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Por você. O novo Delboni e seus principais diferenciais.

Tem coisas na vida que fazem a gente querer melhorar sempre. E sabe por que o Delboni não para de evoluir? Por você.

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O Delboni está sempre evoluindo com objetivo de proporcionar uma experiência cada vez melhor aos seus clientes, tudo para você aproveitar ao máximo o que a vida traz de novo.

Esse novo momento está baseado em quatro pilares: confiança, tecnologia, conforto e agilidade.

Confiança

O Delboni possui lideranças médicas altamente qualificada de referência em cada especialidade, além de contar com um novo núcleo de assessoria médicos que está sempre preparado para auxiliar os médicos prescritores em casos de dúvidas, antecipação de laudos, entre outros.

Tecnologia

O laboratório central de alta capacidade que garante maior precisão e agilidade na entrega dos resultados; novos equipamentos com destaque para ressonância magnética 3 Tesla na unidade Jardim Sul, tomografia computadorizada 160 canais na unidade Vila Clementino e mamógrafos digitais de última geração.

Conforto

As unidades foram reformadas e modernizadas. Ambientes mais claros, recepção com mais posições de atendimento, comunicação visual padronizada para facilitar o trânsito do paciente pela unidade. O desjejum está diferenciado, as unidades maiores possuem parceria com a rede de cafeterias Grão Expresso enquanto as menores oferecem opções de desjejum mais saudáveis e saborosas. As salas de curva glicêmica de algumas unidades, conta com cadeira de massagem que torna o momento do exame mais agradável.

Agilidade

Os Testes Rápidos entregam os resultados dos exames em minutos, mais agilidade pacientes em quimioterapia, pediatria ou situações que demandam rapidez nas condutas clinicas.

 

Delboni. Cada vez melhor, por você.

 

 

Cinco dúvidas comuns no consultório do cardiologista

Especialista do Delboni Medicina Diagnóstica fala sobre as principais dúvidas que envolvem a saúde do coração

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Em algum momento da vida, todos devem se consultar com um cardiologista. Seja apenas para fazer um check-up, ou para tratar algum problema, a procura pelo médico se faz necessária para manter a saúde do coração. O desafio está em convencer as pessoas a irem ao especialista, já que muitos acreditam que o cardiologista só deve ser procurado em caso de doença.

 

“Não é difícil encontrar no consultório um paciente ansioso, às vezes assustado por ter sido indicada a consulta com um cardiologista”, afirma Dra. Marly Uellendahl, cardiologista que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica. Ela complementa que é importante ter um acompanhamento da saúde cardíaca, principalmente quando há um histórico de doença cardiovascular na família. Abaixo, a especialista lista cinco dúvidas comuns no consultório médico:

 

  1. Qual a periodicidade indicada para consultas no cardiologista?

Pessoas que têm familiares com histórico de problemas cardíacos devem começar a se consultar anualmente a partir dos 30 anos ou até antes, uma vez que a genética influencia significativamente a incidência de doenças no coração. Já quem não tem histórico familiar, pode começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos. Vale lembrar que aqueles que desempenham atividades desportivas intensas devem fazer uma avaliação cardiológica prévia, mesmo sendo mais jovens.

 

  1. Vou começar a fazer exercícios físicos com maior periodicidade. Preciso fazer exames para avaliar meu coração?

Sim. Mesmo aqueles que nunca tiveram problema cardíaco precisam fazer um check-up de prevenção ao incluir na rotina atividades físicas. “Dependendo do tipo e intensidade da atividade física é possível que aqueles que têm alguma doença que ainda não se manifestou em repouso possa a apresentar algum sintoma durante ou após o esforço, alerta a médica.

 

  1. Posso continuar comendo alimentos ricos em gordura e compensar com atividades físicas?

Não. É sabido que as atividades físicas ajudam a diminuir os níveis de gordura no sangue, mas se o consumo é muito grande, isto pode ser prejudicial à saúde cardiovascular. “A gordura deve fazer parte de uma dieta balanceada, mas, deve-se preferir a ingestão de gorduras de origem vegetal como azeite de oliva e de alguns peixes ricos em HDL, a gordura “do bem”, e evitar aqueles que aumentam o LDL, que é a gordura que se deposita nas artérias, podendo levar ao entupimento delas”, afirma Dra. Marly. É importante procurar orientação dietética com uma nutricionista para ter uma alimentação balanceada e saudável.

 

  1. Sinto-me muito cansado quando faço qualquer atividade física, como subir um lance de escada. Posso ter um problema cardíaco?

Nesses casos, o médico precisa pedir uma série de exames para averiguar. Afinal, o cansaço pode ser resultado de vários fatores, não só de problemas cardíacos. O próprio sedentarismo contribui para o aumento do cansaço, e para a diminuição da capacidade cardiorrespiratória. “O cansaço resultante de um dia corrido, ou da prática intensiva de um determinado exercício é normal. O problema é quando essa sensação dura dias, semanas, e impede a prática de atividades simples, como uma caminhada, por exemplo”, alerta a cardiologista.

 

  1. A pílula anticoncepcional pode fazer mal ao coração?

Essa questão também depende de vários fatores. A combinação de progestágeno e estrogênio podem aumentar os riscos de trombose e AVCs em algumas mulheres. Por isso é importante conversar com o seu ginecologista sobre alguns pontos, como seu histórico familiar de problemas cardíacos e seus hábitos de vida, que também podem influenciar no aparecimento de alguma complicação. ‘Mulheres fumantes, hipertensas, com histórico de doenças autoimunes ou história de trombose também podem ter complicações devido a pílula”, finaliza a especialista.

Tenha uma boa noite de sono

Descubra a importância do descanso e veja de que forma você pode melhorar a qualidade de suas horas embaixo do edredom

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Fundamental para a saúde e o bem-estar das pessoas, dormir é um dos mecanismos biológicos mais importantes para o controle do organismo. A cama é um dos lugares em que o ser humano passa mais tempo durante sua vida, ou, pelo menos, onde deveria passar cerca de um terço de sua existência.

Especialistas apontam que o sono tem tanta influência na vida de uma pessoa quanto sua alimentação, podendo gerar problemas em curto, médio e longo prazos. “Durante o sono, o corpo humano realiza funções importantíssimas, com consequências diretas sobre a saúde: o ‘reset’ do sistema imunológico, a secreção e a liberação de diversos hormônios, o cortisol (com funções imunológicas e regulatórias), entre outros. Além disso, há a consolidação da memória e o relaxamento e descanso dos músculos”, explica a Dra. Suemi Marui, médica endocrinologista que integra o corpo clínico do laboratório.

De acordo com a especialista, todos esses hormônios podem ser dosados facilmente por meio de um exame de sangue, embora seja possível aferi-los a partir de testes específicos funcionais ou provas de estímulo, que comprovam o diagnóstico.

 

PARA UMA BOA NOITE DE SONO

A sonolência que acomete muitas pessoas durante o dia é um reflexo de uma noite maldormida ou de algum distúrbio ligado ao tema, como o ronco, insônia, bruxismo, sonambulismo, dentre outros. Mas, afinal de contas, o que é preciso para se ter uma boa noite de sono? “Um local escuro, quieto e sem estímulos externos, como música e televisão, é o ideal. Além disso, uma boa cama, um posicionamento adequado, como na posição lateral, com um travesseiro entre as pernas, e um colchão específico para seu peso ajudam a relaxar ainda mais”, comenta a médica. Seguir o caminho contrário é uma má ideia. “Pessoas que não dormem bem à noite apresentam alguns problemas. Piora da imunidade, cansaço crônico, alterações de humor e depressões costumam ser as primeiras alterações observadas”, afirma.

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Conjuntivite é mais comum no verão; entenda porquê e saiba como se prevenir

Aumento das temperaturas facilita a transmissão da forma viral da doença.

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Vermelhidão, ardência e coceira intensa nos olhos podem ser sinais de conjuntivite. A doença, que se caracteriza por uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o globo ocular, pode ser causada por bactérias, vírus e fungos. O aumento das temperaturas e umidade do ar característicos do verão favorecem a disseminação da sua forma viral, principalmente em locais fechados, com grandes aglomerações.

Para prevenir o contágio da conjuntivite por bactérias, é importante tomar cuidado com o contato das mãos com os olhos, sempre se atentando a higiene. Já as conjuntivites virais são transmitidas tanto pelo contato pelas mãos, como também por transmissão aérea.

A conjuntivite também pode se apresentar na forma alérgica, desencadeada pelo contato da conjuntiva com substâncias alérgenas, que acabam levando a sua inflamação. A melhor forma de prevenção dessa forma é evitar contato com poeira, livros e roupas guardadas por muito tempo, que podem conter grande quantidade de microrganismos como fungos e ácaros.

 

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite são vermelhidão do olho e ardência, com sensação de “olho arranhado”, além de inchaço na pálpebra. No caso das conjuntivites alérgicas é também comum a coceira no olho. Nas conjuntivites infecciosas, o indivíduo apresenta secreção purulenta no olho, enquanto que na conjuntivite alérgica a secreção é clara e pode ou não estar presente.

 

Tratamento

Os colírios são os principais medicamentos para tratamento das conjuntivites. Os colírios lubrificantes podem ser utilizados para lavar a conjuntiva. Porém, frequentemente é necessária a utilização de colírios que contenham substâncias antialérgicas ou antibióticos nas conjuntivites infecciosas.

Brincadeira é coisa séria

Especialista do Delboni alerta sobre a importância das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças

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As brincadeiras devem fazer parte da rotina da maioria das crianças no mundo todo e são consideradas essenciais para o desenvolvimento adequado dos pequenos. E não é para menos, afinal, além de entreter e divertir os mesmos, elas têm o papel de estimular o desenvolvimento infantil, aprimorar a linguagem, melhorar a capacidade de concentração, de raciocínio e de coordenação motora. Conforme a brincadeira, a criança realiza atividade física, reduz a ansiedade e agressividade e ainda ensina a criança a lidar com as frustrações.

Segundo Dra. Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Delboni, quando a criança brinca, mesmo que seja sozinha, ela organiza o pensamento, melhora sua capacidade de resolver problemas e apura sua criatividade. Não é necessário que seja com brinquedos caros, muito pelo contrário, brincadeiras e brinquedos simples podem ter efeito importantíssimo no desenvolvimento neuropsicomotor das crianças.

Cada tipo de brincadeira proporciona um aprendizado diferente.  Os jogos, por exemplo, desenvolvem habilidades sociais e a linguagem dos pequenos, pois os estimulam a dialogar e negociar com os amigos. “No dia a dia os pais precisam incentivar as crianças a brincarem e devem participar das brincadeiras junto com seus filhos. “Mande embora o cansaço e o estresse de um dia de trabalho e relaxe ao lado do seu pequeno brincando”, sugere a pediatra.

Cada etapa de vida da criança exige formas e meios diferentes para brincar. Os bebês precisam de alguém que o estimule e mantenha as brincadeiras. Já as crianças pequenas têm um pouco mais de independência. Conforme ela vai crescendo, a presença dos pais passa a não ser mais requisitada, mas mesmo assim ainda é possível contribuir com comentários e sugestões de novas brincadeiras e jogos. Procure estimular e promover gincanas, brincadeiras ao ar livre, jogos com seus filhos e os amigos, qualquer que seja a idade, as crianças irão se divertir, estreitar laços de amizade, se exercitar e desenvolver habilidades.

Por dentro da ressonância magnética

O que acontece dentro do aparelho que consegue escanear nosso corpo por inteiro?

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A RESSONÂNCIA MAGNÉTICA é uma tecnologia revolucionária, não apenas por produzir imagens de todos os tecidos do corpo com grande detalhamento, mas porque, ao contrário do raio-X, não expõe o corpo à radiação. “O aparelho utiliza um campo magnético e ondas de radiofrequência, portanto sem radiação ionizante”, explica o Dr. Hamilton Picolo Guidorizzi, médico radiologista que integra o corpo clínico do laboratório. A seguir, saiba mais sobre essa máquina tão importante para a medicina contemporânea.

 

O QUE O MÉDICO DEVE SABER

Implantes de metal no organismo ou objetos metálicos nas vestimentas podem ser perigosos e causar interferência na imagem. Por isso, pessoas com marca-passos, clipes de aneurisma ferromagnéticos, neuroestimuladores ou próteses de ouvido não removíveis não devem se submeter ao exame. Essas informações devem ser assinaladas no formulário entregue ao paciente antes do exame.

 

ALERTA PARA PLACAS E TATUAGENS

Os pulsos de radiofrequência fazem metais conduzirem calor. Por isso, objetos metálicos, como placas e pinos, podem esquentar durante o exame. O mesmo vale para tatuagens, porque pode haver ferro na composição da tinta. Guidorizzi explica: “Hoje, em geral, as tintas são à base de extrato vegetal, mas é difícil certificar-se de que não há outros elementos. Por segurança, o exame só deve ser feito de quatro a seis semanas após a realização da tatuagem”.

 

PARA DEIXAR O EXAME MAIS TRANQUILO

Pacientes que porventura sofram desconforto dentro do aparelho, no espaço chamado gantry (o tubo do equipamento de ressonância magnética), podem passar por uma simulação antes do exame. Caso essa medida não funcione, o profissional pode administrar um sedativo leve ou, em casos extremos, anestesia geral. Além disso, alguns tipos de análise permitem a utilização dos equipamentos de campo aberto, perfeitos para pessoas com claustrofobia.

 

MAIS POTENTE QUE A TERRA

A força do campo magnético gerado pela maioria dos aparelhos utilizados na prática médica é de 1,5 Tesla, cerca de 100 mil vezes mais forte que o campo magnético da Terra!

 

TUMORES E ATIVIDADE CEREBRAL

É o método mais usado para detectar cânceres e avaliar como o paciente está reagindo ao tratamento. Também mapeia a atividade cerebral, sendo útil à prática clínica e como ferramenta de pesquisa, além de ajudar a minimizar o risco de sequelas em neurocirurgias.

“No futuro, podemos ter aparelhos mais rápidos e silenciosos, uma fusão da ressonância magnética com o PET-scan (um tipo de ressonância que permite o mapeamento de diferentes substâncias químicas no organismo) e o estudo molecular”, diz Guidorizzi.

 

POR QUE TANTO BARULHO?

Os aparelhos de ressonância fazem muito ruído por causa da vibração das correntes de suas bobinas. “Alguns fabricantes conseguiram atenuar um pouco esse barulhão, mas não acabar com ele. Por isso, são fornecidos protetores auriculares que reduzem os ruídos em até 30%”, explica o médico. Mesmo alto, o som não provoca danos à audição.

 

COMO FUNCIONA

O aparelho atua como um grande ímã. Segundo Guidorizzi, “o paciente é colocado no centro dele e ondas de radiofrequência, iguais às de celulares ou de rádios FM, são emitidas sobre a região desejada. Elas fazem com que as células dos diferentes tecidos produzam uma energia, que é captada e amplificada por uma ‘antena’. O aparelho faz cálculos com os dados coletados e os converte em uma imagem digital”.

 

TEMPO DENTRO DA MÁQUINA

O processo dura em média 20 minutos. Mas, caso seja necessário maior grau de detalhamento, como em exames de abdome e cabeça, esse tempo pode ser prolongado. Há também tipos de ressonância que já conseguem diminuir o tempo do exame, como a 3.0 Tesla, por exemplo.

Por que usamos o contraste?

Conheça mais sobre a substância que facilita a identificação de potenciais tecidos doentes durante exames

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Se você já precisou fazer um exame de ressonância magnética, tomografia computadorizada ou angiografia, certamente ouviu falar do contraste. Seu uso se dá para facilitar a identificação de potenciais tecidos doentes, uma vez que a aparência e o comportamento das estruturas geralmente é muito similar aos saudáveis, não chamando atenção nos exames convencionais.

Quando usado na tomografia computadorizada, o contraste é feito à base de iodo e, em exames de ressonância magnética, com soluções de compostos de gadolínio. “Os contrastes endovenosos (injetados na corrente sanguínea) têm o objetivo de facilitar a visualização das patologias. Comparamos a imagem antes e depois do uso do contraste para encontrá-la”, explica Dr. Emerson Gasparetto, Diretor Médico Executivo do laboratório.

No entanto, há quem se preocupe com possíveis efeitos colaterais. “Existem casos de alergia ao contraste – especialmente nos iodados –, geralmente manifestada através de pequenos vermelhões, coceiras ou reações mais graves como contração de vias respiratórias. Mas são ocorrências raras”, afirma Dr. Emerson. Evitar esse tipo de problema é simples: “No momento do agendamento do exame é preciso informar se há histórico de alergia e o que a causa. Durante o exame, é bom novamente lembrar o médico de que há um histórico alérgico, assim uma avaliação poderá ser feita no momento”, explica. Além disso, todo paciente que necessita do exame com uso do contraste passa por uma entrevista prévia e, ao alertar sobre seu histórico, recebe um preparo diferenciado, incluindo uma medicação que reduz a reação ao iodo ou ao gadolínio.

Açúcar vicia e pode causar dependência

Pesquisadores de universidade norte-americana comprovaram problemas do açúcar e alertam à dependência dos brasileiros

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A glicose é um açúcar imprescindível para o bom funcionamento do organismo. O consumo desse nutriente, no entanto, deve ser moderado – não só por riscos relacionados à saúde, mas porque a ingestão desenfreada de alimentos ricos em açúcar pode passar da vontade à compulsão e síndrome de abstinência.

Estudos realizados na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, já demonstraram que o açúcar vicia pelos mesmos mecanismos de drogas ilícitas pesadas. E, se depender disso, o Brasil terá, em breve, um quadro ainda mais alarmante de “dependentes”.

De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros são um dos maiores consumidores de açúcar. Os dados não deixam mentir: mais de 60% da população consome quantidade de açúcar superior ao recomendado pelo Ministério da Saúde (50 gramas diários ou o equivalente a dez colheres de chá de açúcar), chegando ao consumo exagerado de 28 colheres de chá por dia.

 

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Passos de Formiguinha

Cortar definitivamente o açúcar da dieta pode não ser uma tarefa muito fácil, mas algumas atitudes simples ajudam a solucionar o problema.

 

1

Coma menos, mas várias vezes ao dia.

O ideal é fazer as três refeições principais e dois pequenos lanches. Alimentar-se de forma regular ajuda a tirar a vontade de comer doces.

 

2

Mantenha-se hidratado.

O consumo regular de água ajuda a combater o desejo de comer doces.

 

3

Não compre doces.

A dica é simples: sem açúcar por perto, não há como consumir.

Como evitar enjoos nas crianças durante longas viagens

Sintoma pode estar associado a cinetose, problema causado pela desregulação do sistema de equilíbrio do corpo

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Quem tem criança em casa sabe que um simples passeio de carro pode gerar um grande mal-estar nos pequenos. Isso porque algumas crianças sentem enjoos e chegam até a vomitar devido ao movimento do veículo. Segundo a Dra. Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica, se o sintoma se repetir com frequência, pode ser sinal de cinetose, também conhecida como “mal do movimento”.

A cinetose pode afetar pessoas de todas as faixas etárias, porém é mais comum nas crianças. Além de causar fortes enjoos, os indivíduos que sofrem da doença podem apresentar vômitos quando estão dentro de meios de transporte. Isso acontece em consequência de uma perturbação do sistema vestibular, que é o responsável pelo equilíbrio do corpo.

A médica ainda lembra que a criança pode passar mal ao andar de carro, avião ou barco por uma série de motivos, como ter bebido muito líquido antes de entrar no veículo, ou por alguma indisposição. Mas se o quadro for persistente os pais devem procurar um especialista, que vai investigar se o caso exige ou não tratamento.

 

Tratamento

De acordo com a Dra. Natasha, quando diagnosticada com cinetose, a criança deve fazer um tratamento à base de medicamentos que reduzem os efeitos dos sinais desconexos recebidos pelo cérebro. “Em alguns casos, basta tomar algumas medidas paliativas durante o transporte, como sentar-se no banco da frente de veículos – quando a criança é maior de 10 anos –, evitar fazer refeições pesadas antes de uma viagem, manter as janelas abertas e focar o campo visual em um determinado ponto”, salienta a médica.