Osteoporose prevalece em mulheres que já passaram pela menopausa

Sem o tratamento adequado, 2 a cada 3 mulheres poderão sofrer fraturas no fêmur até os 80 anos

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A saúde da mulher exige uma série de cuidados, dentre eles, uma atenção especial aos ossos, principalmente após a menopausa.

O esqueleto humano está em constante processo de renovação. Continuamente, o nosso organismo está absorvendo células velhas e produzindo células novas. Estima-se que, a cada 10 anos, os ossos do nosso corpo se renovem por inteiro. Entretanto, com o passar do tempo, essa função de originar novas células fica prejudicada e, com isso, nossa ossatura acaba perdendo densidade e ficando mais porosa.

Quando essa perda é mais intensa, fica caracterizada a osteoporose que, apesar de atingir ambos os sexos, tem prevalência em mulheres que já passaram pela menopausa, por conta da redução na produção de estrógeno.

É difícil falar em sintomas da osteoporose, já que ela só costuma ficar evidente quando atinge estágios mais avançados e provoca fraturas repentinas. Por isso, prevenir-se desde cedo é fundamental.

Ter uma alimentação rica em cálcio, praticar exercícios físicos e tomar sol para fixar a vitamina D são alguns dos principais cuidados a se tomar para garantir a saúde dos ossos. Além disso, após a menopausa, realizar ao menos uma desintometria óssea por ano é importante, pois permite o diagnóstico precoce da perda de densidade óssea, o que aumenta as chances de reverter este quadro.

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