8 erros que pais cometem ao cuidar da saúde dos filhos

A intenção é sempre a melhor, mas alguns erros são comuns e podem ser evitados

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Sabemos que cuidar da saúde das crianças não é tão fácil quanto parece: enquanto os pequenos são mais fortes e resistentes a algumas doenças e machucados, são muito mais frágeis em outros casos. A família sempre quer o melhor, mas nem sempre a decisão tomada é a melhor. O site Fox News listou 8 tratamentos errados bem comuns e explicou o que seria o melhor a fazer.

– Deixar o filho exposto ao sol: todo mundo sabe que é imprescindível passar filtro solar nos filhos para evitar queimaduras, mas nem sempre passa o produto corretamente. O filtro deve ser passado em toda a pele que for exposta cerca de 30 minutos antes de sair de casa – até nas orelhas! Recomenda-se no mínimo o FPS 30, que deve ser reaplicado de tempos em tempos. Bonés e óculos escuros também são bem vindos.

– Usar remédios de maneira errada: diante de uma alergia, muitos pais usam anti-histamínicos orais e corticoides nasais da mesma forma. Não é bem assim – estes sprays nasais só funcionam se forem utilizados de forma consistente ao longo de algumas semanas.

– Exagerar na dose: sim, pode ser confuso saber qual é a dose certa de um remédio para uma criança. Sempre peça ajuda ao pediatra e anote na caixinha para não esquecer. Às vezes o peso da criança também influencia na dose ideal. Outro erro comum é dobrar a dose sem perceber – muitos pais dão paracetamol para a febre, mas também dão um remédio para resfriado e tosse que também contém paracetamol. O excesso faz mais mal que a gripe.

– Não deixar a febre fazer o seu trabalho: a febre é um sinal de que o corpo está lutando contra a doença, é uma resposta do sistema imunológico e deve passar sozinha se for baixa (a não ser que a criança tenha menos de 3 meses). Seu objetivo é manter a criança confortável enquanto a febre faz sua parte, então não há problema em dar paracetamol ou ibuprofeno para acabar com o desconforto.

– Tratar o resfriado: muitas pessoas dão um espirro e já começam a se encher de remédios. De acordo com uma pesquisa recente da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mais de 40% dos pais entrevistados disseram que dão a suas crianças menores de 4 anos medicamentos para a tosse e, 25%, descongestionante. Muita calma! Deixe o resfriado se curar sozinho – normalmente em 3 ou 4 dias ele vai embora do mesmo jeito que veio. Em crianças pequenas, tais medicamentos podem até fazer mais mal do que o vírus instalado.

– Usar receitas médicas incorretamente: se o pediatra receitou algum remédio, encha-o de perguntas como para que serve, por quanto tempo deve ser tomado, se pode ser dado com o estômago cheio, como o produto deve ser armazenado. E lembre-se: mesmo que a criança fique boa rapidamente, o remédio deve ser dado até o fim do prazo estipulado pelo pediatra, assim não há risco da doença voltar mais resistente.

– Deixar o remédio ao alcance das crianças: ainda é alto o número de crianças que se intoxicam ou até mesmo se envenenam sem querer, pegando remédios e colocando na boca. Mantenha vidros e caixas no alto de armários ou em caixas trancadas.

– Usar a internet para obter diagnósticos: colocar os sintomas do filho no Google e procurar respostas para medicar por conta própria é um erro comum hoje em dia. Tudo bem obter informações para ter uma ideia do que pode estar acontecendo, mas sempre é preciso procurar um médico.

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