Por que usamos o contraste?

Conheça mais sobre a substância que facilita a identificação de potenciais tecidos doentes durante exames

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Se você já precisou fazer um exame de ressonância magnética, tomografia computadorizada ou angiografia, certamente ouviu falar do contraste. Seu uso se dá para facilitar a identificação de potenciais tecidos doentes, uma vez que a aparência e o comportamento das estruturas geralmente é muito similar aos saudáveis, não chamando atenção nos exames convencionais.

Quando usado na tomografia computadorizada, o contraste é feito à base de iodo e, em exames de ressonância magnética, com soluções de compostos de gadolínio. “Os contrastes endovenosos (injetados na corrente sanguínea) têm o objetivo de facilitar a visualização das patologias. Comparamos a imagem antes e depois do uso do contraste para encontrá-la”, explica Dr. Emerson Gasparetto, Diretor Médico Executivo do laboratório.

No entanto, há quem se preocupe com possíveis efeitos colaterais. “Existem casos de alergia ao contraste – especialmente nos iodados –, geralmente manifestada através de pequenos vermelhões, coceiras ou reações mais graves como contração de vias respiratórias. Mas são ocorrências raras”, afirma Dr. Emerson. Evitar esse tipo de problema é simples: “No momento do agendamento do exame é preciso informar se há histórico de alergia e o que a causa. Durante o exame, é bom novamente lembrar o médico de que há um histórico alérgico, assim uma avaliação poderá ser feita no momento”, explica. Além disso, todo paciente que necessita do exame com uso do contraste passa por uma entrevista prévia e, ao alertar sobre seu histórico, recebe um preparo diferenciado, incluindo uma medicação que reduz a reação ao iodo ou ao gadolínio.

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