dependentes”.

De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros são um dos maiores consumidores de açúcar. Os dados não deixam mentir: mais de 60% da população consome quantidade de açúcar superior ao recomendado pelo Ministério da Saúde (50 gramas diários ou o equivalente a dez colheres de chá de açúcar), chegando ao consumo exagerado de 28 colheres de chá por dia.

 

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Passos de Formiguinha

Cortar definitivamente o açúcar da dieta pode não ser uma tarefa muito fácil, mas algumas atitudes simples ajudam a solucionar o problema.

 

1

Coma menos, mas várias vezes ao dia.

O ideal é fazer as três refeições principais e dois pequenos lanches. Alimentar-se de forma regular ajuda a tirar a vontade de comer doces.

 

2

Mantenha-se hidratado.

O consumo regular de água ajuda a combater o desejo de comer doces.

 

3

Não compre doces.

A dica é simples: sem açúcar por perto, não há como consumir.

Como evitar enjoos nas crianças durante longas viagens

Sintoma pode estar associado a cinetose, problema causado pela desregulação do sistema de equilíbrio do corpo

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Quem tem criança em casa sabe que um simples passeio de carro pode gerar um grande mal-estar nos pequenos. Isso porque algumas crianças sentem enjoos e chegam até a vomitar devido ao movimento do veículo. Segundo a Dra. Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica, se o sintoma se repetir com frequência, pode ser sinal de cinetose, também conhecida como “mal do movimento”.

A cinetose pode afetar pessoas de todas as faixas etárias, porém é mais comum nas crianças. Além de causar fortes enjoos, os indivíduos que sofrem da doença podem apresentar vômitos quando estão dentro de meios de transporte. Isso acontece em consequência de uma perturbação do sistema vestibular, que é o responsável pelo equilíbrio do corpo.

A médica ainda lembra que a criança pode passar mal ao andar de carro, avião ou barco por uma série de motivos, como ter bebido muito líquido antes de entrar no veículo, ou por alguma indisposição. Mas se o quadro for persistente os pais devem procurar um especialista, que vai investigar se o caso exige ou não tratamento.

 

Tratamento

De acordo com a Dra. Natasha, quando diagnosticada com cinetose, a criança deve fazer um tratamento à base de medicamentos que reduzem os efeitos dos sinais desconexos recebidos pelo cérebro. “Em alguns casos, basta tomar algumas medidas paliativas durante o transporte, como sentar-se no banco da frente de veículos – quando a criança é maior de 10 anos –, evitar fazer refeições pesadas antes de uma viagem, manter as janelas abertas e focar o campo visual em um determinado ponto”, salienta a médica.