Elas não são para todo mundo

Apesar de não parecer, vitaminas são medicamentos e podem, sem indicação médica, fazer mal ao seu corpo

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A ideia de que vitaminas fabricadas são sempre excelentes para o homem já caiu por terra. E, para os que tomam esses produtos achando que, pelo menos, mal não vão fazer, vale avisar: podem ser prejudiciais, sim. Afinal, você corre o risco de ingerir, sem saber, alguma vitamina inadequada ao seu organismo. Um exemplo: pessoas com problemas no coração devem evitar a vitamina K, presente em arroz integral, leite, castanha, entre outros alimentos. Leia Mais

Pés velozes

Correr é fácil, gostoso, ajuda a ficar em forma e faz bem para a saúde. Veja como começar e se manter no esporte de forma equilibrada

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Correr é um movimento simples e natural. Talvez tenha sido o primeiro esporte praticado na história da humanidade, e continua em alta, seja com a intenção de melhorar a saúde, ajudar a emagrecer ou trazer bem-estar de forma geral. Se você não vê a hora de fazer parte do grupo de pessoas que corre por esporte, vamos ajudá-lo a dar os primeiros passos.
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Presença: Unidade Peixoto Gomide

Proximidade com o Hospital Nove de Julho facilita pedidos de exames

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No primeiro semestre deste ano o Delboni inaugurou a Unidade Peixoto Gomide, no bairro Jardim Paulista. Seu diferencial é a localização privilegiada: fica no número 263 da rua, no edifício do Centro de Medicina Especializada do Hospital Nove de Julho.

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Presença: MegaUnidade 23 de Maio

Conheça os benefícios desta grande unidade do Delboni

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Inaugurada em 2007, a MegaUnidade 23 de Maio sempre apostou em conforto, facilidades e atendimento exclusivo para os seus clientes. Localizada na Rua Dr. Diogo de Faria, 1379 (Vila Clementino), o laboratório possui facilidades como ambiente pediátrico, atendimento infantil e acesso para pessoas com deficiência.

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Conheça 6 fatores que estimulam a fome e incentivam o exagero

Às vezes a vontade de comer não vem acompanhada da fome real

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Que atire a primeira pedra quem nunca pensou “que vontade de comer qualquer coisa”! Esta frase geralmente é dita fora de hora, sem fome – ou com uma fome que não é verdadeira, pois o estômago não está vazio de fato. E, nestes momentos, fica difícil não ceder à tentação.

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Correndo rumo ao primitivo

Com uma mente objetiva e perseverante, nosso Diretor Médico, Mauro Scharf, percorre trajetos extenuantes e paradisíacos, sem se abalar frente às adversidades da vida

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Contato direto com a natureza, liberdade e superação dos próprios limites, sejam eles físicos ou mentais. Essas são algumas características das corridas de aventura, que atraem pessoas do mundo todo interessadas em vivenciar a experiência de correr em lugares inóspitos e com paisagens exuberantes. Mauro Scharf, nosso endocrinologista e Diretor Médico é um esportista que acabou se apaixonando por essa modalidade específica de corrida. “Tem uma sedução muito diferente para mim, por conta de ser uma experiência na natureza, a adrenalina de conhecer lugares por onde ninguém passou e todos os desafios que temos de superar”, detalha ele.

Embora seja a prática ideal para quem se interessa por trajetos desafiadores, é preciso ter consciência do nível de dificuldade das corridas de aventura. “Você tem que ter um condicionamento físico muito bom e estar treinando há pelo menos oito meses, já que vai estar exposto a condições extremas”, explica Mauro, que tem 44 anos e treina há cerca de dez. Segundo ele, além do condicionamento cardiovascular, os músculos precisam estar preparados para suportar trajetos íngremes, de montanha, e o peso extra dos equipamentos com hidratação e alimentos.

Todo esse conhecimento em corridas de aventura tem por base a experiência pessoal de Mauro, que já participou de maratonas de rua e aventura em diversos países. Em fevereiro deste ano, ele competiu na Cruce de los Andes, uma prova que sai da Argentina com destino ao Chile, passando pela Cordilheira dos Andes. Durante três dias seguidos, os competidores percorreram um total de cem quilômetros, passando por trechos de solo vulcânico, neve, lama e água gelada.
“O preparo físico é importante, mas não é possível suportar uma corrida tão extenuante se a mente não estiver muito bem condicionada”, observa Mauro.

Mesmo que a prova seja realizada em duplas, os corredores passam por longos períodos de solidão. A dica de Scharf, que nunca chegou a abandonar uma corrida, é simples: tenha um objetivo em mente e se comprometa a terminar a prova, com determinação e vontade de vencer. “Posso estar sentindo muita dor, mas mentalizo que preciso atingir aquele objetivo e a vontade de superar o desafio se torna maior que tudo”, acrescenta.

Esporte no sangue e na alma
O interesse de Mauro por diferentes práticas esportivas, porém, não é de agora. Quando era criança, chegou a praticar ginástica olímpica, vôlei, futebol, futsal e atletismo. Por conta das lesões decorrentes do futebol, ele optou por treinar apenas triatlos e corridas comuns. “Eu mantive essa rotina de treino, até que um amigo médico me convidou para substituir seu parceiro em uma corrida de aventura”, conta ele. De dez anos para cá, as corridas passaram a fazer parte da rotina intensa do endocrinologista, que também se dedica à direção do Centro de Diabetes Curitiba, do qual é fundador.

Em época de competição, Mauro intensifica sua rotina de treinos, que é planejada por uma assessoria esportiva e um preparador físico. Durante a semana, pela manhã, ele corre um trajeto de 16 quilômetros, distância que sobe para 30 aos fins de semana, totalizando cinco dias de treino. Fora isso, ele também nada duas vezes por semana, à noite, e pratica ciclismo uma vez por semana. “Gosto dessa variação de treinos. O mais importante é estar com o condicionamento físico em dia, independente de ser temporada de competições ou não”, aconselha.

Depois das provas, o corpo pede por uma temporada mais tranquila, de descanso, para evitar lesões. Mauro encontrou na ioga a possibilidade de se recuperar do desgaste provocado pelas corridas, mas nem sempre foi assim. Em 2011, após ter participado pela primeira vez da Cruce de Los Andes, o médico continuou com os treinos puxados, a fim de participar de outra corrida. O resultado não poderia ter sido outro: fraturou a coluna e precisou ficar quatro meses sem treinar, por conta dos excessos. “Esporte é saúde, mas quando você não respeita os limites do seu corpo e perde a noção, acaba sendo algo prejudicial”, alerta.

Durante todo esse processo, portanto, o acompanhamento profissional é indispensável. “Quem corre, deve fazer um check-up completo das funções cardiovasculares, para ver se o coração consegue aguentar a corrida, e também contar com um suporte nutricional, com suplementos alimentares que evitem a perda excessiva de peso”, explica o médico

Em paz e em família
Mauro brinca que uma das principais vantagens das corridas de aventura é que, durante o trajeto, o celular fica completamente sem sinal e você pode se desligar do mundo. “É como fazer uma terapia, estando tão perto da natureza. Também sinto que volto mais confiante para encarar os desafios do dia a dia, já que consigo enfrentar uma prova de resistência tão intensa como a corrida”, explica ele.

Mesmo sendo um ato que só traz benefícios para o organismo, o hábito de correr requer alguns sacrifícios. “Perco um pouco do meu tempo livre treinando, mas isso nunca foi problema para a minha família. Minha esposa e minha filha também gostam de esporte, então acabamos praticando juntos e nos divertindo”, conta.

Paciência e perseverança
Vá com calma: “É preciso traçar um objetivo, ter uma meta realista e não dar passos maiores que as pernas. Não dá para decidir competir uma corrida tão pesada em poucos meses, é uma atividade que requer comprometimento e tempo”

Organize-se: “Tendo em mente algumas metas,
é o momento de planejar todos os treinos com o suporte de alguma assessoria, deixando tudo organizado em planilhas”
Fique de olho na saúde: “O acompanhamento médico é fundamental durante todo o processo, para saber se o corpo irá aguentar a intensidade da corrida ou não. A saúde deve vir em primeiro lugar”

Tenha determinação: “Depois de colocar todos os planos
no papel e organizar a sua agenda de treinos, é o momento de colocar tudo em prática e seguir à risca as planilhas, treinando com vontade e determinação”

Cuidados básicos para qualquer corredor
Correr pode ser uma atividade prazerosa, mas é importante saber respeitar os limites do corpo e não sobrecarregá-lo com treinos. Confira a lista de exames necessários para se tornar um corredor:
Análise de VO2
Teste de esforço

Exames de Perfil Metabólico
Eletrocardiograma
Ecocardiograma

Escore de cálcio
Hemograma

Exame de urina

Exame de eletrólitos

Texto: Giovanna Tavares | Fotos: Anna Carolina Negri

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Desacelere

O stress já é considerado um dos principais responsáveis emocionais por doenças físicas

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Até certo ponto, o stress faz bem para a saúde, nos deixa mais alertas e com energia para completar a rotina. O difícil é notar quando você passa do ponto e precisa desacelerar para não causar prejuízos à sua saúde. Alguns sinais discretos do corpo podem ajudar você nessa tarefa:

  • Tremores leves nas mãos e nos lábios
  • Dor de estômago
  • Ataques súbitos de pânico
  • Desejo sexual diminuído
  • Mudanças de humor radicais
  • Insônia ou sono inquieto
  • Suor frequente
  • Gripes e resfriados
  • Crises recorrentes de alergia

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Beleza (quase) natural

Você sabia que, no Brasil, foram feitas 905 mil cirurgias plásticas em 2011?

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Você sabia que, no Brasil, foram feitas 905 mil cirurgias plásticas em 2011? E que o país ganhou dos americanos no número de algumas dessas “pequenas correções”? Veja como tem sido a transformação dos homens e mulheres brasileiros:

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)

Monte o prato certo

Na hora de comer você precisa ficar de olho em como divide o espaço do seu prato

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Na hora de comer você precisa ficar de olho em como divide o espaço do seu prato para ter uma refeição saudável e balanceada. Misturar os três principais grupos alimentares na proporção correta é uma arte que você deve levar para a vida se quiser uma saúde em dia.
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Ao pé do ouvido

Em tempos de mp3, saiba como
 se prevenir dos excessos de barulhos e do mau uso de fones de ouvido

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Impossível viver em qualquer cidade, grande, média ou pequena, sem ser bombardeado diariamente por estímulos sonoros dos mais variados: buzinas, carros de som, promoções em lojas populares anunciadas por megafones, sirenes, bate-estacas, entre outros. Mas esses barulhos são externos e apenas parte do problema. O risco maior é criado por nós mesmos, com o uso de aparelhos de entretenimento portáteis colados nos ouvidos.

Médicos otorrinolaringologistas vêm alertando que a diversão em altos brados proporcionada hoje por iPhones, iPods, smartphones, tablets, mp3 players e iPads pode facilmente criar sérios problemas auditivos em seus usuários no futuro. Até mesmo perda de audição permanente. “A maneira como esses aparelhos têm sido usados, sem controle e informação, pode realmente criar uma geração de futuros deficientes auditivos”, afirma o Dr. Ricardo Ferreira Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP.

Entre tantos cuidados com a saúde necessários nos dias de hoje, o auditivo parece de menos importância. Porém, segundo relatório divulgado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 360 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda de audição, sendo que aproximadamente 15 milhões apenas no Brasil (uma das três deficiências mais comuns no país). É uma importante questão de Saúde Pública, certamente, mas os especialistas também concordam que é muito fácil se prevenir. “Os fones de ouvido podem ser usados desde que se escute em um nível sonoro médio de aproximadamente 85 decibéis. Até esse volume é possível usar pelo tempo que quiser. Acima disso o tempo vai decrescendo conforme o nível de exposição. A 100 db, por exemplo, tem que ser no máximo 30 minutos por dia.”

Esse limite de decibéis mencionado pelo Dr. Ricardo equivale a ouvir músicas (ou filmes, programas de TV, etc.) com o volume até a metade. Também é importante nunca ouvir o som tão alto a ponto de não saber o que está acontecendo ao seu redor e jamais dormir com o fone no ouvido. Outra recomendação é que se dê preferência aos modelos supra-aurais (que cobrem os ouvidos) por serem menos nocivos que os fones de inserção (aqueles que entram no canal auditivo). E, claro, fazer um exame de audiometria pelo menos uma vez por ano.

A regularidade do exame é importante porque a perda auditiva é um problema progressivo e que só é percebido a médio ou longo prazos. “Existem sintomas básicos associados a patologias do ouvido. A perda auditiva é um deles, sendo que no início a pessoa passa a ter certa dificuldade de entender as palavras em ambientes com ruído. Mas também é preciso estar atento a zumbidos, tonturas, dores ou sensação de ‘ouvido cheio’.”

Todo esse cuidado preventivo poderia ser facilitado se houvesse uma lei no Brasil que regulamentasse o limite máximo de decibéis transmitidos pelos fones (existem aparelhos que chegam a 130 db). O limite europeu é de 100 db, considerado razoável pelos especialistas daqui. “No entanto, um problema adicional é que nem todos os aparelhos têm ajustes iguais, portanto o usuário deve consultar o manual para ver qual o nível de volume. Muitos equivalem ao som de uma turbina de avião em decolagem ou de uma britadeira e, consequentemente, são extremamente prejudiciais ao ouvido.”

Ainda no quesito que mistura entretenimento e volume alto, outro acontecimento preocupa os otorrinos: as festas em casas noturnas. Tanto os usuários quanto os funcionários desses lugares estão sujeitos, sem perceber, a uma longa e constante agressão sonora. A solução pode parecer frustrante, mas segundo o Dr. Ricardo Ferreira, “não há como se preservar nesses casos. Com o tempo a pessoa que frequenta muito essas baladas terá problema de audição e/ou zumbido. A única medida preventiva é usar protetor auricular nos ouvidos”.

Enquanto regulamentações e controles de gerações de ruídos em equipamentos e ambientes não são colocados em prática, o jeito é se cuidar por conta própria para deixar tudo soando bem aos ouvidos.

Por Dafne Sampaio

(Texto publicado originalmente na Revista Delboni Auriemo. Você pode fazer o download para iPad neste link (http://bit.ly/XIXQER) ou retirar sua versão impressa em qualquer Unidade de Atendimento do Delboni (http://bit.ly/XIXNc2).)