Açúcar vicia e pode causar dependência

Pesquisadores de universidade norte-americana comprovaram problemas do açúcar e alertam à dependência dos brasileiros

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A glicose é um açúcar imprescindível para o bom funcionamento do organismo. O consumo desse nutriente, no entanto, deve ser moderado – não só por riscos relacionados à saúde, mas porque a ingestão desenfreada de alimentos ricos em açúcar pode passar da vontade à compulsão e síndrome de abstinência.

Estudos realizados na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, já demonstraram que o açúcar vicia pelos mesmos mecanismos de drogas ilícitas pesadas. E, se depender disso, o Brasil terá, em breve, um quadro ainda mais alarmante de “dependentes”.

De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros são um dos maiores consumidores de açúcar. Os dados não deixam mentir: mais de 60% da população consome quantidade de açúcar superior ao recomendado pelo Ministério da Saúde (50 gramas diários ou o equivalente a dez colheres de chá de açúcar), chegando ao consumo exagerado de 28 colheres de chá por dia.

 

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Passos de Formiguinha

Cortar definitivamente o açúcar da dieta pode não ser uma tarefa muito fácil, mas algumas atitudes simples ajudam a solucionar o problema.

 

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Coma menos, mas várias vezes ao dia.

O ideal é fazer as três refeições principais e dois pequenos lanches. Alimentar-se de forma regular ajuda a tirar a vontade de comer doces.

 

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Mantenha-se hidratado.

O consumo regular de água ajuda a combater o desejo de comer doces.

 

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Não compre doces.

A dica é simples: sem açúcar por perto, não há como consumir.

7 alimentos superpoderosos para a saúde (parte 2)

Saiba como o consumo regular de alho, maçã, uva e fibras ajudam a turbinar sua saúde.

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Proteger o corpo de doenças, levando uma vida mais saudável pode ser uma experiência saborosa. Na última semana, você conheceu como o “suco verde”, o molho de tomate e a soja ajudam a fortalecer o organismo. Nesta segunda parte do nosso especial sobre alimentos funcionais, saiba como o consumo regular de alho, maçã, uva e fibras também podem ajudar a turbinar sua saúde.

 

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Aqui, o sistema imunológico é o grande favorecido. “O alho é um antibiótico natural, capaz de controlar fungos e bactérias. Em crises agudas, os medicamentos são indispensáveis. Porém, quem sofre de infecções recorrentes, como a candidíase de repetição, pode se beneficiar do efeito bactericida do alho”, afirma Dr. Roberto Navarro. Mas como a alicina, seu “milagroso” princípio ativo, se perde no cozimento, a questão é como consumir o alho cru. Algumas dicas são: preparar caldos que levam o ingrediente in natura (como molho pesto ou gaspacho), acrescentar lâminas finas de alho à salada ou cortá-lo ao meio e engoli-lo com água, sem mastigar, como se fosse um comprimido. O nutrólogo recomenda a ingestão de dois dentes de alho por dia.

 

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O ditado em inglês (que diz que uma maçã por dia evita visitas ao médico) talvez se deva à pectina, encontrada na casca da fruta. O Dr. Roberto Navarro indica a maçã como coadjuvante em tratamentos de controle do colesterol e adverte: “É importante comer com a casca”. O Dr. Fernando Chueri aponta os benefícios da maçã em casos de constipação intestinal: “São necessários 30 gramas de fibra por dia para garantir um bom funcionamento desse órgão, que corresponderiam a cerca de dez maçãs. Mas podemos, claro, variar as fontes diárias de fibra, comento também cerais integrais, linhaça, alcachofra e outras frutas, como pera e mamão”.

 

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Os polífenóis presentes na uva ajudam a evitar o câncer (pelo seu efeito antioxidante) e doenças cardiovasculares. Neste último caso, quando há comprometimento de vasos e artérias, a fruta vai além da prevenção: “O consumo diário de 150 ml de vinho ou suco de uva integral por pacientes com colesterol aumentado é um auxílio ao tratamento”, diz o nutrólogo Dr. Fernando Chueri. O Dr. Roberto Navarro emenda e conclui: “A nutrologia concorda que uma dieta rica em antioxidantes tem efeito protetor do coração. Os antioxidantes são encontrados em pigmentos de vegetais: todos os que têm cores fortes são potentes antioxidantes”.

 

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As fibras presentes em abundância na aveia já seriam motivo suficiente para recomendar a ingestão diária de meia xícara do cereal a quem deseja prolongar a sensação de saciedade e regular o trânsito intestinal (o que inclui um grande número de mulheres!). Diabéticos também podem se beneficiar do ingrediente, já que, na presença de fibras, a glicose no sangue é absorvida de maneira gradual, evitando picos de insulina. Mas a prescrição alimentar vai além: “A aveia é fonte de betaglucana, que ajuda no controle do colesterol e na diminuição de risco de câncer no intestino”, atesta o Dr. Roberto Navarro.

 

A vitamina D está em alta

Além de regular o metabolismo do cálcio e estimular o sistema imune, a vitamina tem ação anticancerígena entre outros benefícios.

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Ela está envolvida em muitos processos importantes para a manutenção da saúde em todas as idades. E, a cada dia, novas funções são descobertas. Além de ser essencial para a saúde óssea e muscular, ela pode ajudar no fortalecimento do sistema imune, contribui para a manutenção do metabolismo da glicose e atua na prevenção de doenças.

Além de regular o metabolismo do cálcio e estimular o sistema imune, a vitamina D tem ação anticancerígena, ajuda a normalizar os hormônios da tireoide, interfere na fertilidade e aumenta a força muscular e tem também influência na tolerância à glicose. Agindo por meio das ações no intestino, rim, osso e glândulas paratireoides.

A substância é formada na pele pela ação dos raios solares ou obtida através da dieta e de suplementos vitamínicos. São poucos os alimentos que contêm vitamina. Dentre eles a maior concentração é no óleo de fígado de bacalhau e, em quantidades menores em peixes oleosos como salmão, atum e sardinha e outros alimentos como cogumelos, gema de ovo, sucos e cereais enriquecidos artificialmente.

O diagnóstico da deficiência da vitamina D está muito mais frequente em toda a população mundial, e acomete especialmente os idosos, que produzem menos vitamina D ativa quando expostos ao sol.  A deficiência tem sido relacionada ao aumento da incidência de quedas, à diminuição da força muscular e à deterioração do equilíbrio, segundo a Endocrinologista do laboratório Delboni, Dra. Suemi Marui.

A endocrinologista também lembra que a deficiência de vitamina D é um dos principais determinantes da osteoporose senil. “Estudos também têm demonstrado uma relação entre o diabetes e a falta de vitamina D” complementa.

Para evitar a deficiente da vitamina no corpo, a Dra. Indica a inclusão de 5 a 30 minutos de banho de sol na rotina diária, ou no mínimo 3 vezes por semana, prioritariamente até as 10h da manhã e depois das 16h. “Caso haja falta de vitamina D, é necessário, além de banhos de sol, um tratamento com reposição da vitamina por meio de remédios, dieta e atividades físicas”, finaliza.

A obesidade infantil deve ser levada a sério

A obesidade infantil já atinge 300 milhões de crianças, segundo dados da International Obesity Taskforce (IOTF), entidade que estuda meios para combater a obesidade mundial

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A obesidade infantil passou de um problema estético para um problema de saúde que merece atenção e cuidados. O que antes era “apenas” motivo de zoação entre as crianças do colégio, hoje não devemos mais ignorar. A obesidade infantil já é considerada uma epidemia global pela OMS.

Um estudo publicado na revista científica New England Medical Journal, da Inglaterra, aponta que crianças com Índice de Massa Corporal (IMC) considerado acima do normal têm maiores chances de contrair doenças coronarianas na idade adulta. “Como cada vez mais crianças estão se tornando obesas no mundo inteiro, espera-se que em pouco tempo o número de pessoas com problemas cardíacos aumente significativamente”, comenta o Dr. Frederico G. Marchisotti, endocrinologista do Delboni.

A associação entre obesidade e doenças cardíacas se mostrou mais forte entre os meninos do que em relação às meninas e ainda aumenta de acordo com a idade. “Assim, meninos obesos no final da infância apresentam o maior risco”, diz o endocrinologista. Além de doenças coronarianas e infarto, existem outros problemas futuros relacionados à obesidade como: diabetes, hipertensão, colesterol alto, AVC, artrose, cálculo biliar (pedra na vesícula), apnéia do sono, câncer de mama e câncer de intestino.

Uma criança pode ser identificada como obesa quando o seu IMC (Índice de Massa Corpórea) está entre o percentual de 85 a 95 em relação ao gráfico do CDC 2000 (Center for Disease and Control and Prevention, dos EUA) e obesa quando o percentil for maior que 95.

Para evitar a obesidade na fase infantil, recomenda-se a amamentação até seis meses de idade, seguida do fornecimento de alimentos adequados e estímulo à prática de atividade física prazerosa, como brincadeiras ao ar livre e esportes. “Os pais devem evitar o acesso das crianças às guloseimas, para preservar o apetite nas refeições. Além disso, é recomendada a ingestão de no máximo uma lata de óleo para preparo das refeições ao mês”, sugere Dr. Frederico.

Introduzir desde cedo verduras e legumes à alimentação da criança para acostumar seu paladar e sua aceitação futura também pode ser uma boa solução. Para isso, indica-se diversificar a forma de preparo dos vegetais e leguminosas, oferecer os mesmos em pequena quantidade e misturados com outros alimentos de mais fácil aceitação.

Terceira idade deve controlar consumo de açúcar e sal

Veja dicas para desestimular o consumo excessivo desses temperos

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Os cuidados com a alimentação são crescentes quando o assunto é a terceira idade. Uma das medidas mais importantes é desestimular o uso de sal e açúcar à mesa, para controlar o consumo destes alimentos. Com o passar dos anos, ocorrem mudanças naturais na intensidade de percepção do sabor. Logo, a pessoa idosa passa a adicionar mais açúcar, sal e outros condimentos para temperar os alimentos até alcançar um sabor que agrade ao paladar, o que pode acabar representando um abuso na quantidade.

Uma das recomendações para melhorar este aspecto é prestar atenção no ato de mastigar e na higiene bucal. Uma mastigação adequada dos alimentos associada aos cuidados frequentes com a higiene da boca, incluindo a escovação da língua, ajudam a perceber melhor o sabor dos alimentos, evitando o exagero no uso dos temperos. Outra dica é a adição de outros temperos à comida, como cheiro verde, alho, cebola e ervas. Isto pode ajudar a diminuir a utilização de sal no preparo dos alimentos, contribuindo para a redução do seu consumo.

Água é importante

Também é preciso estimular o consumo da água entre as refeições. A ingestão de líquidos pelas pessoas idosas precisa ser incentivada, pois são frequentes os casos de desidratação.

A primeira estratégia é despertar o idoso para os benefícios que a água traz para a saúde (o intestino funciona melhor, mantém a boca mais úmida, mantém a hidratação do corpo, entre outras vantagens). Para incentivar a ingestão de água, é essencial que o ambiente facilite o acesso da pessoa idosa aos utensílios (caneca, copo ou xícara) e ao filtro, estando tudo a uma altura adequada à da pessoa.

É importante incentivar o consumo da água em pequenas quantidades, várias vezes ao dia, entre as refeições. Entretanto, em casos cuja recomendação médica restringe a ingestão de líquidos, a quantidade diária de água para a pessoa idosa deve ser calculada e sua ingestão monitorada.

Não existe nada como almoçar a comida da nossa casa

Levar comida é um hábito saudável, mas exige alguns cuidados especiais

Não existe nada como almoçar a comida da nossa casa

Levar o alimento de casa para o trabalho, além de econômico, é um hábito extremamente saudável, na medida em que permite que você tenha total controle sobre a sua alimentação, fazendo sempre refeições saudáveis e equilibradas.

Entretanto, os adeptos da comida feita em casa precisam tomar alguns cuidados para evitar intoxicações alimentares ou a perda de nutrientes durante o transporte e armazenamento de suas refeições.

1. Antes de de por os alimentos em um recipiente, coloque-os em um prato. Isso ajuda a calcular melhor a quantidade e as proporções entre vegetais, carboidratos e proteínas.

2. Evite alimentos fritos ou com molho. Eles possuem uma tendência maior de estragar e podem acabar contaminando os outros alimentos da sua refeição.

3. Prefira recipientes de vidro. Os tradicionais de metal podem alterar o sabor e a composição dos alimentos e os de plástico, ao serem colocados no microondas, tendem a liberar substâncias nocivas para a sua saúde. Os de vidro podem ir ao microondas sem problemas e são bem mais fáceis de higienizar.

4. Não coloque alimentos quentes no recipiente em que irá trasportá-los. Eles liberam vapor que umedece o recipiente e pode fazer com que os alimentos azedem.

5. Separe a salada dos outros alimentos. Isso evita que ela fique murcha e ajuda a conservar as suas propriedades nutricionais.

6. Invista em uma bolsa térmica, principalmente se a distância entre a sua casa e o trabalho for grande. Ela ajuda a conservar a qualidade e o frescor dos alimentos!

Alimentação e emoção

Por que o que comemos está tão relacionado ao que sentimos?

Alimento e Emoção

Nossa memória afetiva está repleta de sabores e pratos especiais: o bolo quentinho da avó, aquela receita única que a mãe fazia no Natal, a sobremesa incrível que experimentamos naquela viagem e por aí vai. Ao longo das nossas vidas, vamos colecionando recordações que transformam as refeições em muito mais do que uma simples resposta a uma necessidade vital.

De acordo com um artigo “Alimento e Emoção” do Professor Doutor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Arthur Kaufman, o alimento está poderosamente ligado às emoções. A amamentação é uma das primeiras conexões de prazer que temos com o mundo e, para muitas pessoas, a simples memória de um prato favorito evoca imagens, emoções e sentidos.

É muito comum, portanto, que o alimento seja usado além da sua função nutritiva servindo, muitas vezes, como paliativo para sentimentos considerados negativos, como angústia, tristeza, ansiedade e medo. O problema, nesses casos, é que comer pode acabar virando uma forma de substituir confrontos e rejeições, afirma o artigo.

Uma das consequências mais comuns desse desequilíbrio é a obesidade, um distúrbio que, para a Psicologia, resulta de uma tentativa em camuflar com comida alguns problemas como a necessidade de controlar ou reprimir alguma coisa.

Nesse sentido, é quase impossível embarcar em uma jornada de controle ou reeducação alimentar sem pensar na relação que a comida tem com os seus sentimentos.

Um bom jeito de começar a desvendar como essa conexão afeta a sua vida é fazer um diário onde, ao longo do dia, você consiga anotar tudo que comeu e qual era o sentimento que predominava em cada refeição. Assim, além de controlar a quantidade de alimento ingerida, você será capaz de entender melhor o que te levou a comer: fome ou emoção.

Verde e amarelo no prato e no coração

Alimentos com as cores da torcida te ajudam a manter a disposição durante os jogos

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Apostar na diversidade das cores dos alimentos é um ótimo jeito de cuidar da saúde. Como o tempo é de jogos e muita torcida, conheça as propriedades nutricionais dos alimentos verdes e amarelos e leva a vibração da arquibancada para a sua mesa!

Os alimentos amarelos e alaranjados, como cenoura, manga, milho, banana e pimentão possuem em comum um componente chamado betacaroteno e as Vitaminas C e B-3.

O betacaroteno é um dos responsáveis pela manutenção dos tecidos e da visão noturna. Dessa forma, seu consumo favorece a pele, os cabelos e ainda previne doenças degenerativas da visão como, por exemplo, a catarata. A Vitamina B-3, por sua vez, é muito eficaz no controle do colesterol e na prevenção de doenças cardíacas. Já a Vitamina C destaca-se por ser um antioxidante natural e trazer grandes benefícios ao sistema imunológico.

Os alimentos verdes, como couve, acelga e alface são ricos em fósforo, ferro e clorofila.

Além de parte integrante das reações que liberam energia para o nosso corpo, o fósforo é um dos nutrientes responsáveis pelo bom desenvolvimento dos ossos e dentes e, dessa forma, é essencial em períodos de crescimento como a adolescência e a gravidez. Já o ferro é um dos principais componentes da hemoglobina, molécula responsável pelo transporte de oxigênio para todo o corpo, sendo sua ingestão diária fundamental para uma vida saudável. Por fim, a clorofila, apesar de não ser considerada um nutriente, é uma substância que auxilia no combate aos radicais-livres e na absorção de Vitamina C.

Viva, São João!

Aproveite a festa sem sair da dieta

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Festa junina é sempre uma delícia e, em São Paulo, não faltam opções de um bom arraiá nessa época do ano!

No próximo final de semana, ainda é possível conferir a festa da Igreja de São Rafael, na Mooca. E até o dia 6 de julho, a Igreja do Calvário, em Pinheiros, e a Igreja Nossa Senhora da Consolação, no centro, promovem festas todos os finais de semana com direito a músicas e comidas típicas de tirar o fôlego.

E sabe qual é a melhor parte? Algumas atitudes simples podem te ajudar a aproveitar todos esses eventos, sem a culpa de abandonar a dieta!

1. Troque o quentão pelo vinho quente. Além de menos calórico, o vinho possui antioxidantes que, quando consumidos com moderação, podem contribuir para a saúde do coração.

2. Fique longe da maçã do amor. Apesar de ser uma delícia, ela é um dos alimentos mais calóricos da festa. Se quiser um doce, tente optar pela canjica, menos calórica e ótima fonte de cálcio, ou pelo bolo de milho.

3. Não mergulhe o espetinho na farinha. Isso pode chegar a dobrar o valor calórico do churrasco! Aproveite a carne sem nenhum acompanhamento.

4. Se você for fazer a sua festa em casa mesmo, experimente trocar os ingredientes das receitas tradicionais pelas versões light ou sem açúcar. Uma canjica feita com leite desnatado e adoçante tem suas calorias reduzidas de 226 Kcal por porção para 165Kcal.

5. Tente não chegar na festa com fome. Jantar, almoçar ou fazer um pequeno lanche antes de sair de casa pode te ajudar a evitar exageros.

Agora é só escolher a festa mais perto de você e pular muita fogueira!

Igreja de São Rafael
28 e 29 de junho
Largo São Rafael, Mooca
Mais informações: http://www.paroquiasaorafael.org.br/

Igreja do Calvário
28 e 29 de junho – 05 e 06 de julho
Rua Cardeal Arcoverde, 950
Mais informações: http://paroquiadocalvario.org.br/

Igreja Nossa Senhora da Consolação
28 e 29 de junho – 05 e 06 de julho
Rua da Consolação, 585
Mais informações: 3256-5356

Do fundo do mar para o mundo

Comuns na culinária japonesa, as algas marinhas oferecem muitos benefícios para a saúde.

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Foi na culinária japonesa que se desenvolveu o conceito de umami, considerado o quinto gosto básico além dos já tradicionais doce, salgado, amargo e azedo. Mistura das palavras “delicioso” e “gosto” em japonês, o sabor incomparável pode ser encontrado nas algas marinhas, populares na gastronomia oriental e na dieta dos vegetarianos e macrobióticos, já que o alto conteúdo proteico pode substituir a carne e outros alimentos de origem animal.

A maioria das espécies de alga ajuda no combate à anemia, já que mantém e restabelece as reservas de ferro no organismo, retarda o envelhecimento da pele, tem baixo teor calórico, promove a sensação de saciedade e ainda ajuda na prevenção da depressão.

Talvez pareça um alimento milagroso, mas a lista de benefícios é realmente extensa. “Além de oferecerem grandes quantidades de minerais e fibras solúveis, as algas fortalecem unhas, pele, cabelo e ossos. O iodo, também presente em peixes e frutos do mar é fundamental para o funcionamento correto da tireóide”, conta a nutricionista Dra. Isabelle Zanoni, coordenadora dos cursos de saúde do Centro de Educação, Saúde e Pesquisa de São Paulo.

Vale lembrar que, devido à alta concentração de sódio, os hipertensos devem ficar atentos ao uso das algas. No mais, só resta aproveitar!

Para saber mais sobre as algas e suas propriedades, confira a matéria completa na edição digital da Revista do Delboni: http://bit.ly/1hjPzOA