Cuidar dos rins é mais necessário do que você imagina

Os rins são os filtros do corpo, eles são responsáveis pela limpeza do sangue e das impurezas do nosso corpo

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A Sociedade Brasileira de Nefrologia indicou que a taxa de mortes dos doentes renais crônicos aumentou 38% de 2000 para cá. O principal motivo deste crescimento é o diagnóstico tardio de pessoas com disfunções nos rins.

São considerados fatores de risco problemas como o diabetes, pressão alta, doença renal na família, idade avançada e doenças cardiovasculares. Os testes de detecção, que podem ser de urina ou de sangue, devem ser realizados sistematicamente em pacientes que já apresentam as doenças relacionadas acima.

Os exames de sangue e de urina citados acima permitem minimizar as lesões. Eles mostram a eficiência da remoção de água e de resíduos pelos rins. Podem ser medidas no sangue a creatinina (e a taxa de filtração glomerular estimada) e a ureia. Resultados anormais são, com frequência, os primeiros sinais de uma doença renal. Ao mesmo tempo, é examinada uma amostra de urina (urinálise) como parte da rotina, para verificar se há presença de hemácias, leucócitos ou proteínas.

Visando à prevenção da disfunção nos rins, cuidados como manter a pressão alta sob controle, fazer exame de urina para detectar proteína e exame de sangue para dosar a creatinina podem ser tomados. Mais do que ações para diagnóstico e tratamento, é necessária a prevenção da doença.

Após o diagnóstico do problema, vem o tratamento, que acompanha o progresso da doença. Na fase inicial, o paciente precisa fazer uma mudança na dieta. Se tiver pressão alta e diabetes, deve tomar medicamentos para controlar, além de remédios para reduzir a eliminação de proteínas pelos rins. Já na fase mais avançada, vem a diálise, mais medicamentos e o transplante renal.

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