Ressonância magnética sem desconforto

O exame de ressonância magnética é envolto por uma nuvem de mitos. Buscamos as respostas sobre eles.

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Um dos exames mais importantes para auxiliar no diagnóstico, que desponta como uma das tecnologias mais avançadas, pode gerar episódios de ansiedade pela necessidade de permanecer em um ambiente estreito, submetido a altos ruídos que o equipamento emite para adquirir as imagens.

Uma boa conversa com o médico para tirar dúvidas ajuda a esclarecer como será o procedimento. Esse primeiro passo já pode diminuir o nervosismo, mas buscamos respostas para acabar com os mitos e facilitar o momento do exame.

 

1. Você pode se comunicar com o técnico

Durante todo o exame, a equipe (médico, enfermeiros e técnicos de radiologia) pode ser chamada. Outro ponto importante é que, na maioria dos casos, é possível ter um acompanhante na sala de exame.

2. O ambiente influencia no bem-estar

Tudo muda quando você está em um laboratório que cuida do seu bem-estar. Um ambiente calmo e acolhedor faz toda a diferença e ajuda a manter a calma.

3. O exame não precisa ser desconfortável

É unânime a ideia de que não é agradável permanecer imóvel durante o exame, mas existem posições que tornam o momento menos incômodo. Apoiar o queixo em um travesseiro é uma delas. Nessa posição, o paciente é capaz de visualizar a abertura do aparelho, o que ajuda a aliviar o sentimento de “estar trancado”.

4. É possível controlar o pânico

Além de relaxar e trabalhar o controle da respiração, o exame de algumas partes do corpo permite que se coloque primeiro os pés no aparelho, em vez da cabeça. Ver o lado de fora sempre ajuda a controlar a ansiedade.

5. Há opções abertas

Existem aparelhos de ressonância de campo aberto, sem as laterais, porém eles não podem ser utilizados em qualquer indicação. Outras opções são os aparelhos semiabertos, que possuem um tubo mais largo, de 70 centímetros, e mais curto. Ele já ajuda bastante a diminuir a sensação de claustrofobia.

6. A sedação nem sempre é necessária

Apenas em alguns casos é necessária a sedação. Claustrofobia extrema ou exames em bebês são indicações. A escolha deve ser feita em conjunto com o médico e requer a presença de um anestesista durante todo o tempo.

 

 

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