Arquivo para categoria: Nosso médico

Unidades na Avenida Brasil oferecem os melhores serviços Delboni

Teste genômico, vacinas e Medicina Fetal são os destaques

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A Avenida Brasil do Rio de Janeiro pode ser mais famosa, mas a Avenida Brasil de São Paulo tem o diferencial de trazer duas unidades do Delboni Auriemo – uma está no número 721 e a outra no 762. Juntas, elas oferecem os melhores serviços da rede, desde análises clínicas a ultrassonografias, tomografias e densitometria óssea. Leia Mais

Elas não são para todo mundo

Apesar de não parecer, vitaminas são medicamentos e podem, sem indicação médica, fazer mal ao seu corpo

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A ideia de que vitaminas fabricadas são sempre excelentes para o homem já caiu por terra. E, para os que tomam esses produtos achando que, pelo menos, mal não vão fazer, vale avisar: podem ser prejudiciais, sim. Afinal, você corre o risco de ingerir, sem saber, alguma vitamina inadequada ao seu organismo. Um exemplo: pessoas com problemas no coração devem evitar a vitamina K, presente em arroz integral, leite, castanha, entre outros alimentos. Leia Mais

Vivendo com o inimigo

Dr. Odilon Denardin fala sobre as doenças cardíacas e a importância de exercícios

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Não, o colesterol alto não é o único vilão das doenças cardíacas. Ele divide com outros fatores o risco de causar mal ao coração. A diferença é que, normalmente, sua elevação não provoca sintomas, e a alteração é detectada apenas em exames de sangue.
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Correndo rumo ao primitivo

Com uma mente objetiva e perseverante, nosso Diretor Médico, Mauro Scharf, percorre trajetos extenuantes e paradisíacos, sem se abalar frente às adversidades da vida

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Contato direto com a natureza, liberdade e superação dos próprios limites, sejam eles físicos ou mentais. Essas são algumas características das corridas de aventura, que atraem pessoas do mundo todo interessadas em vivenciar a experiência de correr em lugares inóspitos e com paisagens exuberantes. Mauro Scharf, nosso endocrinologista e Diretor Médico é um esportista que acabou se apaixonando por essa modalidade específica de corrida. “Tem uma sedução muito diferente para mim, por conta de ser uma experiência na natureza, a adrenalina de conhecer lugares por onde ninguém passou e todos os desafios que temos de superar”, detalha ele.

Embora seja a prática ideal para quem se interessa por trajetos desafiadores, é preciso ter consciência do nível de dificuldade das corridas de aventura. “Você tem que ter um condicionamento físico muito bom e estar treinando há pelo menos oito meses, já que vai estar exposto a condições extremas”, explica Mauro, que tem 44 anos e treina há cerca de dez. Segundo ele, além do condicionamento cardiovascular, os músculos precisam estar preparados para suportar trajetos íngremes, de montanha, e o peso extra dos equipamentos com hidratação e alimentos.

Todo esse conhecimento em corridas de aventura tem por base a experiência pessoal de Mauro, que já participou de maratonas de rua e aventura em diversos países. Em fevereiro deste ano, ele competiu na Cruce de los Andes, uma prova que sai da Argentina com destino ao Chile, passando pela Cordilheira dos Andes. Durante três dias seguidos, os competidores percorreram um total de cem quilômetros, passando por trechos de solo vulcânico, neve, lama e água gelada.
“O preparo físico é importante, mas não é possível suportar uma corrida tão extenuante se a mente não estiver muito bem condicionada”, observa Mauro.

Mesmo que a prova seja realizada em duplas, os corredores passam por longos períodos de solidão. A dica de Scharf, que nunca chegou a abandonar uma corrida, é simples: tenha um objetivo em mente e se comprometa a terminar a prova, com determinação e vontade de vencer. “Posso estar sentindo muita dor, mas mentalizo que preciso atingir aquele objetivo e a vontade de superar o desafio se torna maior que tudo”, acrescenta.

Esporte no sangue e na alma
O interesse de Mauro por diferentes práticas esportivas, porém, não é de agora. Quando era criança, chegou a praticar ginástica olímpica, vôlei, futebol, futsal e atletismo. Por conta das lesões decorrentes do futebol, ele optou por treinar apenas triatlos e corridas comuns. “Eu mantive essa rotina de treino, até que um amigo médico me convidou para substituir seu parceiro em uma corrida de aventura”, conta ele. De dez anos para cá, as corridas passaram a fazer parte da rotina intensa do endocrinologista, que também se dedica à direção do Centro de Diabetes Curitiba, do qual é fundador.

Em época de competição, Mauro intensifica sua rotina de treinos, que é planejada por uma assessoria esportiva e um preparador físico. Durante a semana, pela manhã, ele corre um trajeto de 16 quilômetros, distância que sobe para 30 aos fins de semana, totalizando cinco dias de treino. Fora isso, ele também nada duas vezes por semana, à noite, e pratica ciclismo uma vez por semana. “Gosto dessa variação de treinos. O mais importante é estar com o condicionamento físico em dia, independente de ser temporada de competições ou não”, aconselha.

Depois das provas, o corpo pede por uma temporada mais tranquila, de descanso, para evitar lesões. Mauro encontrou na ioga a possibilidade de se recuperar do desgaste provocado pelas corridas, mas nem sempre foi assim. Em 2011, após ter participado pela primeira vez da Cruce de Los Andes, o médico continuou com os treinos puxados, a fim de participar de outra corrida. O resultado não poderia ter sido outro: fraturou a coluna e precisou ficar quatro meses sem treinar, por conta dos excessos. “Esporte é saúde, mas quando você não respeita os limites do seu corpo e perde a noção, acaba sendo algo prejudicial”, alerta.

Durante todo esse processo, portanto, o acompanhamento profissional é indispensável. “Quem corre, deve fazer um check-up completo das funções cardiovasculares, para ver se o coração consegue aguentar a corrida, e também contar com um suporte nutricional, com suplementos alimentares que evitem a perda excessiva de peso”, explica o médico

Em paz e em família
Mauro brinca que uma das principais vantagens das corridas de aventura é que, durante o trajeto, o celular fica completamente sem sinal e você pode se desligar do mundo. “É como fazer uma terapia, estando tão perto da natureza. Também sinto que volto mais confiante para encarar os desafios do dia a dia, já que consigo enfrentar uma prova de resistência tão intensa como a corrida”, explica ele.

Mesmo sendo um ato que só traz benefícios para o organismo, o hábito de correr requer alguns sacrifícios. “Perco um pouco do meu tempo livre treinando, mas isso nunca foi problema para a minha família. Minha esposa e minha filha também gostam de esporte, então acabamos praticando juntos e nos divertindo”, conta.

Paciência e perseverança
Vá com calma: “É preciso traçar um objetivo, ter uma meta realista e não dar passos maiores que as pernas. Não dá para decidir competir uma corrida tão pesada em poucos meses, é uma atividade que requer comprometimento e tempo”

Organize-se: “Tendo em mente algumas metas,
é o momento de planejar todos os treinos com o suporte de alguma assessoria, deixando tudo organizado em planilhas”
Fique de olho na saúde: “O acompanhamento médico é fundamental durante todo o processo, para saber se o corpo irá aguentar a intensidade da corrida ou não. A saúde deve vir em primeiro lugar”

Tenha determinação: “Depois de colocar todos os planos
no papel e organizar a sua agenda de treinos, é o momento de colocar tudo em prática e seguir à risca as planilhas, treinando com vontade e determinação”

Cuidados básicos para qualquer corredor
Correr pode ser uma atividade prazerosa, mas é importante saber respeitar os limites do corpo e não sobrecarregá-lo com treinos. Confira a lista de exames necessários para se tornar um corredor:
Análise de VO2
Teste de esforço

Exames de Perfil Metabólico
Eletrocardiograma
Ecocardiograma

Escore de cálcio
Hemograma

Exame de urina

Exame de eletrólitos

Texto: Giovanna Tavares | Fotos: Anna Carolina Negri

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Afastando o medo*

O nódulo na tireoide é uma ocorrência frequente – 50% da população feminina acima de 50 anos apresenta esta condição

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Exames periódicos para encontrar nódulos são necessários. E mesmo que o diagnóstico seja positivo, não há motivo para pânico. Segundo dados da literatura médica, o nódulo na tireoide é uma ocorrência frequente. Exames ultrassonográficos podem detectar a presença deles, e até mesmo de alterações milimétricas na tireoide.

Sua ocorrência é muito mais frequente nas mulheres do que nos homens, e observa-se que sua prevalência aumenta com a idade – 50% da população acima de 50 anos apresenta esta condição. Apesar dessa grande incidência, apenas 5% dos nódulos são malignos.

Como a ultrassonografia é muito sensível, ela possibilita detectar e selecionar os nódulos que devem ter investigação aprofundada. Nesse sentido, o exame ultrassonográfico com Doppler colorido auxilia, indicando os nódulos que têm risco aumentado e devem ser investigados por meio da punção aspirativa por agulha fina (PAAF).

Quando o paciente tem histórico familiar de câncer de tireoide ou quando o nódulo é detectado por palpação, a PAAF – um tipo de biópsia simples, realizada no próprio consultório – também é solicitada. Assim como a ultrassonografia, a PAAF é um exame que pode definir a conduta de tratamento. Quando um nódulo não é suspeito ou é de baixo risco, ele deve ser acompanhado, o que geralmente inclui exames laboratoriais e ultrassonografia.

Se analisarmos os dados a respeito da taxa de mortalidade por câncer de tireoide, observaremos que é baixa, e permanece a mesma há quatro décadas, o que nos leva a concluir que estamos, cada vez mais, identificando nódulos malignos menores e tratando-os precocemente. O tratamento do nódulo maligno é a cirurgia (tireoidectomia), que poderá ou não ser seguida pela radiodoterapia. Ainda nos casos de nódulos malignos, o prognóstico geralmente é bastante favorável: a cirurgia consegue tratar o problema em cerca de 90% dos casos.

Dessa forma, o diagnóstico de nódulo da tireoide não é motivo de pânico, mas não deve ser negligenciado. O melhor é procurar um especialista (endocrinologista e/ou cirurgião de cabeça e pescoço) que solicitará os exames necessários, analisará os riscos e indicará o melhor tratamento.

* Por Dra. Maria Cristina Chammas
Médica Radiologista, é doutora em Medicina (programa de Radiologia) pela USP, Diretora do Serviço de US – Instituto de Radiologia – Hospital das Clínicas da FMUSP, professora do programa de pós-graduação em Ci- ências da Saúde da FMUSP (progra- ma de Radiologia), Diretora Médica do Alta Excelência Diagnóstica (US) e Coordenadora do Serviço de Ul- trassonografia do Delboni Auriemo.

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Qual o papel da Vitamina D no corpo humano?

O hormônio, conhecido como vitamina, é de extrema necessidade do seu corpo

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Apesar de ser conhecida como “vitamina D”, essa substância é, na verdade, um hormônio produzido pelo corpo quando a pele fica exposta ao sol após o consumo de alimentos como peixes oleosos, ovos e cogumelos. Sem esse hormônio, o corpo não consegue absorver de maneira adequada o cálcio.
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Falta de vitamina D é frequente em idosos

Reposição pode ser feita por meio de remédios e exposição solar

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A osteoporose é uma doença em que, pouco a pouco, a massa óssea diminui, tornando o osso menos resistente e, consequentemente, mais propenso a fraturas. Um dos fatores determinantes para evitar a osteoporose senil é a manutenção da vitamina D no corpo. “Estudos também têm mostrado uma relação entre o diabetes e a falta de vitamina D”, alerta a endocrinologista Myrna Campagnoli, do Delboni.

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Liberdade sexual aumenta casos de sífilis em idosos

Saiba como se prevenir e tratar a doença

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Doenças sexualmente transmissíveis, as famosas DSTs, são normalmente ligadas a pessoas solteiras, jovens e com vida sexual ativa. Nos últimos anos, porém, a realidade mudou, dada a nova concepção familiar e de relacionamentos, o crescente aumento de divórcios e a maior liberdade sexual e aumento do número de parceiros, de acordo com a Dra. Maria Lavínea Novis de Figueiredo Valente, infectologista do laboratório. Essa mudança resultou em mais idosos infectados por sífilis.

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