Cuidados no terceiro trimestre de gestação

O tão esperado momento está batendo à porta. Veja tudo o que acontece na fase final da gravidez e quais são os preparativos para a chegada do bebê.

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O terceiro trimestre corresponde ao período entre a 28ª e a 40ª semana de gestação. Devido às expectativas em relação ao parto e à curiosidade para finalmente conhecer o filho, essa época é caracterizada pela ansiedade para a maioria das gestantes. A seguir, confira como se preparar para os momentos finais da gravidez.

Primeiro, é importante prestar atenção em seu condicionamento físico. Em razão do aumento do volume de sangue no organismo, seu coração está trabalhando cerca de 50% mais do que o normal, o que tende a deixá-la mais cansada e com falta de ar.

No último trimestre, o bebê ganha peso rapidamente, cerca de 20 a 30 gramas ao dia. Ele já se parece bastante com o que será quando nascer: tem unhas, cabelo e órgãos maduros. A quantidade de líquido amniótico vai diminuindo ao passo que o bebê ocupa todo o espaço que resta. Os movimentos fetais são reduzidos pela mesma razão, a partir da 38ª semana.

O número de consultas ao obstetra deve aumentar ao fim da gestação, recomendando-se uma a cada 15 dias após a 34ª semana. O acompanhamento é fundamental para avaliar o bem-estar da futura mãe e do bebê, além de verificar a dilatação do colo uterino.

Uma dica importante é deixar as malas prontas com antecedência para a ida à maternidade. As contrações são comuns no terceiro trimestre com intensidade e a duração curtas, tanto que muitas gestantes não as percebem. No início do trabalho de parto, porém, elas são mais fortes e lembram uma cólica menstrual, vindo das costas em direção ao ventre. A duração dessas contrações é de até 50 segundos, sendo que o intervalo entre uma e outra vai diminuindo até a hora do parto.

A rotina de exames pré-natais continua na etapa final da gravidez. Os principais são: teste de intolerância à glicose (avalia o risco de diabetes gestacional), exame para infecção de estreptococos do grupo B (detecta a presença de bactérias que causam pneumonia e outras infecções no recém-nascido), ultrassom obstétrico (observa o crescimento do bebê, a quantidade de líquido amniótico e a placenta) e o exame de urina (verifica a presença de proteína com o intuito de auxiliar no diagnóstico de pré-eclâmpsia e infecções).

Quer saber mais detalhes sobre como se preparar para esse momento tão especial? Confira a matéria completa aqui: http://pt.calameo.com/read/00166344122dec876eb3a

Conheça os testes rápidos Delboni

Você não precisa mais esperar para fazer seus exames de rotina. Toda a qualidade do Delboni, agora com muito mais praticidade.

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Já pensou em realizar exames mais simples em minutos? Os testes rápidos agilizam o atendimento aos pacientes com a mesma segurança e qualidade dos métodos tradicionais de coleta e análise. Assim, cuidar da saúde fica muito mais cômodo.

Com essa inovadora e pioneira tecnologia mundialmente conhecida, a coleta é mais prática, com a maior parte dos exames feita somente com uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente. Utilizando equipamentos portáteis, o processamento dos exames é mais rápido do que o convencional, e os resultados ficam prontos em poucos minutos. Outro benefício dos testes rápidos é agilizar o diagnóstico do médico, principalmente quando há urgência em receitar remédios, agendar cirurgias ou iniciar tratamentos.

Os testes rápidos disponíveis são: BHCG – Gravidez, Dengue, EAS – Urina, Glicose, Influenza A, Hemograma, HIV, INR – Coagulação, Perfil Lipídico Completo – Colesterol, Rotavírus – Infecção, Strep A – Streptococcus e Vírus Sincicial Respiratório (RSV).

É importante ressaltar que esta tecnologia não tem cobertura pelos convênios, apenas para exames particulares, e está disponível apenas na unidade Delboni Jardim Sul.

Entre em contato com a nosso Atendimento ao Cliente para saber mais: (11) 3049-6999 ou acesse nosso site: http://www.delboniauriemo.com.br/paginas/clientes/testes-rapidos-delboni

 

 

HIV: entenda a importância do diagnóstico precoce

O médico infectologista do Delboni, Dr. Alberto Chebabo, fala sobre o diagnóstico, sintomas e tratamento da AIDS.

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Desde sua descoberta na década de 80, a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma das doenças crônicas mais temidas. Afinal, naquela época, o vírus condenava o paciente à morte. Hoje, porém, a doença já pode ser controlada.

O Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Delboni, explica: “Hoje, só morre de AIDS quem descobre tarde demais ou não acompanha a doença adequadamente. Quem faz o diagnóstico precoce e utiliza as medicações adequadamente tem grande chance de sobrevida, semelhante à das pessoas não infectadas”. Para isso, é necessário desmistificar o HIV e incentivar a realização do exame de sorologia para diagnosticar a doença rapidamente. O Dia Mundial de Luta contra a AIDS, no dia 1 de dezembro, é uma das diversas iniciativas com esse objetivo.

O HIV acomete o sistema imunológico, que é responsável por defender o organismo de doenças. Por conta disso, o portador do vírus fica impossibilitado de se proteger contra infecções. Os sintomas iniciais podem ser confundidos com mal-estar corriqueiro, incluindo febre constante, calafrios, dores de cabeça, dores de garganta, dores musculares e aumento de gânglios no pescoço, cerca de duas a quatro semanas depois do vírus ser contraído. Há casos, ainda, em que nenhum sintoma se manifesta.

“O diagnóstico da doença é realizado por um exame de sangue, chamado de sorologia para HIV. Se ele der positivo, na amostra de sangue é processado um segundo exame por outra técnica diferente da inicial, que é o confirmatório. O ideal é que o paciente seja submetido a este teste de a partir de 30 dias após o contato de risco”, recomenda o Dr. Chebabo. Os casais que planejam casamento ou gravidez também devem ter o procedimento incluso no check-up de rotina.

O vírus é transmitido principalmente através de relações sexuais, configurando a AIDS como uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). A transmissão também pode acontecer a partir do compartilhamento de agulhas contaminadas e de mãe para filho durante a gestação, o parto e a amamentação. A AIDS ainda não tem cura, mas atualmente o portador do vírus HIV pode conviver com a doença por longos anos, tomando medicamentos antirretrovirais combinados, popularmente conhecidos como coquetéis.

Mesmo assim, a melhor forma de combate à AIDS é a prevenção, utilizando sempre preservativos ao manter relações sexuais e não compartilhar agulhas.