Conheça a elastografia

Exame é capaz de avaliar a rigidez dos órgãos avaliados com mais exatidão e segurança.

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Há muitos anos, os médicos têm usado a palpação manual para avaliar a rigidez dos tecidos, fazer a triagem dos pacientes e o diagnóstico de inúmeras doenças. Hoje em dia, porém, existe uma técnica complementar ao diagnóstico, capaz de medir a rigidez e a viscosidade dos tecidos moles. Trata-se da elastografia, indicada, principalmente, para avaliar a rigidez do fígado.

“Em outras palavras, é uma forma de ‘palpação virtual’, que permite avaliar as propriedades mecânicas do tecido, quantitativamente. É um método recente, cuja aplicação clínica se consolidou nos últimos dez anos. Nosso equipamento de ressonância magnética, GE Optima 450, é um dos primeiros no Brasil habilitados a realizar o exame”, explica o Dr. Guilherme Moura da Cunha, nosso médico radiologista que integra nosso corpo clínico.

 

MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS

A principal vantagem dessa técnica é oferecer um diagnóstico e uma avaliação do problema de maneira simples, e não invasiva. “Até um passado recente, pacientes portadores de doenças hepáticas crônicas precisavam ser submetidos a biópsias para diagnóstico e acompanhamento. Isso representava um risco aos indivíduos, tendo em vista que a biópsia hepática é um procedimento invasivo, porque os pacientes são mais propensos a complicações, como sangramentos e infecções. Essa técnica é uma vantagem para o médico assistente, que pode avaliar seu paciente de forma periódica, durante um tratamento, sem oferecer nenhum risco ao indivíduo”, conclui o Dr. Cunha.

 

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