Sob pressão: conheça os tratamentos contra a hipertensão

Uma pesquisa americana mostrou que tratamentos mais intensivos contra a hipertensão diminuem o número de infartos e derrames em até 33%. O que muda em relação às medidas adotadas hoje?

Delboni_blog_hipertensão

A verificação da pressão arterial é um procedimento corriqueiro. É, inclusive, um dos primeiros feitos na triagem de prontos-socorros e em consultas médicas. Quando o indicador passa dos 12 por 8 – hoje considerado normal, dependendo da idade e do histórico do paciente – é sinal de pré-hipertensão ou hipertensão.

É importante ficar atento ou até, em alguns casos, baixar esse padrão, segundo um estudo recém-divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH). Resultados preliminares da pesquisa revelam que reduzir a pressão arterial sistólica a patamares iguais ou inferiores a 120 mmHg – ou 12, como se diz popularmente – diminui em quase um terço os infartos e AVCs e em um quarto o risco de morte de indivíduos acima dos 50 anos. Após a divulgação oficial dos resultados, é provável que pessoas com esse perfil, que mantinham a pressão em patamares próximos a 14 por 9, tenham de alterar a dose de medicamentos e incluir uma nova droga ou terapias complementares para alcançar os 12 por 8 – sempre de acordo com a avaliação médica prévia.

O primeiro passo para o combate da hipertensão é o diagnóstico correto. E para controlá-la, é necessária uma mudança do estilo de vida. Mesmo tendo relação com causas genéticas, a alimentação desequilibrada, estresse, sedentarismo e tabagismo agravam a hipertensão. Esse problema silencioso se tornou, inclusive, o principal fator de risco no mundo: em 2015, segundo a OMS, 9,4 milhões de pessoas morreram em decorrência da hipertensão.

Com a chegada de remédios mais modernos, que reúnem duas ou mais substâncias em um único comprimido, a adesão ao tratamento já é mais fácil. Novas estratégias também são testadas para intensificar o controle da condição em quadros mais graves e refratários às terapias existentes, que envolvem a colocação de aparelhos sob a pele ou via cateter para estimular o próprio corpo a equilibrar a tensão nos vasos.

Quer saber mais sobre os cuidados com a hipertensão ou sobre o estudo realizado pelo NIH?  Confira a matéria completa aqui: http://pt.calameo.com/read/00166344122dec876eb3a

Haja coração

O Brasil recebe o maior evento de jogos do mundo e emoção não vai faltar. Vamos torcer, gritas e nos divertir. Mas nem tudo é festa. Entenda porquê é importante ficar de olho na saúde durante os jogos.

blog_700x240_olimpiadas

Nem todo brasileiro é fanático por futebol, mas é difícil encontrar alguém indiferente a um jogo disputado nos pênaltis. Ainda mais disputando medalha olímpica. E a importância que damos ao jogo tem uma série de consequências sobre o nosso corpo e a nossa mente. Ficamos animados e esperançosos, suamos frio e o coração bate mais rápido. Tudo isso é efeito dos hormônios que caem na nossa corrente sanguínea quando vivemos fortes emoções. O problema é que esses mesmos hormônios também podem ser prejudiciais. Aí, o excesso de emoção pode voltar contra você.

A consciência de que grandes eventos esportivos podem desencadear problemas de saúde é recente, Um estudo feito na Copa do Mundo de 2006 pela Universidade de Munique, na Alemanha, mostrou que a incidência de emergências cardíacas, como infartos, nos dias em que o time alemão entrava em campo era mais que duas vezes maior do que antes dos jogos! E mais: os ataques do coração não estavam relacionados às derrotas ou vitórias da seleção, mas sim à dramaticidade dos jogos. Um dos dias com maior número de infartos foi quando a Alemanha venceu a Argentina nos pênaltis, em 2006, após uma partida emocionante. Mas se o jogo é para divertir, por que isso acontece?

O corpo entende um jogo difícil como situação de perigo. A adrenalina estimula dois tipos de receptores, chamados alfa e beta. Os primeiros estão nos vasos e provocam aumento de pressão. Já os segundos estão no coração, aumentando os batimentos e o consumo de oxigênio. A pressão e a frequência cardíaca sobem para levar mais sangue aos músculos e permite uma reação rápida do corpo. Por isso suamos mesmo fora do campo, isso aumenta a temperatura do corpo, ativa o metabolismo  e faz a pessoa suar.

A adrenalina é um hormônio liberado no sangue pela glândula suprarrenal em situações de estresse. Em uma pessoa saudável, significa apenas que o coração vai bater mais rápido. Mas em um cardiopatia, as consequências podem ser mais graves. Assim como torcedores, os jogadores também correm riscos de saúde. No entanto, os jogadores recebem treinamento físico e psicológico para suportar a tensão. Como o futebol é paixão nacional, as mulheres também precisam ficar de olhos abertos quando o assunto é a saúde cardíaca. Vamos torcer e tentar controlar a ansiedade para o fim do jogo. Confira a matéria completa na página 21 da nossa revista digital: Revista Delboni

Sucos naturais são uma boa pedida para incrementar a dieta

Saborosos e nutritivos, eles são aliados poderosos de uma alimentação saudável. E o melhor: são muito simples de preparar.

Delboni_blog_sucos

spinafre é rico em cálcio, suco de laranja tem vitamina C e água de coco hidrata o corpo – com certeza você já ouviu essas dicas antes. Afinal, esses e vários outros alimentos repletos de nutrientes são recomendados para quem quer fortalecer a saúde e se alimentar melhor. Mas nem sempre é fácil inseri-los na rotina, principalmente por falta de tempo ou costume.

Uma maneira prática de turbinar o cardápio com frutas, legumes, verduras e grãos é através dos sucos naturais. Com receitas criativas e saborosas, eles permitem uma infinidade de combinações capazes de favorecer o funcionamento do organismo, e ainda podem ajudar a combater o inchaço, aliviar o estresse e regular a atividade do intestino, além de muitos outros benefícios. E não é preciso muito: um copo por dia pode fazer toda a diferença para sua saúde.

É importante ressaltar que os sucos, sozinhos, não têm o efeito desejado. É essencial que eles estejam associados a um cardápio bem elaborado e sejam parte do dia-a-dia, ao invés de substituir as refeições. Na hora do preparo, invista em folhas escuras, ricas em propriedades antioxidantes, e a beterraba, que é uma fonte de nitrito, substância que ajuda o organismo a ter uma boa circulação sanguínea.

As opções são várias, mas seja qual for sua escolha, o que vale é preparar os sucos em casa, com ingredientes sempre frescos. Produtos de caixinha costumam carregar muito açúcar e conservantes, que definitivamente não fazem bem para a saúde.

Confira seis deliciosas receitas de sucos naturais e a matéria completa aqui: http://pt.calameo.com/read/00166344122dec876eb3a