Consequências da falta de sono

Falta de sono pode ainda provocar alterações de humor, dores de cabeça, falta de concentração e de libido além de dores musculares

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Quem nunca teve aquela sensação de corpo quebrado após uma noite em claro? Seja por sofrer de insônia ou simplesmente porque a rotina está exigindo mais tempo acordado, muita gente não consegue dormir o suficiente para descansar o corpo e a mente. O problema é que, em longo prazo, a ausência de sono pode desencadear sérios problemas a saúde.

 

“O sono reestabelece as funções metabólicas e hormonais, sendo imprescindível para a bom funcionamento do corpo e especialmente do sistema imune. Além disso, dormir é uma necessidade fisiológica, e nos proporciona grande parte do equilíbrio físico e psíquico para lidar com os desafios do dia a dia”, afirma Dra. Myrna Campagnoli, especialista em endocrinologia que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo.

 

A falta de sono pode provocar alterações de humor, dores de cabeça, falta de concentração, redução da libido e dores musculares. Com o tempo, se o individuo continuar sem dormir adequadamente pode ter danos mais sérios, como ganho de peso, envelhecimento precoce, queda da imunidade – predispondo a infecções -, depressão, ansiedade, hipertensão arterial e aumento dos riscos cardiovasculares.

 

Ainda de acordo com Dra. Myrna, para evitar prejuízos para a saúde, a pessoa deve tentar dormir ao menos 6 horas todos os dias, de preferência durante a noite. A qualidade do sono também é importante, já que interrupções podem reduzir os benefício do mesmo.

 

Abaixo, a especialista traz alguns conselhos para melhorar a qualidade do sono:

Prefira uma alimentação leve durante a noite, pobre em gorduras;

  • Controle o consumo de álcool e cigarros, pois ambos podem gerar euforia, dificultando o sono;
  • Deixe a iluminação do ambiente mais fraca e favoreça a ventilação para que o ambiente não fique abafado durante a noite;
  • Evite praticar atividades físicas perto da hora de dormir; Dra. Myrna Perez Campagnoli 10 de agosto de 2015;

 

A leitura antes de dormir pode ajudar na indução do sono, mas prefira livros e evite e-books, tablets e smartphones. A intensidade da luz das telas estimula a retina, que por sua vez manda para o cérebro informações equivocadas, para que este permaneça alerta e acordado.

Previna assaduras no seu bebê

Higiene e limpeza são fundamentais para evitar o problema que acomete 50% dos bebês de 6 a 12 meses

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As assaduras representam um dos maiores pesadelos das mães de bebês, acometendo 50% dos lactentes, com pico de incidência entre 6 e 12 meses.

 

De acordo com Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo, o contato com substâncias alcalinas presentes na urina e nas fezes do bebê é o fator desencadeador, associado à oclusão, maceração, dano friccional, umidade e à ação de enzimas bacterianas que levam à lesão da camada córnea da pele.

 

“A limpeza da pele da criança é uma atividade rotineira muito importante”, alerta a pediatra. Um outro ponto ressaltado pela médica é que o objetivo da limpeza na região da fralda deve ser manter a pele limpa e seca, retirar os contaminantes e manter o pH ácido.

 

Dicas para a prevenção de assaduras:

– A limpeza da pele deve ser feita com água, que é o principal agente de limpeza, e sabão (sem perfume ou fragrância);

– Os lenços umedecidos não devem ser usados no dia a dia, pois crianças com predisposição a dermatite de contato ou dermatite atópica podem fazer reação aos seus componentes químicos;

– Troca de fraldas deve ser feita entre 8 e 10 vezes ao dia durante os primeiros meses de vida. À medida em que a criança cresce, diminui a frequência das trocas;

– Quando a criança apresenta assaduras, as trocas devem ser realizadas com uma frequência maior e, se possível, deve-se deixar a criança sem fraldas em alguns momentos do dia;

– Cremes e pomadas devem ser usados com parcimônia e sempre após avaliação e prescrição médica;

– Não se deve usar antissépticos e produtos perfumados, e o talco não deve ser usado em crianças pequenas pelo risco de inalação das partículas, que podem ser irritantes para as vias respiratórias inferiores da criança;

– Os corticosteroides tópicos devem sempre ser prescritos pelo médico e utilizados após prescrição médica;

– Dependendo do estágio da assadura, um médico deve sempre ser consultado para fazer o diagnóstico correto e instituir a terapêutica apropriada.

Seis informações importantes para serem avaliadas nos rótulos dos alimentos

Endocrinologista do Delboni lista itens que devem ser observados na hora de realizar as compras

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Muita gente não se atenta aos alimentos que coloca no carrinho. De acordo com a Dra. Myrna Campagnoli, endocrinologista que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica, para evitar cair em armadilhas é fundamental ler os rótulos na hora de escolher os alimentos. “Até mesmo as versões light podem não ser nutricionalmente boas para o organismo”, explica ela.

 

Para a especialista, não é necessário ler todo o rótulo, mas algumas informações merecem destaque. Os ingredientes, por exemplo, mostram qual a composição do produto de forma decrescente. Por exemplo, se o primeiro ingrediente presente na lista for farinha de trigo, então é o que está em maior quantidade no produto.

 

E para ajudar na compreensão da tabela nutricional, a endocrinologista listou alguns itens que merecem mais atenção:

 

Valor energético: Corresponde a energia produzida pelo corpo proveniente de carboidratos, gorduras e proteínas. Para quem segue dietas com restrições de calorias, este dado é muito importante.

Quantidade da porção: Quem nunca comprou um pacote de salgadinho achando que tinha poucas calorias, mas ao chegar em casa percebeu que o número correspondia a apenas um terço do pacote? Este é um dos primeiros itens que devem ser olhados a fim de evitar surpresas depois.

Gorduras saturadas: Essa gordura quando consumida em excesso aumenta o colesterol ruim (LDL). Para saber se o produto tem muito desse nutriente, lembre-se que o recomendado é apenas 20 gramas ao dia.

Sódio: Está presente em quase todos os alimentos industrializados, inclusive nos doces. O seu consumo excessivo pode ser prejudicial, principalmente aos hipertensos. O indicado é que a cada 100 gramas de um alimento, deve haver no máximo 200 miligramas de sódio.

Fibras: Além de ajudar no regulamento do intestino, as fibras são também importantes aliadas para redução da absorção do colesterol e açúcares. O ideal é que haja a proporção de 3 gramas de fibras a cada 100 gramas do produto.

Colesterol: Independente da quantidade de alimentos consumidos diariamente, o consumo diário de colesterol não deve passar de 300 miligramas. O excesso pode colaborar para o aumento do LDL, resultando em um fator de risco para o infarto.