Conjuntivite é mais comum no verão; entenda porquê e saiba como se prevenir

Aumento das temperaturas facilita a transmissão da forma viral da doença.

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Vermelhidão, ardência e coceira intensa nos olhos podem ser sinais de conjuntivite. A doença, que se caracteriza por uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o globo ocular, pode ser causada por bactérias, vírus e fungos. O aumento das temperaturas e umidade do ar característicos do verão favorecem a disseminação da sua forma viral, principalmente em locais fechados, com grandes aglomerações.

Para prevenir o contágio da conjuntivite por bactérias, é importante tomar cuidado com o contato das mãos com os olhos, sempre se atentando a higiene. Já as conjuntivites virais são transmitidas tanto pelo contato pelas mãos, como também por transmissão aérea.

A conjuntivite também pode se apresentar na forma alérgica, desencadeada pelo contato da conjuntiva com substâncias alérgenas, que acabam levando a sua inflamação. A melhor forma de prevenção dessa forma é evitar contato com poeira, livros e roupas guardadas por muito tempo, que podem conter grande quantidade de microrganismos como fungos e ácaros.

 

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite são vermelhidão do olho e ardência, com sensação de “olho arranhado”, além de inchaço na pálpebra. No caso das conjuntivites alérgicas é também comum a coceira no olho. Nas conjuntivites infecciosas, o indivíduo apresenta secreção purulenta no olho, enquanto que na conjuntivite alérgica a secreção é clara e pode ou não estar presente.

 

Tratamento

Os colírios são os principais medicamentos para tratamento das conjuntivites. Os colírios lubrificantes podem ser utilizados para lavar a conjuntiva. Porém, frequentemente é necessária a utilização de colírios que contenham substâncias antialérgicas ou antibióticos nas conjuntivites infecciosas.

Obesidade e trombose

Entenda a relação entre o excesso de peso e o transtorno cardiovascular que mais mata no mundo

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Há um ano, 13 de outubro se tornou o Dia Mundial da Trombose. A doença, que é o terceiro transtorno cardiovascular que mais mata no mundo, pode levar à embolia pulmonar – muitas vezes fatal. E, entre seus fatores de risco, está a obesidade. “Estudos observacionais fornecem evidência forte e consistente para uma relação entre obesidade e o primeiro evento de trombose venosa. Como o número de pessoas obesas na população continua a aumentar, é provável que o fardo desse tipo de doença seja cada vez maior”, alerta a Dra. Audrey Krüse Zeinad Valim, especialista em hematologia que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo.

De fato, só no Brasil, são 60 milhões de pessoas acima do peso (das quais 25 milhões estão obesas), o que nos coloca no quinto lugar no ranking mundial da obesidade.

A TVP – Trombose Venosa Profunda (formação de um coágulo de sangue em uma veia profunda) e sua complicação mais grave, a embolia pulmonar (TEP ou tromboembolismo pulmonar) – quando o coágulo se solta e acomete a circulação pulmonar –, compõem a causa mais comum e evitável de morte hospitalar. O risco de trombose venosa aumenta proporcionalmente, de maneira crescente, com o índice de massa corpórea e também está associado com a maioria das outras medidas de sobrepeso e obesidade, como a circunferência abdominal e o peso corporal”, explica a médica.

Somente nas duas últimas décadas que o link entre obesidade e as duas doenças foi observado. “A maioria dos estudos observacionais tem demonstrado um risco aumentado de

2 a 3 vezes para TVP em indivíduos obesos, quando comparado a indivíduos de peso normal (IMC < 25 kg/cm²), sendo o risco de trombose venosa em obesos mórbidos (IMC > 40 kg/cm²) ainda maior. A incidência média de trombose venosa profunda na população é de 1/1.000 habitantes, e pode variar de acordo com a idade, sexo e outras condições associadas”, diz a Dra. Audrey.

Além disso, pessoas obesas são mais propensas do que pessoas magras para desenvolver doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares arteriais (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico) e vários tipos de cânceres – todas condições que também podem predispor o paciente ao risco de trombose venosa.

Proteja-se das viroses comuns no verão

Calor excessivo e pior condição de armazenamento dos alimentos favorecem o aparecimento dessas doenças

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A estação mais quente do ano é também conhecida pela grande incidência de viroses, que provocam principalmente vômitos, diarreias, febre e dores no corpo. “Os tipos mais comuns são as gastroenterites causadas por vírus, como o Norovírus, Rotavírus, Enterovírus, e Adenovírus Entéricos”, afirma a Dra. Ligia Pierrotti, infectologista que integra o corpo clínico do Delboni Auriemo completando que essas doenças costumam ter duração de três a cinco dias.

Segundo a médica, o aparecimento das gastroenterites se dá com mais frequência no verão por conta do calor excessivo e da pior condição de armazenamento dos alimentos. “Essa atenção inclui também a água ingerida e os líquidos em geral. Todas as frutas e legumes devem ser bem lavados antes de serem consumidos”, diz Dra. Ligia.

Outro cuidado fundamental é a lavagem das mãos antes de preparar alimentos, assim como na hora de se alimentar e após ir ao banheiro. “É importante também não esquecer de lavar as mãos após trocar fraldas das crianças”. Ela ressalta que embora todas as pessoas possam desenvolver gastroenterite, crianças, idosos e pessoas com imunidade mais baixa podem apresentar um quadro de gastroenterite mais importante, com maior risco de desidratação.

“Em geral, as gastroenterites não têm diagnóstico etiológico, ou seja, da sua causa específica. Embora existam exames de fezes específicos que permitem o diagnóstico preciso do agente causador, esses testes são pouco solicitados porque, geralmente, o tratamento é realizado com medidas gerais como orientação alimentar, hidratação, uso de antitérmico, antieméticos (para náuseas e vômitos) e repouso”, finaliza a infectologista.

Brincadeira é coisa séria

Especialista do Delboni alerta sobre a importância das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças

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As brincadeiras devem fazer parte da rotina da maioria das crianças no mundo todo e são consideradas essenciais para o desenvolvimento adequado dos pequenos. E não é para menos, afinal, além de entreter e divertir os mesmos, elas têm o papel de estimular o desenvolvimento infantil, aprimorar a linguagem, melhorar a capacidade de concentração, de raciocínio e de coordenação motora. Conforme a brincadeira, a criança realiza atividade física, reduz a ansiedade e agressividade e ainda ensina a criança a lidar com as frustrações.

Segundo Dra. Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Delboni, quando a criança brinca, mesmo que seja sozinha, ela organiza o pensamento, melhora sua capacidade de resolver problemas e apura sua criatividade. Não é necessário que seja com brinquedos caros, muito pelo contrário, brincadeiras e brinquedos simples podem ter efeito importantíssimo no desenvolvimento neuropsicomotor das crianças.

Cada tipo de brincadeira proporciona um aprendizado diferente.  Os jogos, por exemplo, desenvolvem habilidades sociais e a linguagem dos pequenos, pois os estimulam a dialogar e negociar com os amigos. “No dia a dia os pais precisam incentivar as crianças a brincarem e devem participar das brincadeiras junto com seus filhos. “Mande embora o cansaço e o estresse de um dia de trabalho e relaxe ao lado do seu pequeno brincando”, sugere a pediatra.

Cada etapa de vida da criança exige formas e meios diferentes para brincar. Os bebês precisam de alguém que o estimule e mantenha as brincadeiras. Já as crianças pequenas têm um pouco mais de independência. Conforme ela vai crescendo, a presença dos pais passa a não ser mais requisitada, mas mesmo assim ainda é possível contribuir com comentários e sugestões de novas brincadeiras e jogos. Procure estimular e promover gincanas, brincadeiras ao ar livre, jogos com seus filhos e os amigos, qualquer que seja a idade, as crianças irão se divertir, estreitar laços de amizade, se exercitar e desenvolver habilidades.